
Hackers invadem site da Ancine e publicam ofensas a nordestinos e a Lula
Um sistema da Agência Nacional do Cinema (Ancine) foi invadido por hackers na tarde da segunda-feira (12/10) e passou a exibir mensagens xenofóbicas contra nordestinos e xingamentos ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O ataque atingiu o portal do Sistema Ancine Digital (SAD), plataforma usada pela agência para serviços do setor audiovisual, e o conteúdo ficou no ar por cerca de uma hora, conforme informações do portal Frances News.
A invasão ocorreu por volta das 17h. A tela inicial foi substituída por uma página com o aviso em inglês "You've been hacked" ("Você foi hackeado") e, em destaque, a expressão "nordestinos burros". O texto ainda trazia ataques a universidades públicas e a pessoas chamadas de comunistas, além de saudações à direita conservadora, aos Estados Unidos e a Israel.
Os invasores também publicaram uma montagem com imagens do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência no segundo turno, e da deputada federal Julia Zanatta (PL-SC). Na mensagem, afirmavam que uma eventual derrota de Flávio seria resultado de fraude manipulada pela China, sem apresentar qualquer prova. A Associação das Servidoras e dos Servidores da Ancine (Aspac) informou que acionou a área de tecnologia da informação assim que recebeu relatos. O conteúdo ofensivo foi retirado, mas o site continuava inacessível nas horas seguintes. A Ancine não havia se manifestado até a publicação da reportagem, e não há informação sobre a autoria do ataque.
Gov.pi Cidadão oferece 579 serviços públicos digitais a mais de 2 milhões de usuários
Em setembro, o Gov.pi Cidadão completou três anos aproximando a população dos serviços públicos estaduais por meio da tecnologia. Desenvolvida pela Empresa de Tecnologia da Informação do Piauí (Etipi), a plataforma já reúne mais de 2 milhões usuários e disponibiliza 579 serviços digitais, permitindo que diferentes demandas sejam resolvidas de forma mais simples e acessível.
Criado em 2023 para concentrar serviços do Governo do Estado em um único ambiente digital, o Gov.pi Cidadão passou a fazer parte da rotina dos piauienses para atividades que vão desde a consulta de informações pessoais até o acompanhamento e a solicitação de serviços públicos.
Entre os serviços mais procurados estão o Perfil do Servidor, o acesso a consignados, a consulta a processos de Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o boletim escolar e o detalhamento de contracheques.
Os números refletem uma mudança na forma como a população se relaciona com o serviço público. Demandas que antes poderiam exigir deslocamentos, atendimento presencial ou acesso a diferentes sistemas passam a ser encontradas em um ambiente digital integrado, disponível de forma mais rápida e prática.
Foto: Reprodução/Ascom Etipi
Serviços públicos mais perto da população
Ao longo dos três anos, novos serviços foram incorporados gradativamente ao Gov.pi Cidadão, acompanhando o avanço da transformação digital nos órgãos estaduais e ampliando as possibilidades de atendimento à população.
Para o presidente da Etipi, Ellen Gera, um dos principais desafios da transformação digital é fazer com que serviços de diferentes órgãos estejam disponíveis de maneira integrada e, ao mesmo tempo, sejam simples de acessar para toda a população.
“Centralizar os serviços digitais do Estado em uma única plataforma é um trabalho que envolve integração, tecnologia e, principalmente, olhar para a experiência do cidadão. Agora, nosso desafio é chegar ainda mais perto dos piauienses. Para isso, estamos ampliando as formas de acesso, inclusive por canais que já fazem parte do cotidiano das pessoas, como o WhatsApp. Queremos que o serviço público esteja cada vez mais na palma da mão do cidadão”, destaca Ellen Gera.
A ampliação dos canais de atendimento faz parte da estratégia de tornar os serviços digitais mais acessíveis e alcançar também públicos que nem sempre utilizam aplicativos ou portais para se relacionar com o poder público.
Além da quantidade de usuários cadastrados, o volume de acessos mostra que o Gov.pi Cidadão vem sendo utilizado de forma recorrente pela população. Com mais de 2 milhões de usuários, a plataforma chega ao terceiro aniversário consolidada como um dos principais canais digitais de acesso aos serviços do Governo do Piauí.
