• Starship fará novo voo de teste para missão que levará astronautas à Lua

    A SpaceX realizará nesta quinta-feira (16/07), às 19h45 (horário de Brasília), o 13º voo de teste do sistema de lançamento Starship, escolhido pela Nasa para transportar astronautas da missão Artemis IV à Lua até 2028. O lançamento será feito com a nave Starship V3, a versão mais recente do veículo desenvolvido pela empresa de Elon Musk.

    Foto: Divulgação/SpaceX

    O teste faz parte da etapa de certificação da espaçonave para futuras missões tripuladas. Durante o voo, a empresa pretende avaliar sistemas essenciais, como o abastecimento em órbita, o acoplamento e a descida controlada da nave e do propulsor Super Heavy. A missão também levará 20 satélites Starlink V3, sendo seis equipados com câmeras para registrar o retorno da espaçonave à Terra.

    Segundo a SpaceX, o principal objetivo é concluir com sucesso todas as fases do lançamento, incluindo a separação dos estágios, as manobras de retorno e o pouso controlado das duas partes da Starship na água. A empresa informou ainda que foram feitas alterações no hardware e no software para corrigir problemas identificados no voo anterior.

  • Primeiro dispositivo da OpenAI terá IA integrada e pode ser alto-falante

    A OpenAI pode lançar em breve seu primeiro dispositivo físico com inteligência artificial integrada. Segundo informações divulgadas pela Bloomberg, o equipamento está sendo desenvolvido como um alto-falante inteligente com personalidade própria, descrito internamente como um "companheiro de IA" capaz de interagir de forma mais natural com os usuários.

    Foto: Gerado por IAPrimeiro dispositivo da OpenAI pode ser alto-falante com personalidade

    O aparelho não deve contar com tela e será integrado ao ChatGPT. A proposta é que o dispositivo aprenda sobre os hábitos do proprietário ao longo do tempo, acesse informações autorizadas, como e-mails e dados pessoais, e execute tarefas domésticas. O projeto também prevê componentes mecânicos capazes de realizar pequenos movimentos.

    A iniciativa teve início após a OpenAI adquirir, em 2025, a empresa de hardware io, fundada por Jony Ive, ex-diretor de design da Apple. Embora a empresa ainda não tenha confirmado oficialmente o produto, o CEO Sam Altman já revelou que um protótipo está em desenvolvimento. A expectativa é que o dispositivo seja apresentado entre o segundo semestre deste ano e o início de 2027.

  • ANP cria aplicativo para motorista conferir qualidade de posto de combustível

    A partir desta segunda-feira (13/07), motoristas podem lançar mão de um aplicativo (app) para conferir a avaliação da qualidade de postos de combustíveis espalhados pelo Brasil. É possível também denunciar irregularidades.

    A plataforma “ANP com VC - Postos” foi lançada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), órgão público que regulamenta e fiscaliza o mercado de combustíveis no país, da produção até a comercialização final.

    A plataforma pode ser acessada neste endereço e depois baixada no aparelho de telefone celular.

    Pelo app o consumidor pode buscar informações de postos próximos a ele ou navegar por um mapa virtual.

    Nota de 0 a 5

    Todos os postos recebem notas de zero a cinco, que levam em conta o histórico de fiscalizações da ANP recebidas pelo estabelecimento nos últimos cinco anos.

    As vistorias da agência avaliam questões como qualidade do combustível, se a quantidade fornecida pelas bombas é acurada e se há registro de prática de preços abusivos. Quanto mais recente uma possível punição, maior o peso negativo na nota final.

    Para facilitar a visualização no modo mapa, os postos recebem cores relacionadas às notas, com graduação do vermelho (nota zero) ao verde (nota cinco 5).

    Pelo próprio app, o motorista pode fazer denúncia diretamente à ANP, caso perceba indício de irregularidades na qualidade ou de preço abusivo.

