• Mais brasileiros pretendem comprar na Black Friday, diz pesquisa do Google

    A maioria dos brasileiros pretende comprar na Black Friday deste ano, segundo pesquisa do Google e do Instituto Ipsos. Hoje, o percentual é 71%, um crescimento de 16 pontos percentuais em relação ao ano passado.

    O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (29) durante o evento Black Friday Connections Store, em São Paulo.

    Nas classes A e B, a intenção de compra é 78%. Na classe C, é 68%, 17 pontos percentuais acima de 2021.

    Os motivos apontados são a proximidade da Copa do Mundo e o maior otimismo depois de duas Black Fridays sob a pandemia.

    Segundo a FGV (Fundação Getulio Vargas), a confiança dos consumidores brasileiros teve nova alta em setembro.

    O ICC (Índice de Confiança do Consumidor) subiu 5,4 pontos no mês, chegando a 89 pontos, o maior nível desde janeiro de 2020.

    "Temos visto que a confiança na Black Friday tem aumentado. Agora, o consumidor sabe o que é um desconto de Black Friday e quer um bom produto", disse Gleidys Salvanha, diretora de negócios para Varejo do Google Brasil.

    Neste ano, 60% dos consumidores acreditam que os descontos serão mais atrativos, diz a pesquisa.

    Contudo, menos da metade, 46%, dizem que vão gastar mais, mesmo que 88% acreditem que sua situação financeira vai melhorar até o fim do ano.

    Os consumidores também devem comprar em cinco categorias de produtos na data. Em 2021, a média era de 4,2 categorias por cliente.

    As categorias mais visadas são Roupas e Acessórios (47%), Livros e Itens de Papelaria (43%) e Calçados (38%). Celulares (36%) e Eletroportáteis (33%) aparecem na sequência.

    Neste ano, a pesquisa também registrou um crescimento de pessoas de classe C que declararam que com certeza vão comprar na Black Friday. O resultado mostra uma alta de 9 pontos percentuais, para 22%.

    Durante o evento, que contou com a participação de Luiza Trajano e do presidente do Google Brasil, Fábio Coelho, a empresa anunciou produtos para o varejo e o recurso Promoções, que será integrado ao Google Shopping.

  • Dólar sobe mais de 1% ante real com temor de recessão global e eleições locais

    O dólar avançava mais de 1% nos primeiros negócios desta quinta-feira (29), operando confortavelmente acima de R$ 5,40 à medida que investidores continuavam temendo possível recessão global, enquanto a aproximação do primeiro turno das eleições presidenciais no Brasil colaborava para a cautela.

    Às 9h06 (de Brasília), o dólar à vista avançava 1,08%, a R$ 5,4072 na venda.
    Na B3, às 9h06 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,67%, a R$ 5,4090.

    Foto: ReproduçãoDólar sobe mais de 1% ante real com temor de recessão global e eleições locais
    Dólar sobe mais de 1% ante real com temor de recessão global e eleições locais

    Nesta quarta-feira (28), o dólar caiu contra as principais moedas mundiais e os maiores mercados de ações do planeta apresentaram forte alta com a reação de investidores ao anúncio do Banco da Inglaterra, a autoridade monetária do Reino Unido, de que compraria títulos do governo britânico em qualquer quantidade necessária para estabilizar o mercado.

    A medida freou uma venda descontrolada de títulos da dívida do Reino Unido que derrubou o valor da libra esterlina frente ao dólar nos últimos dias.

    A crise que o Banco da Inglaterra tenta aplacar foi desencadeada na semana passada, por um plano de corte de impostos anunciado pelo governo britânico, cujo efeito esperado é aquecer a economia em troca do endividamento do país.

    Isso passou uma mensagem negativa ao mercado, de que o país está na contramão do combate à inflação. Do outro lado do Atlântico, investidores em busca de segurança correram para os títulos do Tesouro dos Estados Unidos, o que fez o dólar disparar.

    O alívio só veio nesta quarta, após o anúncio do banco central britânico. O índice que compara a moeda dos Estados Unidos aos seus principais pares recuou 1,21%, na sua primeira queda em mais de uma semana.

    No Brasil, o dólar comercial fechou negativo em 0,52%, cotado a R$ 5,35.

    Libra e euro, que acumulam fortes quedas neste ano contra o dólar, fecharam com altas acentuadas. A moeda britânica avançou 1,73%, a US$ 1,0861.