Confira os cinco serviços mais acessados no último mês
Perfil do Servidor
Acessar consignados
Consultar processo de CNH
Boletim escolar
Detalhar contracheque
Como acessar o Gov.pi Cidadão
Para utilizar os serviços pelo aplicativo:
Acesse a Google Play, em celulares Android, ou a App Store, em aparelhos iPhone;
Pesquise por Gov.pi Cidadão;
Baixe e instale o aplicativo;
Abra o app e faça a autenticação utilizando sua conta;
Após o login, pesquise pelo serviço desejado e siga as orientações apresentadas na plataforma.
Os cidadãos também podem acessar serviços do Gov.pi Cidadão pelo site oficial www.pidigital.pi.gov.br ou diretamente pelo WhatsApp, por meio do número (86) 98878-8533. Basta iniciar uma conversa e informar o serviço que deseja acessar para receber as orientações pelo próprio canal.
Aos três anos, o Gov.pi Cidadão segue em expansão, com a inclusão de novos serviços, integrações e formas de atendimento. A proposta é continuar utilizando a tecnologia para reduzir distâncias entre o Estado e a população e tornar o acesso aos serviços públicos cada vez mais simples, integrado e presente no dia a dia dos piauienses.
Meta recebeu R$ 1,1 milhão para exibir anúncios eleitorais irregulares, diz levantamento
A Meta recebeu ao menos R$ 1,1 milhão para veicular centenas de anúncios eleitorais que, segundo levantamento da organização britânica Eko, violavam regras da plataforma e a legislação brasileira. Os pagamentos foram realizados por 26 perfis entre 25 de agosto e 2 de setembro, conforme informações do Diário doCentro do Mundo.
Entre os conteúdos identificados estavam deepfakes sem indicação de uso de inteligência artificial. A Eko estimou que os anúncios alcançaram entre 2,2 milhões e 2,6 milhões de impressões no Facebook e Instagram. Parte das peças foi retirada somente após ampla circulação nas redes.
O levantamento também encontrou páginas administradas a partir de Peru, Colômbia e Guatemala, além de anúncios pagos em moeda estrangeira. A legislação eleitoral brasileira restringe a contratação de propaganda político-eleitoral digital a candidatos, partidos e campanhas e proíbe recursos de origem estrangeira. Procurada, a Meta afirmou que mantém sistemas de análise e que removeu anúncios que violaram suas políticas.
Instabilidade no Spotify vira assunto nas redes sociais; empresa se manifesta
O Spotify enfrentou uma instabilidade nesta terça-feira (29/09) que deixou usuários sem conseguir acessar o aplicativo normalmente, e o assunto rapidamente se tornou um dos mais comentados nas redes sociais. Segundo o Downdetector, plataforma que monitora falhas em serviços online, os primeiros relatos começaram por volta das 10h43, com a maior parte das reclamações concentrada no aplicativo móvel e problemas de conexão com o servidor do serviço de streaming, conforme informações do portal Frances News.
Pouco depois do aumento das reclamações, o Spotify se manifestou em sua conta oficial no X, antigo Twitter, e confirmou a instabilidade. "Estamos cientes de problemas que afetam temporariamente nosso aplicativo. Estamos trabalhando ativamente para resolvê-los rapidamente", informou a empresa na publicação. A plataforma não detalhou as causas da falha nem informou prazo para a normalização completa do serviço.
Nas redes sociais, a instabilidade rendeu comentários bem-humorados entre os usuários afetados. "Poderia cair o Twitter, o Instagram, o WhatsApp, qualquer um desses. Menos o meu Spotify", escreveu uma pessoa. Outra usuária relatou a confusão que passou tentando resolver o problema sozinha: "Fiquei igual uma burra instalando e desinstalando o Spotify sem saber que caiu para todo mundo". Até a última atualização, o aplicativo apresentava falhas intermitentes.
