
Petroleiras disputam supercomputação; Petrobras tem 7 máquinas, mas fica em 3º
Petrolíferas de todo o mundo disputam capacidade de supercomputação para localizar e administrar reservatórios de petróleo. Segundo o ranking TOP500 de junho de 2026, a soma da capacidade total das máquinas sob custódia da Petrobras é inferior à de dois de seus concorrentes diretos . A tecnologia é considerada estratégica e usada para processar grandes volumes de dados sísmicos e transformá-los em imagens do subsolo .
A Eni, da Itália, lidera o setor com três supercomputadores que somam 1.085 petaflops de poder de processamento, incluindo o HPC7 e o HPC6, que estão entre os 10 mais capazes do mundo . A ExxonMobil aparece na sequência, com duas máquinas que somam 190,3 petaflops. A Petrobras ocupa a terceira posição entre as empresas do setor, com capacidade conjunta de 121,6 petaflops, apesar de ter sete máquinas listadas . Poder 360

Além das três líderes, Saudi Aramco, TotalEnergies, PTTEP e BP também têm supercomputadores listados entre os 500 mais potentes do planeta . Juntas, as sete petrolíferas somam cerca de 1.493 petaflops de capacidade, equivalente a 7,5 milhões de notebooks . A tecnologia é essencial para reduzir incertezas na perfuração e acompanhar a produção dos campos .