    O aplicativo fornece informações dos estabelecimentos, como endereço, CNPJ, quantas fiscalizações já recebeu, resultado das vistorias e qualidade das amostras analisadas. É possível também saber qual empresa fornece o combustível vendido pelo posto.  

    De acordo com a ANP, a informação traz maior transparência, “já que mesmo postos que exibem marca comercial de uma distribuidora podem vender produto de outro fornecedor, como de uma usina de etanol, de transportador-revendedor-retalhista (TRR) ou mesmo de outra distribuidora, desde que informado de forma clara ao consumidor”.

    Foto: Vinícius Schmidt/MetrópolesGasolina varia até 19% em BH  e chega a R$ 7,06, aponta pesquisa
  • Etipi orienta colaboradores sobre boas práticas para o período eleitoral

    A Empresa de Tecnologia da Informação do Piauí (Etipi) realizou, nesta terça-feira (30/06), um momento de orientação para colaboradores sobre boas práticas no período eleitoral. O encontro esclareceu as principais regras da legislação eleitoral, reforçou os deveres dos agentes públicos e detalhou condutas permitidas e vedadas no ambiente de trabalho.

    Durante o evento, também foi apresentado o Guia Prático do Colaborador Etipi – Orientações Internas de Boas Práticas para o Período Eleitoral, material que reúne orientações sobre neutralidade institucional, uso adequado dos bens e recursos públicos, participação em eventos, manifestações político-partidárias, redes sociais e as consequências do descumprimento da legislação.

    O assessor jurídico da Etipi, Edilson Sepúlveda, destacou que as restrições previstas no período eleitoral têm como finalidade assegurar a igualdade entre os candidatos e preservar a imparcialidade da administração pública. “A Lei Eleitoral estabelece limites para o uso da estrutura pública durante esse período. Essas regras existem para garantir equilíbrio no processo democrático, evitar qualquer favorecimento e assegurar que a atuação dos agentes públicos permaneça pautada pela legalidade e pela impessoalidade”.

    Na sequência, o coordenador de Compliance, Aluísio Holanda, apresentou exemplos práticos das situações mais comuns enfrentadas pelos colaboradores, esclarecendo o que é permitido e o que é vedado durante o expediente e nas dependências da empresa. “Nosso objetivo foi traduzir a legislação para a realidade do dia a dia da Etipi. Pequenas atitudes podem gerar dúvidas, por isso mostramos, de forma prática, quais comportamentos são permitidos, quais devem ser evitados e como agir corretamente durante o período eleitoral”.

    Foto: Marcos Alves/ Etipi

    A assessora de Comunicação da Etipi, Lívia Barradas, explicou as medidas adotadas pela comunicação institucional e ressaltou que, em cumprimento à legislação eleitoral, os perfis institucionais da Etipi e do Gov.pi Cidadão serão temporariamente desativados durante o período previsto em lei. “As redes sociais da Etipi e do Gov.pi Cidadão serão retiradas do ar em cumprimento à legislação eleitoral. Essa é uma medida obrigatória para os órgãos públicos e integra o conjunto de ações que asseguram a neutralidade da comunicação institucional durante esse período”.

    Lívia também destacou que a suspensão não impacta o acesso da população aos serviços públicos digitais. As redes oficiais do Governo do Estado continuarão ativas, mantendo a divulgação de informações de interesse público e orientações à população. Já as plataformas digitais do governo permanecerão funcionando normalmente, com mais de 800 serviços disponíveis pelos aplicativos Gov.pi Cidadão e Gov.pi Empresas, além do portal oficial pidigital.pi.gov.br.

    A iniciativa integra as ações de preparação da Etipi para o período eleitoral, promovendo informação, segurança jurídica e o compromisso dos colaboradores com uma atuação ética, responsável e alinhada às normas que regem a administração pública.

