• SpaceX lança telescópio da Nasa para mapear energia escura e exoplanetas

    A SpaceX realizou neste domingo (30/08) o lançamento do Telescópio Espacial Nancy Grace Roman, da Nasa, a partir do Centro Espacial Kennedy, na Flórida. O observatório, avaliado em US$ 4,3 bilhões, foi enviado ao espaço a bordo de um foguete Falcon Heavy e seguirá viagem até o Ponto de Lagrange 2, localizado a 1,5 milhão de quilômetros da Terra, onde passará por testes de calibração antes de iniciar as operações científicas.

    Foto: Reprodução/Sydney Rohde/NasaSpaceX lança telescópio da Nasa para mapear energia escura e exoplanetas Enviar no WhatsApp

    Planejada para durar até 10 anos, a missão é considerada uma das mais importantes da década e tem como objetivo central investigar a energia escura, fenômeno responsável por acelerar a expansão do Universo. Com sua capacidade de observação em larga escala, o equipamento fará um levantamento inédito de exoplanetas e mapeará bilhões de galáxias, complementando o trabalho feito por observatórios como Hubble e James Webb.

    A expectativa da agência espacial americana é produzir um dos maiores conjuntos de dados astronômicos da história para compreender como a matéria invisível molda o cosmos. O telescópio foi batizado em homenagem a Nancy Grace Roman, primeira astrônoma-chefe da Nasa, que entrou para a história conhecida como a "mãe do Hubble". As informações são do Metrópoles.

  • O que o Brasil pode aprender com o Piauí para colocar o serviço público na palma da mão

    O Piauí é, pelo segundo ano consecutivo, o estado mais digital do Brasil. O reconhecimento veio pelo Índice ABEP-TIC de Oferta de Serviços Públicos Digitais (IOSPD), que avaliou os governos estaduais a partir da qualidade e da maturidade dos serviços oferecidos digitalmente. Em 2025 e 2026, o Piauí alcançou o primeiro lugar, um resultado que coloca o estado como uma experiência que outros governos podem observar para pensar o futuro dos serviços públicos.

    Por trás do resultado está uma estratégia que vai além de disponibilizar serviços na internet. A proposta é construir um governo que organiza sua estrutura a partir das necessidades do cidadão, reduzindo etapas, integrando serviços e criando diferentes caminhos para que as pessoas resolvam suas demandas.

    Essa visão teve entre suas referências a Estônia, reconhecida internacionalmente pelo uso da tecnologia para simplificar a relação entre cidadãos e governo. A inspiração ajudou o Piauí a pensar em uma questão fundamental: se o cidadão confia em uma plataforma digital para realizar uma transferência bancária, por que deveria ir até um local físico para solicitar um serviço?

    Foto: reproduçãoO que o Brasil pode aprender com o Piauí para colocar o serviço público na palma da mão

    É a partir dessa lógica que foram desenvolvidas plataformas como o Gov.pi Cidadão e o Gov.pi Empresas, que juntas já disponibilizam mais de 800 serviços digitais.

    Da fila para o celular

    A transformação, porém, não acontece apenas quando o serviço é colocado em uma plataforma. Existe uma mudança cultural no caminho.

    Durante décadas, ir presencialmente a um órgão público foi considerado o caminho mais seguro para resolver uma demanda. A modernização precisa mudar essa percepção e construir confiança para que o cidadão entenda que não precisa necessariamente sair de casa, enfrentar trânsito ou passar horas em uma fila para ter acesso ao serviço público.

    É um processo parecido com o que aconteceu com os bancos e instituições financeiras. Hoje, muitas pessoas sequer consideram ir a uma agência para fazer aquilo que podem resolver pelo celular. No governo, essa mudança de hábito ainda está acontecendo.

    No Piauí, essa transformação já chega a áreas essenciais. O Piauí Saúde Digital, por exemplo, permite realizar consultas pelo celular, ajudando a reduzir filas e deslocamentos. A mesma lógica está presente em diferentes serviços: quanto menos etapas existem entre o cidadão e o Estado, mais simples se torna a experiência de quem precisa ser atendido.

    Tecnologia precisa chegar onde as pessoas estão

    Se o objetivo é facilitar a vida de quem utiliza o serviço, a tecnologia precisa estar onde as pessoas já estão.

    Por isso, a conectividade também faz parte da estratégia. Por meio da Piauí Link, a infraestrutura de internet pública chega a espaços como colégios estaduais e pontos turísticos, ampliando as possibilidades de acesso.

