• Mais de 5 mil policiais do Piauí farão a segurança da eleição neste domingo

    Notícia da Manhã - A Polícia Militar do Piauí (PM-PI) anunciou nesta quinta-feira (26/09) que mais de 5 mil policiais atuarão nas 74 zonas eleitorais espalhadas nos municípios do estado para garantir a segurança durante o pleito deste ano.

    Segundo informações do Comandante da Polícia Militar ,Sheiwann Lopes, a expectativa é de um policiamento eficiente em todo o estado, “fizemos um planejamento de forma antecipada e organizado que possibilitou que o policial militar já sabendo onde iria trabalhar, conseguiu de forma célere mudar o domicílio eleitoral provisório e garantir o direito ao voto em trânsito”, disse.

    O comandante da Corporação destacou que até o domingo terão mais de 5.100 policiais distribuídos de forma estratégica para garantir a segurança do eleitor e dos candidatos, além de frisar que continuam os serviços de policiamento diário do interior e da capital. 

  • Rafael faz últimos eventos de campanha em Parnaíba e em Teresina

    Depois de passar o início da semana em Teresina, participando de debates na televisão e realizando caminhadas em bairros e na zona rural da capital, o candidato a governador do PT, Rafael Fonteles, retomou a agenda de viagens ao interior nesta quinta-feira e mantém a agenda em Teresina, principalmente, na véspera da eleição. Até domingo (02/10), visita os municípios de Picos, Piripiri, Altos e Parnaíba, na Região Norte do Estado, buscando consolidar a vitória no primeiro turno.  

    Rafael Fonteles afirma que é cada vez mais forte o sentimento de  que irá vencer a eleição no primeiro turno. “Porém, vamos trabalhar até o último minuto para mostrar que o nosso time é o mais preparado, competente e sensível para resolver os problemas da população", afirmou Rafael. 

    Nesta quinta-feira (29/09), Rafael Fonteles teve agenda nos municípios de Picos e Piripiri.  Pela manhã, realizou uma grande caminhada em Picos. E, às 19h,  participa do último comício da campanha em Piripiri, na avenida Aderson Alves Ferreira, localizada no centro da cidade.  

    Na sexta-feira (30/09), o candidato participa do último evento de campanha no interior do Estado,  uma grande caminhada na cidade de Parnaíba. A concentração acontece às 7h30, na Praça do CAIC. E, à noite, realiza caminhada em Altos, onde a concentração está marcada para 18h no final da Rua Dom Pedro II, no sentido de Altos a José de Freitas (Crioulis).    

    E, no sábado (1º/10), último dia para realização de atividades de campanha no primeiro turno, Rafael concentra agenda em Teresina. Inicia o dia com uma carreata na zona Sul de Teresina. A concentração acontece a partir das 7h30 na avenida Henry Wall, na saída para Nazária, percorrendo toda região do Angelim até o Torquato Neto.   

    O grande evento de encerramento é a “Caminhada 13-Paz e Amor”, que acontece no final da tarde de sábado na avenida Frei Serafim. A concentração está marcada para 15h30 em frente à Assembleia Legislativa do Piauí. A caminhada  segue pela avenida principal da capital até o Adro da Igreja São Benedito.  

    No dia da Eleição, domingo (02/09), acompanhado de familiares, Rafael Fonteles, votará às 8h no Colégio Madre Savina, na Avenida Jockey Clube, na Zona Leste de Teresina.

  • Coronel Diego gastou quase R$ 300 mil antes de desistir de candidatura ao governo

    O coronel Diego Melo (PL) surpreendeu seus apoiadores nessa quinta-feira (29/09) após renunciar à sua candidatura para apoiar Silvio Mendes (União Brasil) na disputa pelo Governo do Piauí. Entretanto, coronel Diego que recebeu R$ 600 mil do seu partido para custear sua campanha, já teria gasto metade desse valor antes de renunciar.

