Jovem de 19 anos · 06/03/2021 - 13h26

Soldado da FAB é morto a tiros após furar blitz da PM


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Um soldado da Força Aérea Brasileira (FAB) de apenas 19 anos morreu em perseguição com a Polícia Militar, em Anápolis, a 55 quilômetros de Goiânia, após fugir de uma blitz na noite de quinta-feira (04/03). As informações são do Metrópoles.

Guilherme Souza Costa, segundo a polícia, estava em uma moto sem placa e não teria autorização para pilotá-la. Ao ser abordado pelos policiais, ele acelerou e as viaturas saíram atrás dele.

A perseguição durou por quase 5 km e foi iniciada na Avenida Brasil Norte, no Bairro Cidade Jardim. Imagens de câmeras, segundo a polícia, mostram o momento da primeira abordagem.

Conforme o registro da ocorrência, Guilherme estava armado e teria jogado a moto em cima dos carros da polícia, quando percebeu que estava sendo seguido. Além disso, ele teria atirado contra os policiais, que reagiram com disparos.

O rapaz foi levado em estado grave para o Hospital de Urgências de Anápolis (Huana), mas não resistiu aos ferimentos. A unidade de saúde confirmou a morte dele na manhã dessa sexta-feira (05/03).

Aeronáutica

Guilherme era soldado da Aeronáutica e estava na base Militar de Anápolis havia dois anos. Em nota, a FAB lamentou a morte do rapaz, prestou condolências à família e informou que a arma encontrada com ele não pertencia à Ala 2 da Base Aérea da cidade.

Investigações para esclarecer o ocorrido estão em andamento e a FAB informou que está colaborando com a apuração. O Metrópoles tentou falar com o delegado responsável pelo caso, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

Esse é o segundo caso envolvendo militares armados em situações fora do trabalho em Goiás, nas últimas semanas. Um médico do Exército foi gravado durante uma briga de trânsito em Goiânia, no dia 21 de fevereiro, dando tiros para o alto.

Pablo Paolo Bollauf tirou a arma da cintura e fez os disparos para intimidar o motorista com quem ele discutia. A mulher que estava no banco do passageiro filmou tudo. A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar o fato e o Exército, em nota, confirmou a identidade do médico e abriu procedimento administrativo.

Veja:

 

 

 

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