    Foto: Reprodução

    Mas digitalizar serviços também exige garantir que as pessoas tenham condições de utilizá-los. É nesse ponto que entram iniciativas como a Lan House Social, que oferece cursos de letramento digital e ajuda a aproximar da tecnologia quem ainda enfrenta dificuldades para utilizá-la.

    A ideia é simples: não basta colocar o serviço na palma da mão; é preciso garantir que todos consigam chegar até ele.

    Identidade para conhecer quem precisa do Estado

    A transformação digital também passa por saber quem são as pessoas que o Estado precisa atender.

    O Piauí foi o estado com maior emissão da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), alcançando mais de 62% da população. Essa identificação amplia a capacidade do poder público de conhecer sua população e planejar políticas públicas a partir de dados mais precisos.

    O Piauí foi pioneiro na emissão da CIN neonatal, e a iniciativa se conecta à plataforma Piauí Primeira Infância, que reúne dados para acompanhar crianças de 0 a 6 anos e gestantes e contribuir para políticas públicas voltadas a essa população.

    A lógica é fazer com que o Estado não apenas atenda quem procura seus serviços, mas também tenha melhores condições de identificar necessidades e direcionar suas políticas.

    Preparar para o futuro

    A transformação digital também precisa preparar as pessoas para o mundo que está surgindo.

    O Piauí foi pioneiro ao incluir a Inteligência Artificial como disciplina obrigatória na rede pública estadual, para estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental ao Ensino Médio. A iniciativa ganhou reconhecimento internacional da Unesco e coloca a tecnologia dentro da formação dos estudantes, em vez de deixá-la restrita ao mercado de trabalho.

    Ao mesmo tempo, o estado avança no letramento digital, criando uma ponte entre quem ainda precisa aprender a utilizar a tecnologia e uma nova geração que já começa a aprender como criá-la e compreendê-la.

    O governo também precisa ir até o cidadão

    E se o objetivo é facilitar a vida de quem utiliza o serviço, a tecnologia precisa estar onde as pessoas já estão.

    É por isso que o WhatsApp também entra nessa estratégia. Em vez de esperar que o cidadão procure um site, baixe um aplicativo ou descubra qual plataforma deve acessar, determinados serviços e comunicações podem chegar até ele por um canal que já faz parte da sua rotina.

    A lógica é simples: não é mais o cidadão que precisa encontrar o governo. O governo também precisa encontrar o cidadão.

    Para o presidente da ETIPI, Ellen Gera, a liderança no ranking representa uma visão de governo que precisa continuar evoluindo:

    “Ser reconhecido pelo segundo ano consecutivo como o estado mais digital do Brasil mostra que estamos construindo uma estratégia consistente. Mas o nosso objetivo não é digitalizar por digitalizar. É usar a tecnologia para simplificar a vida das pessoas, reduzir deslocamentos, diminuir filas e fazer com que o cidadão tenha mais tempo para aquilo que realmente importa.”

    O resultado do Piauí aponta para uma mudança na própria forma de pensar o serviço público. A tecnologia deixa de ser apenas uma ferramenta do governo e passa a ser uma ferramenta do cidadão.

    Foto: Reprodução

    E essa talvez seja a principal lição que o Piauí tem para compartilhar com o Brasil: o futuro do governo digital não está apenas em oferecer mais serviços online, mas em fazer com que as pessoas consigam acessá-los, utilizá-los e se beneficiar deles.

    Uma fila a menos, um deslocamento a menos, uma pessoa a mais conectada e uma política pública mais precisa. É nessa transformação cotidiana que a tecnologia deixa de ser apenas inovação e passa a fazer diferença na vida do cidadão.

  • IA Claude comete erro e apaga 700 GB de dados de desenvolvedor durante teste de segurança

    O assistente de inteligência artificial Claude, da Anthropic, excluiu 700 GB de dados do desenvolvedor Sebastien Guillemot durante a criação de um script de manutenção de arquivos, em um erro ocorrido durante testes de segurança. O processo começou quando o desenvolvedor solicitou ao modelo Claude Fable a criação de uma rotina para apagar arquivos temporários de uma pasta, conforme informações do portal Frances News.

