
Delegado é investigado por suposto recebimento de R$ 200 mil em propina por desvio de cargas
O delegado da Polícia Civil de Goiás Alexandre Bruno de Barros é investigado por suspeita de participação em um esquema de desvio e venda clandestina de cargas e veículos apreendidos pela corporação. Segundo o processo, ele teria recebido R$ 200 mil em propina de um empresário ligado ao armazenamento de materiais apreendidos, conforme informações do portal Frances News.
A investigação também envolve o escrivão Sílvio Pereira de Macedo e o agente Antônio Gomes de Assis Sobrinho, que foram afastados cautelarmente das funções por 90 dias. O caso teve como ponto de partida o suposto desvio de uma carga de vergalhões, avaliada em R$ 1,4 milhão, apreendida durante a Operação Fogo Amigo, em 2021. Segundo o Ministério Público, bens apreendidos teriam sido levados para galpões sem contratos, licitação ou controle judicial, e os valores obtidos com a venda seriam divididos entre o empresário e agentes públicos.
A Justiça determinou o recolhimento das armas, distintivos e carteiras funcionais dos investigados, além do bloqueio de acesso aos sistemas da Polícia Civil. A defesa de Alexandre Bruno de Barros nega que o delegado tenha recebido ou dividido dinheiro em espécie e classifica a acusação como sem fundamento. A Polícia Civil de Goiás informou que a Corregedoria instaurou procedimento











