Compartilhar Tweet 1



O PDT lança nesta sexta-feira (21/01) oficialmente Ciro Gomes como pré-candidato do partido à Presidência da República. Mas isso em meio à desconfianças dos próprios pedetistas sobre a viabilidade eleitoral do escolhido. As informações são do Metrópoles.

Internamente, mandatários da sigla avaliam que seria mais interessante para a construção das candidaturas do PDT se o partido se unisse na federação que está sendo elaborada pelo PT junto ao PSB.

A ideia seria a construção de uma bancada numerosa no Congresso para a próxima legislatura. A avaliação de lideranças da sigla em reservado à coluna é que, especialmente no Nordeste, isso seria mais fácil tendo Lula no mesmo palanque.

O pontapé teria sido dado pelo senador Weverton Rocha (PDT-MA). No último sábado (15/01), ele publicou em suas redes sociais uma mensagem de apoio à candidatura de Lula.

A dúvida que paira entre os pedetistas é quem seria designado para convencer Ciro de que ele não será candidato.

O presidente da sigla, Carlos Lupi, defende que o PDT mantenha um nome próprio ao Palácio do Planalto. E Ciro, apesar de não aparentar crescimento nas pesquisas, já avisou que irá até o fim na disputa.

Inclusive, o lançamento da pré-campanha virtual, sem a festa planejada inicialmente, foi devido ao temor dentro do partido que os caciques da sigla estariam mudando de ideia sobre lançar ou não Ciro Gomes como candidato.

Comentar

Compartilhar Tweet 1



O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira (20/01) que negocia a apresentação de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para permitir a redução a zero da incidência de tributos federais sobre combustíveis. O texto ainda não foi disponibilizado, mas os alvos da redução seriam a contribuição do Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

"Nós temos uma Proposta de Emenda à Constituição, que já está sendo negociada com a Câmara e o Senado, para termos a possibilidade de praticamente zerar os impostos dos combustíveis, o PIS e a Cofins", afirmou durante sua live semanal nas redes sociais. O presidente está no Suriname, onde faz uma visita oficial.

Segundo Bolsonaro, há um processo de inflação generalizada que não afeta apenas o Brasil. Em 2021, a gasolina acumulou alta de 47,49% e o etanol, de 62,23%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já o diesel teve alta de cerca de 47% no mesmo período.   

Além dos impostos federais, a comercialização de combustíveis também paga o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é um tributo estadual, e por isso, não seria abrangido por uma eventual aprovação da proposta anunciada por Bolsonaro. Com a mudança constitucional, o governo não seria obrigado a compensar a redução dos impostos sobre combustíveis com a elevação de outros tributos, como determina a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O governo não deu estimativa sobre quanto custaria zerar os tributos federais sobre os combustíveis.

Em 2018, após a greve de caminhoneiros, o então governo de Michel Temer zerou impostos federais sobre o diesel, mas por meio de decreto e com compensação orçamentária correspondente por meio do aumento de outros impostos. Entre março e abril do ano passado, o governo Bolsonaro suspendeu a cobrança de impostos sobre o diesel, decisão que foi compensada com a elevação da carga tributária em outros setores. 


Fonte: Agência Brasil
Comentar

Compartilhar Tweet 1



O presidente da República, Jair Bolsonaro, está no Suriname, em visita oficial, para tratar com o presidente do país vizinho, Chandrikapersad Santokhi, de acordos bilaterais em áreas como energia, infraestrutura, segurança e defesa. O avião com o presidente pousou na capital, Paramaribo, por volta das 13 h. Após ser recepcionado, Bolsonaro se deslocou para o palácio presidencial onde participa de um almoço com Santokhi e o presidente da Guiana, Irfaan Ali. Na ocasião, os três chefes de Estado vão discutir projetos de interesse comum.

    Alan Santos/PR

Além das questões na área de energia e infraestrutura, os líderes também devem discutir agendas nas áreas de comércio, investimentos, segurança, defesa, cooperação técnica e questões da pauta regional. Sexta-feira (21/01), Bolsonaro fará uma visita à capital da Guiana, Georgetown.

“A viagem presidencial ocorre no contexto do fortalecimento das relações bilaterais, em cenário de retomada do diálogo estratégico entre os governos e de perspectivas de maior desenvolvimento econômico e social no Suriname e na Guiana, impulsionado pelas descobertas recentes de petróleo e gás”, informou o Ministério das Relações Exteriores.


Fonte: Agência Brasil
Comentar
Formação da federação · 20/01/2022 - 15h11

PT e PSB pedirão à Justiça mais prazo para definir federação


Compartilhar Tweet 1



Dirigentes do PT e do PSB decidiram, em reunião nesta quinta-feira (20/01), entrar com recurso para pedir prazo maior para definição da federação partidária que poderá reunir as duas legendas, além de PCdoB e PV. As informações são do Metrópoles.

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), informou que os advogados de cada legenda já preparam o documento que deverá ser apresentado na próxima semana. A ideia é fazer valer o que diz o projeto aprovado pelo Congresso, que define a formação da federação para depois das convenções partidárias.

Uma norma editada pelo presidente ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, que também preside o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no fim do ano passado, estabeleceu o dia 1º de março como prazo limite para o pedido de reconhecimento da federação.

Na opinião dos dirigentes, essa norma atropela o “prazo da política”, já que as decisões precisam ser homologadas em cada partido e ainda pelo conjunto das legendas que pretendem compor a federação.

“O prazo de 1º de março é contraditório ao que a lei da federação estava prevendo. O tempo da política não pode ser dado pelo tempo burocrático”, disse Gleisi, após reunião na sede do PSB.

