• Candidatos apoiados por Bolsonaro vencem em 4 capitais e perdem em 7

    Os candidatos apoiados por Jair Bolsonaro venceram em quatro capitais neste domingo (27/10), e foram derrotados em sete.

    Foto: Isabella Finholdt/Especial Metrópoles

    Bolsonaro venceu com os seguintes candidatos por ele apoiados: Ricardo Nunes (MDB), em São Paulo; Sebastião Melo (MDB), em Porto Alegre; Abilio Brunini (PL), em Cuiabá; Emilia Correia (PL), em Aracaju.

    E perdeu com Marcelo Queiroga (PL), em João Pessoa; Cristina Graeml (PMB), em Curitiba; Delegado Eder Mauro (PL), em Belém; Janad Valcari (PL), em Palmas; Fred Rodrigues (PL), em Goiânia; Bruno Engler (PL), em Belo Horizonte; e André Fernandes (PL), em Fortaleza.

    Os resultados de São Paulo e Belo Horizonte são, até as 18h30 deste domingo, projeções do Datafolha.

  • Confusão em fila de votação termina em briga em colégio eleitoral de Piracuruca

    Neste domingo (06/09), uma briga foi flagrada na fila de votação no Colégio Raimundo Nonato Trindade, em Piracuruca, no Piauí. O incidente, registrado em vídeo por eleitores, mostra o momento em que dois homens iniciam uma discussão acalorada, que rapidamente evolui para agressão física. A situação gerou tumulto no local, causando preocupação entre os presentes.

    Autoridades locais foram acionadas para apaziguar o conflito e garantir a continuidade do processo eleitoral sem novos incidentes.

  • Assédio eleitoral: denúncias continuam após eleição e chegam a 3,2 mil

    As eleições de 2022 bateram recordes de denúncia de assédio eleitoral em empresas. Até 6 de dezembro, 2,3 mil funcionários haviam enviado ao Ministério Público do Trabalho (MPT) informações de que seus empregadores praticavam coação para o apoio de determinado candidato.

    Em 2018, foram 232 acusações desse tipo de prática. Não bastasse o número 10 vezes maior, após o resultado das eleições as denúncias não pararam. Aumentaram de 2,3 mil para 3,2 mil.

    Os dados estão em relatório apresentado pelo procurador-geral do MPT, José de Lima Ramos Pereira, ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, nesta quinta-feira (15/12). Ramos mostrou a Moraes os dados compilados de casos de assédio eleitoral e de ações do MPT para combatê-los.

    Ramos considera que 2022 aponta uma situação única em relação a eleições anteriores e que é necessário combater e punir os acusados. “Até agora foram 3,2 mil denúncias, sendo que os casos continuaram a ser relatados após as eleições. Isso significa que algumas pessoas só denunciaram depois, mas outras ainda estão sofrendo assédio eleitoral, perdendo seus empregos por não concordar com algum candidato”, ressaltou o procurador-geral.

    Veja a matéria completa no Metrópoles

  • Paraná liderou menção a fake news de morte de Lula no WhatsApp, diz levantamento

    O estado do Paraná liderou as menções a uma teoria da conspiração segundo a qual o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) morreu e foi substituído por um ator com máscara. O levantamento é da Palver, empresa de tecnologia que monitora mais de 16 mil grupos públicos de WhatsApp.
    A empresa analisou termos relacionados à notícia falsa que circularam durante o período entre 1º de setembro e 29 de novembro. O estado do Sul disparou com um total de 141 menções a cada 100 mil mensagens. Em seguida, aparecem São Paulo e Rio de Janeiro com 127 e 112 menções a cada 100 mil mensagens, respectivamente.
    A teoria da conspiração circulou até mesmo em estados em que Lula venceu no segundo turno das eleições, como Bahia, Minas Gerais e Piauí, mas de forma moderada, com 39, 28 e 26 menções a cada 100 mil mensagens, respectivamente.
    O assunto começou a ganhar força nos dias que antecederam os protestos do 7 de Setembro e teve picos de compartilhamento após o primeiro turno das eleições, mas explodiu após a internação de Lula para retirar uma lesão na laringe, no último dia 20.
    Os rumores se intensificaram principalmente porque o presidente eleito precisou ficar alguns dias em repouso, poupando a voz, e, portanto, sem fazer aparições públicas.
    A Palver aponta que, em 25 de novembro, os comentários sobre a "morte" representaram quase 10% das menções gerais ao próprio Lula nos mais de 16 mil grupos observados.
    Os adeptos da teoria da conspiração se baseiam em diversos vídeos, como o de um caixão que estaria sendo levado escondido do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, e em áudios de supostas enfermeiras da instituição afirmando que um paciente havia morrido e que a área estava isolada.
    As causas da "morte" são variadas. O presidente eleito teria morrido após ter um AVC (Acidente Vascular Cerebral), um infarto ou mesmo após passar mal durante as férias com a esposa no sul da Bahia, segundo as notícias falsas.
    Alguns internautas, inclusive, defendem que uma dobra no pescoço de Lula durante encontro com a ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Rosa Weber pode indicar justamente a divisão entre a suposta máscara e o rosto do sósia.
    Também circulou uma foto em que o presidente eleito posa com a futura primeira-dama, a socióloga Rosângela da Silva, e supostamente teria cinco dedos em sua mão esquerda em vez de quatro. A imagem, no entanto, é da época de noivado do casal. Portanto, é a mão direita do ex-presidente que está sendo retratada.

