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Com captação cinematográfica, o evento registrou performances de 5 bandas/artistas piauienses em um dos cartões postais de Teresina.

 

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O Marthe Festival começou em 2017 e somando 3 edições físicas, com mais de 50 apresentações musicais espalhadas por mais de 10 espaços culturais da cidade de Teresina. Incluindo oficinas, palestras, mostras de cinema e de arte, em sua maioria com entrada gratuita para o público. O evento faz parte da Associação Brasileira de Festivais Independentes (ABRAFIN), sendo o único representante do Piauí. Em 2020, o Marthe realizou a ação virtual #PiauiDeCasa, com a presença de 10 artistas piauienses que gravaram versões lo-fi e caseiras de suas canções, no intuito de incentivar a população a realizar o isolamento social necessário no período pandêmico pré-vacina. Os vídeos nas redes da @MartheFestival e no youtube do Hominis Canidae (organizador do festival) tiveram grande receptividade de público com mais de 4 mil visualizações no período.

 

#MARTHESESSIONS é o evento online do Marthe Festival, ação virtual contemplada no edital da Aldir Blanc através da Fundação Monsenhor Chaves da prefeitura de Teresina, ainda no final de 2020. A proposta consistia na seleção de 5 projetos musicais da capital do Piauí, que mostrassem a pluralidade sonora e cultural de nossa cidade e também a jovialidade da música piauiense. As 5 atrações apresentaram canções autorais e versões de artistas ou bandas piauienses que consideram importantes na sua formação. São eles:

 

Florais da Terra Quente  é um projeto coletivo de trabalhos autorais entre amigos compositores, músicos e outros colaboradores, que busca unir diferentes vertentes musicais e artísticas, visando a diversidade em meio à terra quente da capital do Piauí. O grupo foi formado em Setembro de 2018 e vem ganhando espaço na música piauiense. Após alguns singles e clipes que chamaram a atenção online, o projeto lançou seu primeiro álbum homônimo em 2020, com 9 faixas. Para a nossa sessão, a banda apresentou 2 canções do álbum e uma versão de uma canção do cantautor teresinense Tio.

 

O projeto Monte Imerso surgiu a partir da troca de materiais e perspectivas sonoras, com a parceria dos compositores Davi Abel e Zacarias Seriano. Com a chegada de Rafael Marques e Jean Sousa e a união de experiências musicais, no começo de 2019 formou-se a banda Monte Imerso. O grupo fez uma série de apresentações na cidade de Teresina, com sua envolvente experimentação sonora. O grupo já lançou 2 EPs em 2020, "Dança da Cidade Melancólica" com 5 faixas e o EP com 2 remixes do mesmo trabalho, além da apresentação ao vivo no Marthe Festival de 2019. Para nosso projeto, apresentaram 2 canções inéditas e uma versão do projeto Duben.

João é natural de Teresina, criado na zona sul da capital piauiense. Com o vulgo de Narcoliricista, lançou seu primeiro trabalho "OMUP - Oscilações Mentais de Um Preto" em 2019, se tornando um dos artistas de destaque da música piauiense. Sendo um artista cada vez mais versátil, passa pelo hip hop, rap, soul e R&B com grande desenvoltura. Com shows e ações realizadas por todas as zonas de Teresina, é um dos destaques da cena preta da cidade. Além do EP de 2019, lançou em 2020 a collab "Pra dar e Vender" e no final de 2021 o EP "Gole de Vida", com 4 faixas de trap, feito em parceria com outros artistas piauienses, mostrando que é ainda mais versátil do que se apresentava. No Marthe Sessions ele apresenta 2 canções destes trabalhos e uma versão da banda Tupimachine.

 

A Banda de Pífanos Caju Pinga Fogo surgiu em 2016 do encontro entre amigos que têm em comum o encantamento pela cultura nordestina. A banda tem como principal influência os grupos tradicionais de Pífano do Nordeste e lançou o primeiro disco, "Rosa dos Ventos" em 2019. Com 14 faixas, o trabalho é dedicado a sua madrinha, a Mestra Maria da Inglaterra. O grupo também já lançou alguns trabalhos audiovisuais como a websérie sobre o processo de produção do álbum e participou já se apresentou em vários espaços e eventos de Teresina e no nordeste. Para o nosso projeto, apresentaram 2 canções inéditas e uma versão do músico Assis Bezerra.

 

A banda Bia e Os Becks surgiu em 2012, em Teresina, e desde então canta o amor e a liberdade com músicas marcantes e shows de tirar o fôlego por todo o Piauí. A discografia da banda conta com vários singles, os EPs “Conto Amor” (2013) e “Todo Lascado” (2016), os álbuns “Margarethe” (2018) e seu mais recente lançamento, o álbum “Universo Quenga” (2021), com oito músicas que aliam alto teor político e afetivo com ritmos contagiantes e que nos fazem querer colocar o bloco na rua. Para o nosso projeto, a banda apresentou 2 canções autorais do novo álbum e uma versão da banda ONUN.

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As gravações do projeto Sessions da MARTHE foi iniciada somente após o avanço da campanha vacinal em Teresina, sendo realizadas no mês de Outubro de 2021 no Parque da Cidade, cartão postal com muito verde, que fica na zona norte da capital piauiense. Agora é a hora e o momento do público poder conferir esse projeto na íntegra.

 

O #MartheSession será passado em pré-estreia exclusiva para todo o Piauí através da TV Assembleia nos dias 22 e 23 de janeiro (sábado, meio dia e domingo, às 15h) e depois será lançado para todo o Brasil e para o mundo no sábado (29 de Janeiro), às 20h no canal de youtube do Hominis Canidae, realizador do evento.

 

Além dos vídeos, também, serão produzidos EPs com as músicas ao vivo dos artistas, que serão distribuídos em todos os serviços de streaming do mundo através do selo do Hominis Canidae, ampliando ainda mais o alcance e a divulgação da música e dos artistas do nosso Piauí.

 

Acompanhe o Marthe Festival nas redes:

https://www.instagram.com/marthefestival/

https://www.facebook.com/mostradeartesdeteresina

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Caio Oliveira
Caio Oliveira 

 

Observar a evolução de um autor de quadrinhos é sempre interessante. Mudança de temas, técnicas ou abordagens narrativas; diversas são as transformações e curiosidades que podemos encontrar em trabalhos que se propõem como um mosaico do artista quando jovem.

Com notícias do site Quinta Capa.

 

Caio Oliveira, a gema dourada de Piripiri, conquistou fama e fortuna com suas tiras no perfil do Instagram Cantinho do Caio, sendo reconhecido por sacadas improváveis do mundo de super-heróis, explorando em poucos quadros e com roteiro afiado o ridículo de Batman, Superman e outros tantos que salvam o dia em seus colantes.

 

Mas Caio também alimenta uma produção autoral de grande valor, como atesta a coletânea “Curtinhas do Caio“, recentemente financiada no Catarse, que reúne breves contos quadrinhísticos produzidos nos últimos 20 anos. São historietas lançadas em revistas, projetos inacabados e “experiências” em que o gênio se propôs a trabalhar temas de interesse juvenil, como vampiros, sentimentalismo emo e RPG.

Os jogos de tabuleiro inspiram um bom espaço na publicação, provando ser um gosto pessoal do autor explorado sob diferentes perspectivas. A verve humorística pela qual Caio é reconhecido está presente, ainda que de modo incipiente mas eficaz, sendo “Velha Guilda” o melhor trabalho dessa safra.

Mesmo a vergonha alheia “Herança Sangrenta” tem seu valor, ao revelar o esforço de Caio em trabalhar a mitologia das criaturas sanguessugas. Mas o tesouro mesmo ficou guardado para o final: “Sobre a ponte” e “Jaqueteiros” são histórias que mostram uma maturidade precoce.

Esta última, por sinal, é um vislumbre de algo que implora uma atenção maior: uma realidade em que super-heróis perambulam por Teresina e agem como um versão amadora dos Vingadores no bairro Saci, por exemplo. Ela tem cor e sabor únicos, locais, que chamam atenção do leitor, curioso pela próxima aventura do nosso querido Barrão.

As tirinhas que concluem o volume, de um período mais recente, registram Caio com sua inventividade mais apurada, adaptando clássicos de Chico Buarque, Carlos Drummond de Andrade e Mário Quintana em quadrinhos, com um toque todo seu. É mais uma prova que a caixinha de ideias de Caio Oliveira é inesgotável, nos deixando ansiosos pela próxima empreitada.

 

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Mais uma vez, um game de estúdio independente chegará ao mercado através de financiamento coletivo. Agora é a vez do estúdio piauiense, o Black Hole Games, que entregará em 2022 o ASLEEP, um jogo declaradamente inspirado em Silent Hill.

Com notícias do Observatório de Games.

O pedido de financiamento coletivo foi feito em junho de 2021 depois de uma campanha que começou em abril do mesmo ano, e o resultado disso foi o melhor possível: a iniciativa bateu 128% em cima da meta estipulada. Agora, o estúdio promete iniciar um Late Pledge, que estará disponível a partir do dia 01/02/2022, para pessoas que não puderam apoiar durante a primeira campanha, ou que só conheceram depois disso.

Confira abaixo o release oficial sobre a história de Ana Lúcia, uma jovem com distúrbios mentais em uma aventura desconexa e perdida em um pesadelo sem fim em buscas de respostas através de suas próprias memórias, enquanto enfrenta criaturas estranhas em um ambiente isolado e hostil, com auxílio apenas de uma lanterna.

 

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Asleep é um jogo de terror psicológico que está sendo desenvolvido pelo estúdio de jogos independente, Black Hole Games. O jogo é inspirado em Silent Hill, e tem como principal objetivo proporcionar uma experiência de terror nostálgica, mas ao mesmo tempo com um viés inovador, por trazer um novo pano de fundo para jogos do gênero.

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O game segue o estilo clássico point and click, 2D, é em pixel art, e bebe de fontes como Clock Tower e Lone Survivor.
Mas tem como principal inspiração de terror, o game Silent Hill. Trazendo uma nova perspectiva para jogos do gênero, por ser ambientado no Nordeste dos anos 90, possuir uma protagonista feminina, e utilizar de distintas linguagens artísticas para construir a narrativa.

 

 

Sobre o estúdio

Black Hole Games é um recente estúdio independente de jogos do Piauí, localizado no Brasil, iniciando suas atividades em 2018, tendo como foco o desenvolvimento de experiências divertidas e nostálgicas, a partir de jogos para PC ou Mobile.

