“Para quanto irá o litro?" · 18/01/2022 - 14h06

Bolsonaro critica governadores por reajuste de ICMS: “Lamentavelmente”


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    Agência Brasil

Pelo Twitter, o presidente Jair Bolsonaro (PL) criticou, na noite desta segunda-feira (17/01), os governadores que decidiram, na sexta-feira (14/01), acabar com o congelamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis a partir de fevereiro. As informações são Metrópoles.

“Para quanto irá o litro da gasolina, R$ 8?”, questionou.

Veja:

Por maioria, os governadores decidiram acabar com o congelamento do ICMS sobre combustíveis a partir de fevereiro. A decisão foi definida em reunião do Comitê Nacional dos Secretários Estaduais de Fazenda (Comsefaz).

Em novembro passado, os estados decidiram suspender reajustes do imposto para tentar reduzir o preço da gasolina, que já estava em alta.

Diálogo fechado

“Fizemos nossa parte: congelamento do preço de referência para ICMS, [mas] não valorizaram esse gesto concreto, não respeitaram o povo. A resposta foi aumento, aumento mais aumento nos preços dos combustíveis”, disse o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), coordenador do Fórum Nacional dos Governadores.

“Assim, a maioria dos estados votou para manter a regra do ICMS até 31 de janeiro de 2022, considerando o fechamento do governo para o diálogo e sucessivos aumentos dos combustíveis sem preocupação do impacto econômico e social no aumento dos preços”, acrescentou.

A Petrobras reajustou, na última quarta-feira (12/01), o preço dos combustíveis nas refinarias: a alta foi de 4,85% para a gasolina e de 8,08% para o diesel.

 

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Comemora pesquisa do Datafolha · 18/01/2022 - 12h29

Deputado Franzé destaca necessidade de passaporte da vacina


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Autor do Projeto de Lei Nº 192/2021 – que determina obrigatoriedade de apresentação do comprovante de vacinação para entrada em estabelecimentos em todo o Piauí –, o deputado estadual Franzé Silva (PT) comemorou o dado da pesquisa Datafolha, divulgado nessa segunda-feira (17/01), apontando que 81% dos brasileiros são a favor de exigência do passaporte vacinal contra Covid-19 para permitir entrada de pessoas em locais fechados, como escritórios, bares, restaurantes e casas de show.

O levantamento demonstra, portanto, que – ao contrário do que defende o presidente Jair Bolsonaro, que é contra o passaporte vacinal, além de ter, durante a crise sanitária, feito declarações antivacina – que a maioria da população do Brasil percebe que há um descontrole da pandemia, com o avanço da variante ômicron. Dos entrevistados, apenas 18% são contra a exigência e 1% não soube responder. A pesquisa foi realizada por telefone, nos últimos dias 12 e 13 de janeiro, com 2.023 pessoas de 16 anos ou mais, em todos os estados.

Na visão do deputado Franzé, o resultado da pesquisa Datafolha demonstra que os brasileiros estão conscientes sobre a necessidade da vacina e de medidas conjuntas entre governos, instituições e população para reduzir o avanço do vírus. “O Brasil tem uma história exemplar na produção de vacinas e campanhas de vacinação. Bolsonaro, com seu negacionismo e irresponsabilidade política e cívica, tenta destruir o que construímos, mas o povo tem dado a resposta contrária ao que ele prega”, observa.

No Piauí, o Governo do Estado já exige, desde dezembro do ano passado – por força do Decreto Nº 20.290, de 28 de novembro de 2021 –, a apresentação de passaporte sanitário para entrada em eventos, academias e clubes. Também há exigência de comprovação para ingresso em locais públicos vinculados à administração estadual. “O direito coletivo à saúde prevalece sobre o direito individual. A postura negacionista dos que são contra a vacina e as medidas de proteção e proliferam desinformação deve ser combatida”, pontua Franzé.

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'Desejo boa sorte' · 18/01/2022 - 08h27 | Última atualização em 18/01/2022 - 08h57

Dr Pessoa participa de solenidade para troca de comando do 2° BEC


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O prefeito de Teresina, Dr Pessoa, esteve nesta segunda-feira (17/01), em solenidade para a troca de comando no 2º Batalhão de Engenharia de Construção (BEC), que agora terá Helder Staevie na gestão.

"Desejo boa sorte ao coronel Marcelo Borlina, que deixa o comando do batalhão e parte para um nova missão representando o estado brasileiro no exterior", disse Dr Pessoa.

"Também desejo sucesso ao novo comandante, Helder Staevie, que assumiu o 2º BEC. A cidade de Teresina possui inúmeras parcerias com o Exército Brasileiro através do batalhão e queremos continuar trabalhando juntos pelo bem dos teresinenses", comentou o prefeito.

Confira mais imagens:

 

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'Obras estão a todo vapor' · 18/01/2022 - 08h01 | Última atualização em 18/01/2022 - 08h56

W. Dias visita obras de reconstrução de trecho na BR-343


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Por meio do programa PRO Piauí na estrada, foi dado inicio as obras de reconstrução do trecho da rodovia que liga a BR-343 a cidade de Francisco Ayres e nesta segunda-feira (17/01), o governador Wellington Dias foi até o local para prestigiar o trabalho que está sendo realizado. Segundo ele, foram cerca de R$ 5 milhões investidos na obra.