Comentar

Compartilhar Tweet 1



PT e PSB retomam nesta quinta-feira (20/01) as conversas sobre a possível formação de uma federação de partidos em torno da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Palácio do Planalto, em 2022. As conversas ainda têm como ponto nevrálgico as definições sobre candidaturas ao governo de São Paulo. Esse é o principal nó a ser desatado pelas duas legendas que tentam um entendimento. As informações são do Metrópoles.

As negociações estavam suspensas desde o final de 2021 e o encontro se dará na sede do PSB, em Brasília, a partir das 10h, com a participação dos dois presidentes das legendas: Gleisi Hoffmann (PT) e Carlos Siqueira (PSB).

O PSB não abre mão de lançar o ex-governador Márcio França ao governo paulista e não aceita que o PT lance o ex-prefeito Fernando Haddad, na disputa. Há a expectativa de que França também participe da conversa.

O PT, por sua vez, argumenta que Haddad tem obtido melhor desempenho nas pesquisas de intenção de voto até o momento e colocou esses resultados na mesa de negociações.

Outra conta apresentada pelo PT refere-se às chances de eleição e reeleição de deputados federais com a formação da chamada federação. Deputados dos dois partidos já consideram que a federação ajudaria a eleger mais parlamentares.

Comentar
Conversa com apoiadores · 19/01/2022 - 10h41

Bolsonaro diz que Doria só não aumentou ICMS do Hipoglós


Compartilhar Tweet 1



O presidente Jair Bolsonaro (PL) fez nesta quarta-feira (19/01), novas zombarias ao governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Ele reclamou das multas aplicadas a ele pelo chefe do Executivo estadual por descumprir decretos de uso de máscara. As informações são do Metrópoles.

“Recebi uma multa sem máscara num cemitério de Guaratinguetá. Nove multas do ‘calcinha apertada’”, iniciou Bolsonaro em conversa com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada.

Em seguida, Bolsonaro acusou o governador de aumentar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), de competência estadual.

“Ele aumentou o ICMS de tudo, menos do Hipoglós”, zombou o presidente, citando uma marca de creme para assaduras. A fala arrancou risadas do grupo de apoiadores e da deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), que saiu do Alvorada junto do presidente.

Zambelli emendou que Doria estaria “advogando em causa própria”, ao que Bolsonaro respondeu: “Fica quieta” e seguiu gargalhando.

O momento foi registrado por um canal no YouTube simpático ao presidente.

Doria e Bolsonaro são pré-candidatos à presidência da República nas eleições que ocorrerão em outubro deste ano. Em 2018, Doria pregou o “BolsoDoria”, combinação de votos do eleitorado paulista que envolvia sua candidatura ao governo estadual e a de Bolsonaro ao Palácio do Planalto.

Já em 2019, os dois políticos se distanciaram e foram antagonizando cada vez mais nos anos seguintes, especialmente após divergências no tocante à pandemia de Covid-19.

Comentar

Compartilhar Tweet 1



Jair Bolsonaro não é um entusiasta da candidatura de Fabrício Queiroz, mas o presidente avalia que não tem como impedir que Fabrício Queiroz postule a um cargo em outubro. As informações são do Metrópoles.

Na avaliação do presidente, Queiroz candidato ressuscitaria permanentemente as denúncias de rachadinha, agravando um problema que Bolsonaro sabe existir.

Mas a leitura é que não há espaço para chegar em Queiroz e dizer para ele não se candidatar. Só o presidente pode apontar a razão por que Bolsonaro avalia não poder contrariar o amigo dos tempos do Exército.

Segundo o colunista Guilherme Amado, Queiroz esteve em Brasília e se reuniu com a presidente do PTB, mas disse que nada foi definidoReprodução

Comentar
Não tem espaço no orçamento · 18/01/2022 - 09h04

Mourão diz que não há espaço no Orçamento para reajuste de servidores


Compartilhar Tweet 1



O vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB), colocou em dúvida a concessão de reajustes salariais a servidores, mesmo às categorias da segurança e da saúde. Em entrevista quando chegou ao seu gabinete nesta terça-feira (18/01), o general lembrou que não há espaço orçamentário para atender o funcionalismo público. As informações são do Metrópoles.

“Você sabe muito bem que não tem espaço no orçamento para isso, né?”, afirmou ele. Servidores de mais de 40 categorias do governo federal fazem greve nesta terça por reajuste salarial e reestruturação de carreiras.

Questionado se o reajuste ficará, então, limitado a servidores da segurança e saúde, para os quais os aumentos já foram prometidos, Mourão respondeu: “Não sei nem se o presidente vai conceder isso aí”.

Em seguida, ele afirmou que é preciso esperar o chefe do Executivo federal “bater o martelo”.

Comentar

Compartilhar Tweet 1



Apesar de reclamar do alto preço das passagens aéreas, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), segura a abertura de uma investigação sobre o assunto na Casa. As informações são do Metrópoles.

Desde que assumiu o comando da Câmara, em fevereiro de 2021, está na gaveta de Lira um requerimento pedindo abertura de uma CPI justamente para apurar o preço das tarifas aéreas no Brasil.

O pedido para a instauração da comissão foi protocolado em 2019 pelo deputado Fábio Henrique (PDT-CE) e já conta com todas as 171 assinaturas mínimas necessárias para sua abertura.

À coluna, o autor do pedido de CPI disse que irá conversar com o presidente da Câmara nos próximos dias para avaliar a possibilidade de desengavetar o tema.

“Se tiver que protocolar novamente, não tem problema. Acho que conseguiríamos fácil as assinaturas novamente”, disse o deputado em conversa com a coluna.

