• Amostragem: veja os números da disputa para deputado estadual no Piauí

    A pesquisa do Instituto Amostragem para a disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa do Piauí revela um cenário amplamente pulverizado e marcado por elevado índice de indecisão. O levantamento espontâneo, realizado entre os dias 7 e 12 de julho de 2026, mostra Dr. Marcus Vinícius, Gracinha Mão Santa e Marden Menezes na liderança, com 0,88% das intenções de voto cada. Todos os nomes citados estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro, de 2,85 pontos percentuais.

    Na sequência aparecem Dr. Gil Carlos e Severo Eulálio, com 0,79% cada; Flávio Júnior e Warton Lacerda, com 0,70% cada; GD Oliveira, com 0,62%; Anyara Santos, Limma, Janainna Marques e Pastor Gessivaldo, com 0,53% cada; Júnior Percy e Toninho de Caridade, com 0,44%; Ana Paula, Dr. Thales, Enzo Samuel, Hélio Isaías e Nerinho, com 0,35% cada.

    Foto: Reprodução

    Com 0,26% aparecem Avelar Ferreira, Draga Alana, Dr. Hélio, Teresa Britto e Themístocles Filho. Já com 0,18% são citados Alan Queiroz, Dogim Felix, Dr. Erivelto Barros, Fábio Novo, Fábio Xavier, Henrique Pires, João Madison, Professora Zildênia, Rubens Vieira e Ziza Carvalho.

    Registram 0,09% cada Ana Cleide, Breno Macedo, Canela, Coronel Carlos Augusto, Daniel da Mariinha, Elisângela Moura, Firmino Paulo, Gustavo Neiva, Luciana Sebim, Pedro Alcântara, Petrus Evelyn, Roberto Leão, Rodrigão da Karyne, Silas Freire, Simone Pereira, Vinícius Dias e Wilson Capote.

    Indecisão domina a disputa

    O principal destaque da pesquisa é o elevado percentual de eleitores que ainda não definiram o voto para deputado estadual. Segundo o levantamento, 74,23% afirmaram não saber em quem votar. Outros 7,30% disseram que não votariam em nenhum dos nomes apresentados e 0,62% declararam voto branco ou nulo.

    A eleição para deputado estadual é proporcional e, na modalidade espontânea, é comum que os índices de indecisão permaneçam elevados antes do início oficial da campanha eleitoral, já que muitos eleitores costumam definir o voto apenas nas semanas que antecedem a eleição.

    Ficha técnica

    A pesquisa do Instituto Amostragem ouviu 1.137 eleitores em 49 municípios do Piauí, entre os dias 7 e 12 de julho de 2026. A margem de erro é de 2,85 pontos percentuais, com 95% de nível de confiança. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número PI-04302/2026 e foi contratado pela TV Meio Norte.

  • Amostragem: veja como está a disputa para deputado federal no Piauí

    A pesquisa do Instituto Amostragem para a disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados revela um cenário bastante pulverizado no Piauí e marcado por elevado índice de indecisão. O levantamento, realizado entre os dias 7 e 12 de julho de 2026, mostra o pré-candidato Delegado Charles Pessoa (PV) na liderança, com 2,20% das intenções de voto, seguido por Georgiano Neto (PSD), com 1,76%, e Dr. Francisco Costa (PT), com 1,32%. Nenhum dos nomes testados supera os 2,20% e os três primeiros colocados estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro, de 2,85 pontos percentuais.

    Foto: Reprodução

    Na sequência aparecem Flávio Nogueira (PT), com 0,97%; Castro Neto (MDB), com 0,88%; Zé Santana (PT), com 0,62%; Átila Lira Filho (PP) e Florentino Neto (PT), ambos com 0,44%; e Fábio Abreu (Republicanos) e Irmão Zé Luís (MDB), com 0,35% cada.

    Com 0,26% aparecem Ana Fidelis (Republicanos), Jadyel Alencar (Republicanos) e Magno Soares (Republicanos). Já Alan Osório (PP), Antônio Cachorro (PP), Dr. Ribamar Bandeira (MDB) e Samantha Cavalca (PP) registram 0,18% cada.

    Também são citados com 0,09% Alex Cabelo, Emanoel Paiva (PP), Franzé Silva (PT), Gil Paraibano, Hilder Monção (PSD), Júlio Arcoverde (PP), Laura Nascimento (PSD), Lucas Barbosa (PSDB), Marcos Aurélio (MDB), Neuma Café (PSD), Tererê (PSD) e Wilson Martins (PSD).