"Hoje o #PROPiauíNaEstrada iniciou sua viagem pela BR-343 em direção a cidade de Francisco Ayres. As obras de restauração estão a todo vapor e vamos entregar uma entrada novinha para esse região. Gerando mais desenvolvimento, emprego e renda", comentou W. Dias.

Confira o vídeo:

 

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'Duplamente gratificante' · 18/01/2022 - 07h37

Deputado Henrique Pires prestigia a posse da diretoria da OAB-Piauí


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O deputado Henrique Pires (MDB) representou o Poder Legislativo do Piauí durante a posse da nova diretoria da Ordem dos Advogados Seccional Piauí, no sábado (15/01).

A nova diretoria ficará a frente da Ordem para até 2024 tendo como presidente reeleito Celso Barros Coelho Neto e como vice-presidente a advogada Daniela Freitas.

“Foi duplamente gratificante participar deste momento, porque eu estou deputado, mas eu sou advogado, então a representação é dupla, pelo povo do Piauí através do Legislativo e pela categoria, como advogado que sou. A OAB é ume entidade que faz parte das bases da democracia, por isso a importância de estar alinhada e dialogar como o povo. Também, reafirmamos a nossa parceria para a sua defesa com a criação da Frente Parlamentar em Defesa da Advocacia no Piauí.”, ressaltou o deputado.

A proposta para a criação da Frente Parlamentar em Defesa da Advocacia foi apresentadas pelo deputado e aprovada pela Assembleia. A defesa das prerrogativas e melhoria de condições de trabalho da classe através da aprovação de leis é um dos grandes objetivos. Na avaliação do presidente da OAB Piauí, a criação da frente beneficia a Advocacia e a sociedade.

A solenidade de posse da nova diretoria da Ordem ocorreu na última sexta-feira (14/01). Também compuseram a mesa de honra o presidente do Tribunal de Justiça do Piauí, Ribamar Oliveira, a deputada federal Margarete Coelho e o prefeito de Teresina. Dr. Pessoa (MDB).


Fonte: Alepi
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A live do canal ConservaTalk teve o pastor Silas Malafaia como convidado na segunda-feira (17/01). Ao lado dos ex-ministros Abraham Weintraub (Educação), Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Ricardo Salles (Meio Ambiente), o líder religioso abordou temas como educação e política, sempre ancorado na pauta de costumes conservadores, da qual todos os presentes são fiéis defensores.

Um dos principais alvos da discussão foi Sergio Moro, ex-ministro da Justiça e atual pré-candidato à presidência da República pelo Podemos. Salles citou que circula na internet a informação de que Weintraub estaria “se preparando para pular para o barco do Moro”.

O ex-ministro da Educação aproveitou a oportunidade para negar a informação: “Papo de maluco, fico até ofendido”, disse. Segundo o grupo, o Moro é um oportunista e não é conservador.

Malafaia chamou o ex-juiz de “Judas” e “traíra”. Citou duas situações para justificar a sua opinião. Uma delas foi o fato de Moro ter se calado diante das medidas de restrição colocadas em prática no começo da pandemia de covid-19 por governadores e prefeitos. Segundo o pastor, Moro é “Judas” porque não se pronunciou quando policiais tentaram travar trabalhadores informais que vendiam seus produtos nas ruas.

De acordo com o pastor, “além de Judas, [Moro] é um covarde, porque esperou um momento difícil de [Jair] Bolsonaro para tentar sair em glória e se ferrou”, se referindo à conturbada saída do ex-ministro da Justiça do governo.

Ainda segundo Malafaia, Moro já o procurou para uma conversa, mas ele se recusou.

“Eu não falo com um cara que era ministro da Justiça e não deu um pitaco, uma palavra da covardia de governadores e prefeitos contra o povo pobre vendendo laranja, limão para viver. E esse caboclo ficou calado. Então, é um covarde que não merece a consideração do povo brasileiro”, falou.

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Disputa ao Palácio do Planalto · 18/01/2022 - 07h18

Em meio a racha, PT e PSB retomam negociação para chapa Lula-Alckmin


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Em meio a resistência interna nas duas siglas, as cúpulas do PT e PSB retomam, nesta semana, as negociações para a aliança que pode resultar na chapa Lula-Alckmin para a disputa ao Palácio do Planalto deste ano. As informações são do Metrópoles.

Está marcada para esta quinta-feira (20/01) uma reunião entre os presidentes do PSB, Carlos Siqueira, e do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PR). A conversa deve acontecer em Brasília.

No encontro, eles discutirão sobretudo a formação de uma “federação”, aliança de natureza permanente que exige que PT e PSB estejam juntos não só na disputa nacional, como nas eleições estaduais e municipais por quatro anos.

Antes da reunião com Gleisi na quinta, Carlos Siqueira se reunirá nesta terça-feira (18/01) com deputados federais do PSB para ouvir a opinião desses parlamentares acerca da federação.

Sem acordo

A última reunião Siqueira e Gleisi aconteceu em dezembro de 2021, mas acabou sem acordo. Para topar a aliança, o PSB exige apoio de petistas aos candidatos pessebistas ao governo de ao menos cinco estados este ano.

O PT, porém, resiste em alguns deles. Entre eles, em São Paulo, onde não abre mão de lançar o ex-prefeito Fernando Haddad ao governo, e Pernambuco, estado governado pelo PSB há 16 anos.

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FELIPE BÄCHTOLD
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

Trunfo eleitoral de Sergio Moro na campanha para presidente da República, o trabalho dele como magistrado à frente da Operação Lava Jato vem sendo cada vez mais revisto nas instâncias superiores do Judiciário.