 

 

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Com mais de 10 anos de atuação na cena cultural do Piauí, Hugo dos Santos é músico e compositor, com trabalhos lançados desde 2011, com os EPs das bandas Trinco e Guardia Nova. Daí em diante foram uma série de shows em diversos espaços do Piauí e do Nordeste, além de álbuns com outros projetos e solos. Em 2018, o músico em parceria com o DJ PTK (Do Quilombo Louco Beats) o projeto Tupi Machine, que lançou um álbum no mesmo ano.

 

No ano de 2021, após um ano de pandemia sem shows, Hugo começou a lançar alguns singles solos, o primeiro foi “Telha”, com participação da cantora parnaibana Brisa, que tem mais de 14 mil plays no spotify e recentemente “Tudo Aquilo Que Arde em Meu Peito”, que entrou na playlist editorial “Sambas da Manhã” do spotify e está chegando aos 10 mil plays.

 

Agora, o artista se prepara para lançar seu terceiro trabalho solo. O disco homônimo tem 5 faixas que foram produzidas em Teresina durante esse momento intenso e tenso pelo qual passamos de pandemia. “Canções sobre os tempos bons do passado, esperanças para o futuro e também alguns gritos presos no peito, que precisavam sair”, comenta Hugo dos Santos. Um trabalho que dialoga com a música popular brasileira e com algumas de suas raízes, mas também se conecta com o contemporâneo através de experimentos com voz, violão, sintetizadores e percussão. “São texturas sonoras que nos levam em alguns momentos para ambientes psicodélicos e camadas com muito reverb que claramente vem de influências da música Dub Jamaicano”, explica o artista. 

 

A produção é assinada por Levi Nunes (Da banda Ultrópico Solar; Nevi Lunes) e conta com a participação de membros da Ultrópico na sua feitura. O disco foi gravado na casa do produtor Levi Nunes em Parnaíba-PI e mixado e masterizado no BlackRoom estúdio em São Luís-MA. Trata-se de um trabalho com composições que nasceram na cidade de Teresina e foram gravadas no litoral do Piauí. Do rio para o mar. Do mar para a rede. Da rede para quem ao vento soprar.

 

OUÇA NO SEU STREAM FAVORITO NO LINK

 

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Acompanhe Hugo Dos Santos no Instagram

Ficha Técnica:

Guitarra: Lucas Linhares
Guitarra: Lívio Nascimento
Baixo: Sandoval Filho
Percussão: José Du Valle
Percussão: Hugo dos Santos
Cavaquinho: Marcell Régis
Voz e violão: Hugo dos Santos
Piano: Sandoval Filho
Piano e Sintetizador: André Oliveira
Sintetizador: Hugo dos Santos
Voz na música Telha: Sabrina (Brisa)
Produção: Levi Nunes
Mix e Master: BlackRoom Estúdio.

 

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Invasão da Apple TV+ conta a história de pessoas comuns vivendo no caos do mundo sendo atacados por uma raça alienígena misteriosa.

 

    Apple TV+

 

Eu assisti “Invasão”, uma série de ficção científica original Apple TV+, por acidente. Estava apenas vendo os lançamentos do serviço de streaming e a série estava lá como as mais assistidas. Na verdade, fui assistir “Fundação”, mas acabei clicando na criação dos produtores Simon Kinberg (Perdido em Marte, Logan)  e David Weil (Hunters, Solos e Além da Imaginação) sem querer.

 

“Invasão” lhe prende em apenas dez minutos. 

 

 

A série que mistura ficção científica, drama e bastante referências a fantasia conta a história de cinco pessoas comuns e incomuns sem qualquer relação, reagindo em lugares diferentes pelo mundo após o planeta sofrer um ataque alienígena.

 

O primeiro episódio nos leva para a pequena cidade de Idabel, Oklahoma, EUA, Terra. Somos apresentados ao amado e velho xerife, John Bell Tyson (Sam Neill),  que está se preparando para seu último dia de trabalho enquanto luta com a sensação de que nunca teve “o caso de sua vida”.

Em Long Island, Nova York, EUA, Terra, uma imigrante síria chamada Aneesha (Golshifteh Farahani) desistiu de sua promissora carreira médica para ser mãe e esposa em tempo integral de seu marido Ahmed (Firas Nassar) – mas ela acaba descobrindo que Ahmed não é o homem que ela pensava que era, e toda a sua vida sofre uma grande reviravolta.

Em seguida, acabamos em Londres, Inglaterra, Reino Unido, Terra, onde um menino que sofre bullying chamado Caspar está em uma excursão de classe quando o motorista do ônibus perde o controle do veículo e a vida dele e seus colegas se torna a principal prioridade.

Ao mesmo tempo que os acontecimentos acima citados estão se desenrolando, no deserto da Arábia, Iêmen, Terra e em Tóquio, Japão, Terra  e em um posto avançado de combate dos EUA, província de Kandahar, Afeganistão, Terra coisas estranhas estão acontecendo no solo e nos céus.

A razão pela qual eu coloquei os locais vírgula Terra é que é assim que  a série nos apresenta cada ponto de sua história. “Invasão” parece um filme construindo seu enredo de forma lenta e lindamente filmado, às vezes evasivo, habilmente criado onde conhecemos meia dúzia de personagens principais e vemos como suas vidas são muito impactadas pela chegada de… algo vindo do espaço.

“Invasão” tem 10 episódios (poderia ter 20), onde os três primeiros episódios detalham com muita ação, drama e destruição o aparecimento do nada de entidades alienígenas querendo o domínio total do planeta. Apesar disso ser todo o escopo da série, a maior parte das cenas são os protagonistas querendo entender o cenário mundial sobre tudo que está acontecendo. Isso tornou a série ainda mais envolvente quando suas lutas pessoais e problemas familiares são subitamente dominados pelo crescente sentimento de pavor em meio ao caos, à medida que se torna aparente que a Terra tem uma nova raça dominante, embora ninguém tenha certeza de quem ou o que está invadindo, para não mencionar a natureza de sua missão.

Um ponto muito positivo sobre “Invasão” é seu texto e interpretações.Cada um atrai você de uma forma diferente,  mesmo que o elemento de ficção científica nunca entrasse em cena. Sam Neill entrega um trabalho sutil e forte como o xerife Tyson, um bom homem que ainda mantém a esperança de estar envolvido em algo verdadeiramente memorável antes de cavalgar para o pôr do sol da aposentadoria – mas isso rapidamente se torna um caso de “Cuidado com o que você deseja.” Shamier Anderson é todo poder, bravura e graça como Trevante Ward, o soldado americano no Afeganistão que está em verdadeira dor emocional porque está separado de sua família.

A Aneesha de Golshifteh Farahani faz uma das melhores cenas de uma série de 2021 quando descobre o segredo de seu marido. Do outro lado do mundo, Shioli Kutsuna vai partir seu coração como uma técnica aeroespacial japonesa que está secretamente apaixonada por um astronauta. Além do núcleo de crianças da Inglaterra que tem um papel fundamental durante toda a primeira temporada.

Os plots são incríveis, o episódio 09 é uma obra prima. Apesar de ser uma série sobre invasão alienígena, é também sobre nós, humanos e o que poderíamos fazer sobre o caos ao nosso redor. “Invasão” é uma produção que vale a pena e recomendo muito para aqueles que não a conhecem. A primeira temporada está disponível completa no serviço Apple TV+.

A segunda temporada já foi confirmada.

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The Witcher
The Witcher    Netflix

 

Apenas o primeiro episódio da segunda temporada de The Witcher (Netflix) é melhor que toda a temporada anterior.

 

 

Tudo bem que a primeira temporada não foi tão ruim como estou desenhando. Existem muitas coisas legais da série de fantasia épica e vagamente medieval da Netflix, principalmente se você estava interessada ou interessado no exterminador de monstros de Henry Cavill, vulgo Bruxão. Mas o bem da verdade é que a primeira temporada de The Witcher teve uma variedade de personagens femininas fascinantes e baladas musicais incríveis.

 

Mas parece que a dona da produção da Netflix Lauren Schmidt Hissrich ouviu os fãs e resolveu expandir o universo da série, na sua história original e nas questões emocionais de seus protagonistas dando um vínculo familiar caloroso entre o bruxo Geralt de Rivia (Cavill) e sua Criança Surpresa, a Princesa Cirilla de Cintra (Freya Allan).

 

A 2ª temporada foi uma experiência imersiva completa, mais rica, mais confiante e mais satisfatória do que sua antecessora, provavelmente porque não precisou fazer tanto esforço para estabelecer seu universo e personagens, em vez disso, simplesmente deixou a história falar por si.

 

Os personagens mais ricos têm políticas mais complexas, quase tudo nesta temporada de The Witcher parece mais maduro e mais significativo, com um maior senso de quem é e do que deseja se tornar. Se você estava preocupado que a segunda temporada poderia ser ruim - não se preocupe. A 2ª temporada é (quase) tudo o que você poderia querer desta série de fantasia.

 

Claro, existem diversos cânones que só quem jogou o game ou leu os livros vai entender a referência, mas quem nunca leu nada de The Witcher digere bem isso, principalmente por causa da adição de diversos personagens. O exército de monstros também aumenta substancialmente, tanto em batalhas incríveis como nos elementos emocionais dos protagonistas.

 

Como vimos na primeira temporada, existiam três linhas temporais acontecendo ao mesmo tempo e isso deixou muita gente confusa. A segunda temporada resolve isso colocando todo mundo vivenciando os acontecimentos quase no mesmo fuso horário. No entanto, apesar de sua narrativa mais linear, o mundo de The Witcher parece mais aberto do que nunca e com uma história mais envolvente.

 

Personagens coadjuvantes da 1ª temporada aparecem e estão mais desenvolvidos, você se importa mais com eles,  como a líder dos magos Tissaia de Vries (MyAnna Burning é belíssima, não?), o comandante Nilfgardiano Cahir (Eamon Ferron), o historiador Istredd (Royce Pierreson) e Fringella, cuja decisão de mudar de lado foi a chave para a derrota dos Nilfgardianos na batalha da Montanha Sodden. Até Triss Merigold (Anna Shaffer) está de volta e, felizmente, tem tempo de sobra para brilhar (e construir um doce relacionamento com Ciri).

 

Jaskier interpretado pelo músico e às vezes ator, Joey Batey, está mais afastado do núcleo principal, mas ainda assim, conseguiu brilhar mais uma vez cantando “Burn, Butcher, Burn”. Para quem não sabe, ele fez a composição dessa música e da famosa “Toss a Coin To Your Witcher”.