    Indecisão marca a disputa proporcional

    O principal destaque do levantamento é o elevado percentual de eleitores que ainda não definiram o voto: 76,61% disseram não saber em quem votar para deputado federal. Outros 7,21% afirmaram que não votariam em nenhum dos nomes apresentados e 0,53% declararam voto branco ou nulo.

    A eleição para deputado federal é proporcional, e a definição do voto costuma ocorrer mais próximo da campanha eleitoral. Além disso, o resultado depende não apenas da votação individual dos candidatos, mas também do desempenho dos partidos e do quociente eleitoral.

    Ficha técnica

    A pesquisa do Instituto Amostragem ouviu 1.137 eleitores em 49 municípios do Piauí, entre os dias 7 e 12 de julho de 2026. A margem de erro é de 2,85 pontos percentuais, com 95% de nível de confiança. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número PI-04302/2026 e foi contratado pela TV Meio Norte.

  • Amostragem: Ciro e Marcelo empatam tecnicamente na disputa pelo Senado no Piauí

    Na disputa pelo Senado, o eleitor piauiense escolherá dois senadores em 2026. Segundo pesquisa do Instituto Amostragem, realizada entre os dias 7 e 12 de julho de 2026, Ciro Nogueira (PP) e Marcelo Castro (MDB) aparecem em empate técnico na liderança da corrida pelas duas vagas.

    Em votos válidos — critério utilizado pela Justiça Eleitoral, que exclui brancos, nulos e indecisos —, Ciro Nogueira registra 47,30%, enquanto Marcelo Castro soma 45,31%. A diferença de 1,99 ponto percentual está dentro da margem de erro, de 2,85 pontos percentuais.

    Júlio César (PSD) aparece na terceira colocação, com 32,39%, seguido por Tiago Junqueira (PL), com 7,39%, e Major Paulo Roberto (Mobiliza), com 5,82%.

    Foto: Reprodução

    Os demais candidatos testados são: Pastor Sena (Avante), com 4,97%; Antônio José Lira (Avante), 3,55%; Toinho do Frango (Mobiliza), 2,98%; Pedro Laurentino (UP), 2,84%; Francinaldo Leão (PSOL), 2,56%; Jorge Lopes (PSDB), 2,13%; Irmão José Freire (Avante) e Antônio Barros (Novo), ambos com 1,99%; Dionísio Carvalho (Mobiliza), 1,42%; Weslley Demes (Podemos) e Manuel Domingos Neto (Rede), ambos com 0,85%.

    Nos votos totais, empate técnico permanece

    No cenário de votos totais — que considera indecisos, brancos e nulos —, Ciro Nogueira aparece com 29,29%, seguido de Marcelo Castro, com 28,06%. A diferença de 1,23 ponto percentual também está dentro da margem de erro.

    Júlio César mantém a terceira posição, com 20,05%. Na sequência aparecem Tiago Junqueira (4,57%) e Major Paulo Roberto (3,61%).

    A disputa também é marcada por um elevado índice de indefinição. 19,26% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar, 16,97% disseram que não escolheriam nenhum dos nomes apresentados e 1,85% declararam voto branco ou nulo. Somados, esses grupos representam 38,08% do eleitorado.

    Ficha técnica

    A pesquisa do Instituto Amostragem ouviu 1.137 eleitores em 49 municípios do Piauí, entre os dias 7 e 12 de julho de 2026. A margem de erro é de 2,85 pontos percentuais, com 95% de nível de confiança. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob os números BR-09330/2026 e PI-04302/2026 e foi contratado pela TV Meio Norte.

  • Helder Eugênio recebe o deputado federal Castro Neto em visita ao Portal 180graus

    O diretor-geral do Portal 180graus, Dr. Helder Eugênio, recebeu, na manhã desta segunda-feira (20/07), o deputado federal Castro Neto (MDB) para um café na sede do Portal, em Teresina.

    Durante o encontro, foram debatidos temas relacionados ao cenário político do Piauí, às perspectivas para as eleições de 2026 e às principais demandas da população piauiense. A visita também reforçou o diálogo institucional entre o parlamentar e o veículo de comunicação.

    Foto: 180grausCastro neto

    Castro Neto exerce seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados. Ele foi eleito em 2022 e, em 2026, filiou-se ao MDB, passando a integrar a base do partido no Congresso Nacional. Filho do senador Marcelo Castro, o parlamentar tem atuação voltada para áreas como infraestrutura, saúde, desenvolvimento regional e fortalecimento das políticas públicas para os municípios piauienses.