Das 45 sentenças expedidas de 2014 a 2018 por Moro no âmbito da operação, 8 já foram anuladas no STF (Superior Tribunal Federal) ou no STJ (Superior Tribunal de Justiça), a maioria no último ano.

A mais emblemática delas foi a decisão que invalidou condenação do ex-presidente Lula, seu provável adversário na eleição, no chamado caso tríplex de Guarujá (SP).

Além da condenação do petista, outras cinco sentenças assinadas por Moro foram revistas em 2021 nas instâncias superiores.

Em três delas, o motivo para a reviravolta foi o entendimento fixado no STF, em 2019, de que casos de corrupção que envolvem caixa eleitoral devem tramitar na Justiça Eleitoral, e não na Justiça Federal, como acontecia nos primeiros anos da Lava Jato.

Esse precedente levou à anulação, por exemplo, de condenações do ex-ministro Antonio Palocci e do marqueteiro João Santana, expedidas por Moro em 2017, e do pecuarista José Carlos Bumlai, que tinha sido despachada em 2016.

Nenhuma das anulações de 2021 envolveu tecnicamente uma absolvição. Os tribunais entenderam que os casos tramitaram em jurisdição incorreta e decidiram que deveriam voltar a ser analisados no foro adequado. Em tese, o novo juiz pode ainda revalidar medidas expedidas anos atrás na Vara Federal de Curitiba.

Na ação penal do tríplex, no entanto, além da questão da jurisdição, o Supremo também considerou que Moro agiu de modo parcial na condução do processo e determinou inclusive a anulação de ordens despachadas em medidas de investigação, como autorização para quebras de sigilo.

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Acusado de operar esquema · 18/01/2022 - 07h01

Queiroz contraria bolsonaristas ao se lançar a deputado federal


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CATIA SEABRA
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS)

Acusado de operar esquema de "rachadinha" no gabinete do hoje senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o policial aposentado Fabrício Queiroz contraria estratégia bolsonarista ao manifestar a pretensão de se lançar a deputado federal nas próximas eleições.

Na manhã de domingo (16/01), Queiroz –que foi assessor do gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj)– revelou nas redes sociais a disposição de concorrer à Câmara de Deputados. Procurado pela reportagem, confirmou essa intenção.

"Pretendo disputar a cadeira de deputado federal".

Na mensagem de domingo, Queiroz comenta notícia publicada no jornal O Dia, segundo a qual ele concorreria à Alerj.

"Se for da vontade de Deus, vou disputar uma cadeira legislativa, sim. Apenas uma correção na reportagem: sou pré-candidato a deputado federal!", publicou.
Queiroz já havia manifestado a intenção de concorrer à Câmara em entrevista ao SBT, em novembro.

Segundo aliados, a família Bolsonaro já tem, no entanto, um pré-candidato a deputado federal com trânsito entre os policiais militares: o ex-sargento do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) Max Guilherme Machado de Moura.
Segurança do presidente Jair Bolsonaro, Max é hoje assessor especial da Presidência. Ele foi apresentado por Queiroz a Bolsonaro.

Sua candidatura conta com a simpatia dos bolsonaristas. O lançamento do nome de Queiroz poderia prejudicar a campanha do assessor da Presidência.

Além disso, Queiroz ganharia exposição nacional com uma cadeira na Câmara de Deputados. Se eleito para Alerj, sua atuação seria mais discreta.

Segundo aliados do presidente, Queiroz poderá contar com o apoio informal dos Bolsonaros caso se lance a estadual. Mas deputados estaduais que transitam no mesmo campo que Queiroz o estimulam a concorrer à Câmara, com a promessa de parcerias.

À reportagem Queiroz disse desconhecer a estratégia do presidente para as próximas eleições. "Não falo com o presidente e o senador desde do início das investigações que me envolvem. Não sei das estratégias deles. Se vão lança A ou B, porque são de confiança", afirmou.

Disposto a afastar a ideia de um mal-estar com Max, Queiroz disse apoiar qualquer candidato que vier a ser lançado pelo partido do presidente, pois é fundamental ter a maioria no Congresso.

"Estou vendo um partido conservador, e caso consiga êxito no pleito, meu apoio será incondicional às pautas conservadoras e do Planalto", afirma.

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Falas em setor essencial · 18/01/2022 - 06h55 | Última atualização em 18/01/2022 - 07h37

Bolsonaro faz propaganda do próprio partido em evento do agro e enaltece combate ao MST


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MATEUS VARGAS
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS)

O presidente Jair Bolsonaro (PL) fez propaganda do próprio partido nesta segunda-feira (17/01), em evento do agronegócio, e defendeu como méritos de sua gestão o combate ao MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), ampliar a permissão de uso de armas e o fim das demarcações de terras.

"Todos devem se lembrar que tínhamos algumas dificuldades no passado. Por exemplo, a atuação do MST. Nós praticamente anulamos as ações do MST", disse o presidente.

As declarações foram feitas no lançamento da terceira etapa do Circuito de Negócios Agro, do Banco do Brasil, em Brasília. A instituição prevê gerar R$ 1,5 bilhão em negócios com o programa, que vai levar a todos os estados uma espécie de agência móvel, promover eventos e prestar assessoria aos produtores rurais.

Segundo colocado nas pesquisas para eleição à Presidência neste ano, Bolsonaro tem intensificado a agenda com setores tidos como essenciais para manutenção de seu governo. Também escalou para o núcleo de campanha eleitoral ministros, dirigentes do centrão e parentes.