    Ao identificar o uso do comando de exclusão, o protocolo de segurança da Anthropic alterou o modelo em execução na sessão, transferindo a tarefa do Claude Fable 5 para versões anteriores até chegar ao Claude Opus 4.8. Durante a fase de testes da trava de segurança, o modelo Opus 4.8 cometeu um erro na declaração de variáveis no código e atribuiu o caminho da pasta raiz do usuário ao alvo da exclusão do ambiente de teste, iniciando o apagamento. O desenvolvedor interrompeu a execução no terminal, mas os dados do diretório pessoal foram removidos, enquanto a pasta permaneceu intacta.

    Foto: Reprodução

    Guillemot conseguiu recuperar parte dos arquivos por meio de históricos do Git, configurações do gerenciador Nix e registros de sessões do sistema. O caso gerou discussões sobre o impacto dos protocolos de alteração automática de modelos em tarefas que envolvem manipulação de arquivos do sistema operacional.

  • Meta fecha acordo de US$ 16,7 bilhões em ação por danos a crianças nos EUA

    A Meta, dona do Instagram, Facebook e WhatsApp, concordou em pagar US$ 16,7 bilhões para encerrar ações judiciais movidas por 29 estados dos Estados Unidos que alegavam que a empresa projetou redes sociais para criar dependência em crianças e coletou indevidamente dados pessoais delas. O acordo foi fechado durante julgamento num tribunal federal da Califórnia, nesta quarta-feira (26/08), e também prevê mudanças para usuários adolescentes, como limites diários de uso e bloqueios noturnos, conforme informações do portal Metrópoles.

    O julgamento considerou alegações de que a Meta violou leis estaduais de proteção ao consumidor e a lei federal de proteção à privacidade online de crianças, ao coletar dados pessoais desses usuários sem notificação ou consentimento dos pais. Segundo os processos, as informações teriam sido usadas para treinar modelos de inteligência artificial (IA) generativa. A Meta negou qualquer irregularidade ao aceitar o acordo. Segundo cálculos da empresa citados pela Bloomberg, se o julgamento fosse mantido, o valor a ser pago poderia chegar a US$ 1,4 trilhão.

    Foto: ReproduçãoMeta fecha acordo de US$ 16,7 bilhões em ação por danos a crianças nos EUA

    A ação, movida por procuradores da Califórnia, Colorado, Kentucky e Nova Jersey, também acusava a companhia de enganar consumidores quanto à segurança das plataformas. A Meta, porém, argumentou que o "vício em redes sociais" não é uma condição psiquiátrica reconhecida. Ações semelhantes contra a empresa também são cogitadas ou ocorrem em outros países e na União Europeia.

  • Como os cartões virtuais estão mudando os pagamentos na publicidade digital

    A infraestrutura de pagamentos define o limite da sua escala. Você configura a campanha perfeita, otimiza os criativos, mas o Facebook ou o Google bloqueia a conta por "Risk Payment". Essa situação acontece frequentemente porque as redes de publicidade analisam o BIN (Bank Identification Number) antes mesmo de processar o pagamento. Se o histórico desse BIN possui um alto índice de chargebacks ou fraudes, o seu tráfego para imediatamente.

    Os cartões virtuais especializados resolvem esse problema na raiz. Eles fornecem números de identificação limpos, roteamento de pagamento compatível com gateways internacionais e controle granular de orçamentos. Abaixo, eu detalho as mecânicas das principais plataformas do mercado com base em dados técnicos reais, para que você entenda exatamente onde colocar o orçamento da sua operação.

    Análise de plataformas: Qual infraestrutura escolher?

    O mercado oferece soluções variadas. A escolha correta depende do seu modelo de negócios, do volume de spend diário e da sua preferência de capitalização (cripto ou fiat).

    1. PSTNET

    A PSTNET é uma plataforma financeira consolidada que oferece acesso a BINs de bancos dos Estados Unidos e da União Europeia. O sistema divide os cartões em categorias precisas: existem BINs específicos para Meta, Google, TikTok e uma opção universal para outras redes.

    Todos os cartões da PSTNET são divididos em categorias por seus BINs. Isso ajuda você a economizar tempo e garante que os cartões virtuais para publicidade tenham a compatibilidade correta com a plataforma escolhida. A empresa oferece o "Pulse", um verificador de BIN gratuito que mostra dados práticos, como o spend médio por cartão e os limites de billing associados àquele número.

    Profissionais e equipes com grandes volumes podem usar o programa PST Private. Ele fornece cartões premium com 3% de cashback e permite a emissão de até 100 cartões gratuitos por mês, dependendo do plano escolhido (Extra Small, Small, Medium ou Large).

