Contas e dívidas no tratamento -

Professora com câncer de mama relata que afastamentos para tratamento reduziram sua renda

Stephanie Villaranga, de 29 anos, foi diagnosticada com câncer de mama em junho de 2025 e precisou lidar com dificuldades financeiras inesperadas durante o tratamento. Nesta terça-feira (29/09), a professora de educação especial, que mora em Queens, em Nova York, nos Estados Unidos, relatou nas redes sociais que os afastamentos para consultas, cirurgias e radioterapia reduziram sua renda e comprometeram a estabilidade da família, conforme informações do portal Metrópoles.

Logo na primeira consulta, Stephanie recebeu a recomendação de congelar os óvulos antes de iniciar a quimioterapia. O procedimento custaria cerca de US$ 25 mil, e ela tinha apenas uma semana para reunir o dinheiro. Uma campanha de arrecadação foi criada por ela, e a repercussão de seus vídeos ajudou a cobrir parte das despesas iniciais. Com o início do tratamento, ela passou a faltar ao trabalho para comparecer às consultas e, como não tinha mais dias de licença médica disponíveis, sofreu descontos no salário. A professora continuou trabalhando até o dia da cirurgia para retirada de nódulos, em novembro, para preservar o máximo possível da licença remunerada.

Foto: Reprodução/Rede sociais

Mesmo assim, durante seis semanas de recuperação e radioterapia, recebeu salário reduzido. Ao retornar à rotina de trabalho, em abril de 2026, soube que metade do pagamento seria retida para cobrir despesas médicas, após os afastamentos afetarem sua elegibilidade à cobertura integral do plano de saúde oferecido pelo emprego. Em junho, foi informada de que também não receberia a remuneração das férias escolares de verão, pois não havia trabalhado durante um ano inteiro. Stephanie ainda precisa agendar outra cirurgia e, segundo ela, os médicos recomendaram março de 2027, mas ela espera conseguir adiar o procedimento até junho para evitar uma nova perda de renda.

Instagram

Comentários

Canal Zap