 

Em resumo oficial: o famoso Bruxo Geralt agora é um pai que se preocupa com uma princesa traumatizada que perdeu sua casa (e família) de uma forma trágica. Ciri, por sua vez, está igualmente aterrorizada com seu futuro, mas com sede de vingança, já que ela descobre que é uma maga poderosa, deixando a jovem mais insegura e sem ninguém para explicar o que ela mesma não tem certeza de como manejar tanto poder.

 

Geralt e Ciri resolvem passar uma temporada na fortaleza que Geralt chama de lar, Kaer Mohren, onde ele espera que Ciri encontre paz o suficiente para aprender a confiar nele - e em seus cuidados com ela. Lá, encontramos o mentor de Geralt, Vesemir (Kim Bodnia), bem como meia dúzia de outros caçadores de monstros, que compartilham uma “ternura” familiar estranhamente comovente.

 

Enquanto Ciri tenta encontrar seu equilíbrio - em seu estranho relacionamento de filha com Geralt, bem como em suas interações com outros Bruxos como Lambert - vemos Geralt sob uma nova luz. O cara ainda tem sentimento. =)

 

Cavill está ótimo em todos os episódios da segunda temporada. Geralt continua rude, mas agora pode ser considerado até charmoso. Totalmente dedicado a proteger sua  pupila - tanto física quanto mentalmente - o crescente apego emocional de Geralt a Ciri permite que ele se abra como personagem de maneiras que nunca vimos antes. 

 

Mas a verdadeira estrela desta temporada é, sem dúvida, Freya Allan, que dá a Ciri toda a coragem, o coração e a fúria que não vimos na primeira temporada. Ciri foi vítima das circunstâncias, repetidamente forçada a fugir para salvar a vida e sem saber em quem - se é que havia alguém - ela poderia confiar. Agora, com Geralt protegendo suas costas, ela floresceu, aproveitando sua coragem e força interior para se tornar algo (alguém) melhor.

 

Cirilla é uma jovem que não apenas parou de correr, mas que está determinada a resistir, e é incrível assisti-la como personagem e  Freya Allan como atriz se destacando. Muitos não sabem, mas a história original Cirilla é uma criança de onze anos, porém, existem restrições severas para gravar com crianças, por isso a produção resolveu escolher uma atriz mais velha. Freya Allan na verdade só faria uma ponta em apenas um episódio. O destino foi feliz dessa vez com ela e com todos nós.

 

A 2ª temporada não acontece sem alguns contratempos, no entanto, e infelizmente, a história de Yennefer de Vengerberg (Anya Chalotra) é uma das mais fracas. Embora ela (felizmente) ainda esteja viva depois de canalizar magia proibida de fogo na Batalha de Sodden, a corajosa decisão de Yen não veio sem um custo significativo, e ela basicamente ficou sem seu poder.

 

No entanto, apesar de tudo que ela passou na primeira temporada de The Witcher e do incrível crescimento mágico que  mostrou ao longo do caminho, muitas de suas escolhas na 2ª temporada parecem um retrocesso. A Yennefer da 2ª temporada ainda está obcecada com o poder e disposta a fazer qualquer coisa para obtê-lo, mesmo que isso exija ferir aqueles que ela ama.

 

Além disso, Yen ficou na beirada da narrativa da história da 2ª temporada durante a maior parte de sua execução e isso não ficou tão interessante de assistir. Mas isso não atrapalhou no contexto geral.

 

Isso se deve em grande parte à visão totalmente clara da criadora da série, Lauren Schmidt Hissrich  que procurou contar uma história que vá além, utilizando um elenco tão incrível, que se jogaram em um mundo maior, mais estranho e complicado. No entanto, em suas cerne, esta é a história de Geralt e Ciri, e a dinâmica entre Cavill e Allan é o que atraiu os espectadores para a segunda temporada de The Witcher e para todas as temporadas que virão.

 

O universo literário de The Witcher é tão grande como Game of Thrones ou Roda do Tempo e a Netflix tem dinheiro suficiente e tempo para construir sua própria série de fantasia medieval.

 

A segunda temporada de The Witcher está disponível na Netflix.




 

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Batman, Doutor Estranho e + · 04/01/2022 - 09h40

Marvel e DC: Calendário com todos filmes e séries de 2022


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2022 será um dos anos com mais produções baseadas nos quadrinhos da Marvel e DC Comics. Entre os grandes lançamentos para o cinema e do Disney+ e HBO Max, não faltam filmes e séries trazendo à vida heróis e vilões como Doutor Estranho, Batman, Homem-Aranha, Morbius e mais.


Para você ficar ciente de tudo e nunca perder uma estreia, o Chippu reuniu aqui as datas de todos os filmes e séries do Marvel Studios, Disney+, Warner Bros., HBO Max e Sony Pictures que usam os quadrinhos como base. Se prepare, é muita coisa.

Com notícias do site Chippu.

 

11 DE JANEIRO: SUPERMAN & LOIS: 2ª TEMPORADA (Série. DC/HBO Max) - Superman & Lois se passa dentro do Arrowverse criado pela CW, onde também há as séries do Arqueiro Verde, Flash, Legends of Tomorrow e Supergirl. Ela mostra Clark Kent (Tyler Hoechlin) e Lois Lane (Bitsie Tulloch) aprendendo a lidar com a vida doméstica de casados e com seus dois filhos, Jonathan (Jordan Elsass) e Jordan (Alex Garfin), que começou a desenvolver superpoderes semelhantes ao do pai.


14 DE JANEIRO: PACIFICADOR (Série. DC/HBO Max) - A história da série vai focar no personagem de John Cena, inicialmente apresentado em O Esquadrão Suicida de James Gunn, também roteirista e diretor de Pacificador. Segundo o diretor, a trama está centrada em "uma equipe black ops combatendo algo catastrófico que está ameaçando o planeta”. Serão oito episódios, dos quais Gunn dirigiu cinco.

 

 

3 DE MARÇO: BATMAN (Filme. DC Comics) - A mais nova versão do Homem-Morcego chega aos cinemas com Robert Pattinson no papel principal. Nas mãos do diretor Matt Reeves, o herói volta às suas origens num filme mais realista, violento e focado no personagem como detetive. Paul Dano viverá o Charada, Colin Farrell é o Pinguim e Zoë Kravitz interpretará a Mulher-Gato nesta narrativa de crime noir.

 


5 DE MAIO: DOUTOR ESTRANHO NO MULTIVERSO DA LOUCURA (Filme. Marvel Studios) - O próximo Doutor Estranho com Benedict Cumberbatch talvez seja o filme mais importante do MCU daqui pra frente. Dirigido por Sam Raimi, ele irá focar em realidades paralelas e no multiverso, algo que parece ser o principal tema deste universo pós-Ultimato. Veremos o retorno de Elizabeth Olsen como a Feiticeira Escarlate e outras variantes do Dooutor Estranho.

 

 

19 DE MAIO: DC LIGA DOS SUPERPETS (Filme. DC Comics) - Esta animação vai focar não nos grandes heróis da DC, mas sim em seus animais de estimação. Krypto, o Super Cão (Dwayne Johnson) será o protagonista, ao lado de Ace o Bat-cão (Kevin Hart). Marc Maron fará o vilão Lex Luthor, e Hugh Jackman e Keanu Reeves assumem as vozes do Superman e Batman, respectivamente.


7 DE JULHO: THOR: AMOR E TROVÃO (Filme. Marvel Studios) - Trazendo de volta o irreverente diretor Taika Waititi e Chris Hemsworth como Thor, este filme conta com a presença especial de Chris Pratt como Peter Quill e deve passar o martelo para Jane Foster (Natelie Portman). Christian Bale fará o grande vilão Gorr, o Açougueiro dos Deuses.


28 DE JULHO: ADÃO NEGRO (Filme. DC Comics) - Em desenvolvimento há anos, este filme traz um dos maiores astros do planeta - Dwayne Johnson - para o Universo DC no papel de um vilão poderoso e mágico capaz de sair na porrada até mesmo com o Superman. No filme também teremos a presença da Sociedade da Justiça. Aldis Hodge será o Gavião Negro, Noah Centineo interpreta o Esmaga Átomo e Quintessa Swindell ficou no papel da Ciclone, o líder do grupo será Pierce Brosnan, responsável por interpretar o Senhor Destino. Quem assume a direção é Jaume Collet-Serra.


6 DE OUTUBRO: HOMEM-ARANHA ATRAVÉS DO ARANHAVERSO (PARTE UM) (Filme. Marvel/Sony) - A animação trará de volta Miles Morales e versões alternativas do herói, incluindo o Homem-Aranha 2099 dublado por Oscar Isaac e Issa Rae como Mulher-Aranha. Joaquim dos Santos, Justin K. Thompson e Kemp Powers, de Soul, são os diretores do projeto. Phil Lord e Chris Miller (Uma Aventura LEGO) são roteiristas ao lado de David Callaham (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Aneis).

 

 

3 DE NOVEMBRO: FLASH (Filme. DC COMICS) - Depois de inúmeros trocas de diretores, o filme solo do Flash de Ezra Miller está vindo em alta velocidade prometendo uma viagem pelo multiverso da DC que, além de trazer mais de uma versão do herói, contará com uma Supergirl interpretada por Sacha Calle, e o retorno de dois Batman: Ben Affleck e o clássico Michael Keaton. Andy Muschietti é o responsável pelo projeto.


10 DE NOVEMBRO: PANTERA NEGRA: WAKANDA FOREVER (Filme. Marvel Studios) - Não sabemos ainda como Ryan Coogler fará para continuar a história de Wakanda com a triste morte do ator Chadwick Boseman. Sabemos que o papel de T'Challa não irá para outro nome e que ele não será recriado com efeitos especiais. Letitia Wright, Lupita Nyong'o e Winston Duke retornam. Agora, resta esperar.


15 DE DEZEMBRO: AQUAMAN E O REINO PERDIDO (Filme. DC Comics) - Aquaman e o Reino Perdido trará de volta o diretor James Wan (Invocação do Mal, Velozes e Furiosos 7), Jason Momoa (Game of Thrones), novamente no papel do protagonista Arthur Curry, além de Amber Heard (Liga da Justiça) como Mera e Yahya Abdul-Mateen II (Os 7 de Chicago) mais uma vez no papel do vilão Arraia Negra. Será mais uma jornada pelos mares da Terra, cheia de criaturas e reinos incríveis.