    A plataforma não cobra comissões por transações, declines, saques ou reembolsos. A taxa de depósito começa em 2%, mas novos usuários recebem o primeiro depósito em USDT sem taxa. O sistema aceita 18 métodos de criptomoedas (incluindo USDT TRC20/ERC20, BTC, ETH), transferências bancárias (WIRE/SWIFT) e cartões Visa/Mastercard. A estrutura de equipe permite contas master, transferências instantâneas, relatórios em CSV/XSL e uma extensão de navegador para gerenciar cartões rapidamente. O processo de KYC requer um passaporte.

    2. Spend.net

    O Spend.net foca na simplicidade da emissão e no retorno de capital. A plataforma emite cartões Visa e Mastercard divididos em dois cenários claros: pagamento de tráfego publicitário (que gera 3% de cashback) e pagamento de serviços digitais/operacionais (que retorna 1% de cashback).

    A emissão de cartões é gratuita e ilimitada. Todos os cartões possuem tecnologia 3D Secure (3DS). A autenticação 3DS é fundamental para o Media Buying atual, pois valida a transação junto ao gateway do Meta Ads e do Google Ads, aumentando drasticamente a taxa de aprovação (approval rate). O Spend.net possui 25 BINs em seu portfólio, sendo 6 deles exclusivos. As taxas operacionais são zeradas: 0% para transações, declines, câmbio, saques, reembolsos e depósitos (para recargas acima de $50).

    A capitalização do Spend.net ocorre exclusivamente via criptomoedas, suportando USDT (TRC20) ou Bitcoin. A taxa de rede não é fixa; o usuário regula o valor no momento do envio. O saldo entra em cripto e o usuário converte para dólares pelo botão Exchange. A plataforma oferece quatro tarifas Premium para escalar o cashback até $5000 mensais, fixar taxas de depósito e obter saques instantâneos. O registro aceita contas Google ou e-mail, e o KYC básico não exige envio de documentos.

    3. Spendge

    O Spendge orienta sua arquitetura para agências digitais, afiliados e equipes de performance. O sistema permite a emissão de cartões vinculados a projetos, clientes ou contas específicas. O usuário escolhe o BIN (EUA ou Europa), a moeda (USD, EUR, GBP) e decide se deseja ativar a função 3DS.

    Equipes de alto volume encontram grande valor no Spendge devido à sua API e opções White Label, que permitem personalizar o painel com as cores e logotipos da sua empresa. A gestão financeira permite manter o saldo na conta geral ou isolar os fundos em cartões individuais. O sistema aceita USDT, faturas cripto e transferências bancárias (Wire/SEPA). O Spendge permite o compartilhamento de cartões com usuários não registrados, embora você deva monitorar isso rigorosamente por questões de segurança de dados.

    Com base em dados de mercado, o Spendge possui um modelo de custo diferente: cobra cerca de 5 EUR para emitir o cartão e 5 EUR de manutenção mensal. A taxa de depósito em cripto varia de 1% a 4%, e existe uma taxa de transação (spend-commission) próxima a 2,5%. O depósito bancário custa entre 0% e 3%, com um depósito mínimo de 300 USDT. As ferramentas de equipe gerenciam limites diários e mensais, facilitando a distribuição segura de orçamento.

    4. FlexCard

    O FlexCard constrói sua infraestrutura especificamente para estabilizar cobranças recorrentes. A plataforma foca em manter a cadência de faturamento do Facebook Ads e do TikTok Ads sem interrupções. Eles oferecem uma proteção 3DS de três níveis, que aumenta consideravelmente o trust score da conta de anúncios.

    A variedade geográfica de BINs do FlexCard é ampla. Você tem acesso a números dos Estados Unidos, Reino Unido, Brasil, Estônia e Espanha. Ter BINs brasileiros disponíveis é uma vantagem tática excelente para contas locais, reduzindo atritos regionais. A emissão é ilimitada, rápida (menos de 5 minutos para vincular o cartão) e custa a partir de 2 EUR ou 2 USD.

    O depósito atende as necessidades operacionais do tráfego: aceita USDT, USDC, SWIFT, SEPA e transferências diretas de redes de afiliados parceiras. O depósito mínimo é de $50 para cripto/parceiros e $100 para bancos. A comissão de recarga varia de 3.5% a 4%, dependendo do pool do BIN, e o banco emissor pode aplicar taxas internas de conversão. É importante notar que a configuração em massa para operações no Meta geralmente requer alinhamento prévio com o suporte deles.