    Coronel Diego Melo
    Coronel Diego Melo

    Conforme os dados da plataforma DivulgaCand Contas, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o coronel recebeu R$ 300 mil do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, o fundão eleitoral, e R$ 300 mil do Fundo Partidário, sendo que R$ 287.536,00 foram gastos.


    Dentre os serviços contratados pelo candidatos estão impressão de adesivos, santinhos, prestação de serviço de marketing, fotógrafo, serviços contábeis e advocatícios.

  • Confira a principal estratégia de Bolsonaro contra o ex-presidente Lula no debate de hoje (29/09)

    O presidente Jair Bolsonaro usará alguns planos para conseguir atacar o ex-presidente Lula durante o debate da TV Globo, que será realizado na noite desta quinta-feira (29/09). As informações são doMetrópoles.

    A principal estratégia formulada por sua equipe, é relembrar o assassinato do ex-prefeito da cidade de Santo André - SP, Celso Daniel (PT), por meio de uma pergunta à senadora Simone Tebet do MDB. 

    ex-prefeito de Santo André (SP) Celso Daniel (PT)
    Ex-prefeito de Santo André (SP) Celso Daniel (PT)

     

    A sugestão é para que o Bolsonaro questione se Tebet concorda com sua vice de que o Partido dos Trabalhadores (PT) teria sido o mandante do assassinato do Celso Daniel, que também fazia parte do PT.

    A senadora Mara Gabrilli do PSDB, é a vice de Simone Tebet. Em diversas entrevistas, ela afirma que a morte de Celso Daniel, ex-prefeito de Santo André,  está relacionada aos petistas.

    A Polícia Civil de São Paulo (PCSP) afirmou que o ex-prefeito foi vítima de “crime comum”, sem nenhum envolvimento com o PT. Lula, vale ressaltar, nunca foi investigado formalmente pelo caso.

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  • Ayres Britto ex-ministro do Supremo tribunal Federal anunciará seu voto no ex-presidente Lula

    Nesta quinta-feira (29/09), o ex-ministro do STF, Ayres Britto, vai declarar voto no ex-presidente Lula do partido dos trabalhadores ainda para primeiro turno das eleições deste ano para a presidência da república.  As informações são do Metrópoles.

    Foto: Nelson Jr/STF

    O anúncio deve se dar por meio das redes sociais do ex-ministro do STF. Ayres foi nomeado ao Supremo Tribunal Federal em 2003, pelo ex-presidente Lula.

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  • Lula e Bolsonaro se defenderam mais do que atacaram na propaganda

    O horário eleitoral do primeiro turno, que acaba nesta quinta-feira (29), teve Jair Bolsonaro (PL) chorando, Luiz Inácio Lula (PT) reforçando sua religiosidade, as mulheres de ambos com destaque e foco na economia.

    Em uma disputa concentrada pelos dois candidatos muito conhecidos, que têm rejeição alta e eleitores fiéis, o espaço obrigatório na televisão virou uma corrida para reduzir danos de imagem.

    Antes do início do horário eleitoral, em agosto, Bolsonaro e Lula eram conhecidos, respectivamente, por 96% e 98% dos eleitores, e rejeitados por 51% e 39%, índices que se mantiveram estáveis, segundo o Datafolha. Sonho das duas campanhas, a queda na rejeição da dupla não veio.

    Lula teve só no horário nobre da TV, à noite, somados 40 minutos de exposição, nos 12 dias em que a propaganda para presidente foi exibida. Bolsonaro acumulou cerca de 32 minutos.

    O espaço teve audiências que variaram de 32 pontos a 44 pontos, segundo dados do Ibope. Cada ponto representa 74.666 domicílios na Grande SP.

    Quatro anos depois de ter apenas seis segundos por bloco do horário eleitoral no primeiro turno, Bolsonaro ganhou tempo e dinheiro em 2022 para sua propaganda. Até o dia 29 de setembro, declarou ter gasto R$ 15 milhões na campanha, mais da metade destinados à produção de vídeos usados na TV e replicados na internet.