  • Rafael e Isabel Fonteles participam de homenagem aos 80 anos do economista Aloísio Araújo

    O governador Rafael Fonteles e a primeira-dama e coordenadora do Pacto pelas Crianças do Piauí, Isabel Fonteles, participaram, no Rio de Janeiro, da celebração dos 80 anos do economista Aloísio Pessoa de Araújo, professor do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), da Fundação Getulio Vargas (FGV) e membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC).

    O evento reuniu alguns dos maiores nomes da economia mundial, entre eles os vencedores do Prêmio Nobel de Economia James Heckman (2000) e Lars Hansen (2013), além de pesquisadores de instituições de referência internacional.

    Foto: Reprodução

    Rafael Fonteles destacou a trajetória de Aloísio Araújo, a quem teve como orientador na pós-graduação. “Um dos maiores nomes globais da Economia Matemática, foi pioneiro no ensino e na institucionalização dessa área no país, formando gerações de pesquisadores”, afirmou o governador.

    Já Isabel Fonteles ressaltou a oportunidade de estar ao lado de James Heckman, referência mundial em primeira infância e uma das principais inspirações para as políticas públicas desenvolvidas pelo Governo do Piauí. “Sua trajetória e suas pesquisas reafirmam que investir nas crianças é investir no futuro de toda a sociedade”, destacou.

  • Amostragem: Rafael amplia vantagem e chega a 72,41% dos votos válidos no Piauí

    O governador Rafael Fonteles (PT) lidera com ampla vantagem a disputa pelo Governo do Piauí e alcança 72,41% dos votos válidos, segundo pesquisa do Instituto Amostragem, realizada entre os dias 7 e 12 de julho de 2026. Em segundo lugar aparece Joel Rodrigues (PP), com 18,8%. Os demais nove candidatos testados no cenário estimulado somam menos de 9%.

    Foto: Reprodução

    Os números dos votos válidos, critério utilizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para definir o resultado das eleições por desconsiderar votos brancos, nulos e indecisos, mostram Rafael Fonteles acima dos 50% necessários para vencer a eleição ainda no primeiro turno. A vantagem do governador sobre Joel Rodrigues é de 53,61 pontos percentuais, muito acima da margem de erro da pesquisa.

    Confira o desempenho de todos os candidatos nos votos válidos:

    • Rafael Fonteles (PT): 72,41%
    • Joel Rodrigues (PP): 18,8%
    • Geraldo Carvalho (PSTU): 1,56%
    • Toni Rodrigues (PL): 1,45%
    • Elizeu Aguiar (Novo): 1%
    • Lourdes Melo (PCO): 1%
    • Gustavo Henrique (Avante): 1%
    • Lúcia Santos (PSDB): 0,89%
    • Mainha (Podemos): 0,67%
    • Francisco Jurity (DC): 0,67%
    • Gisvaldo Oliveira (PSOL): 0,56%

    O cenário testado pelo Instituto Amostragem foi o estimulado, modalidade em que o entrevistador apresenta aos eleitores uma lista com os nomes dos pré-candidatos antes de solicitar a intenção de voto.

    Votos totais

    No levantamento de votos totais, que considera também os eleitores indecisos, além dos que pretendem votar em branco ou anular o voto, Rafael Fonteles registra 57,26% das intenções de voto, enquanto Joel Rodrigues aparece com 14,86%. Os demais nove candidatos somam 6,94%.

    Além disso, 10,73% dos entrevistados disseram não saber em quem votar, 9,06% afirmaram que não escolheriam nenhum dos nomes apresentados e 1,14% declararam intenção de votar em branco ou anular o voto.

    Pesquisa espontânea

    Na modalidade espontânea, em que os entrevistadores não apresentam a lista de candidatos aos eleitores, Rafael Fonteles também lidera a corrida eleitoral, sendo citado por 29,29% dos entrevistados. Joel Rodrigues aparece em segundo lugar, com 9,23%.

    Nesse cenário, 53,74% dos eleitores afirmaram ainda não saber em quem votar, percentual considerado comum em pesquisas realizadas antes do início oficial da campanha eleitoral.

    Ficha técnica

    A pesquisa foi realizada pelo Instituto Amostragem entre os dias 7 e 12 de julho de 2026, ouvindo 1.137 eleitores em 49 municípios do Piauí. O levantamento possui margem de erro de 2,85 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado na Justiça Eleitoral sob o número PI-04302/2026. A pesquisa foi contratada pela TV Meio Norte.

