• Vacina contra VSR ajuda a reduzir casos de infecções respiratórias graves em bebês de Teresina

    A Fundação Municipal de Saúde (FMS) informa que, no primeiro semestre de 2026, houve uma queda expressiva na circulação do Vírus Sincicial Respiratório (VSR) em Teresina. Esse vírus é responsável por causar infecções respiratórias graves, como bronquiolite e pneumonia, principalmente em crianças e idosos.

    Entre janeiro e junho de 2026, o Laboratório Central (LACEN) analisou amostras clínicas provenientes dos estabelecimentos de saúde de Teresina e identificou apenas 39 resultados positivos para o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), contra 208 no mesmo período de 2025, uma redução de aproximadamente 81,3%.

    O mesmo padrão foi observado nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associados ao VSR: foram 19 notificações em 2026, frente a 100 em 2025, queda de 81,0%. Mais da metade desses casos ocorreu em crianças menores de 1 ano, grupo mais vulnerável às complicações respiratórias.

    Foto: FMSvacinação. ilustração, fms

    A introdução da vacina contra o VSR para gestantes, incorporada ao calendário nacional em dezembro de 2025, contribuiu para esse resultado. Em Teresina, a cobertura vacinal atingiu 80,49% do público-alvo, superando a meta de 80% estabelecida pelo Ministério da Saúde. Essa imunização protege os recém-nascidos nos primeiros seis meses de vida, período de maior vulnerabilidade às doenças respiratórias graves.

    Em fevereiro de 2026, foi inserido o nirsevimabe na rede de saúde municipal, um anticorpo indicado pelo SUS que também contribui para prevenir infecções graves pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Ele é voltado para bebês prematuros (até 36 semanas e 6 dias) e crianças menores de dois anos com comorbidades específicas.

    A concordância entre a redução das amostras positivas e dos casos de SRAG indica menor circulação do vírus e seu impacto clínico no município. Entre os fatores que explicam esse cenário estão a vacinação de gestantes, a proteção dos bebês e outras medidas de prevenção adotadas pela população e pelos serviços de saúde.

    Segundo a diretora interina de Vigilância em Saúde da FMS, Oriana Bezerra, a queda resulta da combinação de diversos fatores epidemiológicos, incluindo o comportamento natural dos ciclos de circulação viral, a cobertura das estratégias de imunização e as medidas de prevenção adotadas pela população e pelos estabelecimentos de saúde.

  • Histórico de superação: Pamela vence tumor agressivo com tratamento moderno

    A personal stylist Pamela Guntzell, de 35 anos, descobriu um câncer de mama HER2 positivo, um subtipo agressivo da doença, durante um exame de rotina em São Paulo. Sem histórico familiar e com uma vida saudável, ela percebeu que uma das mamas permanecia mais inchada mesmo após o período menstrual e decidiu investigar. O diagnóstico revelou um tumor de aproximadamente 9,5 centímetros.

    Diante do tamanho do tumor, a equipe médica optou por iniciar o tratamento antes da cirurgia, uma estratégia para reduzir a lesão e avaliar a resposta aos medicamentos. A resposta foi positiva: o tumor encolheu de 9,5 centímetros para cerca de 1,5 centímetro, permitindo uma cirurgia em melhores condições. Após a operação, Pamela seguiu com radioterapia e hormonioterapia para reduzir o risco de recorrência. As informações são do Metrópoles 

    Foto: ReproduçãoHistórico de superação: Pamela vence tumor agressivo com tratamento moderno

    O oncologista Ângelo Bezerra destacou que a medicina moderna permite personalizar o tratamento conforme a resposta de cada paciente, especialmente no caso do câncer HER2 positivo, que conta com terapias direcionadas. “Nunca imaginei que receberia esse diagnóstico”, lembra Pamela, que agora compartilha sua história de superação.

  • Pesquisa encontra microplásticos no sangue de pacientes com infarto

    Um estudo publicado na revista científica European Heart Journal identificou a presença de micro e nanoplásticos no sangue de pacientes que sofreram infarto agudo do miocárdio. A pesquisa constatou que as partículas foram encontradas com maior frequência nesse grupo, mas os autores ressaltam que ainda não há comprovação de que elas sejam a causa da doença.