 

 

SEM DATA


CAVALEIRO DA LUA (Série. Marvel/Disney+) - Protagonizado por Oscar Isaac e Ethan Hawke, a série presenta ao MCU o personagem Marc Spector, um ex-agente da CIA cuja vida é salva pelo deus da lua Khonshu. Ele se transforma num herói muitas vezes descrito como "Batman da Marvel."


MS. MARVEL (Série. Marvel/Disney+) -Esta série do Disney+ acompanhará a adolescente Kamala Khan, fã da Capitã Marvel (Brie Larson) e uma inumana que descobre ter poderes interpretada por Iman Vellani. Laurel Marsden também foi confirmada no elenco e irá interpretar a personagem Zoe Zimmer, amiga de escola da personagem protagonista da trama. Depois de sua própria série, Kamala Khan voltará ao universo da Marvel ao lado de seu ídolo, a Capitã Marvel, em As Marvels.


SHE-HULK (Série. Marvel/Disney+) -Tatiana Maslany (Orphan Black) interpreta a heroína e Ginger Gonzaga será a melhor amiga protagonista da série, que contará com os retornos de Mark Ruffalo como Hulk e Tim Roth como Abominação. Renée Elise Goldsberry (Hamilton) interpretará Amelia e a atriz Jameela Jamil, de The Good Place, foi escalada como a vilã Titânia.

 

I AM GROOT (Série. Marvel/Disney+) - A série animada focará no personagem mais fofo de Guardiões da Galáxia, o Groot.


GUARDIÕES DA GALÁXIA: ESPECIAL DE NATAL (Especial. Marvel/Disney+) - Escrito e dirigido por James Gunn, esse especial natalino dos Guardiões deve chega ao Disney+ no fim de 2022. Não sabemos muito sobre ele, por hora.


HARLEY QUINN: 3ª TEMPORADA (Série. DC/HBO Max) - Criada por Criada por Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey, a série animada mostra versões diferentes dos personagens da DC Comics como o Tubarão-Rei, Era Venenosa - com quem a protagonista tem um relacionamento amoroso - Bane e mais. Além, é claro, do Batman e Coringa. O elenco tem Kaley Cuoco (The Flight Attendant, The Big Bang Theory) no papel principal.


BATGIRL (Filme, DC/HBO Max) - Christina Hodson (The Flash, Aves de Rapina) vai escrever o filme, dirigido por Adil El Arbi e Bilall Fallah, dupla de Bad Boys Para Sempre. A história será focada em Barbara Gordon, aqui interpretada por Leslie Grace (Em um Bairro de Nova York). J.K. Simmons, que interpretou o Comissário Gordon em Batman vs. Superman e Liga da Justiça, está de volta ao papel como pai da heroína e Michael Keaton (Batman) assumirá o manto do Cavaleiro das Trevas novamente. Natalie Holt (Loki) será a compositora.

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“Vigaristas em Hollywood”, “Missão Resgate”, “Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City” e “King Richard: Criando Campeãs” chegaram ao cinema

As férias escolares já começaram e curtir um bom filme na telona do cinema é uma das programações preferidas de toda a família. O Cinemas Teresina está repleto de novidades e nesta quinta-feira (02) tem quatro estreias imperdíveis.

 

“Vigaristas em Hollywood”
“Vigaristas em Hollywood”    Reprodução/Divulgação

 

Uma das novidades é “Vigaristas em Hollywood”. No longa, o produtor Max Barber (Robert de Niro) contrai uma dívida junto do chefe da máfia, Reggie Fontaine (Morgan Freeman), devido ao seu último fiasco cinematográfico. Com a vida em jogo, Max produz um novo filme apenas para matar o protagonista numa acrobacia e cobrar o prémio do seguro. Mas quando Max escolhe Duke Montana (Tommy Lee Jones), não espera que o velho alcoólico se sinta revitalizado perante as câmaras. Incapaz de matar Duke numa acrobacia básica, Max coloca-o em situações cada vez mais perigosas, das quais Duke se vai safando sempre. Até onde irá Max, o produtor falhado, para salvar a sua pele?

 

“Missão Resgate”
“Missão Resgate”    Reprodução/Divulgação

 

Em “Missão Resgate”, depois que uma distante mina de diamantes desmorona na região norte do Canadá, um motorista de caminhão (Liam Neesom) faz o impossível para conseguir atravessar o gelo e resgatar com vida os minerados soterrados durante o acidente. Mas as condições climáticas pioram a cada minuto, tornando a missão cada vez mais difícil.

 

“Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City”
“Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City”    Reprodução/Divulgação

 

Outra estreia é o novo filme de Resident Evil, intitulado “Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City”. Quando a próspera empresa farmacêutica Corporação Umbrella, que atuava em Raccoon City, agora se torna uma cidade fantasma. O êxodo da empresa deixou a cidade cheia de perigos ainda a serem descobertos. Mas quando o mal é liberado, a população local é ameaçada e apenas um grupo de sobreviventes sobra para descobrir o mal que se esconde na cidade e na antiga Umbrella para sobreviver à noite.

“King Richard: Criando Campeãs”
“King Richard: Criando Campeãs”    Reprodução/Divulgação

 

“King Richard: Criando Campeãs” também chega à telona nesta quinta-feira. O filme biográfico é inspirado em Richard Williams, pai das famosas tenistas Serena Williams e Venus Williams. Destinado a fazer de suas filhas futuras campeãs de tênis, Richard (Will Smith) usa métodos próprios e nada convencionais, seguindo sua visão clara que construiu para as filhas Serena (Demi Singleton) e Venus (Saniyya Sidney). Determinado, o pai das garotas vai fazer de tudo para fazer com que elas saiam das ruas de Compton para as quadras do mundo todo.

Além disso, começou no site a pré-venda do aguardado novo filme do Homem-Aranha, que chega ao cinema no dia 16 de dezembro. Vendas no site: http://www.cinemasteresina.com.br/

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 Vida no isolamento, nostalgia oitentista e cinema inspiram projeto do músico paulistano André Luiz 

    Reprodução/Divulgação

 

FITA é um projeto inspirado na música eletrônica dos anos 80, mas vai muito além disso. “Trilhas sonoras de filmes como Drive e Blade Runner são grandes influências nas composições”, conta André Luiz, a mente responsável pelos sons do projeto. Sobre a sonoridade, ele complementa: “acho que as músicas vão desde o synthwave/pop ao som mais etéreo”. 

Depois de 2 EPS, lançados em 2017 e 2018, é chegada a hora do FITA apresentar “Love Odyssey”, primeiro álbum cheio com 11 faixas, que incluem versões remixadas e remasterizadas de algumas músicas dos primeiros EPs, além de inéditas instrumentais. O álbum foi gravado e produzido ao longo de 3 anos, com produção intensificada dentro do período pandêmico. A mixagem e masterização ficaram por conta de Jan Pablo, da banda teresinense, Guardia. “A master, foi feita de forma híbrida, utilizando uma gravador analógico para dar mais punch e a sonoridade retrô da fita cassete”, comenta Jan Pablo.

 

 

O novo trabalho reflete o período turbulento que vivemos e todos os problemas enfrentados durante sua criação. Depressão, separação, doença, desemprego, desilusões, finais, recomeços e todo o caos da pandemia que tomou conta do mundo e da vida das pessoas, ganham uma trilha sonora nostálgica e ao mesmo tempo futurista. “As novas músicas contam uma odisseia, a jornada através desses momentos conturbados. São mais frias e minimalistas, sem apelos pop e com um tom sério e apocalíptico, inspiradas nos estilos synthwave, vaporwave, IDM e bandas como Survive, Kraftwerk, New Order e Daft Punk”, explica André Luiz.

O álbum começa com “Matinê”, canção já lançada como single em outubro deste ano, e conta com 5 versões remasterizadas e remixadas de canções dos primeiros EPs, entre elas “Take me for a ride tonight”, única faixa com vocais do álbum, que foi lançada no primeiro EP do projeto e conta com a participação de Adriana Marroni do grupo HungryGilli, cantando. Mais 5 temas inéditos instrumentais completam o álbum, que está sendo lançado pelo selo Tudo Muda e deve ganhar versão em K7 em Dezembro de 2021.

Ouça o álbum no seu stream favorito, os principais ai: SpotifyBandCampYoutubeDeezerApple. Vários outros disponíveis aqui.

 

Acompanhe o FITA no Instagram.

 

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Saiu a lista, confira! · 01/12/2021 - 13h43

13º Salão de Humor divulga os desenhos finalistas deste ano


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A lista com os desenhos selecionados pode ser conferida no site do evento. Os trabalhos premiados só serão divulgados em live no dia 10 de dezembro

 

 

O 13º Salão de Humor Medplan e Humana Saúde divulgou os trabalhos finalistas deste ano. Artistas de cinco continentes e cerca de 50 países enviaram obras criativas e instigantes sobre o tema deste ano que é “Superação”. Os artistas inscreveram trabalhos nas categorias charge/cartum, caricatura, história em quadrinhos/tirinhas e ainda no Salãozinho, modalidade especial, voltada só para as crianças. Os desenhos selecionados podem ser conferidos no site oficial do Salão: www.salaodehumor.com   

"Como sempre os artistas se superaram em criatividade e humor a partir do tema proposto pelo Salão. Os jurados tiveram muito trabalho para escolher os melhores desenhos. Pela qualidade das obras, teve categoria que ficou empate e foi necessária uma nova rodada de votação para elegermos o desenho finalista, revelou o cartunista Jota A, curador do evento.



Entre os selecionados estão trabalhos vindos da Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Azerbaijão, Bélgica, Bulgária, Colômbia, Egito, Eslováquia, Espanha, Estados Unidos, Estônia, Grécia, Índia, Irã, Israel, Itália, México, Peru, Polônia, Portugal, Romênia, Turquia e Ucrânia.


Além da participação de artistas de todo o mundo, uma marca registrada do Salão de Humor, o tema deste ano - Superação - mobilizou a criatividade, trazendo como destaque a luta contra o novo coronavírus, a importância da vacinação, defesa do meio ambiente, saúde mental, crítica social, todos temas muito atuais, além de outros.

"Anualmente nos reunimos para discutir o tema do Salão e esse ano o tema não poderia ser diferente. Queríamos mostrar, através dos desenhos, que o mundo está buscando superar as adversidades," disse o curador.