Comentar

Compartilhar Tweet 1



A bancada do PT na Câmara pediu nesta segunda-feira (17/01) que o MPF no Distrito Federal apure se o governo Bolsonaro atuou para comprar uma ferramenta espiã em ano eleitoral. As informações são do Metrópoles.

O gabinete do ódio buscou comprar a DarkMatter, ferramenta espiã, em novembro, como mostraram os repórteres Jamil Chade e Lucas Valença. A movimentação aconteceu em novembro, durante uma viagem de Jair Bolsonaro aos Emirados Árabes, segundo a reportagem.

“São ações e medidas que visam unicamente a instrumentalizar a estrutura de poder da família presidencial, com o uso de recursos públicos para adquirir um sistema que pode ser usado de maneira indevida, contra cidadãos e instituições”, disse o documento, assinado pelo líder do PT na Câmara, deputado Reginaldo Lopes, e os outros 52 colegas de bancada.

Comentar
Declaração de salto positivo · 17/01/2022 - 10h33

Bolsonaro sai em defesa de reforma trabalhista que PT quer revogar


Compartilhar Tweet 1



O presidente Jair Bolsonaro (PL) defendeu nesta segunda-feira (17/01) a reforma trabalhista aprovada no governo Michel Temer (MDB). A declaração foi feita dias após o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e lideranças do PT saírem em defesa da revogação desta e de outras medidas, como o teto de gastos. As informações são do Metrópoles.

“O governo Temer fez uma pequena reforma trabalhista. Não tirou direito de nenhum trabalhador. Mente quem fala que a reforma trabalhista do Temer retirou direito de trabalhador, até porque os direitos estão lá no art. 7º da nossa Constituição; não podem ser alterados”, afirmou Bolsonaro em entrevista à Rádio Viva FM de Vitória (ES).

“Foi uma flexibilização, deu um impulso, no governo Temer, essa reforma. Tanto é que tivemos já um saldo positivo [na geração de empregos] no governo Temer”, continuou o mandatário.

Bolsonaro declarou que houve um saldo positivo de empregos em 2019, primeiro ano de seu governo, mas a pandemia “lamentavelmente” prejudicou a trajetória de geração de empregos.

Sem especificar como, o chefe do Executivo federal disse ainda que a inflação vai baixar em 2022, após ter fechado o ano de 2021 com aumento de 10,06%, a maior taxa desde 2015, quando foi de 10,67%.

Sondado para ser vice de Lula, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin está preocupado com as declarações da cúpula do PT sobre a reforma trabalhista. A preocupação foi relatada pelo ex-governador em encontro com o presidente nacional do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força (SP), na última segunda-feira (10/01), em São Paulo.

Alckmin foi, inclusive, procurado recentemente por entidades patronais de diversos setores, também receosos com a possível revogação da reforma. A presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), defendeu a medida publicamente pelas redes sociais, com o argumento de que ela não gerou novos empregos no país.

 

Comentar

Compartilhar Tweet 1



JULIA CHAIB
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS)

De olho em um segmento considerado prioritário, o PT planeja lançar em fevereiro um programa voltado só para evangélicos na TV da legenda no YouTube. A iniciativa será replicada em redes sociais.

A criação do programa faz parte da estratégia da sigla de aprimorar a comunicação do partido e alavancar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Ao jornal Folha de S.Paulo a presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), afirmou que o presidente Jair Bolsonaro (PL) e apoiadores têm presença superior à da sigla nas redes sociais e por isso disse que melhorar a performance é fundamental.

"A gente ainda tem de andar bastante, por mais que tenhamos melhorado, investido, o pessoal da extrema-direita tem uma rede mais capilarizada do que nós", afirmou.

Como mostrou a reportagem, Bolsonaro liderou o IPD (Índice de Popularidade Digital), medido pela consultoria Quaest, durante a maior parte de 2021. Isso mostra a capacidade do presidente de gerar engajamento na internet.

Lula, porém, conseguiu ultrapassar o mandatário em alguns curtos períodos de tempo e terminou 2021 à frente dele em termos de popularidade digital. O petista liderou o IDP a partir de uma série de viagens que fez pela Europa em novembro.

O índice monitora seis indicadores nas redes: fama (número de seguidores), engajamento (comentários e curtidas por postagem), mobilização (compartilhamento das postagens), valência (reações positivas e negativas às postagens), presença (número de redes sociais em que a pessoa está ativa) e interesse (volume de buscas no Google, YouTube e Wikipedia).

Pela estrutura montada hoje no PT, o ex-ministro da Comunicação Social Franklin Martins é o responsável por coordenar a comunicação de Lula. Martins já está fazendo um levantamento a respeito de produtoras para definir qual será contratada pelo partido para elaborar as peças publicitárias do petista.

A direção do partido refuta a ideia de contratar uma figura de marqueteiro, tampouco se refere ao ex-ministro desta forma. Já o ex-deputado Jilmar Tatto (SP), secretário de Comunicação da sigla, fica responsável pelas redes do PT.

Ele explica que cabe ao partido, por exemplo, cobrir os bastidores dos encontros que Lula faz e transmitir eventos e coletivas por meio da TV PT, que é um canal da legenda no YouTube.

Segundo Tatto, a ideia de criar um programa para evangélicos tem a intenção de aproximar o partido desse segmento religioso.

O PT tenta ampliar a vantagem entre evangélicos, que estão divididos entre o ex-presidente Lula e Bolsonaro. De acordo com o Datafolha, 39% dos evangélicos votariam em Lula contra 33% em Bolsonaro.

No segundo turno, há empate técnico: 46% dos religiosos declaram intenção de eleger o petista, enquanto 44% escolheriam Bolsonaro.

"Estamos dando uma atenção especial para os evangélicos por ser um setor que estava conosco e foi embora. Agora estão voltando, então temos uma preocupação grande em relação a esse segmento", disse Tatto.