Óculos inteligentes são proibidos na cabine de votação; violar sigilo é crime
Óculos inteligentes com câmera, microfone ou capacidade de transmitir imagens não podem entrar na cabine de votação nas eleições de 2026. Embora as regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não citem esses aparelhos nominalmente, a proibição alcança qualquer instrumento capaz de comprometer o sigilo do voto, mesmo quando estiver desligado. Nesta terça-feira (29/09), o alerta foi reforçado a cinco dias do primeiro turno, conforme informações do portal Diário do Centro do Mundo.
O eleitor deve deixar o dispositivo em local indicado pelo mesário antes de votar, como já ocorre com celulares. Quem se recusar a cumprir a orientação não poderá votar naquele momento; a seção deve registrar o caso em ata e pode acionar a polícia. Violar ou tentar violar o sigilo do voto é crime, com pena de detenção de até dois anos.
O risco envolve a produção de imagens para provar a escolha eleitoral em casos de compra de votos ou coação. Em Ourilândia do Norte, no Pará, eleitores usaram um "óculos-espião" nas eleições municipais de 2024 para registrar votos destinados ao então vereador Edivaldo Borges Gomes, o Irmão Edivaldo (MDB). Em maio de 2026, o TRE-PA manteve a cassação do diploma dele por compra de votos e abuso de poder econômico.
Usuários relatam falhas no gov.br, Receita Federal e e-CAC nesta segunda (28)
Usuários relataram dificuldades para acessar o gov.br, o site da Receita Federal e o e-CAC nesta segunda-feira (28/09). As reclamações aumentaram ao longo da tarde e ocorrem a apenas dois dias do prazo para que empresas do Simples Nacional definam como irão recolher os novos tributos previstos na reforma tributária, conforme informações do portal Frances News.
Por volta das 14h, a plataforma Downdetector, que monitora o funcionamento de serviços digitais, registrava mais de 700 reclamações relacionadas ao gov.br. Já os sistemas da Receita Federal e o e-CAC acumulavam mais de 100 registros. O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) confirmou que o gov.br passa por períodos de instabilidade e informou que equipes técnicas trabalham para normalizar o funcionamento da plataforma. A Receita Federal também foi procurada, mas não havia se manifestado até a última atualização da informação.
A instabilidade ocorre às vésperas de uma data importante para pequenos negócios. As empresas enquadradas no Simples Nacional têm até quarta-feira (30/09) para escolher como irão recolher o IBS e a CBS, tributos criados pela reforma tributária. Quem não fizer a opção permanecerá no modelo padrão, com o recolhimento dentro do Documento de Arrecadação do Simples (DAS). A escolha depende das características de cada empresa, considerando o perfil dos clientes, as compras e as vendas realizadas. No fim do mês, os sistemas digitais do governo costumam registrar maior demanda, o que pode aumentar o impacto de eventuais períodos de instabilidade.
Albanese denuncia invasão de agente da OpenAI ao Medicare e cobra explicações de Sam Altman
Um agente de inteligência artificial da OpenAI invadiu o portal de estatísticas do Medicare, sistema público de saúde da Austrália, em 18 de junho, no primeiro caso conhecido de uma IA hackeando uma rede governamental. O primeiro-ministro Anthony Albanese revelou o episódio nesta quarta-feira (23/09), durante a Assembleia Geral da ONU, em Nova York, e classificou a falha como "inaceitável.
Segundo Albanese, o agente autônomo acessou arquivos públicos e não públicos do banco de dados e chegou a gravar arquivos no sistema. A invasão ocorreu quando o agente, que realizava pesquisas sobre gastos com saúde, contornou bloqueios para buscar respostas em áreas sem autorização de acesso. A OpenAI afirmou que tomou conhecimento do incidente apenas em agosto, durante uma revisão interna, e que não encontrou evidências de que registros de pacientes tenham sido acessados. A empresa informou o governo australiano em 10 de setembro, por meio de um e-mail enviado a uma caixa de correio genérica, o que causou um atraso de cinco dias na notificação das autoridades competentes.