Categorias e prêmios



Este ano, o evento traz R$ 15 mil em prêmios nas modalidades: charge/cartum, com o 1º colocado sendo premiado com R$ 5.000,00 e o 2º com R$ 3.000,00. Já na categoria caricatura, o vencedor levará R$ 2.000,00 e o prêmio para quem fez o melhor quadrinho/tirinha será também de R$ 2.000,00. O concurso conta ainda com o Prêmio Internet no valor de R$ 2.000,00, que premiará a escolha feita pelos internautas no período de 22 a 26 de novembro, quando aconteceu a votação no site do Salão.



4º Salãozinho de Humor



Com o objetivo de estimular a participação da criançada, o Salão de Humor traz em paralelo o Salãozinho de Humor, em sua quarta edição, este ano com o tema Superação. Crianças de 06 a 12 anos inscreveram até dois trabalhos inéditos nas linguagens do cartum/charge, caricatura ou quadrinhos/tirinhas. Entre os desenhos concorrentes este ano, temos obras vindas da Turquia, Egito e Brasil. O primeiro lugar será premiado com R$ 600,00 e o segundo lugar com R$ 400,00, respectivamente.

Premiação 

A divulgação dos trabalhos premiados acontece em live no dia 10 de dezembro, a partir das 19 horas em canal do YouTube.

 

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Suave, é o projeto do artista paulista não binário Rés Cruzatto, novo integrante do cast do selo Hominis Canidae REC.

 

    Reprodução/Divulgação


Partindo de uma proposta de ressignificar o próprio conceito de identidade, rés, artista não-binárie responsável pelo projeto experimental suave, nos convida a uma revolução de corpo e mente. Utilizando misturas imprevisíveis de ritmos como samba, jazz, funk e lo-fi, suave nos leva a questionar nosso modo de pensamento binário e suas fáceis e quebradiças verdades. sua arte é fonte de potência para destruir sistemas de opressão da vida e criar novas formas de se estar no mundo.

 

Iniciado em 2017, o projeto atraiu a atenção do bandcamp, onde já apareceu duas vezes em especiais da rádio oficial da plataforma: a primeira em 2018, com “de resistir até reexistir”, do álbum de lançamento também chamado suave, e a última com o mais recente lançamento chamado “brasil, um sonho intenso”, com a faixa “aquecimento da massa”. Isso atraiu atenção da imprensa internacional, o que levou a uma resenha no site Sound And Colours e outras aparições. Ambos os trabalhos foram resgatados para os streams pelo Hominis Canidae REC.

 

“suave”, lançado no começo de 2018, tem 11 faixas com colagens sonoras que visitam e misturam a mpb e o samba, com experimentações ambientes lo-fis. Em meio a toda instrumentação, frases de efeito retiradas de vídeos do youtube e palestras de pensadores brasileiros alinham o som com o pensamento subversivo do projeto (ouça nos streams aqui).

 

 

“brasil, um sonho intenso” foi lançado em agosto de 2020, em meio ao caos epidêmico e carregado de influências sonoras do funk, da África, em meio a experimentos eletrônicos e memes. A carga política se faz presente em falas que remetem a banalização do capitalismo e a precarização da vida. (ouça no seu stream favorito aqui).

Agora, o projeto apresenta seu novo single “auto-obsolescência programada", canção eletrônica com pitadas de subversão a MPB e por que não, também uma homenagem. "Nesse som quis passar a visão do quanto o capitalismo, sob uma fachada de liberdade e progresso tecnológico, esconde em seu âmago o exato oposto: o aprisionamento dos modos de vida; os vícios; as respostas e recompensas fáceis", explica Rés Cruzatto, que criou, produziu e mixou a faixa na solidão do mundo pandêmico.

Saiba mais e acompanhe Suave aqui.

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Financiamento coletivo traz edição impressa de obra ganhadora do Prêmio ABERST

 

    Reprodução/Divulgação

 

A Editora Draco lança campanha para publicar a edição impressa da noveleta “Mata-mata - Versão estendida”, do escritor e roteirista Zé Wellington. “Mata-mata” foi originalmente lançado como e-book transmídia no final de 2020, e fez sucesso nas plataformas digitais ao ponto de conquistar o Prêmio ABERST de Literatura 2021, categoria Narrativa Curta de Crime.

 

“Mata-mata” é uma história policial ambientada no interior do Ceará. Em décadas passadas, o estado viveu o auge da era da pistolagem. Políticos guerreavam muito além do campo das palavras, utilizando matadores profissionais para silenciar adversários. Os controversos “pistoleiros” ganharam fama no período e eram temidos principalmente nas pequenas cidades. O livro toma esse contexto como plano de fundo para uma história sobre relações familiares.

 

Além de ser um projeto de literatura, “Mata-mata” contou com ilustrações de Rafael Dantas, trilha sonora exclusiva pelo músico Rafael Cavalcante e um podcast produzido pelo Iradex e pela 20a20 Produtora, que encena um dos trechos da narrativa. A edição impressa também irá ampliar a obra, explorando os acontecimentos anteriores e posteriores à história original.

 

A campanha de financiamento traz ainda a coletânea de contos “Assombros”, que reúne boa parte da produção literária de Zé Wellington. São histórias de horror e suspense com elementos de ficção científica e fantasia, povoadas por criaturas fantásticas como alienígenas, zumbis, sacis e monstros mitológicos.

 

Os interessados podem apoiar para receber “Mata-mata - Versão estendida”, “Assombros” e todas as histórias em quadrinhos de Zé Wellington publicadas pela Draco. Confira o link da campanha: http://www.catarse.me/matamata 

 

"Mata-mata - Versão estendida" tem 112 páginas, formato 14 x 21 cm, papel pólen bold, capa cartonada com orelhas.

 

"Assombros" tem 144 páginas, formato 14 x 21 cm, papel pólen bold, capa cartonada com orelhas.

 

Link da campanha:

 

http://www.catarse.me/matamata

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Livros · 28/11/2021 - 09h28 | Última atualização em 28/11/2021 - 13h13

Morada, te faço – Renata Flávia


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Você pode até não gostar de ficar em casa, mas, com certeza, foi o lugar em que você mais esteve nos últimos meses de pandemia. Tudo bem que agora não é uma questão de ordem e muitos já se sentem à vontade para circular; todavia, outros ainda permanecem em isolamento.

 

    Reprodução/Divulgação

 

Foi nesse imperativo de ficar em casa que Renata Flávia, na ânsia de expressar seus sentimentos, achou de escrever “Morada, te faço”. Na apresentação, a autora expressa suas tentativas de preencher o tempo vazio gerado pelo isolamento e, apesar das tentativas, a poesia não foi a sua primeira opção, foi a última, na verdade, resultando em “Morada, te faço”.

O e-book é dividido em três partes: Céu, Concha e Corpo. Coincidentemente, três lugares de morada, subjetivas ou não. Achei muito pertinente colocar esses três lugares como morada – assim entendidos por mim; alguns já encontram-se fazendo morada no céu, outros encontram conforto em alguns corpos, há aqueles que encontram lar em si mesmos, fechados que nem concha. 

    Reprodução

 

Eu diria que o e-book é uma ode à morada, à nossa casa, ao lugar em que nos sentimos lar; seus poemas tratam das várias visões e percepções de lar. Renata Flávia descreve a morada de uma forma tão poética que chega a nos transportar para sua morada.

Para adquirir o e-book, que é distribuído de forma gratuita, basta acessar o formulário do Google disponível no Instagram da autora ou no link que segue abaixo. Bom, você pode fazer contribuições que ela sugere no e-mail que manda junto a obra. Caso você possa, faça a contribuição, uma forma de valorizar a arte.

E-book Grátis - Inscreva-se para receber o Morada, te faço

Renata Flávia é teresinense e já lançou outros dois livros:  Mar Grave (2018) e Lustre de Carne (2019), ambos pela Editora Moinhos.

Texto Dani Marques.


Fonte: Noise Land
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Música Piauiense · 28/11/2021 - 09h21

Resenha | Káfila – Necropolítica


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    Reprodução/Divulgação

 

O povo brasileiro passa pela fase mais negativa de sua existência se sujeitando ao pior governo de sua história. E isso é um exemplo claro da malignidade que o conceito da “necropolítica” vem sendo aplicado em nosso país. Para agravar a situação fomos acometidos por uma epidemia de caráter mundial, limitando no mínimo com isso as ações de protesto. Nessas circunstâncias, no meio musical, o punk rock sempre foi o bastião da sociedade oprimida com sua posição política bem definida. É um fato.

Este artigo foi escrito originalmente no blog Noise Land.

Mesmo sem poder contrapor, ir às ruas para protestar, organizar eventos; sobrou o verbo como arma mais contundente e isso pouquíssimos, até então, o souberam fazer com propriedade e qualidade. “Necropolítica”, o título do recente EP do veterano trio punk/hardcore piauiense Káfila, me impressionou bastante. A banda tem história para contar e referências de sobra – como indicador respeitável tá inclusa no rol dos bons sons punk/hardcore como Cólera, R.D.P., Pastel de Miolos, Karne Krua, Rotten Flies, etc.

 O discurso em forma de protesto contundente das faixas “O Palhaço”, com boas guitarras e o refrão grudento “O palhaço te enganou, otário!”, “Permanecer ou Não” e “Familicia” vão direto ao assunto apontando o dedo contra o fascismo miliciano assentado no Planalto; como todos nós gostaríamos de dizer e não tivemos capacidade. Completa o disco a nova versão para a sugestiva música “Sinto Muito”. Até agora meus ouvidos desconhecem outra banda ou artista que tenha sido tão visceral.

Além disso, o velho clichê se aplica fortemente aos três experientes músicos do quanto mais velho melhor. Pois é, ao longo de sua trajetória a sonoridade ficou mais apurada – embora não haja muita concessão no gênero musical – e uma produção muito bem ajustada nesse play, créditos para o Rubens Lerneh.  A participação dos conterrâneos punkster Jairo Mouzzez (Kandover), Heitor Matos (Cianeto HC) e Chakal Pedreira (Obtus) deram um “plus” nesse petardo de seis minutos. Para fechar, o EP inaugura o selo da banda e uma capa sensacional assinada por Assis Machado.

Segundo a filosofia oriental, o sofrimento e a mudança são partes do desenvolvimento do ser-humano para que se torne melhor, mas de forma alguma nos aconselha a ficar com os braços cruzados!

Um discaço! Altamente recomendado.

*Jesuíno André

**Jesuíno André é um dos idealizadores do podcast Meu Sons e um dos responsáveis pela criação do memorável fanzine Musicland. Produtor cultural da cena rock independente de João Pessoa – PB e um dos criadores do selo musical Musicland Records.

