
Apresentadora Sarah Khalifa enfrenta pena de morte após ser acusada de tráfico de drogas
A influenciadora e apresentadora egípcia Sarah Khalifa, de 32 anos, é uma das 13 pessoas acusadas de integrar uma organização criminosa voltada à produção e tráfico de drogas sintéticas no Egito. O caso pode levar os réus à condenação à morte.
Na terça-feira (04/08), o Tribunal Criminal do Cairo enviou os autos do processo ao Grande Mufti do Egito, etapa obrigatória antes de qualquer decisão que envolva pena capital. O parecer do religioso tem caráter consultivo, e a sentença final está marcada para 05 de setembro.
Sarah foi presa em abril de 2025 em uma área nobre da capital egípcia. Segundo a acusação, ela e os demais envolvidos importavam produtos químicos para a fabricação de drogas, declarando-os como suplementos alimentares. As substâncias eram armazenadas em um imóvel residencial, onde os entorpecentes eram produzidos.
A operação apreendeu mais de 750 quilos de drogas e insumos químicos, avaliados em aproximadamente R$ 180 milhões. Também foram encontrados equipamentos, dinheiro e barras de ouro. Os bens de Khalifa e de outros acusados foram congelados pela Justiça.
Além do processo por tráfico, a apresentadora responde a outra acusação: manter o motorista particular em cárcere privado e cometer abuso sexual contra ele, em 2021. Khalifa nega as acusações.
Com quase 3 milhões de seguidores, ela ganhou notoriedade na TV e no entretenimento, além de ter sido casada com o jogador Mahmoud Kahraba. Caso a pena de morte seja confirmada, a decisão ainda passará pela Corte de Cassação, e os réus poderão recorrer.