Durante a cerimônia, realizada em Brasília, o presidente fez alusão ao número 22, do PL, sigla do centrão a qual está filiado desde novembro.

Ao mencionar que a carteira de crédito do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) atingiu a marca de R$ 50 bilhões, Bolsonaro disse: "Já que o número 50 [número do PSOL] é marcante. Se puder liberar mais R$ 22 [número do PL] bilhões, eu ficaria muito feliz."

O Planalto preparou parecer jurídico para se blindar de possíveis acusações de propaganda eleitoral antecipada nas comemorações de 1000 dias do governo. No documento, a área jurídica do governo recomendava "observar a prudência e a cautela" nos eventos para "afastar possíveis interpretações que conduzam para uma situação de campanha eleitoral antecipada".

Em outro momento do evento desta segunda, Bolsonaro enalteceu que a sua gestão acelerou a entrega de títulos de propriedade e "deu mais tranquilidade" ao trabalhador rural ao sancionar lei que amplia a permissão de posse de arma a toda extensão de uma propriedade rural.

"Arma é sinônimo de liberdade", disse o presidente. "O homem armado jamais será escravizado", completou.

Ele também afirmou que barrou planos de demarcação de novas terras indígenas. "Mudamos completamente isso. Não tivemos uma só demarcação", declarou o presidente.

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MÔNICA BERGAMO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

O presidenciável Sergio Moro (Podemos) recusou uma proposta do grupo Prerrogativas, que reúne advogados e profissionais do direito, para participar de um debate com outros ex-ministros da Justiça, depois que o ex-juiz disse que só aceitaria um enfrentamento com Lula (PT).

O coletivo jurídico, que se tornou uma pedra no sapato da pré-candidatura do ex-magistrado da Operação Lava Jato, sugeriu um encontro com ex-titulares da pasta nos governos PT e PSDB.

O ex-ministro José Eduardo Cardozo (governo Dilma) e José Carlos Dias (governo Fernando Henrique Cardoso) foram sondados. O primeiro disse que topa a ideia: "Espero que ele [Moro] aceite debater com colegas, ex-ministros da Justiça. Acredito que seria uma indelicadeza muito grande ele não aceitar".

O segundo preferiu declinar, alegando a intenção de se manter mais discreto na arena eleitoral, em razão de sua atuação como presidente da Comissão Arns, entidade de defesa dos direitos humanos criada após a eleição de Jair Bolsonaro (PL). Outros nomes também serão procurados.

À reportagem Moro reiterou, via assessoria de imprensa, que admite apenas confrontar Lula, condenado e preso por ele na Lava Jato e hoje o líder das pesquisas de intenção de voto para o pleito de outubro.

"O debate de propostas em 2022 é entre pré-candidatos, portanto Sergio Moro vai debater com Lula", afirmou a equipe do ex-juiz.

O Prerrogativas diz manter o convite e sustenta que a iniciativa não possui caráter eleitoral. A intenção, de acordo com a organização anti-Lava Jato, é fazer um debate sobre o sistema de Justiça e os pontos controversos da atuação de Moro na magistratura.

O primeiro convite público para Moro participar de um debate com a associação veio na sexta-feira (14/01), depois que o pré-candidato criticou o Prerrogativas em redes sociais e em uma entrevista à revista Veja.

Moro, que se referiu ao grupo como "clube dos advogados pela impunidade", rejeitou a proposta, conforme publicado pelo Painel. "Desculpem, mas este é um clube do qual não quero participar. Mas debato com o chefe de vocês, o Lula, a qualquer hora, sobre o mensalão e o petrolão", afirmou o presidenciável.

Após refutar a declaração de que Lula seria seu chefe e insistir que não se trata de discussão ligada às eleições, o Prerrogativas decidiu, então, chamar ex-ocupantes da pasta que foi chefiada pelo ex-juiz entre janeiro de 2019 e abril de 2020, no governo Bolsonaro.

A ideia dos organizadores é promover um debate sobre a Justiça no país sob três pontos de vista: o petista, o tucano e o bolsonarista -do qual, na visão de integrantes do Prerrogativas, Moro é um representante, ainda que busque se descolar do atual mandatário.

Com Covid-19, o presidenciável do Podemos desmarcou compromissos presenciais nesta semana, incluindo uma conversa que teria nesta segunda-feira (17/01) com o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, também cotado para participar da corrida ao Planalto.

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No município de Santa Rosa do Piauí, o governador Wellington Dias inaugurou a obra de construção do matadouro público Benedito Barbosa da Silva. A obra foi executada pela Secretaria de Agricultura Familiar.

Numa parceria entre Governo do Estado e Prefeitura de Santa Rosa foi inaugurado a escola do Povoado Santana, que tem um dos melhores IDEBs do estado. “Trata-se de uma escola na zona rural com 180 alunos que frequentam do 1º ao 9º ano. É a Escola José Mariano, uma homenagem ao aboiador da região e que tem dois filhos estudando aqui”, informou o prefeito Veríssimo Siqueira.

A secretária municipal de Educação de Santa Rosa do Piauí, Janaina de Freitas, esta data é especial. “Com a presença do governador Wellington Dias e do secretário de Fazenda, Rafael Fonteles, esta escola está sengo entregue à comunidade”, disse, enfatizando que foi uma luta muito árdua e concluída graças ao esforço das administrações estadual e municipal. “Inclusive, temos aqui o Programa PRÓ Piauí na Idade Certa”, diz.