    Essa foi a primeira alta após nove quedas consecutivas. Ainda assim, a perda acumulada neste ano em relação ao dólar é de 17,82%.

    O euro ganhou 1,25% e foi a US$ 0,9702, na primeira alta da divisa comum europeia após sete sessões em baixa.

    Enquanto isso, os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos com vencimento em dez anos, referência para o mercado global de juros, recuaram para a casa dos 3,7% após terem rompido a barreira dos 4%. Esse movimento mostra investidores diminuindo ligeiramente suas posições em dólar e procurando outras moedas e ativos excessivamente desvalorizados.

    Jaime Valdivia, economista-chefe internacional da Galapagos, comentou que a autoridade monetária britânica precisava colocar dinheiro à disposição do mercado para "evitar movimentos tão abruptos que seriam capazes de desestabilizar o mercado financeiro em geral", disse.

    O banco central britânico também acrescentou que adiará o início de seu programa de venda de títulos, que estava marcado para a próxima semana, reportou a agência Reuters.

    Os mercados de ações, que apresentaram volatilidade ao longo do dia, terminaram no azul.

    Na Bolsa de Valores brasileira, o índice Ibovespa subiu apenas 0,07%, aos 108.451 pontos.
    Alguns analistas consideraram que o mercado local foi cauteloso devido à aproximação da votação do primeiro turno das eleições e, por isso, não embarcou no otimismo de Wall Street.

    Em Nova York, o índice parâmetro S&P 500 saltou 1,97%. Dow Jones e Nasdaq ganharam 1,88% e 2,05%, respectivamente.

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  • Beneficiários do Auxílio Brasil com NIS final 9 recebem hoje

    A Caixa Econômica Federal paga hoje (29) a parcela de setembro do Auxílio Brasil aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 9. Esta é a segunda parcela com o valor mínimo de R$ 600, que vigorará até dezembro, conforme emenda constitucional promulgada em julho pelo Congresso Nacional.

    A emenda também liberou a inclusão de 2,2 milhões de famílias no Auxílio Brasil. Com isso, o total de beneficiários atendidos pelo programa subiu para 20,2 milhões neste semestre, a partir deste mês.

    O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

    Em janeiro, o valor mínimo do Auxílio Brasil voltará a R$ 400, a menos que uma nova proposta de emenda à Constituição seja aprovada. Tradicionalmente, as datas do Auxílio Brasil seguem o modelo do Bolsa Família, que pagava nos dez últimos dias úteis do mês.

    Benefícios básicos

    O Auxílio Brasil tem três benefícios básicos e seis suplementares, que podem ser adicionados caso o beneficiário consiga emprego ou tenha filho que se destaque em competições esportivas, científicas ou acadêmicas.

    Podem receber os benefícios extras as famílias com renda per capita de até R$ 100, consideradas em situação de extrema pobreza, e de até R$ 200, em condição de pobreza.

    A Agência Brasil elaborou guia de perguntas e respostas sobre o auxílio. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para integrar o programa social, os nove tipos diferentes de benefícios e o que aconteceu com o Bolsa Família e o auxílio emergencial, que vigoraram até outubro do ano passado.

    Auxílio Gás

    Neste mês não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Como o benefício só é concedido a cada dois meses, o pagamento voltará em outubro.

    Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

  • Piauí está entre os dez estados com maior crescimento do PIB, afirma Fundação Getúlio Vargas

    Jornal Meio Norte- Estudos do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV), sobre crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), apontam que o Piauí está entre os dez estados com maior crescimento no país. O levantamento foi divulgado pelo Jornal Valor Econômico. 

    O estudo foi realizado pelos economistas Juliana Trece e Marcel Balassiano, ambos da FGV. De acordo com o levantamento, o Piauí ocupa o nono lugar entre os 27 estados brasileiros na taxa média de crescimento anual do PIB entre 1985 a 2019, com o percentual de 3,4%. 

    Apesar da crise econômica nacional, a soma de todos os bens e serviços finais produzidos no Piauí, chegou a R$52,78 bilhões segundo o último cálculo divulgado. A marca se refere a 2019, ano em que o Piauí superou a alta da inflação, crise política e dificuldade na relação de exportação com a China.

  • Inadimplência bate recorde e atinge 67,9 milhões de brasileiros em agosto

    O Índice de Pessoas com contas atrasadas vem subindo pelo oitavo mês seguido. De acordo com os dados do Serasa que indica mais de 67,9 milhões de inadimplentes em agosto, cifra 0,5% maior em relação ao mês passado, representando 300 mil brasileiros a mais na situação. O número também é o maior desde 2016. As informações são do Sbtnews.