    Foto: Marcos Alves/ Etipi

  • Redes sociais causam polarização e isolamento político em jovens

    Um estudo entre jovens brasileiros com idade de 21 a 34 anos mostrou que a intermediação das redes sociais na forma como a juventude se relaciona com a política tem causado profundas transformações. Isolamento, personificação e polarização são alguns dos efeitos colaterais dessa interferência.

    A pesquisa qualitativa ouviu 24 jovens, em 2022, que vivem em metrópoles brasileiras de várias regiões, tanto de capitais quanto do interior sobre temas relacionados à política, polarização e redes sociais. O grupo representa uma amostra da faixa etária onde estão 29% dos eleitores no país.

    Segundo a pesquisadora Catharina Vale, da Universidade Católica Portuguesa, o estudo constatou que essa faixa etária demonstra desconhecer a vivência política sem intermediação das redes sociais. Por essa razão, estão mais suscetíveis às mudanças provocadas por esse tipo de mídia.

    Curadoria

    Um dos principais efeitos colaterais é uma seleção deliberada do conteúdo político de forma individualizada e personalizada. “Foi nessa observação que eu proponho o conceito que eu chamo de curadoria do eu. Que é essa prática desses usuários justamente para promover uma proteção”.

    De acordo com a pesquisadora, a “curadoria do eu” é uma consequência da ansiedade e do cansaço gerado por um tipo de meio de comunicação pensado para relações comerciais, embora seja ofertado como uma mídia social.

    “Nos depoimentos ouvi falas muito marcantes que demonstram esse cansaço, como ‘brigar cansa’ ou ‘eu não queria enlouquecer’”, diz Catharina.

    O mecanismo de proteção também apareceu frequentemente nas declarações dadas pelos jovens. “São falas que reconhecem essa prática de cancelar, ou de ter consciência de que vive em uma bolha e é feliz assim. Como por exemplo: ‘esse tipo de conteúdo não chega pra mim’, ‘eu faço curadoria e sei que meu algoritmo também faz’”, destaca.

    Na avaliação de Catharina, a “curadoria do eu” empobrece o debate entre esse público e afeta a coletividade e a democracia. 

    “Isso nos isola enquanto indivíduo e individualmente a gente vai encontrando essa massa mais homogênea. Menos espaço para debate, com menos espaço para discussão e para ser diferente. E é nesse cenário que a política vai sendo construída”, afirmou a pesquisadora.

    Essa homogeneização acaba tendendo aos extremos e gerando polarização. Nesses grandes grupos, cada jovem age individualmente, personalizando suas relações políticas.

    “Eu não me importo de qual partido vem o meu candidato a vereador, o meu candidato à presidência, não importa quem é essa pessoa, qual é a trajetória dela. O que acaba sendo valorizado são as práticas das redes sociais, aquelas que privilegiam o contato aparentemente direto de pessoa para pessoa”, explica Catharina.

    Mudança

    De acordo com Catharina Valle, toda essa transformação pode ser observada a partir das Jornadas de Junho, uma série de mobilizações em massa ocorridas simultaneamente em centenas de cidades brasileiras, em 2013.

    As manifestações coincidem com o surgimento das redes sociais e o início do acesso do público jovem a esse tipo de mídia. “Quando a gente chega na web 2.0, que começa a possibilitar rede social, dados, microdados, essa troca, atuação de algoritmo, é quando essa relação da mídia com a política começa a ganhar outro corpo, começa a ter outra forma. E a partir de 2013 é quando a gente percebe isso no Brasil de forma mais evidente”, afirma a pesquisadora.

    Para Catharina, essas transformações foram intensificadas a cada ano e produziram efeitos nas eleições seguintes, podendo, inclusive, resultar em uma grande transformação na forma de fazer política no Brasil.

    “Tem um potencial de transformar, mas principalmente de transformar a política pelas próximas décadas, porque é esse novo fazer político que vai acompanhar o Brasil pelas próximas 20, 30, 40, 50 décadas à frente da gente”, conclui.