 

 

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Promoção está acabando! · 25/11/2021 - 14h37

Big Mac por R$ 0,90 só na Méqui Friday 2021


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De terça-feira (23) até sexta-feira(26), o McDonald’s e o Mercado Pago oferecem aos consumidores a oportunidade de garantir Big Mac ou McChicken Bacon por menos de R$ 1,00 ou ainda um Quarterão ou Cheddar McMelt por R$ 1,90 

 

 

A Méqui Friday 2021 traz mais uma semana recheada de ofertas para quem quer matar a fome de Méqui e ainda fazer um ótimo negócio. Por meio de descontos no app McDonald’s, descontos no iFood ou vantagens para quem paga com Mercado Pago, a marca oferece aos consumidores várias ofertas imperdíveis.

Pagando com o app Mercado Pago através do Código QR Mercado Pago, o cliente pode adquirir clássicos da marca por preços supercompetitivos. De 23/11 a 26/11/21, será possível garantir o clássico dos clássicos, o Big Mac, por apenas R$ 0,90, ou um McChicken Bacon pelo mesmo preço. Já o Quarterão ou Cheddar McMelt podem sair por R$ 1,90.

Para aproveitar, é preciso realizar o pagamento pelo Código QR Mercado Pago via app do Mercado Pago, onde os descontos serão aplicados automaticamente.

Quem ainda não tem o App do Méqui, pode aproveitar a oportunidade para fazer o download, se cadastrando pela primeira vez e garantindo um cheeseburguer “na faixa”, além de aproveitar uma série de cupons com ótimos descontos. O app do McDonald 's está disponível para download em todas as lojas de aplicativos. Para os consumidores que desejam ficar por dentro da Méqui Friday, a dica é se cadastrar para receber as ofertas da marca conforme forem disponibilizadas ao público.

A marca também terá ofertas relâmpago a partir de R$0,99 no app do iFood ao longo da semana, então vale ficar de olho para garantir sobremesas, acompanhamentos e sanduíches com preços super especiais.

“Em mais uma semana imperdível de Méqui Friday estamos oferecendo aos fãs da marca oportunidades de fazer ótimos negócios em todos os nossos canais. Seja no balcão, no Drive-Tudo ou pelo Delivery. Temos opções para os mais variados perfis e que foram pensados para reforçar nossa parceria com o cliente”, explica João Branco, VP de Marketing do McDonald’s Brasil.

Outras vantagens surpreendentes continuarão a ser anunciadas pela rede até o fim do período. Para mais informações sobre o McDonald’s, acesse www.mcdonalds.com.br.

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Evento “Somos todos Black” acontece nesta sexta-feira (26), no Clube dos Diários  

  

    Divulgação

 

A cultura afro-brasileira apresenta um conjunto de características que exaltam a força, o compartilhamento da história e riqueza cultural de povos africanos com a identidade do Brasil. Desta forma, o UNINASSAU - Centro Universitário Maurício de Nassau, em Teresina, apresenta o evento “Somos todos Black”, iniciativa da Instituição em parceria com a Secretaria do Estado de Cultura (Secult) e com os Circuitos Urbanos de Intervenções Artísticas - CUIA. O encontro tem entrada gratuita e acontece na próxima sexta-feira (26), das 14h às 21h, no Clube dos Diários.  

O evento está na sua 2ª edição e conta com a coordenação dos cursos de Arquitetura e Urbanismo, História e Gastronomia do Centro Universitário. A professora e coordenadora do curso de Arquitetura, Patrícia Mendes, explica que a proposta do evento é imergir aos profundos valores humanos para trazer à tona a conscientização sobre a cultura afro-brasileira presente nas mais diversas esferas da sociedade.  “Nesse evento, vamos discutir a arte e cultura social na nossa cidade, com exibição de documentários, exposições, roda de poesias, músicas, realização de mesas redondas, além de minicurso gastronômico e degustação da culinária afro-brasileira”, reforçou Patrícia.  

Consciência Negra  

O "Dia Nacional da Consciência Negra" é celebrado em 20 de novembro. A celebração foi criada em 2003 como efeméride, a ser incluído no calendário escolar, até ser oficialmente instituída em âmbito nacional mediante a Lei nº 12.519, de 10 de novembro de 2011.  A data foi escolhida por coincidir com o dia atribuído à morte de Zumbi dos Palmares, em 1695, que foi um dos maiores líderes negros do Brasil e que lutou pela libertação do povo contra o sistema escravista.

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Muitas novidades marcam a quinta-feira (25) de estreia no Cinemas Teresina. Tem animação, aventura, drama e comédia entrando em cartaz. "Clifford - O Gigante Cão Vermelho" terá pré-estreia neste sábado (27) e domingo (28). Além disso, estreiam "Imperdoável", "Casa Gucci", "Encanto" e "A Sogra Perfeita".

Clifford: O Gigante Cão Vermelho
Clifford: O Gigante Cão Vermelho 

 

Em "Clifford: O Gigante Cão Vermelho", a estudante do ensino médio Emily Elizabeth (Darby Camp) conhece um criador de animais mágico (John Cleese) que lhe dá um cachorrinho vermelho. Entretanto, ela nunca imaginou acordar e encontrar um cão gigante de três metros em seu pequeno apartamento em Nova York. Enquanto sua mãe (Sienna Guillory) está viajando a negócios, Emily e seu tio divertido Casey (Jack Whitehall) vão viver uma grande aventura pelas ruas de Nova York com a chegada do novo membro da família.

"Imperdoável"  

 

O drama "Imperdoável" é a nova aposta da Netflix com Sandra Bullock. Inspirado na minissérie de mesmo nome, Unforgiven acompanha Ruth Slater após cumprir seu tempo na prisão por um crime violento. Ao voltar para o convívio na sociedade e se recusar a perdoar seu passado por ter sido discriminada no seu lar, sua única esperança agora é encontrar a irmã que ela foi forçada a deixar para trás.

 

Casa Gucci
Casa Gucci 

 

Outro drama que entra em cartaz é "Casa Gucci" com Lady Gaga no elenco. O filme é baseado na história de Patrizia Reggiani, ex-mulher de Maurizio Gucci, membro da família fundadora da marca italiana Gucci. Patrizia conspirou para matar o marido em 1995, contratando um matador de aluguel e outras três pessoas, incluindo o terapeuta. Ela foi considerada culpada e condenada a 29 anos de prisão. Quase 3 décadas de amor, traição, decadência, vingança e assassinato, o filme revela a importância e poder que o nome Gucci carrega e o quanto a família faz para ter o controle.

 

Encanto
Encanto 

 

Para a criançada e toda família tem "Encanto", a nova animação da Disney. A história se passa na Colômbia, sobre a extraordinária família Madrigal, que vive escondida em uma região montanhosa isolada, conhecido como Encanto. A magia da região abençoou todos os meninos e meninas membros da família com poderes mágicos, desde superforça até o dom da cura. Mirabel é a única que não tem um dom mágico. Mas, quando descobre que a magia que cerca o Encanto está em perigo, ela decide que pode ser a última esperança de sua família excepcional.

 

A Sogra
A Sogra 

 

Para quem curte comédia nacional, a indicação é "A Sogra Perfeita". No longa, Neide (Cacau Protásio) é uma mulher de 40 e poucos anos que se separou do marido há pouco tempo e sonha em aproveitar a vida de solteira. Dona de um badalado salão de beleza do subúrbio de São Paulo, ela colocou seus dois filhos na faculdade, mas o mais novo, Fábio Junior (Luis Navarro), não dá nem sinal de sair de casa. Para enfim alcançar a tão sonhada liberdade, ela decide treinar uma funcionária para ser a esposa perfeita para seu filho.

 

Saiba mais, clicando aqui.

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Ficção Científica Brasileira · 25/11/2021 - 13h48 | Última atualização em 25/11/2021 - 14h17

Longa nacional 'Contos do Amanhã' estreia nos cinemas dia 9 de dezembro


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Aventura adolescente entra em cartaz na semana da Ficção Científica Brasileira

 

Jeferson (Bruno Barcelos) em 1999 - crédito: Bactéria Filmes
Jeferson (Bruno Barcelos) em 1999 - crédito: Bactéria Filmes 

 

O longa de ficção científica "Contos do Amanhã", escrito e dirigido por Pedro de Lima Marques, estreia em circuito comercial nas principais capitais brasileiras a partir do dia 9 de dezembro. Em 2165, o sequestro de Michele Medeiros (Daiane Oliveira) coloca a cidade-estado Porto 01, o último reduto humano, em guerra. Jeferson (Bruno Barcelos), um adolescente que vive em 1999, na véspera do bug do milênio, recebe misteriosos áudios do futuro. Com uma Internet muito lenta, ele precisará encontrar uma forma de salvar a humanidade. Informações no site contosdoamanha.com.br.

A produção nacional entra em cartaz na semana do dia 11 de dezembro, Dia da Ficção Científica Brasileira, em homenagem ao nascimento do escritor Jeronymo Monteiro (1908-1970), considerado o pai da ficção científica nacional. Aventura adoslescente recheada de efeitos visuais e referências aos anos 1990, "Contos do Amanhã", conta com um elenco de mais de 100 atores e figurantes - escolhidos em uma chamada pública que reuniu mais de 700 candidatos.

Confira o trailer:

 

Passado e futuro colidem no filme que reconstitui 1999, com computadores 486 e internet discada, enquanto imagina o mundo do século XXII com naves e aparatos high-tech. "Tenho a intenção de propor um caminho narrativo e estético diferente - que viabilize novos universos", diz Pedro de Lima Marques, que estreia na direção de longas. Entre as referências citadas pelo cineasta estão os animes "Ghost in the Shell" e "Akira" e os filmes da série "Matrix".

Veículos e cenários virtuais foram criados pelo próprio diretor em sua empresa de efeitos visuais, a Forno FX. "Podemos criar mundos novos. Não é um monopólio do estrangeiro", acredita Pedro. “E pode ser da nossa forma, do nosso jeito”, conclui. O trabalho começou ainda em 2014, com filmagens em Porto Alegre, litoral e serra gaúcha. Toda a pós-produção foi feita no Brasil. Com baixo orçamento e muita criatividade, Pedro estima que mais de 500 planos do filme tiveram algum retoque digital.

O filme chega aos cinemas brasileiros depois de colecionar 27 seleções e 15 prêmios em festivais de cinema de gênero em 12 países, incluindo o Boston Sci-fi Film Festival, um dos mais importantes eventos da categoria. Já a curadoria do Other Worlds Film Festival (EUA), de onde o longa saiu com o prêmio de melhor direção de arte, descreve o longa como um coming of age "Matrix", com menos lutas e mais romance. Além de visões do futuro, o protagonista tem que lidar com seus relacionamentos que não engrenam, as provas do colégio e as preocupações exageradas de sua mãe.