"Existe uma forte onda de fake news dizendo que o PT é contra os evangélicos. Às vezes, nós perdemos o debate em relação a isso e não queremos perder o debate mais", afirmou o petista.

A ideia é fazer um programa de entrevistas e levar nomes do segmento religioso, pastores, autoridades políticas e professores para discutir temas ligados à área, como diversidade religiosa, costumes e economia.

A atração terá meia hora e deve ser lançada em fevereiro, com a inauguração de um andar no prédio que o PT ocupa em Brasília que será dedicado só à comunicação.

"Queremos começar devagarinho para ver se tem fôlego. A ideia vai ser fazer de 15 em 15 dias", contou Tatto.

Se o programa for bem, o objetivo é aumentar para uma frequência semanal. A ideia é explorar as peças, pegar trechos e frases interessantes e compartilhar pelas redes.

A TV PT já tem outros programas temáticos, como um voltado para mulheres e outro, para o combate ao racismo.
No último Datafolha, Lula apareceu liderando nas intenções de voto. Em uma simulação de segundo turno com o atual mandatário, o petista pontua 59% contra 30% de Bolsonaro.

Como mostrou a Folha, a estratégia do petista será atrair os evangélicos pela base, com o discurso voltado para o dia a dia das pessoas e menos pelos costumes. Já Bolsonaro buscará fidelizar as igrejas pelo relacionamento com seus líderes, o que já tem hoje.

Comentar

Compartilhar Tweet 1



O deputado Julian Lemos, cicerone de Sergio Moro em viagem à Paraíba no início do mês, teve seu salário da Câmara bloqueado por uma dívida trabalhista. O bloqueio de R$ 10,8 mil aconteceu em novembro, por ordem do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, na Paraíba. Quatro anos antes de marcar encontros eleitorais para Moro, Julian chefiou a campanha de Jair Bolsonaro no Nordeste. As informações são do Metrópoles.

O processo trabalhista foi movido em 2013 por um ex-empregado da empresa Perímetro Segurança Privada, que era controlada por Ravena Coura, ex-mulher do deputado federal. Segundo a ação, a empresa deixou de pagar diversas obrigações trabalhistas, como salários, férias e fundo de garantia. Ainda, o ex-funcionário alegou sofrer humilhações ao cobrar o salário: “Come uma manga que a fome passa”, ouviu dos patrões, de acordo com a vítima.

Oito anos depois, com a dívida ainda pendente, a defesa do ex-funcionário pediu que o valor fosse cobrado de Julian Lemos, que aparece como responsável pela firma em outros processos trabalhistas. O juiz concordou com o pedido em abril de 2021. A conta de Julian na Câmara seria bloqueada em R$ 10,8 mil em novembro.

No último dia 9, a coluna mostrou que Julian se livrou do terceiro processo por violência doméstica. Dois foram movidos por Ravena Coura, a ex-mulher citada no imbróglio trabalhista, que depois recuou e retirou a queixa. O mais recente foi apresentado pela irmã do deputado, que em setembro desistiu da acusação.

Comentar

Compartilhar Tweet 1



Ao atacar o PT em artigo publicado neste domingo (16/01), o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, citou o filme Não Olhe para Cima, recente sucesso da Netflix, e disse que o eleitor não vai optar “pelo cometa do PT”. O filme é uma sátira a posturas negacionistas ante a ciência e a ações erráticas de chefes de Estado.

Em artigo publicado no jornal O Globo para defender a continuidade do governo de Jair Bolsonaro (PL) com o centrão, Ciro fala que há “um clima de deslumbramento no ar” por parte do PT.

“Nada melhor que encerrar este artigo inspirado no título do filme que será o que o eleitor brasileiro fará cada vez mais quando chegar a hora: olhe para cima. Ao fazer isso e pensar no dia seguinte da eleição, não optará pelo cometa do PT. A polarização existe, sim. E é na economia. Qual será o dia seguinte?”, indaga o ministro ao final do texto.

Confira o artigo na íntegra:

 

Comentar

Compartilhar Tweet 1



Pesquisa Ipespe encomendada pela XP Investimentos e divulgada nesta sexta-feira (14) mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue na liderança do primeiro turno da disputa eleitoral para a presidência em 2022, com 44% das intenções de votos.

O petista aparece com uma vantagem de 20 pontos percentuais sobre o segundo colocado, o presidente Jair Bolsonaro (PL), com 24%, mesmos índices do levantamento realizado em dezembro.

Na sequência, aparecem o ex-juiz Sergio Moro (Podemos), com 9%, e o ex-governador Ciro Gomes (PDT), com 7%. Como a margem de erro é de 3,2 pontos percentuais, os dois estão tecnicamente empatados.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), tem 2%; a senadora Simone Tebet (MDB), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), e Luiz Felipe D´Ávila (Novo) têm 1% cada. Brancos, nulos, nenhuma das opções e não iriam votar somam 6%; e não sabem ou não responderam, 7%.

O levantamento ouviu 1.000 pessoas, com 16 anos ou mais, entre os dias 10 e 12 de janeiro de todas as regiões do país. As entrevistas foram telefônicas. O índice de confiança, segundo o instituto, é de 95,5%.

A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-09080/2022. Os percentuais que não totalizam 100% são decorrentes de arredondamento ou de múltiplas alternativas de resposta, segundo o Ipespe.

O instituto pesquisou um segundo cenário para o primeiro turno, com o senador Alessandro Vieira (Cidadania) e sem Moro. Em entrevista à revista Veja, publicada nesta sexta, o ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro disse que não pretende abrir mão de sua candidatura.