    O tempo e o dinheiro foram gastos para tentar amenizar na televisão o tom mais agressivo que Bolsonaro adota nas redes sociais. Os ataques a Lula, por exemplo, não saiam da boca do presidente. Eram sempre ditos em peças com atores e locutores.

    O petista foi chamado de "ladrão" mais de uma dezena de vezes em uma única propaganda na última semana. Menos do que gostariam parte dos assessores do presidente.

    Há na campanha uma divisão entre a equipe que cuida das mídias digitais, comandada pelo empresário Sergio Lima, e a do publicitário Duda Lima, contratada pelo PL e responsável pelo programa de televisão.

    A primeira queria uma propaganda eleitoral mais agressiva desde o início. Chegou a produzir peças com uma mão com quatro dedos tirando dinheiro de cofres com escritos indicando "escolas" e "hospitais". Era uma referência ao ex-presidente Lula, que perdeu um dedo, aos 19 anos, quando trabalhava como torneiro mecânico. A peça não foi aprovada pela equipe de TV.

    Quando aparecia na TV, Bolsonaro falava, na maioria das vezes, sobre economia e entregas do seu governo. A propaganda teve a participação da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, em vídeo de 30 segundos no qual defendeu o governo do marido.
    A peça foi retirada do ar após uma decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), pois infringia a legislação que determina que outra pessoa que não o candidato pode ocupar 25% do tempo da propaganda.

    A exposição da primeira-dama foi usada para tentar melhorar a imagem do presidente com o público feminino, um ponto fraco da campanha.

    Líder nas pesquisas, Lula também levou a sua mulher para a TV, na segunda semana do horário eleitoral. A socióloga Rosângela da Silva, a Janja, se apresentou como esposa do candidato e disse estar ao lado dele "nessa caminhada pelo Brasil da esperança".

    Veterano em campanhas, o petista apostou no seu protagonismo na propaganda. Ocupou mais tempo, por exemplo, do que Bolsonaro e esteve quase sempre falando sobre o seu governo e prometendo uma economia melhor.

    Ausente nas primeiras duas semanas do horário eleitoral, os ataques ao atual presidente surgiram na propaganda petista. Miraram temas como desemprego, aumento da fome, gestão da pandemia e ataques de Bolsonaro às mulheres.

    Chamado de ladrão, o petista respondeu contestando as acusações e atacou citando casos de rachadinha, compra de imóveis por familiares e a prisão do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro. Todas, sempre, na voz de locutores.
    Sem citar o adversário, Lula repetiu no último dia de espaço na televisão que há um Brasil para escolher, "o do ódio ou do amor".

  • Aborto, drogas e armas: veja qual candidato para a presidência da republica é a favor ou contra

    Em toda a campanha dos candidatos a presidência da republica, diversos temas que chegam a serem polêmicos como aborto, legalização de drogas e de armas para a população brasileira estiveram presentes como propostas em debates. As informações são do Metrópoles.

    Foto: Metrópoles

    Aborto

    O atual presidente Jair Bolsonaro, é contra o aborto. Já o ex-presidente da republica,Luiz Inácio Lula da Silva, também é contra o aborto. Lula, no entanto, comentou que o tema tem que ser pautado como questão de saúde pública, para que seja um direito de todos. Ciro Gomes  já declarou em suas falas que o aborto está relacionada a “esquerdismo infantil” e que “dispersa nosso povo”. Por fim, Simone Tebet  do  MDB  declarou no último debate  em que ela participou, que é contra o aborto. 