Contar histórias fantásticas para o mundo é o lema de Daniela Israel, que assina a produção. "O nosso desafio é construir um cinema brasileiro de ficção científica - um cinema acessível e que dialogue com o público e fãs do gênero", explica. A produtora executiva Luciana Druzina vê o lançamento nos cinemas como uma grande oportunidade para colocar em destaque o cinema sci-fi nacional. "Queremos sensibilizar o máximo de pessoas para divulgar e prestigiar a ficção científica feita aqui, principalmente nesta data tão especial para nós que é o Dia da Ficção Científica Brasileira", reforça Luciana.

 

"Contos do Amanhã" é uma realização da Bactéria Filmes, com coprodução da Druzina Content, e associação com o estúdio de pós-produção Forno FX. A distribuição é da Europa Filmes, em colaboração com Araçá Filmes e Cavideo, com financiamento do Fumproarte da Secretaria Municipal de Cultura - Prefeitura de Porto Alegre.

    Bactérias Filmes

 

Para saber mais, clique aqui.

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Inscrições Abertas · 19/11/2021 - 13h39 | Última atualização em 19/11/2021 - 13h40

Projeto segue com inscrições abertas para mulheres cegas e com baixa visão


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Inscrições encerram dia 30 de novembro e o objetivo é prepará-las para o mercado de trabalho como empreendedoras

 

 

O projeto Mulheres de Visão continua com inscrições abertas para a nova turma de capacitação profissional e humana para mulheres cegas e com baixa visão até o dia 30 de novembro. O objetivo da iniciativa é proporcionar às mulheres conhecimento para criarem oportunidades trabalhando como empreendedoras, possibilitando atender às demandas do mercado com negócios acessíveis. Podem participar interessadas que tenham entre 17 e 29 anos e o pré-cadastro para a turma 2022 pode ser realizado no seguinte link: https://shortest.link/1Bub

 

Durante as aulas, as participantes serão acompanhadas por mentores experientes e especializados na criação e desenvolvimento de negócios. Iraildon Mota, coordenador do Projeto, reforça que o Mulheres de Visão nasce com o objetivo de fazer mais do que empoderar e ampliar a renda de mulheres cegas e com baixa visão. “Nosso desafio é romper os limites buscando possibilidades”, externa. Ele ainda acrescenta que “as melhores iniciativas serão transformadas em negócios que irão compor o portfólio de serviços ou produtos acessíveis”, compartilha.

 

Importante ressaltar que os empreendimentos criados passarão por uma fase de teste para medir a capacidade de gestão das mulheres e a viabilidade do negócio. Com o acompanhamento adequado e especializado, as participantes terão oportunidades para aprender como atender demandas de mercado na área de acessibilidade.

 

Primeira turma de mulheres cegas do projeto conclui curso

 

 

Tornar o mercado mais acessível é fundamental para uma sociedade mais inclusiva, permitindo oportunidades iguais para todos. Recentemente, aconteceu a colação de grau da primeira turma de mulheres cegas e com baixa visão do projeto. O momento representou avanços importantes na luta feminina e pela igualdade. São mulheres empreendedoras aptas e especializadas para atuar no mercado como geradoras de emprego e renda.

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Paixão Nacional · 19/11/2021 - 13h07

Ofertas e lançamentos exclusivos em Especial de Cafés


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    Reprodução/Divulgação

 

•    Rede destaca linhas premium e campanha promocional “Leve 4 pague 3” em cápsulas para cafés, reforçando sortimento e preços diferenciados da categoria
•    Revista digital conta curiosidades do café no Brasil, fatos históricos, preferências de consumo em diferentes regiões do país, além de receitas de drinks


Que o café é uma paixão nacional dos brasileiros, não é surpresa – não à toa o Brasil é o segundo maior consumidor de café do mundo, de acordo a Associação Brasileira da Indústria de Café. E, para celebrar a bebida, o Pão de Açúcar, que é referência na categoria no varejo brasileiro, traz novamente o Especial de Cafés, que vai até 21 de novembro. A ação promocional conta com uma revista digital que leva o tema ‘Um país que respira café’ e inclui curiosidades sobre o café no Brasil, fatos históricos, explicações sobre os diferentes tipos de café, história da bebida e ofertas, além de um quiz e receitas especiais para testar em casa.


“No período de janeiro a setembro deste ano crescemos 12% na venda de cafés, comparando ao mesmo período do ano passado, e vimos um maior interesse dos consumidores do Pão de Açúcar pelas linhas premium, pelo sortimento diferenciado e preços atraentes que a rede oferece”, conta Silvia Laliny, Gestora da Categoria de Cafés do Pão de Açúcar. Já quando o assunto é o formato, as opções de cápsulas são o grande destaque: “sem dúvida, as cápsulas de café são as queridinhas do cliente Pão de Açúcar, com crescimento de 12% de janeiro a setembro deste ano, comparando com o mesmo período do ano passado. Nossos clientes sabem e confiam no sortimento da rede, tanto que temos uma grande fidelização de consumidores na categoria. Por isso, nossa grande aposta nesta edição do Especial de Cafés é a campanha de cápsulas, reforçando a preferência do nosso consumidor e a posição do Pão de Açúcar como referência na categoria”, complementa Silvia.


Todos os cafés em cápsulas de mesma marca e tipo entram na dinâmica “Leve 4 e Pague 3” (exceto Illy e Starbucks). Um grande destaque é o lançamento exclusivo na rede do microlote Orfeu Vinicius de Moraes, homenagem da marca ao poeta e músico. Entre as características do lançamento, estão corpo médio e sabor doce, com uma acidez macia e notas tropicais. Apresenta versões torrado e moído (250g), drip cofee (100g), grãos (250g) e cápsulas para cafés (caixa com 10 unidades). 


Os clientes podem conferir os conteúdos desenvolvidos para o Especial de Cafés – Um país que respira café no e aproveitar cafés em diferentes formatos e para todos os gostos com descontos na rede.

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No domingo (21) ainda terá exibição especial de Harry Potter e a Pedra Filosofal em comemoração aos 20 anos do filme

 

Dois lançamentos estreiam no Cinemas Teresina “Ghostbusters: Mais Além” e “Noite Passada em Soho”. Além disso, o cinema traz a exibição especial de Harry Potter e a Pedra Filosofal em comemoração aos 20 anos de estreia no cinema.

 

Em “Ghostbusters – Mais Além”, uma mãe solteira resolve se mudar para uma pequena cidade do interior com seus filhos. Ao chegar na nova casa, ainda sem saber ao certo o que vai acontecer, ela e seus filhos acabam descobrindo uma conexão com os Caça-Fantasmas originais e o que o seu avô, um dos integrantes dos Caça-Fantasmas, deixou para trás como legado para sua família. Mas nem tudo é brincadeira, com a descoberta de objetos e a chegada à casa, acontecimentos paranormais começam a acontecer e só tem um jeito de acabar com eles: chamando os Caça-Fantasmas!

 

 

“Noite Passada em Soho” acompanha Eloise (Thomasin Mckenzie), uma jovem apaixonada por design de moda que consegue, misteriosamente, voltar à década de 1960. Lá, ela encontra Sandy (Anya Taylor-Joy), uma deslumbrante aspirante a cantora por quem é fascinada. O que ela não contava é que a Londres dos anos 1960 pode não ser o que parece, e o tempo passa cada vez mais a desmoronar, levando a consequências sombrias.

Exibição especial - Harry Potter e a Pedra Filosofal

 

O bruxinho mais amado do mundo está de volta à telona em comemoração aos 20 anos do filme a Pedra Filosofal. A exibição especial será em 3D e já teve todas as sessões esgotadas no Cinemas Teresina.

No filme, Harry Potter (Daniel Radcliffe) é um garoto órfão de 10 anos que vive infeliz com seus tios, os Dursley. Até que, repentinamente, ele recebe uma carta contendo um convite para ingressar em Hogwarts, uma famosa escola especializada em formar jovens bruxos. Inicialmente Harry é impedido de ler a carta por seu tio Válter (Richard Griffiths), mas logo ele recebe a visita de Hagrid (Robbie Coltrane), o guarda-caça de Hogwarts, que chega em sua casa para levá-lo até a escola. A partir de então Harry passa a conhecer um mundo mágico que jamais imaginara, vivendo as mais diversas aventuras com seus mais novos amigos, Rony Weasley (Rupert Grint) e Hermione Granger (Emma Watson).

Para saber mais, clique aqui.

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McChicken ou Duplo Barbecue por R$ 1,90 e Big Mac ou McChicken Bacon por R$ 2,90 são algumas das ofertas já disponíveis para os consumidores

 

 

A Méqui Friday 2021 começou com promoções em todos os canais do McDonald’s. Por meio de cupons no app, descontos no iFood e vantagens para quem paga com Mercado Pago, a marca vai oferecer aos consumidores uma variedade de ofertas para matar a fome de Méqui.

Pagando com o Mercado Pago, o cliente pode adquirir clássicos da marca por preços super competitivos. De 16 a 22/11, é possível garantir seu McChicken ou Duplo Barbecue por R$ 1,90, já o Big Mac ou McChicken Bacon por R$ 2,90 e o Quarterão ou Cheddar McMelt  por R$ 3,90. Para aproveitar, é preciso realizar o pagamento pelo Código QR no aplicativo do Mercado Pago, onde os descontos serão aplicados automaticamente.

Quem ainda não tem o App do Méqui, pode aproveitar a oportunidade para fazer o download e garantir um cheeseburguer “na faixa”, além de aproveitar uma série de cupons com ótimos descontos. Para os consumidores que desejam ficar por dentro da Méqui Friday, a dica é se cadastrar aqui para receber as ofertas da marca conforme forem disponibilizadas ao público. 

Este ano, a comunicação das ofertas conta com a participação do cantor Dilsinho, que estrela os filmes do McDonald’s e apresenta o hit Ótimo Negócio, uma versão de seu principal sucesso, que vai destacar justamente como as promoções preparadas para essa época são perfeitas para quem ama o Méqui. 

Quem deseja aproveitar as ofertas sem sair de casa pode aproveitar as opções disponíveis no iFood. 

A marca também terá ofertas relâmpago no app ao longo da semana, então vale ficar de olho para garantir sobremesas, acompanhamentos e sanduíches com preços super especiais. 

