
Fabrício Loiola defende dedicação exclusiva de parlamentares no Congresso
O candidato a deputado federal Fabrício Loiola apresentou uma proposta voltada à atuação de deputados e senadores no Congresso Nacional. Ele defende que o exercício do mandato seja exclusivo, impedindo que parlamentares mantenham simultaneamente outras funções públicas, atividades profissionais remuneradas ou cargos de administração em empresas.

Na avaliação do candidato, quem ocupa uma cadeira no Legislativo deve concentrar sua atuação nas responsabilidades do mandato, como criação de leis, fiscalização dos atos do governo e defesa dos interesses da população.
“Mandato parlamentar não pode ser tratado como atividade secundária. Deputados e senadores recebem recursos públicos e têm uma responsabilidade enorme com o país. Quem foi eleito para representar o povo deve trabalhar exclusivamente para o povo”, afirmou.
A proposta não impediria que o parlamentar mantivesse patrimônio, ações ou participação em empresas. A restrição seria direcionada à gestão dos negócios, proibindo o exercício de funções como administrador, dirigente ou representante empresarial durante o período do mandato.
Fabrício argumenta que a medida poderia reduzir situações de conflito entre interesses particulares e decisões tomadas no Congresso. Ele citou como exemplo votações e fiscalizações relacionadas a setores nos quais o parlamentar eventualmente tenha interesses econômicos.
“Não é aceitável que alguém vote leis e fiscalize setores nos quais mantém interesses econômicos ou poder de administração. Quem deseja cuidar dos próprios negócios pode fazê-lo, mas não ao mesmo tempo em que exerce um mandato pago pela sociedade”, declarou.
Outro ponto defendido pelo candidato é a proibição de acumular o mandato com outra função pública remunerada. Caso um parlamentar queira assumir outro cargo, teria que deixar ou suspender o exercício do mandato, sem receber simultaneamente pelas duas funções.
Segundo Fabrício, a mudança ajudaria a profissionalizar a atividade parlamentar e fortaleceria a separação entre interesses privados e o exercício de funções públicas.
“O Brasil precisa acabar com a política usada como extensão de empresas, carreiras e interesses particulares. Mandato é missão, responsabilidade e dedicação integral. Quem não estiver disposto a isso não deve ocupar uma cadeira no Congresso”, concluiu.