    Foto: Gerado por IAPesquisa encontra microplásticos no sangue de pacientes com infarto

    O trabalho avaliou 61 pacientes submetidos a exames das artérias do coração. Os microplásticos foram detectados em 84,2% das pessoas que tiveram infarto, enquanto a presença foi de 40% entre pacientes com doença arterial coronariana crônica e de 31,8% no grupo com artérias consideradas normais. O polietileno foi o material encontrado com maior frequência nas amostras.

    Os pesquisadores também observaram níveis mais elevados de marcadores inflamatórios nos pacientes com infarto e identificaram o tabagismo como o principal fator associado à presença das partículas. Apesar dos resultados, os autores destacam que o estudo aponta apenas uma associação e defendem novas pesquisas para esclarecer se os microplásticos têm participação direta no desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

  • FMS reforça vacinação de crianças e adolescentes durante férias escolares em Teresina

    A Fundação Municipal de Saúde (FMS), reforça o chamamento aos pais de crianças e adolescentes, para que aproveitem o período de férias escolares e atualizem a caderneta de vacinação de seus filhos. A vacinação é uma das formas mais eficazes de controlar surtos e evitar doenças que podem desencadear complicações sérias ou mesmo o óbito.

    A coordenadora de vacinação da FMS, Emanuelle Dias, chama atenção para as principais vacinas administradas em crianças e adolescentes em idade escolar. “Importante estar atento à vacinação contra a dengue, que está sendo ofertada para a faixa etária de 10 a 14 anos; além da meningocócica ACWY para pessoas de 11 a 14 anos e HPV, para 9 a 14 anos – sendo que no momento ela também está disponível para pessoas até 19 anos”, orienta. Outras vacinas voltadas para o público de 10 a 19 anos são: Hepatite B, Febre amarela, Dupla adulto e Tríplice viral.

    Emanuelle reforça ainda a exigência de vacinas para pessoas que vão viajar para o exterior. “Dependendo do destino, algumas vacinas são especialmente importantes, como a da febre amarela, gripe, COVID e sarampo. Além disso, vale verificar se as doses contra tétano, hepatites, Dengue, HPV e outras vacinas do calendário estão atualizadas.”

    Ao todo, são disponibilizados 20 tipos de vacinas para diversas faixas etárias. O Ministério da Saúde é o responsável por adquirir e distribuir aos municípios brasileiros, que ficam a cargo de organizar a administração. Em Teresina, o material é acondicionado pela Rede de Frio da FMS, responsável por mantê-lo em temperatura adequada e distribuí-lo às 104 salas de vacinas, localizadas em Unidades Básicas de Saúde (FMS), hospitais e no posto do Teresina Shopping.

    Para ter acesso aos imunizantes, basta se dirigir a um posto portando a caderneta de vacinação. Mas, ainda que não possuam este documento, todos são atendidos. “É importante reforçar que os usuários devem ter zelo com a caderneta, que contém o registro de vacinas tomadas durante a vida”, comenta Emanuelle Dias.

    Calendário Nacional de Vacinação

    Vacinas para Crianças

    Ao nascer

    • BCG : dose única.
    • Hepatite B : dose ao nascer.

    2 meses

    • Pentavalente: 1ª dose.
    • Poliomielite (VIP): 1ª dose.
    • Pneumocócica 10 Valente: 1ª dose.
    • Rotavírus: 1ª dose.

    3 meses

    • Meningocócica C: 1ª dose.

    4 meses

    • Pentavalente: 2ª dose.
    • Poliomielite (VIP): 2ª dose.
    • Pneumocócica 20 Valente: 2ª dose.
    • Rotavírus: 2ª dose.

    5 meses

    • Meningocócica C : 2ª dose.

    6 meses

    • Pentavalente: 3ª dose.
    • Poliomielite (VIP): 3ª dose.
    • Influenza: dose anual. Crianças de 6 meses a menores de 6 anos que receberão a vacina pela primeira vez devem tomar 2 doses, com intervalo de 30 dias.
    • Covid-19: 1ª dose.

    7 meses

    • Covid-19: 2ª dose.

    9 meses

    • Febre Amarela: Dose Inicial
    • Covid-19: 3ª dose.

    12 meses

    • Tríplice Viral: 1ª dose.
    • Pneumocócica 20 Valente: reforço.
    • Meningocócica ACWY: reforço.