No cenário sem Moro, Lula mantém 44% das intenções de voto, e Bolsonaro oscila um ponto para cima, ficando com 25%. Na sequência aparecem Ciro, que soma 9%, Doria, com 3%, Tebet, agora com 2%, Pacheco, Vieira e D'Ávila, que têm 1% cada.

Brancos, nulos, nenhuma das opções e não iriam votar somam 11%; e não sabem ou não responderam, 5%.

Conforme o levantamento, Lula vence todos os candidatos em um eventual segundo turno. Nos cenários testados, o petista tem vantagem de pelo menos 19 pontos percentuais -ele vence por 56% a 31% contra Bolsonaro, 51% a 32% diante de Moro, 51% a 25% frente a Ciro, e por 53% a 20% ante Doria.

O nome de Bolsonaro também foi testado contra Ciro, Doria e Moro. Os três aparecem à frente do atual chefe do Executivo -o pedetista tem 43% a 34%, o governador paulista vence por 42% a 35%, e o ex-ministro de Bolsonaro bate o presidente por 36% a 29%.

O instituto realiza pesquisas eleitorais financiadas pela XP Investimentos. Durante as eleições presidenciais de 2018, foram pelo menos duas. Em 2022, publicou o primeiro levantamento no dia 14 de janeiro.

A XP deixou de assinar o seu nome no levantamento a partir de setembro de 2021.

Comentar

Compartilhar Tweet 1



Seis novas ambulâncias chegaram aos municípios de Bom Jesus, Corrente, São Raimundo Nonato, Paes Landim, Simplício Mendes e Uruçuí, na manhã desta sexta-feira (14/01). Todas foram adquiridas com recursos de emenda parlamentar da deputada federal Rejane Dias, de 2021, em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde do Piauí.

Com a pandemia do Covid-19, os hospitais municipais e regionais da região Sul tiveram uma sobrecarga no serviço de atendimento de emergência e transferência de pacientes, comprometendo assim a qualidade do serviço de saúde dos municípios.

Para a diretora do hospital municipal de São Raimundo Nonato, Nilvânia Nascimento, o equipamento chegou em boa hora. “Nós tínhamos somente uma ambulância para o Hospital Regional Senador José Cândido Ferraz, em São Raimundo Nonato. E uma ambulância dessas geralmente atende a quase 20 municípios da região. Então, quando a demanda aumentava nós pedíamos emprestado outra ambulância. Por isso, a importância de ter uma nova ambulância e eu só tenho a agradecer a deputada(federal) Rejane Dias pelo empenho e sensibilidade com a nossa situação”, explicou 

Em 2021 Rejane Dias destinou para a Saúde do Piauí mais de R$ 12 milhões em emendas parlamentares. Deste total mais de R$ 7,5 milhões foram para a aquisição destas ambulâncias do tipo SAMU.

“O atendimento de urgência, emergência e de transferência de pacientes é um gargalo para a saúde dos municípios. Coloquei-me a disposição e nessa parceria destinei um total de 25 ambulâncias que vão atender a praticamente todas as regiões do Piauí.”, argumentou a parlamentar federal.

 

Comentar

Compartilhar Tweet 1



A permissão para que ministros e altos funcionários do governo viajem de classe Executiva abrange mais de 600 cargos e funções de confiança na administração federal. O número foi informado ao jornal Folha de S.Paulo pelo Ministério da Economia.

Na quarta-feira (12), o presidente Jair Bolsonaro (PL) editou um decreto autorizando que o governo compre bilhetes de classe executiva, durante missões oficiais, em voos internacionais para ministros de Estado e servidores em posição de chefia. A autorização vale para deslocamentos superiores a sete horas.

Além dos 23 ministros, ficaram autorizados a viajar em classe superior os ocupantes de "cargo em comissão ou de função de confiança de nível FCE-17, CCE-17 ou CCE-18 ou equivalentes".

"O Ministério da Economia informa que o decreto abrange imediatamente 638 cargos e funções de confiança relacionados aos níveis hierárquicos previstos", afirmou, nesta quinta-feira (13), a pasta comandada por Paulo Guedes.

O decreto liberando a classe superior para determinadas autoridades foi assinado por Bolsonaro e pelo ministro Guedes.

O benefício também vale para os servidores que, na missão internacional, estejam substituindo ou representando ministros e as demais autoridades alcançadas pelo decreto.

Em um comunicado, a Secretaria-Geral da Presidência destacou que a medida visa atenuar os efeitos de um "déficit de ergonomia".

"O Decreto tem por objetivo mitigar o risco de restrições físicas e de impactos em saúde dos agentes públicos que precisam se afastar em serviço da União ao exterior a fim de tentar atenuar eventuais efeitos colaterais em face de déficit de ergonomia e evitar que tenham terem suas capacidades laborativas afetadas", disse o órgão.

A última alteração no decreto que trata do tema foi feita em 2018, no governo Michel Temer (MDB), e estabelecia que o transporte aéreo dos servidores em missão e dependentes seria sempre em classe econômica.

A norma fixava ainda que cabia ao servidor pagar a diferença caso quisesse viajar em classe superior.

Com a nova redação, Bolsonaro adota um entendimento parecido ao que existia antes do decreto de Temer.

Antes do decreto de 2018, ministros e ocupantes de cargos de natureza especial do Executivo Federal, comandantes e o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas podiam viajar de classe executiva em voos internacionais.

Os comandantes militares, no entanto, não foram incluídos no atual decreto.

Havia ainda autorização para que o presidente e o vice viajassem em primeira classe –algo que hoje teria pouco efeito, porque essas autoridades costumam se deslocar em aviões da FAB (Força Aérea Brasileira).

As restrições impostas em 2018 ocorreram na esteira de um impasse, uma vez que havia entendimentos conflitantes sobre o tema.

