
Campanha de Lula monitora ataques de influenciadores após proibição das bets
Integrantes da campanha de reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do governo federal passaram a monitorar ataques de influenciadores contra o presidente após a proibição das bets no Brasil. A estratégia ganhou força nesta quarta-feira (7/10), um dia depois de os sites e aplicativos começarem a sair do ar, e prevê uma reação mais rápida nas redes sociais para rebater as críticas à medida. As Informações são do Metrópoles.

Segundo aliados, apoiadores do presidente deverão utilizar as próprias plataformas digitais para contestar os argumentos apresentados por influenciadores e defender a decisão do governo. A campanha também pretende buscar o apoio de outros criadores de conteúdo para ampliar a resposta e reduzir o alcance das manifestações contrárias a Lula. A movimentação ocorre após a repercussão da medida provisória assinada em 25 de setembro, que proibiu a exploração, oferta, intermediação e publicidade das apostas de quota fixa no país.
Nos bastidores, integrantes do governo avaliam que a proibição abriu uma nova frente de disputa política, especialmente nas redes sociais. O governo afirma que a medida já vem sendo acompanhada por ações de fiscalização contra plataformas ilegais, enquanto entidades do setor criticam a decisão e estudam medidas judiciais. O embate digital se soma à disputa eleitoral e coloca a comunicação nas redes como uma das frentes de reação da campanha de Lula.