    15 meses

    • DTP: 1º reforço.
    • Poliomielite (VIP): 1º reforço.
    • Hepatite A: dose única.
    • Tetraviral ou Tríplice Viral + Varicela: 2ª dose da Tríplice Viral e 1ª dose da Varicela.

    4 anos

    • DTP: 2º reforço.
    • Varicela Atenuada: 2ª dose.
    • Febre Amarela: reforço.

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    Vacinas para Adolescentes

    HPV

    • Meninas e meninos de 9 a 19 anos: dose única.

    Meningocócica ACWY

    • 11 a 14 anos : dose única.

    Dengue

    • 10 a 14 anos: 2 doses com intervalo de 3 meses entre elas.

    Outras vacinas conforme situação vacinal

    • Hepatite B: 3 doses, conforme situação vacinal.

    • Febre Amarela: dose única para não vacinados ou sem comprovante.

    • Dupla Adulto (dT): esquema de 3 doses e reforço a cada 10 anos.

    • Tríplice Viral: 2 doses, conforme histórico vacinal.

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    Vacinas para Adultos

    • Hepatite B: 3 doses, conforme situação vacinal.

    • Febre Amarela: dose única para não vacinados ou sem comprovante

    • Dupla Adulto (dT): esquema de 3 doses e reforço a cada 10 anos.

    • Tríplice Viral:

    o 20 a 29 anos: 2 doses, se nunca vacinado.

    o 30 a 59 anos: 1 dose, se nunca vacinado.

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    Vacinas para Gestantes

    • Hepatite B: 3 doses, conforme situação vacinal.

    • Dupla Adulto (dT): 3 doses, conforme situação vacinal.

    • dTpa: 1 dose a cada gestação, a partir da 20ª semana de gestação ou até 45 dias após o parto.

    • Influenza: dose anual.

    • Vírus Sincicial Respiratório (VSR): dose única em cada gestação, a partir da 28ª semana de gestação.

    • COVID-19: 1 dose a cada gestação.

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    Vacinas para Idosos (60 anos ou mais)

    • Hepatite B: 3 doses, conforme situação vacinal.

    • Dupla Adulto (dT): esquema de 3 doses e reforço a cada 10 anos.

    • Influenza: dose anual.

    • COVID-19: 1 dose a cada 6 meses.

    Vacinas Pneumocócicas

    • Pneumocócica 20 Valente (P20): dose única; ou

    • Pneumocócica 23 Valente (P23): dose única com reforço após 5 anos.

    Importante : As vacinas pneumocócicas para idosos são indicadas para pessoas acamadas, institucionalizadas e outros grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde e o tipo de vacina é ofertado de acordo com a disponibilidade na sala, que poderá ser a Pneumo 20 ou a Pneumo 23.

    Foto: FMSFMS convoca crianças e adolescentes para vacinação contra a dengue durante as férias escolares
  • Piauí Saúde Digital ultrapassa 2 milhões de atendimentos em menos de dois anos

    O programa Piauí Saúde Digital alcançou a marca de 2.024.969 atendimentos realizados em menos de dois anos de funcionamento. O serviço amplia o acesso da população a consultas, exames e outros atendimentos por telessaúde em todos os municípios do estado.

    A plataforma permite que usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) tenham acesso a serviços de saúde de forma remota, reduzindo deslocamentos e agilizando o atendimento, especialmente para moradores de regiões mais distantes dos grandes centros.

    Entre os serviços ofertados estão teleconsultas com especialistas, emissão de laudos, apoio ao diagnóstico e acompanhamento de pacientes, fortalecendo a rede pública de saúde e contribuindo para maior integração entre a atenção básica e os serviços especializados.

    Com mais de 2 milhões de atendimentos registrados, o Piauí Saúde Digital consolida-se como uma das principais estratégias de telessaúde do estado, ampliando o acesso aos serviços de saúde por meio da tecnologia e contribuindo para um atendimento mais ágil e acessível à população.

  • Projeto da FMS de Teresina conquista prêmio nacional em congresso do SUS

    Teresina brilhou no cenário da saúde pública ao conquistar o prêmio da Mostra Brasil, Aqui Tem SUS, com o projeto “FA/OCi Saúde digital e apoio clínico no contexto das ofertas de cuidado integrados”. A premiação aconteceu na noite desta terça-feira (14/07), durante o Congresso do CONASEMS, em Porto Alegre. A iniciativa, desenvolvida pelo Dr. Gustavo Carvalho, da Fundação Municipal de Saúde (FMS), demonstra como soluções locais podem enfrentar desafios nacionais e inspirar outras cidades a fortalecer a eficiência do SUS.