    Os principais causadores de inadimplência seguem sendo bancos e cartões responsável pela maioria das dívidas (28,8% do total). Em seguida, vem as contas básicas, como água, luz e gás (22,1%), e o setor financeiro (13,8%). Já em relação à avaliação regional, São Paulo continua sendo o estado que mais concentra inadimplentes (16 milhões), seguido pelo Rio de Janeiro (6,8 milhões).

    Foto: reprodução

    Segundo o levantamento, o número de endividados poderia ter sido ainda maior. Isso porque, durante o mês, foram registrados 2,8 milhões de negociações de débitos. 

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  • Auxílio Brasil é pago nesta quarta-feira (28) a beneficiários com NIS de final 8

    A Caixa Econômica Federal paga nesta quarta-feira (28/09) a parcela de setembro do Auxílio Brasil aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 8. Esta é a segunda parcela com o valor mínimo de R$ 600, que vigorará até dezembro, conforme emenda constitucional promulgada em julho pelo Congresso Nacional.

    Foto: José Cruz/Agência Brasil

    A emenda também liberou a inclusão de 2,2 milhões de famílias no Auxílio Brasil. Com isso, o total de beneficiários atendidos pelo programa subiu para 20,2 milhões neste semestre a partir deste mês.

    O beneficiário pode consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

    Em janeiro, o valor mínimo do Auxílio Brasil voltará a R$ 400, a menos que uma nova proposta de emenda à Constituição seja aprovada. Tradicionalmente, as datas do Auxílio Brasil seguem o modelo do Bolsa Família, que pagava nos dez últimos dias úteis do mês.

    Benefícios básicos

    O Auxílio Brasil tem três benefícios básicos e seis suplementares, que podem ser adicionados caso o beneficiário consiga emprego ou tenha filho que se destaque em competições esportivas, científicas ou acadêmicas.

    Podem receber os benefícios extras as famílias com renda per capita de até R$ 100, consideradas em situação de extrema pobreza, e de até R$ 200, em condição de pobreza.

    A Agência Brasil elaborou guia de perguntas e respostas sobre o Auxílio Brasil. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para integrar o programa social, os nove tipos diferentes de benefícios e o que aconteceu com o Bolsa Família e o auxílio emergencial, que vigoraram até outubro do ano passado.

    Auxílio Gás

    Neste mês não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Como o benefício só é concedido a cada dois meses, o pagamento voltará em outubro.

    Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

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  • Zuckerberg perde mais da metade de sua fortuna e deixa o top 10 dos mais ricos dos EUA

    O empresário norte-americano Mark Zuckerberg não é mais um dos dez homens mais ricos dos Estados Unidos. De setembro do ano passado para cá, o presidente da Meta, holding de Facebook, Instagram e WhatsApp, perdeu mais da metade de sua fortuna, o equivalente a US$ 76,8 bilhões, segundo a revista Forbes, especializada em negócios e economia. As informações são do R7.

    Com essa perda financeira, ele caiu da 3ª posição na lista Forbes 400, das pessoas mais ricas dos Estados Unidos, para a 11ª, com fortuna estimada em US$ 57,7 bilhões.

    O ranking usa como base os preços das ações no dia 2 de setembro. É a primeira vez desde 2015 que Zuckerberg não ocupa uma das dez primeiras posições. Ninguém nos Estados Unidos perdeu tanto dinheiro como Zuckerberg no último ano, diz a Forbes.

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  • Arrecadação federal chega a R$ 172,31 bilhões em agosto

    A União arrecadou R$ 172,31 bilhões em agosto, de acordo com dados divulgados nesta terça (27) pela Receita Federal. Na comparação com agosto do ano passado, houve um crescimento de 8,21%, descontada a inflação, em valores corrigidos pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo ). O valor é o maior desde 2000, tanto para o mês de agosto quanto para o período acumulado.

    No acumulado do ano, a arrecadação alcançou R$ 1,46 trilhão, representando um acréscimo pela inflação de 10,17%. O material sobre a arrecadação de agosto está disponível no site da Receita Federal.

    Quanto às receitas administradas pela Receita Federal, o valor arrecadado, em agosto, foi de R$ 165,18 bilhões, representando um acréscimo real de 7,07%, enquanto no período acumulado de janeiro a agosto, a arrecadação alcançou R$ 1,37 trilhão, crescimento real de 8,25%.