  • Exclusão de produtos piauienses do tarifaço preserva exportações, empregos e renda no estado

    A exclusão do mel orgânico, das ceras vegetais, da fécula de mandioca e da castanha de caju da nova tarifa adicional dos Estados Unidos representou um alívio para a economia do Piauí. Os quatro produtos integram cadeias produtivas estratégicas do estado, movimentam empresas exportadoras e geram renda em municípios do interior, com participação relevante de agricultores familiares e cooperativas.

    O governo norte-americano oficializou, em 15 de julho de 2026, uma tarifa adicional de 25% sobre uma série de produtos brasileiros. A relação final, porém, retirou da cobrança mercadorias consideradas necessárias para a economia e para os consumidores dos Estados Unidos, principalmente aquelas que não são produzidas em quantidade suficiente no país. Entre as exceções estão o mel natural orgânico certificado, a castanha de caju, a fécula de mandioca e as ceras vegetais.

    Para o Piauí, o efeito imediato é a manutenção da competitividade. Sem a sobretaxa, os produtos piauienses podem continuar chegando ao mercado norte-americano sem um aumento abrupto de custos na importação — pressão que poderia provocar cancelamento de contratos, redução das compras ou queda no preço pago aos produtores.

    Foto: IAExportação

    Governo do Piauí trabalhou para proteger a cadeia do mel

    O mel concentra a maior preocupação econômica entre os produtos piauienses que poderiam ser atingidos. O Piauí produziu 8.614 toneladas em 2024, com valor de produção estimado em R$ 101 milhões. O resultado colocou o estado na segunda posição nacional e manteve a liderança piauiense no Nordeste.

    O peso dos Estados Unidos nessa cadeia é ainda maior. Somente em 2024, o Piauí exportou US$ 22,4 milhões em mel natural para o mercado norte-americano. O valor representou mais de 87% das exportações piauienses do produto naquele ano, segundo levantamento divulgado pelo Governo do Estado com base em dados do comércio exterior.

    Caso a tarifa de 25% incidisse integralmente sobre esse volume, o custo adicional bruto para a entrada do mel nos Estados Unidos poderia equivaler a cerca de US$ 5,6 milhões, tomando como referência as vendas de 2024. Isso não significaria, necessariamente, uma perda direta do mesmo valor para o Piauí, porque a tarifa é cobrada do importador. Na prática, porém, compradores poderiam exigir descontos, reduzir encomendas ou procurar fornecedores de outros países.

    Essa pressão chegaria rapidamente ao campo. A produção piauiense de mel está ligada a milhares de pequenos produtores, associações, cooperativas, casas de beneficiamento e empresas responsáveis pela certificação, pelo armazenamento e pela exportação. Dados divulgados pelo Governo do Piauí indicam que aproximadamente 93% do mel estadual tem origem na agricultura familiar.

    A isenção, portanto, preserva mais do que o faturamento das exportadoras. Ela ajuda a sustentar a renda de famílias rurais, o funcionamento de cooperativas e a circulação de dinheiro em municípios do semiárido, onde a apicultura se tornou uma alternativa econômica adaptada às condições climáticas locais.

    A cera vegetal mantém uma posição estratégica na pauta industrial

    As ceras vegetais, especialmente a cera de carnaúba, também ocupam espaço relevante na economia piauiense. Em 2024, o Piauí respondeu por 27,91% das exportações brasileiras de cera vegetal, ficando na segunda posição nacional, atrás apenas do Ceará.

    Diferentemente de commodities agrícolas de grande escala, a cera possui maior grau de processamento e atende diferentes segmentos industriais. Sua cadeia envolve o extrativismo da carnaúba, o beneficiamento do pó, o refino e a comercialização para empresas nacionais e estrangeiras.

    Uma tarifa adicional poderia diminuir a margem das indústrias piauienses e atingir também trabalhadores responsáveis pela extração e pelo processamento da matéria-prima. Ao manter a cera fora da sobretaxa, os Estados Unidos preservam o fornecimento de um insumo difícil de substituir, enquanto o Piauí mantém contratos, receitas em moeda estrangeira e atividade econômica em regiões produtoras.