Temer havia vetado no Orçamento daquele ano regras que permitiam gastos com bilhetes em executiva e primeira classe. Mas o decreto que estava em vigor –de 2015, no governo Dilma Rousseff (PT)– autorizava a aquisição dos assentos mais confortáveis para altas autoridades.

Também na nota sobre a mais recente modificação, a Secretaria-Geral da Presidência argumentou que a possibilidade de aquisição de bilhetes em classe executiva já existe nos Poderes Judiciário e Legislativo.

"No caso do Poder Executivo, essa possibilidade de emissão de passagens se restringe apenas a ministros de Estado e servidores ocupantes de cargo em comissão ou de função de confiança de mais alto nível, bem como seus substitutos ou representantes em efetivo exercício", afirmou o órgão no comunicado.

A autorização para compras em classe executiva gerou reação de parlamentares críticos ao governo.

O líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), ingressou com uma representação junto ao Tribunal de Contas da União pedindo que sejam suspensos cautelarmente os efeitos práticos do decreto.

A representação ainda pede que seja estabelecida uma multa de R$ 50 mil por dia de descumprimento. O documento protocolado pelo senador menciona que a população brasileira vem sofrendo com a alta da inflação e que não há qualquer justificativa, em particular nesse momento, para a emissão de passagens em "áreas de luxo" das aeronaves.

"Não podem os gestores do Executivo Federal entender que os agentes públicos são mais cidadãos do que boa parte da população brasileira, que vive, no máximo, nos limites da cesta básica, sem conseguir sequer abastecer o próprio veículo –isso quando tem um", afirmou o senador no texto da representação.

"O dinheiro público vem justamente dos tributos, em essência (dada a regressividade do sistema tributário), da classe mais baixa da população. Tais atos são uma verdadeira ofensa aos princípios que devem reger a atuação administrativa, quais sejam: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência", completou.

Comentar

Compartilhar Tweet 1



O decreto publicado ontem por Jair Bolsonaro que trata de exploração de cavernas naturais é alvo de críticas de entidades ligadas a área e também já motivo de um abaixo-assinado a favor de sua derrubada pelo Congresso Nacional. As informações são do Metrópoles.

Anunciado pelo governo como um “aprimoramento” da legislação que trata dessas cavidades e que permite a “exploração responsável e “garante a preservação ambiental”, o decreto é apontado pela Sociedade Brasileira para o Estudo dos Quirópteros, que estuda e cataloga as espécies de morcegos no país, como uma ameaça.

A entidade afirma que as cavernas em áreas passíveis de licenciamento ambiental devem passar por um processo de classificação de relevância, com as classes máxima, alta, média e baixa relevância. E os impactos irreversíveis, caso de destruição, não eram permitidos nas consideradas de máxima relevância.

“De maneira unilateral, pouco transparente, e sem discussões técnicas adequadas, o decreto alterou este entendimento, permitindo que o Órgão Ambiental Licenciador (Ibama) autorize impactos irreversíveis nas cavernas de máxima relevância. Mais além, o decreto dispõe que o órgão pode autorizar estes impactos caso reconheça que eles decorram de atividade ou de empreendimento “de utilidade pública”” – afirma a entidade.

Para a sociedade que estuda os morcegos, o decreto coloca em risco milhares de espécies que vivem em cavernas e já ameaçadas de extinção.

Comentar

Compartilhar Tweet 1



Após a briga com o governador João Doria (PSDB) pela “paternidade” das obras de restauração do Museu do Ipiranga, em São Paulo, a Secretaria Especial de Cultura do governo federal, comandada por Mário Frias, liberou mais recursos para a obra nesta semana. As informações são do Metrópoles.

Foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (13/01) a autorização da Secretaria Nacional de Fomento à Cultura para que a Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo, responsável pelo projeto, capte mais R$ 4.380.497,40 pela Lei Rouanet.

O valor será utilizado na obra de ampliação do edifício-sede museu, oficialmente chamado de Museu Paulista da Universidade de São Paulo. Ao todo, já foram liberados, até agora, R$ 54.790.357,85 via Lei Rouanet somente para a construção do anexo ao museu.

Em setembro, Mário Frias brigou publicamente com Doria. O tucano trocou ataques com o secretário do governo de Jair Bolsonaro. A discussão girou entorno do financiamento da obra.

Em uma série de publicações nas redes sociais, Frias defendeu que a reforma do museu foi custeada com recursos do governo federal. Doria contra-atacou: disse que há recursos estaduais em diversas fases do projeto e que liderou a campanha de captação de recursos para a obra, incluindo aqueles não incentivados pela Rouanet.

Comentar
Não revelou as legendas · 13/01/2022 - 16h04

Queiroz diz que foi convidado por quatro partidos para se candidatar


Compartilhar Tweet 1



Fabrício Queiroz disse nesta quinta-feira (13/01) que recebeu convites de filiação de quatro partidos. O ex-assessor de Flávio Bolsonaro não quis revelar quais são as legendas “para não ter atrito”, mas contou que se encontrará na próxima semana com o presidente do PTB no Rio de Janeiro, Marcus Vinicius Vasconcelos. As informações são do Metrópoles.

“Ainda não tem nada certo, mas ainda bem que as pessoas estão vindo me procurar e eu tenho espaço e oportunidades”, disse Queiroz sobre a possibilidade de se lançar como candidato a deputado federal pelo Rio de Janeiro nas eleições deste ano.

Na última semana, Queiroz esteve em Brasília e se reuniu com a presidente do PTB, Graciela Nienov. O ex-assessor de Flávio disse que a “conversa foi boa” e que falaram sobre a possibilidade de ele se candidatar pelo partido. Mas ainda não há definição.