    A alta pode ser explicada, principalmente, pelo crescimento dos recolhimentos do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), que incide sobre o lucro das empresas. Segundo a Receita, eles são importantes indicadores da atividade econômica, sobretudo o setor produtivo.

    O IRPJ e a CSLL totalizaram uma arrecadação de R$ 35,52 bilhões, com crescimento real de 27,16% em relação ao mesmo mês de 2021. Esse resultado é explicado pelo acréscimo real de 37,66% na arrecadação da estimativa mensal, principalmente pelo desempenho do setor financeiro com alta de 46,98% e das demais empresas de 36,35%.

    A Receita observa ainda que houve pagamentos atípicos nessas letras de, aproximadamente, R$ 5 bilhões, por empresas ligadas ao setor de commodities, associadas à mineração e extração e refino de combustíveis. De acordo com o órgão, grande parte desse aumento pode estar associado a fatores externos, como a variação do dólar e o preço do óleo bruto no mercado internacional, e a produção interna, demandada também pela recuperação da atividade econômica.

    No acumulado do ano, o IRPJ e a CSLL totalizaram R$ 344,29 bilhões, com crescimento real de 21,45%. Esse desempenho é explicado pelos acréscimos de 82,96% na arrecadação relativa à declaração de ajuste do IRPJ e da CSLL, decorrente de fatos geradores ocorridos ao longo de 2021, e de 20,56% na arrecadação da estimativa mensal.

    "Destaca-se crescimento em todas as modalidades de apuração do lucro. Além disso, houve recolhimentos atípicos da ordem de R$ 35 bilhões, especialmente por empresas ligadas à exploração de commodities, no período de janeiro a agosto deste ano, e de 29 bilhões, no mesmo período de 2021", informou a Receita.

    Por outro lado, as receitas extraordinárias foram compensadas pelas desonerações tributárias. Apenas em agosto, a redução de alíquotas de PIS/Confins sobre combustíveis resultou em uma desoneração de R$ 3,75 bilhões. Já a redução de alíquotas de Imposto sobre Produtos Industrializados custaram R$ 1,9 bilhão à Receita no mês passado.
    "Sem considerar os fatores não recorrentes, haveria um crescimento real de 11,09% na arrecadação do período acumulado e de 9,34% no mês de agosto de 2022", informou o órgão.

    ARRECADAÇÃO PREVIDENCIÁRIA

    Outro destaque da arrecadação de agosto foi a Receita Previdenciária, que alcançou R$ 45,84 bilhões, com acréscimo real de 8,30%, em razão do aumento real de 6,77% da massa salarial. No acumulado do ano, o resultado chega a R$ 348,60 bilhões, alta real de 6,37%.

    Esse último item pode ser explicado pelo aumento real de 6,17% da massa salarial e pelo aumento real de 23,98% na arrecadação da contribuição previdenciária do Simples Nacional de janeiro a agosto deste ano, em relação ao mesmo período de 2021.

    Além disso, houve crescimento das compensações tributárias com débitos de receita previdenciária em razão da Lei 13.670/18, que vedou a utilização de créditos tributários para a compensação de débitos de estimativas mensais do IRPJ e da CSLL.

    O Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (IRRF) -Rendimentos de Capital teve arrecadação de R$ 6,24 bilhões no mês passado, com acréscimo real de 52,23%. De janeiro a agosto, o valor chega a R$ 56,01 bilhões, alta real de 60,35%. Os resultados podem ser explicados em razão da alta da taxa Selic, que influenciou os recolhimentos dos rendimentos dos fundos e títulos de renda fixa.

    O IRRF -Rendimentos do Trabalho apresentou uma arrecadação de R$ 13,07 bilhões, crescimento real de 8,40%. O aumento real de 6,77% da massa salarial explica o resultado.

    INDICADORES MACROECONÔMICOS

    A Receita Federal apresentou ainda os principais indicadores macroeconômicos que ajudam a explicar o desempenho da arrecadação, tanto no mês quanto no acumulado do ano. Entre eles está a venda de serviços, com crescimento de 6,3% em julho (fator gerador da arrecadação de agosto -8,71% no ano) e a massa salarial, que mantém crescimento significativo de 17,52% no mês (17,90% no ano). O valor em dólar das importações também cresceu 29,65% em relação a julho do ano passado (27,51% no ano).