O secretário Rafael Fonteles citou que a cidade recebeu obras de calçamento e o governador Wellington Dias assinou ordem de serviço para o alargamento da ponte, uma obra com mais de R$ 3 milhões a ser executada pelo DER. Rafael lembrou ainda a inauguração do matadouro, do estádio de futebol.

Em Santa Rosa, Wellington Dias autorizou a implantação do Polo da Universidade Aberta do Piauí (UAPI); a construção de uma passagem molhada, bueiros, pavimentação em paralelepípedo, reforma geral da U. E. Dom Edilberto Dinkelborg, contemplando a revitalização, climatização e modernização completa. Na cidade o governador autorizou a construção de um muro de contenção, recuperação estrutural e ampliação de ponte em concreto armado, com valor de R$ 3.781.982,55.

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Desconforto político · 17/01/2022 - 18h50 | Última atualização em 17/01/2022 - 18h51

Teresa Britto ainda não decidiu se acompanha PV na federação com o PT


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A deputada termina nesta terça-feira (18/01), seu tratamento contra a Covid-19 e deixa o isolamento doméstico. E já terá pela frente importante decisão política para evitar o isolamento na busca de um novo mandato de deputada estadual.

Segundo o quadro de política do jornalista Elivaldo Barbosa, programa Notícia da Manhã da TV Cidade Verde, o PV numa federação com o PT deixa a parlamentar em situação de desconforto político. Teresa Britto não quer sair do PV, pois cultiva uma militância histórica na sigla; mas será dificil seguir na sigla numa federação com o PT. No Piauí, Teresa Britto é adversária do PT com larga folha de serviços prestados à oposição.

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Avalista do acordo · 17/01/2022 - 18h46 | Última atualização em 17/01/2022 - 18h49

Olhe para 2022: os propósitos 'implícitos' do pronunciamento de Ciro Nogueira


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O jornal O Globo publicou um artigo de autoria do ministro da Casa Civil, Senador Ciro Nogueira (PP), intitulado “Na eleição, olhe para cima: pense no dia seguinte”.

Segundo o programa Bancada Piauí, da TV Antena 10, o texto provocou reações não apenas nos diversos grupos políticos à esquerda e à direita no cenário nacional, mas também nos meios jornalísticos de opinião, decerto, por ter um teor abertamente governista e contrário às políticas estatistas praticadas pelos governos Lula e Dilma.

O primeiro é elogiar a política econômica do Ministro da Economia, Paulo Guedes. Ciro, num gesto retórico, assegura para Guedes e para o governo Bolsonaro como um todo, que o Centrão é favorável às políticas de desestatização e parcerias público-privadas (PPP) postas em prática pelo Ministro da Economia.

O segundo propósito de Ciro é deixar claro em alto e bom som que ele é o avalista desse acordo entre o Presidente Bolsonaro, o Ministro Paulo Guedes e a cúpula do Centrão. Portanto, o discurso de Ciro deixa subentendido que não houve ruptura entre os interesses do Centrão e os projetos liberalizantes de Paulo Guedes.

O terceiro propósito implícito do artigo reside nas consequências eleitorais de seu conteúdo antipetista no âmbito local. Nogueira presume (é o que supomos) que a articulação de forças políticas nestas eleições estaduais desenha um cenário auspicioso para a vitória da chapa Sílvio/Iracema. Portanto, a oposição estaria, pela primeira vez em vinte anos, diante de uma oportunidade única de vencer o grupo do governador Wellington Dias (PT) no Piauí. 

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Ao criticar o casamento homoafetivo, o presidente Jair Bolsonaro (PL) sugeriu nesta segunda-feira (17/01) algum tipo de acerto de contas de casais homossexuais com Deus. As informações são do Metrópoles.

“Ninguém é contra duas pessoas conviverem no seu canto e serem felizes. Cada um fez o que bem entender da sua vida. E quem acredita, né, vai ver depois como se entende quando deixar essa Terra. A gente não entra nessa seara”, afirmou Bolsonaro em entrevista à Rádio Viva FM de Vitória (ES).

Em crítica à esquerda, Bolsonaro afirmou que algumas propostas visam “atacar diretamente no coração dos cristãos”.

“A esquerda quer o poder e a maneira melhor de ela chegar ao poder é destruindo os valores familiares”, disse. Sobre o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, ele disse: “Foi uma grande medida para tentar destruir os valores familiares e atacar diretamente no coração dos cristãos no Brasil”.

O casamento entre pessoas do mesmo sexo foi reconhecido no Brasil há mais de sete anos, por meio da Resolução nº 175 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em maio de 2013.

Desde a época em que era deputado federal, Bolsonaro diz combater a “ideologia de gênero”, termo cunhado por conservadores religiosos ante debates sobre a questão de gênero e assuntos relacionados – como homofobia, transfobia e educação sexual – nas escolas e universidades.

O mandatário ainda elogiou o trabalho da ministra e pastora evangélica Damares Alves na pasta da Mulher, Família e Direitos Humanos, que classificou como “excepcional”. Damares é um dos nomes cotados para ser vice de Bolsonaro em 2022. Caso não entre na chapa, ela pode disputar uma vaga no Congresso.