  • Terminar prazo para partidos devolverem recursos

    Terminou na ultimo sábado (19/11) o prazo para que os partidos políticos devolvam aos cofres públicos os recursos do Fundo Eleitoral não utilizados nas campanhas deste ano.

    Foto: José Cruz/Agência Brasil

    Pela legislação eleitoral, devem ser devolvidos ao Tesouro Nacional todos os recursos recebidos e que não possam ser atribuídos a alguma despesa de campanha comprovável na prestação de conta eleitoral de cada legenda e candidatura.

    O prazo para todos os candidatos e candidatas entregarem as prestações de contas finais de campanha também termina neste sábado (19).

    Despesa

    No caso de recursos do Fundo Partidário, que também pôde ser aplicado nas campanhas, todo dinheiro transferido a candidatos e que não teve despesa comprovada, deve ser transferido paras as contas dos diretórios estaduais ou nacional de cada sigla. O mesmo acontece em relação a recursos provenientes de doações por pessoas físicas.

    Segundo as estatísticas da Justiça Eleitoral, 81,35% dos recursos usados nas campanhas deste ano foram provenientes do Tesouro Nacional, o equivalente a mais de R$ 5,2 bilhões. Outro R$ 1,2 bilhão foi recebido por meio de doações privadas. 

    PostMídia: (86) 9 9547-8622

  • Senadores eleitos e suas equipes vão conhecer a rotina parlamentar em seminário

    Estrutura de gabinete, serviços de consultoria, material gráfico, funcionamento das comissões temáticas.

    Foto: Agência Senado/Marcos OliveiraVeja quem foram os candidatos eleitos ao Senado Federal
    Senadores eleitos e suas equipes vão conhecer a rotina parlamentar em seminário

    Assuntos que os novos senadores vão ter que lidar a partir de primeiro de fevereiro, quando tomam posse, e que serão apresentados aos parlamentares no Seminário Conhecendo o Senado, que será realizado no Interlegis, entre 21 e 23 de novembro.

  • Em 2002, Lula atormentou mercado e só anunciou ministros em dezembro

    A insistência de Lula (PT) em dizer que vai priorizar a assistência social e a demora do presidente eleito em anunciar sua política econômica e ministros da equipe têm perturbado o mercado financeiro e impactado negativamente na Bolsa e no dólar. Com informações do Metrópoles.

    O cenário descrito acima se encaixa no período pós-vitória petista tanto em 2002, quando Lula foi eleito pela primeira vez para a Presidência, quanto para hoje, 20 anos depois, ocasião em que o petista se prepara para assumir a chefia do Executivo federal pela terceira vez. Em 2002, como agora, o presidente eleito atormentou os operadores do mercado financeiro ao negar detalhes sobre seus planos econômicos.

    E, caso a estratégia de 20 anos atrás se repita, é possível que o país fique ainda algumas semanas no escuro em relação à equipe do futuro governo. Em 2002, só em 10 de dezembro, quase um mês e meio após vencer o tucano José Serra no segundo turno da eleição presidencial, foi que Lula começou a anunciar os nomes de seus ministros. E a lista completa dos novos ocupantes da Esplanada dos Ministérios só foi conhecida pelos brasileiros na antevéspera do Natal daquele ano, faltando pouco mais de uma semana para a posse.

    Em 2002, um dos principais fatores para a demora foi a negociação de uma base aliada no Congresso, principalmente com o PMDB (hoje MDB). Além disso, havia uma disputa interna no PT pelo comando da área econômica entre futuros ministros: Antonio Palocci, Aloizio Mercadante e Guido Mantega. Dos três, apenas Palocci se encontra hoje totalmente apartado do círculo petista e sem nenhuma chance de voltar.