    Por outro lado, a venda de bens teve queda de 6,8% (1,21% no ano) e na produção industrial houve decréscimo de 0,04% (2,27% de queda no ano).

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  • IPCA-15 tem deflação de 0,37% em setembro

    LEONARDO VIECELI
    RIO DE JANEIRO, RJ
    (FOLHAPRESS)

    O IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15) teve deflação (queda) de 0,37% em setembro, informou nesta terça-feira (27) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A trégua dos combustíveis respondeu pela maior influência, com destaque para o recuo na gasolina, em particular.
    A queda em setembro é a segunda consecutiva. O índice havia recuado 0,73% em agosto.
    No acumulado de 12 meses, o IPCA-15 ainda registrou alta de 7,96% até setembro. Nesse recorte, o avanço era de 9,60% até agosto.
    O índice oficial de inflação no Brasil é o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), também divulgado pelo IBGE. Como a variação do IPCA é calculada ao longo do mês de referência, o dado de setembro ainda não está fechado. Será conhecido em 11 de outubro.
    O IPCA-15, pelo fato de ser divulgado antes, sinaliza uma tendência para os preços. O indicador prévio costuma ser coletado na segunda metade do mês anterior e na primeira do mês de referência da divulgação –neste caso, agosto e setembro.
    A carestia de bens e serviços pressionou o governo Jair Bolsonaro (PL) às vésperas das eleições. O primeiro turno da disputa nas urnas está agendado para o próximo domingo (2).
    O presidente aparece em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto, atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
    Para tentar reduzir o impacto eleitoral da perda do poder de compra do consumidor, Bolsonaro apostou em um pacote de benefícios turbinados, incluindo o Auxílio Brasil, e no corte de tributos, que alcançou parte dos preços.
    No final de junho, o presidente sancionou o teto para a cobrança de ICMS (imposto estadual) sobre combustíveis, energia elétrica, transporte e telecomunicações. A medida resultou em baixa nos preços de produtos como a gasolina.
    Mesmo com a trégua recente, o IPCA-15 em 12 meses continua distante da meta de inflação perseguida pelo BC (Banco Central) para o IPCA. O centro da medida de referência é de 3,50% em 2022. Já o teto foi definido em 5%.
    Com o corte tributário sobre os combustíveis, analistas do mercado financeiro passaram a reduzir as projeções para o IPCA em 2022.
    A alta prevista pelo mercado para o índice oficial é de 5,88% até dezembro, de acordo com a mediana do boletim Focus, publicado pelo BC na segunda-feira (26). Se a estimativa for confirmada, o Brasil terá o segundo ano consecutivo de estouro da meta de inflação.

  • Beneficiários com NIS de final 7 recebem nesta terça-feira (27) o Auxílio Brasil

    A Caixa Econômica Federal paga nesta terça (27/09) a parcela de setembro do Auxílio Brasil aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 7. Esta é a segunda parcela com o valor mínimo de R$ 600, que vigorará até dezembro, conforme emenda constitucional promulgada em julho pelo Congresso Nacional.

    A emenda também liberou a inclusão de 2,2 milhões de famílias no Auxílio Brasil. Com isso, o total de beneficiários subiu para 20,2 milhões neste semestre a partir deste mês.

    Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

    O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

    Em janeiro, o valor mínimo do Auxílio Brasil voltará a R$ 400, a menos que uma nova proposta de emenda à Constituição seja aprovada. Tradicionalmente, as datas do Auxílio Brasil seguem o modelo do Bolsa Família, que pagava nos dez últimos dias úteis do mês.

    Benefícios básicos

    O Auxílio Brasil tem três benefícios básicos e seis suplementares, que podem ser adicionados caso o beneficiário consiga um emprego ou tenha filho que se destaque em competições esportivas, científicas ou acadêmicas.

    Podem receber os benefícios extras as famílias com renda per capita de até R$ 100, consideradas em situação de extrema pobreza, e até R$ 200, em condição de pobreza.

    A Agência Brasil elaborou guia de perguntas e respostas sobre o Auxílio Brasil. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para integrar o programa social, os nove tipos diferentes de benefícios e o que aconteceu com o Bolsa Família e o auxílio emergencial, que vigoraram até outubro do ano passado.

    Auxílio Gás

    Neste mês não há pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Como o benefício só é concedido a cada dois meses, o pagamento voltará em outubro.

    Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

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