 

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'Esse navio já zarpou' · 17/01/2022 - 10h43

'Eles têm medo da minha candidatura', diz Moro


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O ex-juiz federal e ex-ministro da Justiça Sergio Moro (Podemos), negou que será candidato ao Senado Federal nas eleições deste ano e disse que pessoas “mentem” sobre o assunto por terem “medo” de sua candidatura ao Planalto. Segundo ele, seu projeto é para a Presidência da República e os rumores sobre a candidatura são uma mentira. “Esse navio já zarpou. A candidatura, a pré-candidatura, é à Presidência da República”.

“Tem muita gente mentindo sobre a minha candidatura por porque tem medo de uma candidatura minha à Presidência, porque ela tem a capacidade de romper essa polarização que não interessa a nenhum brasileiro”, disse.

O ex-ministro afirmou que as pesquisas têm mostrado que seu projeto é o que “tem mais chance de êxito contra os 2 extremos” (Lula, do PT, e Jair Bolsonaro, do PL). Declarações foram feitas nesta 2ª feira (17.jan.2022) em entrevista à rádio A Tarde FM.

Pesquisa PoderData realizada de 19 a 21 de dezembro de 2021 mostrou que Lula e Jair Bolsonaro seguem isolados no 1º turno, com 40% e 30% das intenções de voto, respectivamente. Sergio Moro marca 7%, empatado tecnicamente na margem de erro, de 2 pontos percentuais, com Ciro Gomes (PDT) e João Doria (PSDB), que têm 4% cada.

“Muita gente quer vender é que o jogo é entre os extremos, ou seja Lula do PT e Bolsonaro do PL, e que isso já está marcado, e é isso que a gente vai ter que decidir lá em outubro. Isso é mentira. Nós estamos a 10, 9 meses da eleição, tem muito tempo”, declarou.

Moro afirmou que “não existe um governo de um partido só” e que “o grande desafio desse ano vai ser vencer essas propostas dos 2 extremos”. Ele disse que pretende criar uma “grande aliança nacional”. “Entre partidos, mas também com a sociedade civil, ou seja, com as pessoas, em cima de um projeto que faça sentido”.

O pré-candidato declarou que mantém diálogos com União Brasil, Novo, Cidadania e PSDB. “Mas é muito cedo e muito prematuro para gente dizer se vai ter aliança com fulano X, vai ter aliança com fulano Y”.

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    Ascom

O prefeito de Teresina, Dr. Pessoa, assinou, na quinta-feira, 13 de janeiro, decreto que permite o credenciamento ao sistema de emissão do Imposto de Transmissão de Bens Intervivos (ITBI), o ITBI Eletrônico, para cartórios da capital.

A medida faz parte de uma estratégia da Secretaria Municipal de Finanças (SEMF) para desburocratizar a emissão do imposto visto que ainda existem alguns tipos de processos que não podem ser feitos pelo sistema, mas por processo administrativo.

Com isso, de acordo com o secretário executivo de Finanças, Eduardo Lima, a solicitação de emissão do ITBI feita diretamente pelos cartórios fora de Teresina irá diminuir o número de processos na secretaria de Finanças e o adquirente do imóvel terá mais possibilidades de requerer o serviço.

Segundo Eduardo Lima, haverá outras medidas para dar celeridade na emissão do imposto. “O contribuinte que negocia um imóvel quer celeridade na emissão do seu ITBI. Além disso, qualquer burocracia atrapalha o funcionamento das atividades econômicas. Portanto, esse decreto já é uma das medidas para dar vazão à demanda por emissão do tributo que ainda não estava incluída no sistema ITBI-e e faremos o mesmo, em breve, com imóveis rurais”, finalizou.


Fonte: Prefeitura de Teresina
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Foram 2.023 entrevistados · 17/01/2022 - 09h12

Datafolha: para 58%, Bolsonaro atrapalha vacinação de crianças


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    Agência Brasil

Pesquisa do Instituto Datafolha divulgada nesta segunda-feira (17/01) pelo jornal Folha de S.Paulo aponta que 58% dos brasileiros de 16 anos ou mais de idade acreditam que o presidente mais atrapalha do que ajuda no que diz respeito à vacinação de crianças contra a Covid-19. O percentual totaliza 97,3 milhões de pessoas. As informações são do Metrópoles.

Para 25% (aproximadamente 42 milhões de pessoas), ele mais ajuda do que atrapalha; 14% afirmaram não saber responder e os outros 2% foram neutros, dizendo que o presidente nem ajuda nem atrapalha nesse tema.

Os dados foram coletados por telefone entre os dias 12 e 13 de janeiro, com 2.023 entrevistados com 16 anos ou mais por todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

No percentual daqueles que acreditam que Bolsonaro mais auxilia, a maioria é masculina, 30% têm entre 45 e 59 anos, 32% possuem renda mensal familiar de mais de 10 salários mínimos e 36% são evangélicos.

Na posição contrária, a opinião é mais comum entre os que têm 60 anos ou mais (64%), ensino superior (66%) e uma renda entre mais de dois e cinco salários mínimos (61%). O medo do coronavírus também predomina nesse grupo: 66% têm muito temor de ser infectado pela doença.

No recorte por regiões, no Sul, 33% veem que Bolsonaro ajuda na vacinação das crianças; no Sudeste, o percentual cai para 22%.

Depois de muitas críticas à vacinação em crianças, mesmo após a aprovação da Anvisa, o presidente afirmou ainda em dezembro que não vacinaria a filha Laura, de 11 anos, justificando que “a vacina para criança é muito incipiente ainda, o mundo tem muita dúvida”.