    A castanha de caju e a fécula de mandioca representam diversificação produtiva

    A inclusão da castanha de caju e da fécula de mandioca entre as exceções também tem importância estrutural. Os dois produtos ajudam a diversificar uma pauta de exportações fortemente concentrada em commodities, como soja, milho e minérios.

    A castanha de caju mobiliza produtores rurais, unidades de beneficiamento e atividades de seleção, quebra, torrefação e embalagem. Quanto maior o processamento realizado no próprio estado, maior tende a ser o valor agregado que permanece na economia local.

    A fécula de mandioca segue lógica semelhante. Em vez de exportar apenas a raiz, a cadeia transforma a mandioca em um insumo destinado às indústrias alimentícia, química e de outros segmentos. Essa etapa industrial cria demanda por transporte, energia, embalagens, serviços técnicos e mão de obra.

    Nos dois casos, a isenção evita uma perda de competitividade justamente em atividades que podem ampliar a participação da agroindústria no interior piauiense. Também reduz o risco de estoques acumulados, queda de preços e diminuição das compras feitas diretamente aos agricultores.

    A retirada das tarifas diminui o risco sobre a balança comercial do Piauí

    A decisão dos Estados Unidos não elimina todos os riscos para as exportações piauienses, mas reduz o impacto sobre os setores mais dependentes do mercado norte-americano. Mel, cera, castanha e fécula possuem cadeias com forte presença no interior e maior capacidade de distribuir renda do que grandes empreendimentos concentrados.

    Grãos e minérios, por sua vez, contam com uma distribuição geográfica diferente. A maior parte desses produtos tem como destino mercados da Ásia e da Europa, o que reduz a exposição direta ao tarifaço norte-americano. A estratégia informada pelo Governo do Piauí é preservar e ampliar esses canais comerciais, diminuindo a dependência de um único destino.

    O resultado é uma proteção parcial, mas economicamente relevante. Os produtos piauienses mais ligados aos Estados Unidos continuam competitivos, enquanto as principais commodities do estado (grãos e minérios) seguem direcionadas a outros continentes.

  • Crise no PL Piauí: Tiago Junqueira rebate Toni Rodrigues e promete revelar "a verdade"

    O presidente estadual do Partido Liberal (PL) no Piauí e pré-candidato ao Senado, Tiago Junqueira, divulgou um vídeo nas redes sociais nesta quarta-feira (16) em que afirma ter sido alvo de acusações feitas pelo jornalista e pré-candidato ao Governo do Estado, Toni Rodrigues, e por integrantes de sua família. Sem entrar em detalhes, Tiago disse que responderá às críticas "com a verdade, fatos e transparência".

    Foto: Reprodução

    A manifestação ocorre um dia após Toni Rodrigues divulgar uma nota pública em que negou ter desistido da pré-candidatura ao Governo pelo PL e fez duras críticas às articulações internas da legenda. Na ocasião, Toni afirmou que não participará de uma eventual aliança entre o PL e o Progressistas, acusou dirigentes do partido de conduzirem as negociações "por debaixo dos panos" e classificou o processo como um "jogo de cartas marcadas".

    Além disso, Toni declarou que não votará nem no pré-candidato Joel Rodrigues (PP) nem no governador Rafael Fonteles (PT) e afirmou que o Progressistas e o Partido dos Trabalhadores seriam "duas faces da mesma moeda".

    Diante da repercussão das declarações, Tiago Junqueira afirmou que optará por responder às acusações de forma pública.

    "Recebi do presidente Jair Bolsonaro a missão de assumir o PL no Piauí e colocar meu nome à disposição como pré-candidato ao Senado. Desde então, tenho trabalhado com dedicação, lealdade e compromisso com os nossos valores."

    Em seguida, o dirigente do PL afirmou que foi alvo de uma série de acusações.

    "Nos últimos dias, Toni Rodrigues e membros de sua família fizeram uma série de acusações contra mim. Como sempre fiz, não vou responder com ataques, mas com a verdade, fatos e transparência."

    Tiago informou ainda que apresentará sua versão dos fatos e responderá aos questionamentos feitos contra ele. A manifestação amplia a crise interna no PL do Piauí, em meio às discussões sobre uma possível aliança da legenda com o Progressistas nas eleições de 2026.

  • Após desistência de Mainha, Toni Rodrigues critica articulações do PL e defende candidatura própria

    O jornalista e pré-candidato ao Governo do Piauí pelo Partido Liberal (PL), Toni Rodrigues, afirmou ao 180graus, nesta quarta-feira (15/07), que continuará defendendo uma candidatura própria da legenda nas eleições de 2026, mesmo diante das articulações internas para que o partido apoie o projeto encabeçado pelo Progressistas.