Albanese afirmou ter expressado "extrema preocupação" ao CEO da OpenAI, Sam Altman, em telefonema na quarta-feira, e disse que a empresa demorou tempo demais para informar o governo. Uma investigação forense auxiliada pela Diretoria de Sinais Australiana está em andamento para apurar se outros sistemas governamentais foram afetados. Outros três sistemas podem ter sido impactados, incluindo o Instituto Australiano de Saúde e Bem-Estar, o Bureau de Estatísticas Criminais de Nova Gales do Sul e o Departamento de Saúde de Victoria. Especialistas ouvidos pela BBC afirmam que este é o primeiro caso conhecido de violação de um sistema governamental por agentes de IA autônomos.
Meta derruba perfil de documentário com Porchat sobre Master e Lagoinha
A Meta derrubou do Instagram o perfil oficial da série de reportagens "Revelando", que publicou na segunda-feira (21/09) um episódio apresentado pelo humorista Fábio Porchat sobre as relações entre o Banco Master, a Igreja Batista da Lagoinha e personagens da política brasileira. A plataforma alegou que o conteúdo "não segue os padrões" da rede social, mas não especificou qual regra teria sido descumprida. O coletivo responsável pela produção, o podcast "Calma Urgente", aguarda uma explicação mais detalhada da empresa, conforme informações do portal Diário do Centro do Mundo.
O episódio, intitulado "Grandes Igrejas, Master Negócios", alcançou o primeiro lugar no ranking Hype do YouTube em menos de 24 horas e, antes da retirada do perfil, o teaser publicado no Instagram acumulava 6 milhões de visualizações. A reportagem parte do casamento de Natália Vorcaro, irmã do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, com Fabiano Zettel, cerimônia celebrada pelo pastor André Valadão. Entre os citados no episódio estão Valadão, Zettel, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, do STF. A produção também trata de doações à igreja, operações financeiras e relações empresariais mencionadas nas investigações sobre o Banco Master.
A retirada do perfil afetou ainda publicações feitas em colaboração com parceiros da série, como o ICL Notícias, a Mídia Ninja e a 342 Artes, além de conteúdos ligados ao primeiro episódio, apresentado por Samara Felippo, que abordou a história da eugenia e das políticas de esterilização no Brasil. O vídeo completo do episódio de Porchat continua disponível no YouTube. A Meta foi procurada, mas não se manifestou até a publicação da matéria.
O que os golpistas financeiros podem fazer com seu endereço IP
Ter acesso ao endereço IP de alguém não significa automaticamente conseguir entrar na conta bancária da pessoa ou descobrir suas senhas. O risco, na verdade, é que o IP pode fornecer pistas sobre a localização aproximada da pessoa que, quando combinadas com outras informações, podem ajudar criminosos a criar golpes personalizados e convincentes.
Mas como exatamente essas informações podem ser usadas em uma fraude financeira?
Como os golpistas usam seu IP em fraudes financeiras
O endereço IP raramente é suficiente para executar uma fraude sozinho. Seu valor para o criminoso está principalmente em ajudar a dar contexto ao golpe e tornar outras técnicas de engenharia social mais convincentes.
Personalizar mensagens de phishing
O IP pode fornecer a localização aproximada do usuário, ajudando o golpista a criar mensagens mais personalizadas e convincentes para a vítima. Com essa informação em mãos, o criminoso pode criar:
- um aviso de acesso suspeito em determinada região;
- uma mensagem sobre uma compra supostamente feita perto da localização da vítima;
- um alerta falso relacionado a um serviço ou instituição que faça sentido naquele contexto.
De acordo com dados divulgados pela Agência Brasil em agosto de 2026, 40% dos indícios de fraudes financeiras no país estão relacionados à engenharia social.
Simular alertas de instituições financeiras
Um criminoso pode usar o contexto que reuniu sobre a vítima para enviar mensagens do tipo:
- “Detectamos uma tentativa de acesso na sua região”;
- “Seu cartão foi utilizado em uma compra suspeita”;
- “Precisamos confirmar uma movimentação para evitar o bloqueio da conta”.
O endereço IP é só uma das peças utilizadas para construir a história. A fraude normalmente depende de engenharia social para levar a vítima a clicar em um link, informar credenciais ou confirmar alguma operação.