 

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Melhoria e infraestrutura · 17/01/2022 - 08h55 | Última atualização em 17/01/2022 - 09h26

Iracema Portella inicia caravana de pré-campanha pela região Sul do Piauí


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A deputada federal Iracema Portella pré-candidata ao governo do Piauí, iniciou a Caravana 2022 com visitas pelas cidades do Sul do Piauí para tratar de melhorias e infraestrutura, não só com relação aos municípios visitados, mas também para com todo o estado do Piauí.

Iniciada neste final de semana fez sua primeira parada em Baixa Grande do Ribeiro, onde se encontrou com com o prefeito Dr. Zé Luís, a vice-prefeita Marilene, secretária de Assistência Social Ritinha, vereadores Osmiranda, Hilton, Leicivaldo e Pedro Vando e lideranças do município.

Em seguida partiu para Uruçuí onde, segundo ela, pode ter uma noção mais de perto sobre a situação das famílias que tiveram suas casas atingidas pelas chuvas no início do ano.

Na cidade de Sebastião Leal, participou de conversas com a prefeita Manoelina, vice Josielton, Jeconias, vereadores Jenelson, Cicerino, Gilmar, Odinelson, João Batista e Thais, e também com lideranças como Napoleão Bonaparte e Luís Sobrinho.

"Conhecer a realidade desta região me faz querer muito trazer a verdadeira mudança para cá, com trabalho, infraestrutura e prosperidade", disse Iracema sobre Sebastião leal.

A deputada também esteve em Marcos Parente, Landri Sales, Antônio Almeida e Itaueira , onde finalizou o final de semana. 

Iracema Portella ainda estará, nesta segunda-feira (17/01), nas cidades de Pavussu, Flores, Pajéu e Canto do Buriti, ao lado de Silvio Mendes e Joel Rodrigues.

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Medidas preventivas · 17/01/2022 - 08h43 | Última atualização em 17/01/2022 - 09h16

Dr Pessoa participa de reunião com o comitê emergencial para tratar sobre alagamentos


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O prefeito de Teresina, Dr Pessoa, participou de uma reunião com o comitê emergencial neste domingo (16/01), para falar de medidas preventivas e emergenciais para elaborar mais ações contra os alagamentos na cidade de Teresina.

"Com mais de 500 famílias sendo assistidas por programas sociais do município, já retiramos quase todos os moradores que se encontravam em área de risco e hoje não registramos chamados para a defesa civil, isso já é resultado de nossas ações no cuidar das pessoas. Estamos atentos e pontos para agir enquanto não solucionamos de forma definitiva os problemas de drenagem em nossa cidade", disse o prefeito Dr Pessoa.

Confira a publicação:

 

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Evitando maiores problemas · 17/01/2022 - 08h07 | Última atualização em 17/01/2022 - 08h55

João Madison faz alerta sobre o período chuvoso que afeta o Piauí


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Em decorrência das fortes chuvas e dos estragos ocasionados pelas mesma, o alerta durante o período chuvoso deve ser redobrado, ainda mais em situações de alagamento como a capital do Piauí tem sofrido.

O deputado estadual João Mádison publicou em suas redes sociais como se deve suceder em situações de riscos durante as fortes chuvas que tem afetado Teresina e o Piauí neste mês de janeiro.

"Começamos o ano com fortes chuvas em todo o estado do Piauí. Alguns cuidados são importantes para evitar maiores problemas. A água da chuva é forte e o melhor mesmo é não encarar. Se cuidem e um excelente domingo a todos! ✅", comentou João Mádison.

Confira a postagem com algumas dicas:

 

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Sem avisos prévios · 17/01/2022 - 07h46 | Última atualização em 17/01/2022 - 08h07

Bolsonaro dribla segurança do Alvorada e anda de moto por Brasília


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O presidente Jair Bolsonaro (PL) driblou a segurança do Palácio da Alvorada e saiu neste domingo (16/01) para passear de moto em Brasília.

Bolsonaro deixou o local por volta de 15h45. Voltou às 18h e não falou com os jornalistas. O presidente não avisou sobre sua saída à equipe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), comandado pelo ministro Augusto Heleno.

A pedidos do presidente, um funcionário abriu o portão de entrada do Palácio. Outros guardas que fazem a segurança de Bolsonaro saíram para tentar seguir o presidente. Ele foi avistado pilotando na Esplanada dos Ministérios.

Às 16h, o comboio que faz a segurança do presidente saiu da Alvorada junto com uma ambulância que anda com Bolsonaro em eventuais saídas públicas. Sem máscara, tirou foto com moradores da RCG (Regimento de Cavalaria de Guarda), localizado perto do SAAN (Setor de Armazenamento e Abastecimento Norte), em Brasília.

Conteúdo produzido pelo Portal Poder360 – www.poder360.com.br. Todos os direitos reservados. Reprodução permitida mediante autorização expressa.

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, já avisou ao presidente Jair Bolsonaro estar disposto a ser o fiador do chefe em sua campanha à reeleição ao Palácio do Planalto este ano. As informações são do Metrópoles.

A ajuda, porém, não garante que o atual chefe da equipe econômica topará ser ministro da Economia em um eventual segundo governo Bolsonaro, se o presidente assim quiser também, claro.

Segundo auxiliares, Guedes definiu uma condição para topar continuar no posto: que o presidente assuma publicamente compromisso com a pauta liberal sugerida pelo ministro.

Aliados do chefe da equipe econômica, no entanto, lembraram que Bolsonaro defendeu a pauta liberal durante a campanha de 2018, mas a deixou em segundo plano durante boa parte do governo.