    Legalização de drogas

    Para Bolsonaro  a liberação das drogas seria “uma desgraça para o país”. Ele é contra a legalização das drogas.  O ex-presidente Lula  não deixou expresso qual é a sua posição em relação à legalização das drogas, mas defende uma “nova política sobre as drogas” e de combate ao tráfico. Ciro Gomes  não comentou nada sobre a liberação das drogas nas eleições deste ano.  Já nas eleições de 2018, expressou abertamente ser contra a legalização das drogas.  Já Simone Tebet  se diz contra a liberação das drogas.

    Uso de armas

    Desde a sua campanha de 2018, Bolsonaro  sempre foi a favor de armar a população brasileira. Após vencer as eleições, ele flexibilizou regras sobre armas de fogo no país que muitas delas foram derrubadas pelo STF. Lula  defende a posse de armas somente  para donos de fazendas e  desde que seja limitada. Ciro Gomes, também é contra o armamento da população brasileira, que o direito ao armamento deve ser mantido para pessoas que moram em locais isolados. Já candidata Simone Tebet  defende o armamento. 

    Veja a matéria completa aqui.

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  • ‘Entrega tua arma agora’, diz Lurdes Melo contra Coronel Diego Melo durante debate

    Jornal Meio Norte -A candidata do PCO, Lurdes Melo, participou de mais um debate entre candidatos ao governo do estado promovido pela TV Meio Norte, nesta quarta-feira (28/09). Durante a transmissão que acontecia ao vivo, a professora se manifestou e exigiu que o militar Diego Melo, também candidato, entregasse a arma de fogo imediatamente.

    Segundo informações, o candidato do PL portava uma arma de fogo na cintura, e apesar de possuir o porte funcional para carregar o instrumento a situação causou incômodo nos demais participantes, principalmente em Lurdes, “entrega tua arma agora, entrega agora, você não precisa de arma aqui”, disse a candidata.

    O embate entre os candidatos repercutiu nas redes sociais e chamou a atenção de todos. Apesar da situação, a professora aproveitou a audiência do programa para afirmar que defenderá a redução da jornada de trabalho para 35h semanais caso eleita.

  • 'Estão fazendo rodízio para nos atacar nos debates', alega Sílvio Mendes

    Jornal Meio Norte - O ex-prefeito de Teresina e candidato a governador, Sílvio Mendes, emitiu um comunicado nesta quarta-feira (28/09), através das redes sociais, informando que não participaria do último debate com candidatos ao governo promovido pela TV Meio Norte. O médico alegou perseguição dos candidatos adversários.

    “O debate é um lugar para se discutir as melhores propostas para a população, mas infelizmente o que vimos nesses últimos debates foram candidatos fazendo rodízio para nos atacar, não é isso que o piauiense merece”, declarou Sílvio.

    Em suas redes sociais, Sílvio ressaltou que no início do período eleitoral assinou uma carta afirmando que participaria de um debate por emissora, tendo em vista que a campanha é curta e as agendas são muitas. O médico emitiu a nota cerca de uma hora antes de iniciar o programa.

  • Coronel Diego Melo anuncia geração de 600 mil empregos caso eleito

    Jornal Meio Norte -Durante o último encontro com candidatos ao Governo do Piauí, transmitido pela TV Meio Norte, nesta quarta-feira (28/09), Coronel Diego Melo (PL) mencionou a geração de 600 mil empregos caso seja eleito e destacou a principal bandeira defendida durante a campanha.

    “Em nosso governo, o foco é o desenvolvimento econômico através do pequeno, médio e grande empresário. Nosso desejo é que todo pequeno seja grande”. Ainda na ocasião, o candidato do PL afirmou que vai reduzir pelo menos 40 secretárias e apostar na geração de emprego e renda para resgatar a dignidade, a paz e a prosperidade do Piauí.  

    O militar concluiu seu momento de fala se solidarizando com os diversos empresários que tiveram empresas fechadas e destacou que o Piauí é rico e tem potencial em muitas áreas como energia, turismo e agronegócio. “Temos potencial para ser o estado mais rico e precisamos de um governo que não roube e não deixe roubar”, disse. 

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