Para o VP de Marketing do McDonald’s, João Branco, a Méqui Friday já é um período muito esperado pelo público e uma oportunidade da marca para estreitar seu relacionamento. “Queremos que o público aproveite o período para garantir seus produtos preferidos com um ótimo custo-benefício e com muita conveniência, por isso, estamos olhando para todos os canais da marca e trazendo variedade de ofertas por um período estendido. Assim, é possível escolher qual a mais atrativa e como você prefere fazer sua compra”.  

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Novo título infantil de Isa Colli será apresentado ao público em live, no dia 23 de novembro

 

 

O Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil (23/11) será marcado por uma ação muito importante: é a data escolhida pela escritora Isa Colli para lançar o livro “Tulipa Glória e sua amiga Vitória”, em parceria com o Instituto Ronald McDonald. A obra conta a história de amizade entre uma semente e uma menina que está em tratamento contra a leucemia.

 

“É uma fábula encantadora que fala de amor, solidariedade e da superação desta doença tão dolorosa e ao mesmo tempo tão comum entre crianças”, adianta a autora.

 

Lançamento virtual

 

O lançamento acontecerá em uma live, às 15h do dia 23, no canal da editora Colli Books no YouTube. Irão participar do evento virtual a escritora Isa Colli, o superintendente do Instituto Ronald, Chico Neves, e oncologistas infantis que terão seus nomes confirmados em breve.

 

“Esse projeto foi concebido com muito carinho e é maravilhoso vê-lo sair do papel. Vamos doar um percentual das vendas ao Instituto Ronald para ajudar no tratamento de crianças com câncer. Espero que todos participem da live para saber os detalhes dessa nossa iniciativa”, disse Isa Colli. 

 

Números preocupam

 

Assim como em países desenvolvidos, no Brasil, o câncer já representa a primeira causa de morte (8% do total) por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos.

 

O tratamento precoce tem sido fundamental para reverter esse quadro e salvar vidas. Nas últimas quatro décadas, o progresso no tratamento do câncer na infância e na adolescência foi extremamente significativo. Hoje, em torno de 80% desses pacientes acometidos pela enfermidade podem ser curados, se diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados. A maioria deles terá boa qualidade de vida após o tratamento adequado.

 

A ideia da escritora Isa Colli, que já superou dois cânceres, é desmistificar a doença, levando inclusive o tema para a sala de aula. Além do livro, o projeto conta com material de apoio didático para professor e aluno, além de uma linda trilha sonora.

Autora: Isa Colli
Autora: Isa Colli    Foto: Allie Vidal

 

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Seleção faz parte de ação do Mês da Consciência Negra e inclui acesso a conteúdos que celebram a negritude para assinantes
 

 

No mês da Consciência Negra, a Amazon lança a página dedicada a negócios de empreendedores negros. O objetivo é ampliar a diversidade de vendedores e de produtos para a comunidade preta. Aqui você encontra itens de moda, maquiagem para diferentes tonalidades de peles negras, produtos para cabelos cacheados e crespos, arte e decoração da casa e mais da cultura negra.

Para particiar precisa se inscrever para receber todas as novidades ou baixar o app da Amazon e ativar as notificações.

Segundo a Amazon, as novidades da página de empreendedores negros começaram no dia 1º de novembro.

"Comprar online oferece agilidade na entrega, além de poder escolher entre a grande variedade de produtos, comparar preços e garantir as melhores ofertas em itens da cultura negra" Amazon.

Se a pessoa for assinante ou assinar o Amazon Prime, terá acesso a ofertas e descontos exclusivos, frete GRÁTIS para todo o Brasil, sem valor mínimo de compra, em produtos com selo Prime, além de ter acesso a filmes, séries, músicas e outros benefícios incluídos na assinatura por apenas R$9,90/mês ou 89,90/ano. 

Saiba mais, clicando aqui.
 

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Disponível no Disney Plus! · 16/11/2021 - 16h02 | Última atualização em 16/11/2021 - 16h03

Crítica | Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis é o filme mais divertido da Marvel Studios


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“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” é uma viagem muito divertida e envolvente de assistir.

    Disney/Marvel Studios

 

Por causa ainda da Pandemia, nunca mais entrei dentro de um cinema. Pelo menos até o momento penso que ainda não seja oportuno eu fazer isso. 2021 fez algo em mim que pensei que havia perdido: ser paciente. 

Estava com expectativas baixas para saber como a Marvel trabalharia sua fase quatro nas telonas, “Viúva Negra” foi abaixo da média  era uma história que não tinha peso em relação às tramas que envolve todo o UCM e “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” perdeu o brilho por causa do nosso momento sanitário. Ainda assim, os comentários sobre o filme e suas resenhas falavam que estávamos diante de um dos melhores filmes já feito pela Marvel Studios. Mas fui paciente e esperei ele ser lançado no Disney Plus já que eu poderia ter baixado na biblioteca do Paulo Coelho meses atrás.

 

Felizmente, o filme está disponível para todos assistirem na plataforma da Disney e ele é tudo que falaram!

 

“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” prega você no sofá nos primeiros seis minutos. As sequências de ação por si só, valem as duas horas de duração do filme. Este é a primeira produção  da Marvel em muito tempo em que não apenas a ação foi filmada com clareza, mas também houve um senso de ritmo e fluxo na coreografia que homenageou Jackie Chan, Jet Li e o Tigre e o Dragão. Houve algumas cenas de ação no filme em que  bati palmas de empolgação (na minha juventude era um fanático por filmes de kung fu shaolin). Essa empolgação era uma sensação que pensei que havia perdido assistindo um blockbuster de herói.

Mas, além da ação incrível, há uma história envolvente, simples e bem escrita que dá base ao filme. “Shang-Chi e a  Lenda dos Dez Anéis” conta como uma organização controlada por um homem imortal opera pelas sombras da história humana por mil anos. O seu líder , Xu Wenwu, recebeu seus poderes e sua capacidade de não morrer, graças a magia que controla dez anéis (braceletes), uma entidade poderosa, talvez de origem cósmica, que essencialmente domina a pessoa que a usa e concede a ela o presente da imortalidade.

O que faz a história se destacar é a forma como está estruturada. Em vez de mostrar ao público cada evento em ordem, temos a história de fundo dos Dez Anéis e como Xu Wenwu conheceu a mãe de Shang-Chi (Simu Liu), Ying Li. Ela é uma guardiã poderosa de outra dimensão chamada Ta Lo, local mágico e habitado por criaturas místicas. Quando corta para os dias atuais, vemos Shang-Chi em São Francisco como um adulto que ganha a vida estacionando carros. Ele é chamado de volta à sua antiga vida quando mercenários enviados por seu pai o atacam em um ônibus, iniciando uma sequência de ação emocionante onde ele revela que é um mestre nas artes marciais. É uma maneira fantástica de criar tensão ao longo do filme, pois as informações são reveladas gradualmente, em vez de mostradas cronologicamente.

A dinâmica familiar entre Shang-Chi, sua irmã Xialing (Meng’er Zhang) e seu pai impulsiona todo o pano de fundo da história. A mãe Shang-Chi acaba morrendo pelos ex-inimigos de Wenwu. Isso acaba levando Wenwu, e um jovem Shang-Chi, para o caminho da vingança e morte. Aos 14 anos, Shang-Chi é enviado para acabar de uma vez por todas com o homem responsável pela morte de sua mãe. É depois disso que Shang-Chi foge e acaba se escondendo em São Francisco com outro nome. Sua irmã, percebendo que Shang-Chi nunca mais voltará, também foge para Macau, onde montou um campeonato de lutas ilegais pela internet.

A motivação de Wenwu ao longo de toda a história é tornar sua família inteira mais uma vez, mas sem perder seus poderes como chefe de sua organização criminosa Dez Anéis. Tony Leung que interpreta Wenwu faz um belo trabalho de atuação, principalmente quando ele percebe que tinha  a capacidade de amar e envelhecer, desistindo de tudo por Ying Li. 

Porém, após a morte dela, ele escurece seu coração e mente, se tornando uma presa fácil para as forças das trevas. Wenwu está convencido de que o amor de sua vida está presa em Ta Lo.  Além disso, ele é bastante ressentido porque os habitantes de Ta Lo o consideram indigno de viver lá. Por isso que Ying Li desistiu de seus poderes para poder viver com ele como um casal normal.

Este conflito, enraizado em elementos de misticismo e temas de luto, faz de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” diferente de outras origens da Marvel. Onde a maioria das histórias de origem tenta mostrar os personagens superando sua dor e se tornando os heróis que deveriam ser, “Shang-Chi” mostra como a dor separou uma família e como essa família pode se tornar inteira novamente. Ao fazerem isso, eles encontram seu verdadeiro eu. Não é a história original, mas certamente é muito eficaz para um filme baseado em um quadrinho.

Claro, o filme segue a fórmula da Marvel de ter uma grande luta CGI no terceiro ato, mas é uma luta CGI muito louca de assistir. Descobrimos que a força negra que manipula Wenwu é na verdade um monstro sugador de almas que quase destruiu Ta Lo uma vez. Essa criatura das trevas  foi trancada em uma montanha que era vigiada por milhares de anos pelos habitantes daquele local mágico, mas Wenwu, graças a seus anéis mágicos é capaz de libertar o monstro. 

Nesse meio tempo, descobrimos que existe um dragão protetor que, com a ajuda de Shang-Chi, faz uma das melhores cenas de ação da Marvel Studios até aqui. Também ajudou o fato do CGI ter sido bem filmado e intercalado com uma luta final muito pessoal e bem coreografada entre Shang-Chi e seu pai.

De forma alguma, “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” é perfeito. Ele tem alguns problemas de ritmo e, como disse antes, a história é bem simples e com clichês. Mas o filme tem uma origem muito bem feita com sequências de ação fenomenais que estabeleceram e aumentaram o padrão de ação no Universo Cinematográfico Marvel. É sobre a vida comovente e pessoal de alguém que ainda não sabe que é um herói, com um grande antagonista que será lembrado como um dos melhores em qualquer filme da Marvel. “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” é uma viagem muito divertida e envolvente de assistir. A espera valeu a pena demais.

P.S. Eu não poderia esquecer de falar de como Awkwafina se divertiu fazendo “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”. Na verdade, ela é o coração do filme e um dos nomes mais engraçados e espontâneos de Hollywood atualmente. Você não para de rir toda vez que ela abre a boca. 

 

Escrevi esse texto originalmente no site da Quinta Capa.

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