“Falamos sim sobre a filiação e sobre a candidatura, mas sobre as possibilidades, não tem nada certo. Muitos partidos de direita estão vindo me procurar, estamos conversando”, afirmou.

Ex-policial militar, Queiroz é investigado por um suposto esquema de rachadinhas, crime de peculato, no gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Comentar
Após declarações polêmicas · 13/01/2022 - 16h00

“Presidente Bolsonaro é um grande apoiador da vacinação”, diz Queiroga


Compartilhar Tweet 1



O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta quinta-feira (13/01) que o presidente Jair Bolsonaro (PL) apoia a vacinação contra a Covid-19. Em compromisso na capital paulista, o ministro foi questionado pelo Metrópoles sobre declarações do mandatário de que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) teria “segundas intenções” com a liberação da vacina infantil. As informações são do Metrópoles.

Na última segunda-feira (10/1), Bolsonaro voltou a levantar suspeitas sobre a agência sanitária e reclamou de nota do presidente Antônio Barra Torres. “Repito: o quê que tá por trás, quais as segundas intenções, quais outras intenções da Anvisa? Não houve da minha parte nenhuma acusação, a palavra ‘corrupção’ não saiu em nenhum momento. E ele resolveu fazer uma nota bastante agressiva”, pontuou o presidente.

O presidente da Anvisa cobrou um pedido de retratação de Bolsonaro ou a investigação caso haja indícios de corrupção.

Comentar
Pilares da democracia no Pais · 13/01/2022 - 10h04

Bolsonaro ameaçou democracia com ataques ao STF e às eleições, diz ONG


Compartilhar Tweet 1



Em relatório divulgado nesta quinta-feira (13/01), a organização não governamental Human Rights Watch (HRW) considerou que o presidente Jair Bolsonaro (PL) ameaçou os pilares da democracia no Brasil ao tentar minar a confiança no sistema eleitoral, a liberdade de expressão e a independência do Judiciário. As informações são do Metrópoles.

“O presidente Bolsonaro atacou e tentou intimidar o STF, que conduzia quatro investigações sobre sua conduta, incluindo se interferiu em nomeações da Polícia Federal a fim de promover seus interesses pessoais, e se cometeu prevaricação em relação a um caso de suposta corrupção envolvendo a compra de vacinas para a Covid- 19”, diz o texto.

A Human Rights lembra que, em agosto de 2021, o presidente ameaçou reagir fora das “quatro linhas” da Constituição e encaminhou ao Senado um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que conduz a maioria das investigações contra o presidente. O pedido foi rapidamente rejeitado pelo presidente do Senado.

As ameaças ao STF em 2021 tiveram uma escalada que culminaram nos atos pró-Bolsonaro de 7 de setembro. Na ocasião, Bolsonaro disse que não cumpriria as decisões de Moraes. O STF respondeu que insultar os ministros e encorajar o descumprimento de decisões judiciais “são práticas antidemocráticas, ilícitas e intoleráveis”.

Posteriormente, Bolsonaro recuou em relação às declarações sobre o ministro Moraes e publicou uma carta à nação redigida com a ajuda do ex-presidente Michel Temer (MDB). No documento, Bolsonaro disse que às vezes fala “no calor do momento” e que nunca teve “nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes”.

Covid, Amazônia e violência

O documento ainda frisa que em 2021 o presidente continuou a desrespeitar recomendações científicas para prevenir a disseminação da Covid-19 e cita a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, afirmando que ela revelou evidências de corrupção na compra de vacinas.

O relatório cita também o desmatamento na Amazônia, ameaças aos povos indígenas e a letalidade policial. Dados do Programa de Cálculo do Desflorestamento da Amazônia (Prodes), que faz balanços anuais sobre a área devastada no bioma, mostram que o desmatamento disparou para o nível mais alto desde 2006.

A Human Rights lembra os reiterados ataques à imprensa: Bolsonaro atacou repórteres e a imprensa 87 vezes durante o primeiro semestre de 2021, segundo a organização não governamental Repórteres Sem Fronteiras.

Ainda, a ONG cita que, rotineiramente, o chefe do Executivo bloqueia críticos nas redes sociais que utiliza para discutir assuntos de interesse público, violando seus direitos de liberdade de expressão.

A organização alerta que, com a proximidade das eleições presidenciais em outubro de 2022, as instituições devem proteger o direito ao voto e a liberdade de expressão de “qualquer tentativa de subversão do sistema eleitoral ou de enfraquecimento do Estado democrático de Direito e das liberdades fundamentais pelo presidente Jair Bolsonaro”.

Comentar

Compartilhar Tweet 1



Relator de ação que questiona a liberação de R$ 5,7 bilhões para o fundo que vai financiar as campanhas eleitorais de 2022, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu cinco dias para que o presidente Jair Bolsonaro (PL), a Câmara e o Senado apresentem informações sobre essa previsão de gasto. As informações são do Metrópoles.

Mendonça também determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR ) e a Advocacia-Geral da União (AGU) devem se manifestar sobre a ação em três dias.

Bolsonaro chegou a barrar o fundão, mas o veto foi derrubado pelo Congresso no fim do ano passado e o valor de R$ 5,7 bi está previsto no Orçamento federal deste ano.

Mendonça escreveu ainda na decisão que o pedido do Novo deve ser apreciado pelo plenário do STF e não apenas por ele.

Comentar

Compartilhar Tweet 1



A sucessora de Roberto Jefferson no comando do PTB, Graciela Nienov, terá uma reunião nesta quarta-feira (12/01) com Valdemar Costa Neto, presidente do PL, partido de Jair Bolsonaro. Na véspera, Nienov encontrou Bolsonaro e anunciou apoio à reeleição do presidente. As informações são do Metrópoles.