Uma das frustrações de Guedes nessa área, por exemplo, é o presidente não ter encampado a defesa das reformas administrativa e tributária, além do sistema de capitalização na reforma da Previdência.

 

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Corre o risco de ficar de fora · 17/01/2022 - 07h36

Bolsonaro dá 'xô' para votos quando mais precisa deles


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Se dependesse do que defende o presidente Bolsonaro, não haveria vacinação infantil contra a Covid-19. Não vê necessidade por ser pequeno o número de crianças que já morreram. As informações são do Metrópoles.

Há dias, ele chegou a afirmar que o Ômicron, a nova cepa do vírus, por se espalhar depressa e ser pouco letal seria bem-vinda ao Brasil. Quem sabe assim não poria fim à pandemia… Ele disse:

“Segundo algumas pessoas estudiosas e sérias – e não vinculadas à farmacêuticas – dizem que a Ômicron é bem-vinda e pode sim sinalizar o fim da pandemia”.

Em certos temas, para não ser intimado pela Justiça a apresentar provas do que disse, Bolsonaro se vale de opiniões alheias sem identificar seus autores. É covardia, mas não é novidade.

O presidente fala grosso quando quer, ameaça os adversários, costuma posar de valente, mas se confrontado por quem possa fazê-lo engolir o que disse, recua e mia como um filhote de gato.

Quem quer pegar galinha não grita xô, como se ensina no Maranhão! Bolsonaro está à caça de votos, embora teime em gritar xô pra eles, o que aumenta o desespero dos que ainda o apoiam.

Apenas com o voto dos seus eleitores mais fanáticos, ele corre o risco de ficar de fora do segundo turno da eleição de outubro próximo, ou pior: de ver Lula se eleger no primeiro turno. E daí?

Daí que deveria estar lançando pontes na direção de quem possa socorrê-lo, e não se recolhendo à bolha dos bolsonaristas de raiz. Parte deles começa a sentir-se atraída por Sérgio Moro.

A vacinação contra Covid para crianças de 5 a 11 anos tem o apoio de 79% da população brasileira com 16 ou mais anos de idade, segundo pesquisa do Datafolha divulgada ontem.

O percentual equivale a 132,5 milhões de pessoas no país. Os que rejeitam a vacinação infantil representam 17%. Os que não sabem opinar a respeito somam 4%. Bolsonaro dá xô a votos.

A pesquisa mostra que 58% dos brasileiros de 16 anos ou mais de idade acham que o presidente mais atrapalha do que ajuda quando o assunto é a vacinação das crianças (97,3 milhões de pessoas).

Somente 25% (quase 42 milhões de pessoas) acham que ele mais ajuda do que atrapalha. 14% disseram não saber a resposta, e 2% subiram no muro escolhendo a neutralidade.

Homens são a maioria, 32%, na crença de que Bolsonaro mais ajuda que atrapalha, enquanto as mulheres lideram quando a opinião é contrária, de que ele atrapalha: 61%. Xô mulheres!

O pior candidato é o que só dá ouvido ao que quer ouvir. Na véspera do início da vacinação infantil em 10 capitais, Bolsonaro ligou para os donos de uma pousada de Fernando Noronha.

Prestou solidariedade a eles. A pousada havia sido interditada porque os donos recusaram-se a vacinar. Bolsonaro aproveitou para criticar o governador Paulo Câmara (PSB), de Pernambuco.

O Nordeste é a região do país mais refratária aos encantos do ex-capitão. Na semana passada, ele atacou outro governador, Flávio Dino (PSB), do Maranhão, chamando-o de gordinho.

Por tabela, irritou os que lutam contra a balança. Xô votos!

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Tribunal Regional do Trabalho · 17/01/2022 - 07h30

Aliado de Moro teve salário na Câmara bloqueado por dívida trabalhista


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O deputado Julian Lemos, cicerone de Sergio Moro em viagem à Paraíba no início do mês, teve seu salário da Câmara bloqueado por uma dívida trabalhista. As informações são do Metrópoles.

O bloqueio de R$ 10,8 mil aconteceu em novembro, por ordem do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, na Paraíba. Quatro anos antes de marcar encontros eleitorais para Moro, Julian chefiou a campanha de Jair Bolsonaro no Nordeste.

O processo trabalhista foi movido em 2013 por um ex-empregado da empresa Perímetro Segurança Privada, que era controlada por Ravena Coura, ex-mulher do deputado federal. Segundo a ação, a empresa deixou de pagar diversas obrigações trabalhistas, como salários, férias e fundo de garantia. Ainda, o ex-funcionário alegou sofrer humilhações ao cobrar o salário: “Come uma manga que a fome passa”, ouviu dos patrões, de acordo com a vítima.

Oito anos depois, com a dívida ainda pendente, a defesa do ex-funcionário pediu que o valor fosse cobrado de Julian Lemos, que aparece como responsável pela firma em outros processos trabalhistas. O juiz concordou com o pedido em abril de 2021. A conta de Julian na Câmara seria bloqueada em R$ 10,8 mil em novembro.

No último dia 9, a coluna mostrou que Julian se livrou do terceiro processo por violência doméstica. Dois foram movidos por Ravena Coura, a ex-mulher citada no imbróglio trabalhista, que depois recuou e retirou a queixa. O mais recente foi apresentado pela irmã do deputado, que em setembro desistiu da acusação.

 

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