    O projeto nasceu da necessidade de agilizar o programa Agora Tem Especialistas, criado pelo Ministério da Saúde para reduzir o tempo de espera por consultas médicas. A meta é garantir que pacientes realizem consulta, exame e retorno em até 60 dias em seis especialidades. Apesar dos avanços, a implementação trouxe obstáculos: médicos precisavam analisar documentos extensos em PDF, com critérios pouco claros, o que consumia tempo e dificultava encaminhamentos precisos.

    Foi nesse contexto que o Dr. Gustavo Carvalho, em parceria com o Dr. Felipe Lima, desenvolveu um aplicativo intuitivo e de fácil uso. “A ferramenta organiza todas as informações essenciais do programa e integra os dados às ofertas disponíveis no município. Assim, os profissionais das Unidades Básicas de Saúde conseguem encaminhar pacientes com mais assertividade e dedicar mais atenção ao momento da consulta”, explica Gustavo.

    Foto: FMSTeresina conquista prêmio nacional com inovação tecnológica no SUS

    Em suas redes sociais, o médico celebrou a conquista: “Jamais imaginaria, oito meses atrás, quando iniciei meu primeiro projeto de tecnologia, que ele seria premiado no maior congresso de saúde pública do mundo. É possível agir localmente e mudar as coisas para melhor no macro, transformando a vida de quem mais precisa. Obrigado à diretoria de Atenção Básica da FMS e a todos que acreditaram na nossa ideia desde o início, em especial aos colegas médicos que fazem a atenção primária de verdade, todos os dias.”

    Para a presidente da FMS, Leopoldina Cipriano, o reconhecimento reforça o papel da tecnologia como aliada estratégica para aproximar pacientes de especialistas com rapidez e qualidade. “Mais do que um prêmio, esse reconhecimento nacional coloca Teresina como referência em inovação em saúde pública e abre caminho para que outras cidades adotem soluções semelhantes, fortalecendo o SUS e garantindo atendimento mais eficiente à população.”

  • João Pereira confirma reunião entre Leopoldina Cipriano e Dirceu Campêlo sobre filas do SUS

    A presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Leopoldina Cipriano, e o secretário de Estado da Saúde, Dirceu Campêlo, participam nesta quarta-feira (15/07) de uma reunião para discutir estratégias voltadas à redução das filas de cirurgias e consultas especializadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A informação foi confirmada pelo vereador João Pereira (PT), presidente da Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Teresina.

    Foto: 180 GrausVereador João Pereira
    Vereador João Pereira

    Segundo o parlamentar, o encontro busca fortalecer a parceria entre o Estado e o Município para agilizar os atendimentos, principalmente nas áreas de ortopedia, oncologia e cardiologia. João Pereira destacou que os recursos do SUS têm origem no Ministério da Saúde e defendeu uma atuação integrada entre os entes públicos para ampliar a eficiência da rede de atendimento.

    O vereador ressaltou que hospitais conveniados à Fundação Municipal de Saúde, como o Hospital São Marcos, o Hospital São Paulo e o Hospital Universitário, desempenham papel essencial na assistência à população. Ele também afirmou que é necessário reduzir o tempo de espera por consultas de média e alta complexidade, além de fortalecer os serviços prestados nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

  • Apevisa alerta para golpe com venda de canetas emagrecedoras

    A Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) emitiu um alerta sobre um golpe que utiliza o nome e a identidade visual de órgãos de vigilância sanitária para vender canetas emagrecedoras de forma fraudulenta. Segundo o órgão, criminosos têm feito contatos por ligações, e-mails e mensagens, oferecendo os medicamentos e induzindo vítimas a realizar pagamentos. Com informações do Folha de Pernambuco

    Foto: Reprodução/Receita FederalCanetas emagrecedoras

    A diretora da Apevisa, Karla Baêta, reforçou que nenhum órgão de vigilância sanitária comercializa medicamentos, alimentos, cosméticos ou qualquer outro produto. A orientação é que a população não clique em links suspeitos, não efetue pagamentos e interrompa imediatamente qualquer contato desse tipo. A agência também alerta para a venda de medicamentos falsificados e de produtos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    A Apevisa destaca que as canetas emagrecedoras da classe dos agonistas do GLP-1 só podem ser comercializadas no Brasil quando possuem registro na Anvisa e devem ser utilizadas exclusivamente com prescrição e acompanhamento médico. O órgão recomenda desconfiança de ofertas com preços muito abaixo do mercado e reforça que qualquer suspeita de golpe, falsificação ou comercialização irregular deve ser denunciada às autoridades de Vigilância Sanitária.