  • WhatsApp passa a permitir nome de usuário sem a necessidade do número de celular

    O WhatsApp começou a liberar, nesta segunda-feira (29/06), a reserva de nomes de usuário, recurso que permitirá iniciar conversas sem a necessidade de compartilhar o número de celular. A novidade busca reforçar a privacidade dos usuários e será disponibilizada gradualmente para a plataforma. As informações são do Metrópoles

    Foto: DivulgaçãoWhatsApp libera nome de usuário e passa a dispensar número de celular

    Para garantir um nome de usuário, basta acessar Configurações, selecionar Conta e, em seguida, a opção Nome de usuário. O aplicativo também contará com um gerador de sugestões para evitar duplicidade de apelidos e notificará os usuários quando o recurso estiver disponível em seus dispositivos.

    Segundo a Meta, mais de três bilhões de usuários poderão utilizar a novidade. No futuro, criadores de conteúdo e empresas também poderão integrar o mesmo nome de usuário às contas do Instagram e Facebook por meio da Central de Contas. A função de adicionar contatos apenas pelo nome de usuário deve ser liberada ainda em 2026.

  • Inovação tecnológica impulsiona serviços públicos e coloca o Piauí em destaque

    O Piauí tem ampliado o uso da tecnologia para modernizar os serviços públicos, com iniciativas que incluem o Piauí Saúde Digital, o programa Meu Celular de Volta, a plataforma Gov.Pi Cidadão e projetos voltados à inteligência artificial. Segundo o Governo do Estado, a estratégia já resultou em mais de 1,9 milhão de atendimentos por teleconsultas, cerca de 890 serviços públicos digitalizados e 16 mil celulares recuperados.

    Foto: Reprodução/Gov PIInovação tecnológica impulsiona serviços públicos e coloca o Piauí em destaque

    De acordo com o governador Rafael Fonteles, os investimentos buscam aproximar os serviços da população e ampliar a inclusão digital. O programa Piauí Saúde Digital expandiu o acesso a atendimentos médicos em municípios do interior, enquanto o Meu Celular de Volta passou a ser adotado em mais de 20 estados como referência no combate ao roubo e furto de aparelhos.

    Na educação, o estado foi um dos primeiros do país a incluir a disciplina de Inteligência Artificial na rede pública de ensino, iniciativa reconhecida pela Unesco. Além disso, o aplicativo Gov.Pi Cidadão reúne aproximadamente 570 serviços digitais e já contabiliza mais de 26 milhões de acessos. O Piauí Instituto de Tecnologia (PIT) também atua na formação de profissionais para o setor, com expansão prevista para os próximos anos.

  • Aplicativo: governo emite série de alertas sobre roubo de celulares

    O governo federal emitiu, neste sábado (27/06), uma série alertas por meio do WhatsApp sobre o programa Celular Seguro. As mensagens são para usuários de regiões que concentram os maiores índices de furto e roubo de aparelhos no país. As informações são do Metrópoles.

    Conforme o governo federal, as mensagens destacam a importância de consultar o IMEI, que é o número de registro do celular, antes da compra de um aparelho. Nas mensagens, os usuários também são orientados sobre a possibilidade de registrar ocorrências no Banco Nacional de Celulares com Restrição (BNCR) em caso de roubo, furto ou outros eventos relacionados ao dispositivo.

    Neste sábado, residentes no Distrito Federal estão entre aqueles que receberam mensagens sobre informações para proteção do aparelho celular e de dados.

    “O Governo do Brasil informa: no programa Celular Seguro, você pode usar o Banco Nacional de Celulares com Restrição, que reúne registros de roubo ou furto no Brasil”, diz trecho do comunicado distribuído com assinatura do Gov.br.

