
Fabrício Loiola defende trabalho próximo ao cidadão e propõe carteira para famílias atípicas
Durante entrevista, o ex-superintendente da PRF no Piauí e pré-candidato a deputado federal Fabrício Loiola (Republicanos) falou sobre sua inspiração para entrar na política e a importância de ouvir a população. Ele destacou que o contato direto com as pessoas tem sido fundamental para construir propostas.
"Foi um trabalho que a gente conseguiu entregar resultado para o cidadão. Quando a gente entregou resultados, eu vi que é possível. E que sirva de inspiração para as pessoas, todos nós podemos ajudar o Brasil", afirmou.

Loiola contou que perdeu muitos amigos para o crime e que sua filha é uma das inspirações para olhar para o futuro das crianças. "Como é que vai estar o Brasil dessas crianças no futuro? A gente precisa fazer um trabalho melhor", disse.
Ele criticou quem reclama da política, mas não participa. "Todo mundo reclama que só tem gente ruim na política, mas quando chama a pessoa para participar, ela não quer. Então não reclama", afirmou.
O ex-superintendente disse que sua comunicação é baseada no diálogo aberto com o cidadão. "Vou na casa das pessoas que me convidam. Se alguém me manda uma mensagem no Instagram, vou até a casa dela. Não estou fazendo espetáculo, não tem dancinha. Quero ser uma pessoa comum na política", destacou.
Loiola também explicou a origem de uma de suas principais propostas: a Carteira Nacional da Família Atípica. Ele contou que presenciou uma situação de constrangimento no aeroporto de Foz do Iguaçu, quando uma família com uma criança autista enfrentou dificuldades. "A família tinha que ficar explicando o tempo todo o comportamento da criança. É constrangedor. A carteira vai resolver isso", explicou.
O projeto prevê um cadastro na plataforma .gov que garanta prioridade e agilidade no atendimento a famílias atípicas. "A mãe vai mostrar a carteira e terá prioridade. Ela não precisa explicar", concluiu.