  • SUS oferta insulina glargina para crianças, adolescentes e idosos

    O Ministério da Saúde está substituindo gradualmente a insulina NPH pela glargina no Sistema Único de Saúde (SUS). A medida beneficiará pacientes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1 e pessoas com 70 anos ou mais diagnosticadas com diabetes tipo 1 ou tipo 2.

    Até essa segunda-feira (13/07), o Ministério da Saúde já havia encaminhado mais de 254 mil tubetes de insulina glargina a 16 estados. Também foram distribuídas 52.350 canetas reutilizáveis para a aplicação do medicamento. Todas as unidades da Federação devem receber o medicamento até o fim de julho.

    O acesso ao medicamento ocorrerá mediante avaliação clínica e prescrição médica, com oferta nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o país.

    Considerada opção terapêutica mais moderna, a insulina glargina tem ação prolongada e, na maioria dos casos, requer apenas uma aplicação diária. 

    Outros esquemas de tratamento podem exigir até três aplicações no mesmo período. 

    Segundo o ministério, o uso da insulina glargina proporiona controle mais estável da glicemia e reduz o risco de episódios de hipoglicemia. 

    A expectativa é que a mudança proporcione mais segurança e qualidade de vida aos pacientes atendidos pelo SUS.

    Foto: MS/ DivulgaçãoSUS oferta insulina glargina para crianças, adolescentes e idosos

    Acesso

    Para acessar a insulina glargina, o paciente deve procurar a UBS mais próxima de sua residência com a receita médica devidamente emitida e carimbada. 

    No caso de crianças e adolescentes, pais, responsáveis ou cuidadores também podem pedir a substituição da insulina NPH pela nova opção terapêutica.

    Os usuários serão atendidos por uma equipe multiprofissional, responsável por avaliar o quadro clínico e verificar a possibilidade de transição do tratamento. 

    Junto com a insulina glargina, será disponibilizada uma caneta reutilizável para aplicação, com validade de três anos, além das agulhas necessárias para a administração do produto.

  • Dengue no Piauí já provoca 11 mortes e mais de 8 mil casos confirmados

    O Piauí já registra 11 mortes por dengue em 2026, conforme o mais recente boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi). O levantamento aponta ainda 8.300 casos confirmados da doença, cerca de 14 mil casos prováveis, 405 ocorrências com sinais de alarme e 26 casos classificados como dengue grave. A vítima mais recente é uma menina de 2 anos, natural de Pio IX, que morreu no Hospital Regional Justino Luz, em Picos.

    Foto: ReproduçãoMosquito da dengue

    Além das mortes confirmadas, um óbito registrado em Teresina segue em investigação. Em nota, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) informou que os exames realizados até o momento não confirmaram a dengue como causa da morte e que aguarda o resultado de análises complementares para concluir a investigação. Segundo a Sesapi, os óbitos registrados neste ano atingem diferentes faixas etárias, desde crianças até um idoso de 90 anos.

    A dengue é transmitida pela fêmea do mosquito Aedes aegypti e pode evoluir para formas graves, principalmente em idosos e pessoas com doenças crônicas, como diabetes e hipertensão. Entre os principais sintomas estão febre alta, dor de cabeça, dores no corpo, enjoo e manchas vermelhas na pele. Já os sinais de alerta incluem dor abdominal intensa, vômitos persistentes, dificuldade para respirar, sangramentos e sensação de desmaio. As autoridades reforçam que a prevenção continua sendo a principal forma de combate à doença, com a eliminação de criadouros do mosquito, vedação de reservatórios de água, limpeza de calhas e uso de repelentes. A vacina Qdenga segue disponível para os públicos contemplados pelo Programa Nacional de Imunizações.

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