    A checagem do IMEI que é mencionada nas mensagens distribuídas pelo Gov.br se refere à nova fase do programa Celular Seguro. Essa etapa foi estabelecida por meio da assinatura de um decreto assinado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A checagem do IMEI é realizada por meio do aplicativo do programa.

    O que é o celular seguro

    O objetivo do governo com o programa Celular Seguro é coibir o roubo e furto de smartphones. O novo sistema permite que o consumidor solicite, em caso de furto ou roubo, o bloqueio ao acesso à linha telefônica e aos aplicativos de bancos para evitar que os criminosos apliquem golpes após a subtração dos telefones.

    Para usar o recurso, é necessário cadastrar o aparelho previamente na plataforma. A partir do registro da ocorrência no aplicativo, a ferramenta notificará operadoras de telefonia e bancos que optaram por participar do programa. O objetivo é fazer com que o consumidor perca menos tempo ao entrar em contato com cada instituição.

    Como usar o programa

    Veja o passo a passo para usar a ferramenta:

    1. Baixe o aplicativo do Celular Seguro pelo Google Play ou Apple Store (a partir de quarta) ou acesse o site;
    2. Faça login pelo gov.br e aceite os termos de uso do aplicativo;
    3. Selecione a opção que deseja acessar: pessoas de confiança, registrar telefone ou registrar ocorrência.

    Para adicionar uma pessoa de confiança, acesse a opção “Cadastrar Pessoas de Confiança”:

    1. Selecione “Cadastrar Contato”;
    2. Insira nome, CPF, telefone e e-mail;

    Após o procedimento, sua pessoa de confiança estará habilitada a emitir um alerta em seu nome em caso de ocorrência com seu dispositivo.

    Para cadastrar celular:

    1. Acesse “Registrar Telefone”;
    2. Selecione “Cadastrar Telefone”;
    3. Insira dados sobre marca, modelo, número de série (opcional), pessoa de confiança (opcional), operadora, telefone e IMEI (opcional);
    4. Clique no botão “Cadastrar”.

    Para registrar ocorrências:

    1. Acesse “Registrar Ocorrência”;
    2. Informe a data da ocorrência;
    3. Especifique o tipo de ocorrência (roubo, furto, perda ou outros);
    4. Indique o horário em que a ocorrência ocorreu;
    5. Clique no botão “Emitir” para registrar a ocorrência.
  • Ipea lança nova versão de plataforma para promover equidade racial nos serviços públicos

    Está no ar a nova versão da Plataforma de Recursos Pró-Equidade em Políticas Públicas, a Inclua, desenvolvida pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), para melhorar a qualidade do atendimento da população negra no serviço público.

    A plataforma foi elaborada a partir de pesquisas e análises elaboradas nos últimos anos pelo Ipea, sobre desigualdade racial e racismo, um repositório de mais de 500 publicações. 

    O recurso traduz o conhecimento para o dia a dia e ajuda a identificar como e quando grupos tradicionalmente excluídos têm dificuldades de acessar serviços públicos.

    “É no cotidiano das interações das pessoas com os serviços públicos, que essas desigualdades podem ser mitigadas ou reforçadas”, assinala Roberto Pires,  técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea, doutor em Políticas Públicas e coordenador da plataforma desenvolvida em parceria com o Ministério da Igualdade Racial.

    Segundo Pires, a Inclua deve ser utilizada por gestores públicos para identificar situações que possam perpetuar discriminação racial. O recurso, diz o coordenador, “oferece alguns materiais que inspiram ações para aprimorar a equidade, o acesso e a inclusão.

    A Inclua foi criada em 2022. A nova versão acrescenta a aba Temáticas, que reúne instrumentos de diagnóstico de riscos de exclusão racial em políticas e serviços públicos.

    Também foi incorporado um assistente de inteligência artificial que auxilia a elaboração de planos de ação, e a Coleção Gestão Pública Antirracista, composta por materiais de apoio destinados a gestores e equipes da administração pública.