    5. Leading Cards

    O Leading Cards adota uma postura tolerante a campanhas de alto risco (high-risk). A plataforma não impõe restrições rígidas sobre os tipos de campanhas, transferindo a responsabilidade do criativo para o próprio media buyer.

    O sistema oferece personalização de endereços de cobrança (billing address). As taxas de transação seguem a natureza da despesa: 2% para tráfego publicitário e 3% para assinaturas ou transferências P2P. Os cartões funcionam em USD, EUR e GBP, com um limite alto de transação padrão de $50.000, sem limite máximo mensal de spend. Eles operam com mais de 10 bancos parceiros e mantêm pelo menos 12 opções de BINs ativos globalmente (EUA, Reino Unido, Alemanha, Hong Kong, Colômbia, entre outros), com atualização mensal de portfólio para evitar fadiga dos números.

    A emissão custa $6 por cartão, com uma taxa de manutenção de $5 mensais (cobrada apenas se o cartão registrar atividade por 15 dias no mês). O sistema não cobra por declines. O spend mensal recomendado começa em $5.000. O depósito via cripto (USDT, BTC) tem uma taxa base de 4,2% mais 1% a 3% de conversão, mas dispensa verificação KYC. A opção de depósito WIRE possui taxa de 2,5%, mas exige verificação KYC e a assinatura de um contrato corporativo (válido para entidades na UE, EUA ou Reino Unido). Equipes com spend acima de $10.000 mensais acessam condições VIP. O registro acontece de forma ágil via um bot oficial no Telegram.

    Conclusão de especialista: A lógica financeira na escolha do provedor

    Você não escolhe um cartão virtual apenas pelo preço; você o escolhe pela compatibilidade com a sua operação de tráfego. Como profissional do setor, recomendo que você implemente uma estratégia de diversificação.

    Analise a matemática do seu spend. Plataformas que cobram taxas mensais de manutenção (como Spendge ou Leading Cards) exigem constância no orçamento para justificar o custo fixo. Por outro lado, provedores que cobram apenas no depósito e oferecem emissão gratuita (como Spend.net) ou dividem as cobranças com programas de cashback (como PSTNET) favorecem testes rápidos de dezenas de contas sem onerar o caixa antecipadamente.

    Observe sempre a política de declines. Redes como Meta e Google rebaixam a confiança da sua conta de anúncios rapidamente se você acumular falhas de pagamento. Utilize as funções de controle de saldo isolado, configure limites diários condizentes com o billing threshold da rede e mantenha o seu foco onde ele realmente importa: na otimização do seu CPA.

  • Em visita ao Piauí, ministra do MDA conhece plataforma de teleatendimento rural da Etipi

    A Empresa de Tecnologia da Informação do Piauí (Etipi) apresentou, nesta quinta-feira (20/08), à ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, uma plataforma de teleatendimento rural desenvolvida pela própria empresa para aproximar agricultores dos serviços de assistência técnica e orientação. A solução utiliza a tecnologia como ferramenta de inclusão, facilitando o acesso ao atendimento e contribuindo para o desenvolvimento no campo.

    A apresentação foi conduzida pelo presidente da Etipi, Ellen Gera, que destacou o potencial da tecnologia para ampliar o acesso dos agricultores aos serviços públicos e fortalecer as políticas de assistência técnica e extensão rural.

    “A transformação digital precisa chegar a todos os piauienses, inclusive a quem vive e produz no campo. Essa plataforma nasce com esse propósito: utilizar a tecnologia para aproximar o agricultor da assistência técnica, ampliar o acesso aos serviços e tornar o atendimento mais ágil e eficiente. É mais uma demonstração de que tecnologia pode gerar impacto social e melhorar a vida das pessoas”, destacou Ellen Gera.

    Foto: Etipi

    Tecnologia mais próxima de quem vive e produz no campo

    Desenvolvida pela Etipi, a plataforma foi pensada para fortalecer o processo de transformação digital no campo, ampliando o alcance dos atendimentos e reduzindo barreiras relacionadas à distância.

    Por meio da solução, agricultores poderão ter acesso a atendimento remoto com profissionais de assistência técnica e extensão rural, possibilitando orientações e acompanhamento de demandas sem a necessidade de deslocamento até um ponto físico de atendimento.