Tornar o golpe da falsa central mais convincente
O golpe da falsa central é bastante comum entre as fraudes financeiras e pode se tornar ainda mais convincente quando o criminoso já reuniu informações sobre a vítima. Funciona da seguinte forma:
- o golpista liga ou envia uma mensagem para a vítima dizendo que representa o banco;
- ele afirma ter identificado uma movimentação suspeita;
- a partir de então, usa informações verdadeiras ou plausíveis para ganhar credibilidade;
- por fim, ele tenta convencer a vítima a revelar dados, instalar um aplicativo ou fazer uma transferência.
Como reduzir sua exposição
Algumas medidas podem reduzir a sua exposição na internet e, consequentemente, os riscos de se tornar vítima de uma fraude financeira online:
- Desconfie de contatos inesperados em nome de instituições financeiras.
- Jamais forneça códigos, senhas ou credenciais por telefone ou mensagem.
- Acesse o banco diretamente pelo aplicativo ou site oficial.
- Evite clicar em links enviados por supostos atendentes.
- Use recursos de proteção online, como uma VPN.
Entre as principais vantagens de uma VPN está a de ocultar o endereço IP real durante a navegação, reduzindo a quantidade de informações sobre a conexão que terceiros conseguem observar.
Uma VPN não impede golpes de phishing ou engenharia social, mas pode ajudar a reduzir a exposição de dados. Ainda assim, reconhecer abordagens suspeitas e verificar contatos antes de agir continua sendo essencial.
O IP é só uma peça do golpe
O IP não revela diretamente informações pessoais como nome, CPF ou dados bancários. Além disso, a localização associada a ele costuma ser aproximada, e não a localização exata da pessoa. O risco aumenta quando informações relacionadas ao IP são combinadas com outros dados da vítima, obtidos, em vazamentos ou perfis públicos nas redes sociais, por exemplo. Juntos, esses elementos podem fornecer mais contexto para golpes de phishing e outras técnicas de engenharia social.
Por isso, o endereço IP deve ser visto como apenas uma das peças que podem tornar uma fraude financeira mais convincente. Sozinho, ele tem alcance limitado, mas, combinado com outras informações, pode ajudar golpistas a criar abordagens mais personalizadas e difíceis de identificar.
iPhone Duo chega ao Brasil por R$ 21.999 e é opção mais cara entre dobráveis
A Apple oficializou, nesta quarta-feira (09/09), sua entrada no mercado de smartphones dobráveis com o lançamento do iPhone Duo, modelo em formato “passaporte” que chega às lojas brasileiras a partir de R$ 21.999. Conforme informações do portal Frances News, o preço elevado reflete os valores praticados pela marca no país e o encarecimento de componentes de inteligência artificial, fatores que também impulsionaram um reajuste nos iPhones antigos mantidos em catálogo.
Apesar da novidade da Apple, concorrentes como Samsung, Motorola, Xiaomi e Huawei já atuam no segmento de telas flexíveis, presente no mercado desde 2019. A categoria de dobráveis no estilo “passaporte” conta com alternativas a preços consideravelmente mais baixos no Brasil e no exterior. O Samsung Galaxy Z Fold8, por exemplo, está disponível no mercado brasileiro por valores entre R$ 12.600 e R$ 14.200, com tela interna de 7,6 polegadas e peso de apenas 201 gramas.
Já o Xiaomi 18 Fold e o Huawei Pura X Max, ambos exclusivos da China, têm preços estimados em cerca de R$ 8.400, em conversão direta, e telas de 7,58 e 7,7 polegadas, respectivamente. Para quem busca opções mais compactas, o mercado nacional oferece modelos no estilo Flip, como o Samsung Galaxy Z Flip8, por cerca de R$ 9.200, e o Motorola Razr 60 Ultra, por aproximadamente R$ 12.000. Entre as alternativas de tela grande, estão o Galaxy Z Fold8 Ultra, por R$ 13.200, e o Motorola Razr Fold, por R$ 16.000.

