    Toda a administração pública direta ou indireta, seja federal, estadual ou municipal; os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, nos três níveis da Federação, e até empresas que prestam serviço para o Estado podem utilizar a plataforma no portal do Ipea. 

    A Inclua dispõe de tutorial que orienta o uso.

    Conforme Roberto Pires, “a Inclua é voltada para estimular o uso autônomo de suas ferramentas.” 

    O coordenador disse que a plataforma Inclua “é dinâmica” e “continuará sendo aperfeiçoada”, inclusive com as contribuições dos usuários, que podem enviar seus comentários para o e-mail da Inclua.

    Foto: Helio Montferre/IPEAIpea atualiza plataforma antirracista no serviço público
  • Plataforma “Compra Fácil” agiliza abastecimento da frota da Segurança Pública do Piauí

    A Secretaria da Segurança Pública do Piauí (SSP-PI) adotou uma nova tecnologia que torna mais eficiente a contratação de serviços essenciais para o funcionamento da frota do órgão, como abastecimento de combustíveis. É a plataforma Compra Fácil, que já está em operação e tem um estabelecimento cadastrado em Teresina. A ferramenta permite que fornecedores sejam credenciados de forma digital e transparente, ampliando a competitividade e contribuindo para a redução de custos para a administração pública.

    Foto: Repodução

    A solução desenvolvida pela Empresa de Tecnologia da Informação do Piauí (Etipi) marca mais um avanço na modernização da gestão pública por meio da tecnologia desenvolvida pela empresa, em parceria com a Secretaria da Segurança Pública. Ela reúne funcionalidades que permitem o gerenciamento completo das operações, desde o credenciamento dos fornecedores até o acompanhamento dos serviços realizados, emissão de relatórios e auditoria das informações. Com isso, gestores podem monitorar os gastos e a execução dos contratos com mais controle e segurança.

    Segundo o secretário da Segurança Pública, Antonio Luiz Soares, a integração representa um importante marco para a administração pública. “Implantamos o sistema de credenciamento para abastecimento de combustíveis na Segurança, integrado a um sistema de gestão de frotas. Agora foi realizado o primeiro abastecimento e deu tudo certo. O sistema utilizado é um desenvolvido pela Etipi com base em outras soluções digitais de sucesso já utilizadas por outros órgãos. Hoje temos um sistema completo e integrado.”, afirmou o gestor.

    O presidente da Etipi, Ellen Gera, destacou que a implantação do Compra Fácil na rede de postos de combustíveis demonstra o potencial da tecnologia pública desenvolvida no Estado para transformar a gestão governamental.

    “O start do Compra Fácil nos postos de combustíveis representa mais um passo na transformação digital do Governo do Piauí. Estamos entregando uma solução desenvolvida pela Etipi, que integra processos, aumenta a eficiência, oferece mais transparência e reduz custos para a administração pública. É um exemplo de como a tecnologia pode simplificar serviços, fortalecer a gestão e gerar resultados concretos para o Estado e para a população”, afirmou o gestor.

    Para o gerente do Posto Max, Marcos Emilio Dantas, a nova plataforma trouxe mais rapidez ao atendimento e simplificou o processo de abastecimento.
    “A plataforma Compra Fácil tornou o atendimento muito mais ágil e organizado. O processo de autorização é rápido, seguro e facilita o trabalho tanto da equipe do posto quanto dos servidores que realizam o abastecimento. É uma solução que melhora a operação para todos os envolvidos. Parabenizo toda a equipe do Compra Fácil por essa iniciativa e pela parceria construída junto à Secretaria da Segurança”, destacou o empresário.

    Como credenciar

    Os estabelecimentos que desejarem se credenciar, devem acessar a plataforma comprafacil.pi.gov.br, onde já existe disponível um edital de abastecimento de frota. Todas as informações estão disponíveis para os fornecedores na plataforma.

Carregar mais
Canal Zap