    A proposta funciona como uma ferramenta complementar às ações presenciais, permitindo que as equipes técnicas ampliem sua capacidade de atendimento e mantenham uma comunicação mais ágil com os agricultores.

    Durante a apresentação, a ministra Fernanda Machiaveli destacou a facilidade proporcionada pela tecnologia e o potencial da ferramenta para aproximar os serviços públicos de quem vive no campo.
    “A tecnologia facilita muito a vida de quem está no campo. Quando conseguimos levar a assistência técnica até o agricultor, sem que ele precise se deslocar para ter acesso a uma orientação, estamos reduzindo distâncias e tornando o serviço público mais acessível”, afirmou a ministra.

    Foto: Etipi

    Inovação aplicada às políticas públicas

    A apresentação à ministra Fernanda Machiaveli (MDA) demonstra como a expertise tecnológica construída pelo Piauí pode ser aplicada a diferentes áreas estratégicas para o desenvolvimento do Estado.

    Para o presidente Ellen Gera, iniciativas como essa mostram que a transformação digital precisa estar conectada às necessidades reais da população.

    “Quando desenvolvemos uma solução como essa, estamos falando de tecnologia com propósito. O objetivo é fazer com que a inovação esteja onde as pessoas estão e contribua diretamente para melhorar os serviços públicos. No campo, isso significa aproximar o agricultor do conhecimento, da assistência e das oportunidades”, concluiu o presidente da Etipi.

    Foto: Etipi

    A plataforma integra a estratégia de utilização da tecnologia para tornar os serviços públicos mais acessíveis, eficientes e próximos da população, especialmente em regiões onde a distância ainda representa um desafio para o atendimento presencial.

    Com a solução, o Piauí avança na construção de um modelo de atendimento que combina tecnologia, assistência técnica e inclusão, mostrando que inovação não deve estar restrita aos grandes centros urbanos.

    A apresentação à ministra Fernanda Machiaveli amplia as possibilidades de diálogo e de construção de novas oportunidades para a aplicação da tecnologia nas políticas de desenvolvimento agrário e agricultura familiar.

  • China alcança feito inédito ao pousar foguete no mesmo dia do lançamento

    A China conseguiu, pela primeira vez na história, realizar o lançamento de um foguete em órbita terrestre e seu pouso na Terra no mesmo dia. O marco ocorreu na sexta-feira (10/07), quando o Longa Marcha 10B aterrissou verticalmente em uma estrutura localizada no meio do mar, na região sul do país.  Conforme informações do Metrópoles. 

    Com 63 metros de altura, o Longa Marcha 10B é um foguete reutilizável que consegue recuperar os componentes principais depois de ser lançado. Quando no modo “recuperação”, ele é capaz de transportar até cerca de 16 toneladas de carga útil à órbita terrestre baixa. O pouso vertical torna os voos mais baratos e eficientes, pois permite a reutilização dos propulsores — prática que, até então, era um domínio exclusivo de empresas norte-americanas como a SpaceX, de Elon Musk. 

    Foto: Reprodução

    O lançamento saiu do Centro de Lançamento Espacial Comercial de Hainan, no sul chinês, e, em pouco mais de cinco minutos, o foguete pousou na estrutura alvo. Segundo a Corporação de Ciência e Tecnologia Aeroespacial da China (CASC), a missão representa “um avanço histórico para a China no campo da tecnologia de foguetes reutilizáveis”. A configuração do Longa Marcha 10B ajuda a diminuir os custos de lançamento de forma significativa e tem alta relação custo-benefício. 

  • Meta pode ser obrigada a acabar com rolagem infinita e Stories do Instagram

    A Meta, empresa responsável pelo Instagram e Facebook, enfrenta um novo julgamento nos Estados Unidos que pode provocar mudanças no funcionamento das redes sociais. Entre as medidas defendidas por 30 estados estão o fim da rolagem infinita, reprodução automática de vídeos e Stories, conforme informações do portal Frances News.

    As autoridades acusam a empresa de desenvolver recursos para estimular o uso excessivo das plataformas, especialmente entre adolescentes. Também são propostas mudanças nos algoritmos, fim da contagem de curtidas, retirada de filtros de aparência e mecanismos de verificação parental.