Nienov tenta se reaproximar de Valdemar depois que atacou o partido no mês passado. O PTB desejava filiar o presidente mas perdeu a corrida para o PL. “É uma decepção Bolsonaro ter ido para o PL. Creio que essa escolha vai prejudicá-lo em 2022. Que ele não se corrompa, ou o PTB não estará com ele”, afirmou em entrevista à coluna em dezembro, logo após se eleger presidente do PTB.

“Política é isso. Vou olhar no olho do Valdemar e dizer que minha mensagem será de paz e amor”, diz Graciela Nienov agora, sobre os planos da reunião com o presidente do PL.

No que depender de Bolsonaro, Valdemar topará a retomada do diálogo com o PTB. “Manda um abraço lá no Roberto Jefferson“, pediu Bolsonaro a Nienov no Planalto. Acusado de integrar uma milícia digital antidemocrática, Jefferson está preso a cinco meses por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Com a entrada do bolsonarista na eleição de São Paulo, Valdemar precisará refazer os cálculos para repartir o fundo partidário entre todos os deputados do PLDivulgação/PL

Comentar
Em áreas de preservação · 12/01/2022 - 16h12 | Última atualização em 12/01/2022 - 16h13

Wellington Dias assina acordo para plantio de 1 milhão de árvores no Piauí


Compartilhar Tweet 1



O governador Wellington Dias participou, na manhã desta quarta-feira (12/01), de solenidade on-line da assinatura da minuta de compensação ambiental e decretos para plantação de novas árvores e tratamento de resíduos sólidos. Um protocolo de intenções foi firmado com a Enel Green Power, empresa que atua no Piauí com produção de energia renovável. A previsão é de que a empresa plante 1 milhão de novas mudas de árvores em áreas de preservação do Piauí.

A ação deve começar a ser executada ainda este ano, como medida compensatória resultante dos licenciamentos ambientais de empreendimentos da Enel Green Power. O trabalho envolve ações de coleta, banco de sementes, plantio e acompanhamento, além do serviço de trabalhadores rurais. O plantio utiliza recursos referente à compensação ambiental que é obrigatoriedade da empresa de forma a cumprir a legislação tanto estadual quanto federal.

Nesta quarta foram assinados dois decretos estaduais, o primeiro é referente à regulamentação do Fundo Estadual de unidade de conservação em que os recursos das compensações ambientais devem ser destinados utilizados para que se possa fazer uma preservação em parques estaduais, áreas de preservação ambiental. E o outro decreto é referente à gestão de resíduos sólidos, que vai regulamentar o procedimento da logística reversa que consiste na empresa geradora dos resíduos sólidos ter a obrigatoriedade de recolher suas embalagens e seus resíduos para fazer um posterior reaproveitamento. Dessa forma se faz um controle melhor do lixo, tornando mais eficiente a gestão dos resíduos sólidos no Piauí.

O protocolo tem como objetivo estabelecer o relacionamento entre as duas partes com a finalidade de iniciar ações concretas para a implementação do programa Proverde Piauí, a partir do financiamento dos Projetos Agente Verde, Banco Verde, Viverde e Verdejar, que consistem em estratégias de coleta de sementes de espécies arbóreas nativas dos biomas estaduais. E busca o desenvolvimento  de uma rede de banco de sementes e implantação de viveiros para produção e o plantio de mudas.

Logo, o Proverde Piauí prevê a produção, distribuição e plantio de mudas de espécies nativas, frutíferas e de sementes, com foco na recuperação de ambientes degradados, tanto de unidades de conservação como de áreas de preservação permanentes (APPs), além das reservas legais e encostas de morros.

“Nossa meta para os próximos cinco anos é trabalharmos a plantação de 5 milhões de novas árvores, a partir de um decreto que estamos colocando as regras com o setor privado, focado nos principais biomas do estado do Piauí. O objetivo é termos um saldo positivo ano a ano, o que vai somar ao Nordeste que possui o compromisso de plantar 45 milhões de árvores”, disse o governador Wellington Dias.

O secretário do Meio Ambiente, Daniel Marçal, explicou que este é um momento marcante para a gestão ambiental. “O Governo do Piauí reafirma seu compromisso de trabalhar em prol do controle das mudanças climáticas, a nível global, ratificando o compromisso feito na COP 26, da qual participamos recentemente, e com os demais acordos, desde a Convenção do Clima ao acordo de Paris. Nosso programa de desenvolvimento ambiental, que é o Pro Verde Piauí, possui dentre suas ações o plantio de mudas, numa quantidade total de 5 milhões. O que vai colaborar para a diminuição do aquecimento global”, ressaltou.

Já a responsável pela área do Brasil da Enel Global Power, Roberta Bonomi, disse que “o Piauí vem se destacando com seu pioneirismo de preservação ambiental, sendo um Estado que tem integrado o desenvolvimento social e meio ambiente. Implantamos aqui a maior usina solar da América Latina, em São Gonçalo do Piauí, e pretendemos investir mais no Estado porque este tipo de parceria é apenas um exemplo de quando há interesses alinhados, elas saem mais fortes”, destacou.

O secretário de Estado da Fazenda e coordenador do PRO Piauí, Rafael Fonteles, enfatizou que a regulamentação do Fundo de Compensação Ambiental representa uma forma desburocratizada das empresas conseguirem cumprir suas obrigações ambientais.

Participaram do momento, a vice-governadora Regina Sousa; o secretário do Meio Ambiente, Daniel Marçal; secretário da Fazenda, Rafael Fonteles; o superintendente da Semar, Moura Fé e representantes da Enel Green Power.


Fonte: Governo do Piauí
Comentar