    A declaração foi dada após o presidente estadual do Podemos, Mainha, anunciar a desistência de sua pré-candidatura ao Governo do Piauí e declarar apoio ao ex-prefeito de Floriano, Joel Rodrigues (PP). Segundo Mainha, a decisão busca unificar as forças da oposição ainda no primeiro turno.

    Foto: 180 GrausToni Rodrigues

    Apesar do novo cenário político, Toni afirmou que manterá sua posição em favor de uma candidatura própria do PL. Segundo ele, a legenda precisa fortalecer sua identidade no estado e garantir um palanque para o candidato do partido à Presidência da República.

    "Sou um soldado do partido. O partido decide. O que posso fazer é manifestar a minha posição. Defendo a candidatura própria porque o partido precisa cumprir sua autodeterminação e porque precisamos de um palanque para o nosso presidenciável", declarou.

    Nos bastidores, dirigentes do PL discutem a possibilidade de retirar a candidatura própria ao Governo e integrar uma aliança com o Progressistas. Questionado sobre essa hipótese, Toni disse acreditar que o caminho já está praticamente traçado, embora continue defendendo outro posicionamento.

    "Hoje você tem uma quantidade muito grande de pessoas dentro do partido articulando diretamente com o senador Ciro Nogueira e com o próprio Joel Rodrigues. A ideia é que o Progressistas ceda a segunda vaga ao Senado para Tiago Junqueira. Eu continuo defendendo a candidatura própria, mas o que eu sinto hoje é que o partido já está definido. Não voto nem no Joel nem no Rafael", afirmou.

    Segundo o jornalista, a única possibilidade de mudança seria uma decisão da direção nacional do Partido Liberal determinando a manutenção da candidatura própria ao Governo do Estado.

    Mesmo afirmando que respeitará uma eventual decisão da direção, Toni garantiu que não acompanhará o projeto político caso o partido. Ele diz não enxergar diferenças significativas entre a sigla e o Partido dos Trabalhadores.

    "Eu não concordo com o projeto do Progressistas porque acho que, em tudo, eles se parecem com o próprio Partido dos Trabalhadores, que combato há mais de 25 anos", afirmou.

  • Helder Eugênio recebe Fabrício Loiola, pré-candidato a deputado federal

    O diretor-geral do Portal 180graus, Helder Eugênio, recebeu na tarde desta quarta-feira (15/07), na sede do Portal, o pré-candidato a deputado federal pelo Republicanos, Fabrício Loiola.

    Foto: 180graus

    Durante o encontro, Fabrício apresentou sua trajetória profissional e falou sobre os projetos que pretende defender caso seja eleito para a Câmara dos Deputados. A visita faz parte da série de encontros promovidos pelo Portal 180graus com lideranças políticas e pré-candidatos que disputarão as eleições de 2026.

    Natural de Teresina, Fabrício Loiola Santos é policial rodoviário federal, professor e gestor público. Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Piauí (UFPI), é especialista em Direito Público, Direito Privado e Direito Processual, além de possuir MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

    Antes de ingressar na Polícia Rodoviária Federal, em 2002, atuou como conciliador na Justiça Federal e no Tribunal de Justiça do Piauí. Ao longo de mais de duas décadas na PRF, ocupou diversos cargos estratégicos, entre eles chefe do Núcleo de Comunicação Social, chefe da 1ª Delegacia da PRF em Teresina, delegado da unidade de Piripiri, além de integrar assessorias técnicas em Brasília e o Núcleo de Operações Especiais.

    Foto: 180graus

    Entre 2024 e 2026, comandou a Superintendência Regional da Polícia Rodoviária Federal no Piauí, período em que priorizou a modernização tecnológica da instituição, com investimentos em inteligência artificial, videomonitoramento e integração entre as forças de segurança. Em abril deste ano, deixou o cargo para cumprir o prazo de desincompatibilização e ingressar oficialmente na disputa eleitoral pelo Republicanos.

    Como pré-candidato, Fabrício Loiola afirma defender propostas voltadas ao fortalecimento da segurança pública, à inclusão escolar, à desburocratização para os Colecionadores, Atiradores e Caçadores (CACs) e à criação da Carteira Nacional da Família Atípica, destinada a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Durante a visita, também destacou a importância do diálogo com a imprensa e da construção de propostas voltadas às necessidades da população piauiense.

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