    Foto: Reprodução/Rede sociais

    Os estados pedem uma reparação financeira que pode chegar a US$ 1,4 trilhão, cerca de R$ 7,3 trilhões. A Meta nega as acusações e considera o valor descabido. O julgamento deve durar cerca de seis semanas e poderá ter depoimentos de Mark Zuckerberg e Adam Mosseri.

  • Etipi lança o projeto Green Tech com foco em eficiência energética, sustentabilidade e tecnologia verde

    A Empresa de Tecnologia da Informação do Piauí (Etipi) lançou o ‘Green Tech’, projeto institucional de eficiência energética que reúne iniciativas voltadas à sustentabilidade, à economia de energia e à adoção de práticas mais responsáveis no ambiente corporativo.

    A iniciativa marca uma nova etapa na relação da empresa com o uso consciente de recursos, integrando tecnologia, inovação e sustentabilidade.

    O projeto contempla um conjunto de ações, entre elas a implantação de eletroposto para veículos elétricos, instalação de bombas e painéis solares e a substituição gradual da frota por veículos elétricos. Mais do que a adoção de novas tecnologias, o ‘Green Tech’ propõe uma transformação na forma como a instituição utiliza energia e recursos no dia a dia.

    Foto: ReproduçãoEtipi

    A proposta também está diretamente relacionada ao fortalecimento da cultura institucional, ressaltando valores da empresa, como a melhoria contínua. 

    “Estamos falando de uma importante ação que vai muito além da infraestrutura. O Green Tech representa a nossa cultura de buscar eficiência na utilização dos recursos públicos e além disso, a tecnologia deve estar a serviço de um futuro mais eficiente e sustentável”, destacou o presidente da Etipi, Ellen Gera.

    Tecnologia a serviço da sustentabilidade

    O eletroposto passa a integrar a estrutura da Etipi como um símbolo dessa transformação, permitindo apoiar a transição da frota convencional para veículos elétricos. A iniciativa também está associada à geração e ao uso mais eficiente da energia, com a utilização de painéis solares como parte da estratégia institucional.

    A combinação dessas ações contribui para reduzir o consumo de energia convencional, otimizar recursos e fortalecer uma agenda de sustentabilidade dentro da empresa.

    O ‘Green Tech’ também reforça o posicionamento da Etipi como uma instituição que busca integrar transformação digital e transformação sustentável. Se o Piauí utiliza a tecnologia para tornar os serviços públicos mais simples, acessíveis e eficientes, a própria estrutura tecnológica do Estado também pode avançar na adoção de soluções ambientalmente responsáveis.

    Uma mudança que começa dentro da Etipi

    O projeto foi concebido como uma ação institucional permanente, com potencial para ampliar gradualmente suas iniciativas e envolver diferentes áreas e colaboradores da empresa.

    A expectativa é que a experiência contribua para consolidar uma nova mentalidade sobre o consumo de energia e o uso dos recursos, estimulando atitudes mais conscientes e eficientes.

    Com o ‘Green Tech’, a Etipi dá mais um passo na construção de uma instituição alinhada aos desafios do futuro: mais digital, mais eficiente e também mais sustentável.

    A iniciativa traduz, na prática, uma visão que conecta inovação e responsabilidade: a tecnologia que transforma o presente também deve ajudar a construir um futuro mais sustentável.

  • Plataforma bloqueia vídeo e compartilhamento de tela no Brasil

    O Discord comunicou, na tarde desta segunda-feira (17/08), que suspendeu as chamadas de vídeo e o compartilhamento de tela no Brasil em cumprimento a uma determinação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). A plataforma afirmou que trabalha para restabelecer os recursos “o mais rápido possível” e pediu apoio aos usuários brasileiros.  Conforme informações do portal Metrópoles.

    Em nota, o cofundador do Discord, Stanislav Vishnevskiy, reconheceu que a suspensão afetará gamers, desenvolvedores e pequenas empresas, mas afirmou compreender a “situação séria” após o “devastador caso envolvendo a morte de uma adolescente”. A medida ocorre após a primeira-dama Janja defender o bloqueio do Discord no Brasil ao citar a morte de uma menina de 13 anos durante uma transmissão na plataforma.

    Foto: Reprodução

    Apesar da suspensão, outras funcionalidades continuam disponíveis, como mensagens diretas, canais de voz e chamadas exclusivamente de áudio. O Discord fez um apelo para que usuários brasileiros compartilhem relatos sobre como utilizam a plataforma e mostrem a importância do serviço no dia a dia.

Carregar mais
Canal Zap