    Há 20 anos, porém, ele ganhou a queda de braço, coordenou a equipe de transição (cargo que hoje é do vice, Geraldo Alckmin) e acabou sendo anunciado ministro da Fazenda. Seu nome agradou o mercado, que via no então prefeito de Ribeirão Preto a sinalização de que o governo Lula até poderia gastar muito em programas sociais, mas não abriria mão da responsabilidade fiscal – o que realmente acabou acontecendo.

  • Moraes manda bloquear contas de 43 empresas por atos antidemocráticos; confira a lista

    O ministro Alexandre de Moraes, determinou, por meio de uma decisão assinada no último sábado (12/11), o bloqueio imediato das contas bancárias de 43 pessoas físicas e jurídicas supostamente envolvidas em atos antidemocráticos contra o resultado das eleições. Com informações do Metrópoles.

    De acordo com o magistrado, o bloqueio é “necessário, adequado e urgente, diante da possibilidade de utilização de recursos para o financiamento de atos ilícitos e antidemocráticos”. Moraes também determinou que a Polícia Federal colha depoimentos de todas as empresas e pessoas listadas em até dez dias, além de indicar as diligências necessárias para apurar o caso.

    Na decisão, o ministro citou o bloqueio de rodovias de todo o país por manifestantes bolsonaristas insatisfeitos com a derrota do presidente Jair Bolsonaro (PL) nas urnas. Moraes também pontuou o deslocamento de 115 caminhões para o QG do Exército, em Brasília, “com objetivo de reforçar atos criminosos”.

    Veja a lista de empresas com contas bloqueadas:

    1. AGRITEX COMERCIAL AGRICOLA LTDA
    2. AGROSYN COMERCIO E REP. DE INSUMOS AGRIC
    3. AIRTON WILLERS
    4. ALEXANDRO LERMEN
    5. ARGINO BEDIN
    6. ARRAIA TRANSPORTES LTDA
    7. ASSIS CLAUDIO TIRLONI
    8. BANCO RODOBENS S.A
    9. BERRANTE DE OURO TRANSPORTES LTDA
    10. CAIRO GARCIA PEREIRA
    11. CARROCERIAS NOVA PRATA LTDA
    12. CASTRO MENDES FABRICA DE PECAS AGRICOLAS
    13. CERAMICA NOVA BELA VISTA LTDA
    14. COMANDO DIESEL TRANSP E LOGISTICA LTDA
    15. DALILA LERMEN EIRELI
    16. DIOMAR PEDRASSANI
    17. DRELAFE TRANSPORTES DE CARGA LTDA
    18. EDILSON ANTONIO PIAIA
    19. FERMAP TRANSPORTES LTDA
    20. FUHR TRANSPORTES EIRELI
    21. GAPE SERVICOS DE TRANSPORTES LTDA
    22. J R NOVELLO
    23. KADRE ARTEFATOS DE CONCRETO E CONSTRUÇÃO
    24. KNC MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO
    25. LEONARDO ANTONIO NAVARINI & CIA LTDA
    26. LLG TRANSPORTADORA LTDA
    27. M R RODO IGUACU TRANSPORTES EIRELI
    28. MURIANA TRANSPORTES LTDA
    29. MZ TRANSPORTES DE CARGAS LTDA
    30. P A REZENDE E CIA LTDA
    31. POTRICH TRANSPORTES – LTDA
    32. RAFAEL BEDIN
    33. ROBERTA BEDIN
    34. SERGIO BEDIN
    35. SINAR COSTA BEBER
    36. SIPAL INDUSTRIA E COMERCIO LTDA
    37. TIRLONI E TIRLONI LTDA-ME
    38. TRANSPORTADORA ADRIJ LTDA ME
    39. TRANSPORTADORA CHICO LTDA
    40. TRANSPORTADORA LERMEN LTDA – EPP
    41. TRANSPORTADORA ROVARIS LTDA
    42. TRR RIO BONITO T. R. R. PETR. LTDA
    43. VAPE TRANSPORTES LTDA

  • PEC da Transição será entregue no Senado nesta quarta (16); confira os detalhes

    Parlamentares do Partido dos Trabalhadores (PT) afirmaram, após participar do anúncio dos nomes para os grupos de transição do governo, que a entrega da PEC da Transição está prevista para ocorrer, oficialmente, no Congresso Nacional, às 18h desta quarta-feira (16/11). Com informações do Metrópoles.

    O encontro, a princípio, não contará com a presença do presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que está no Egito para a COP27. Segundo o PT, no entanto, há articulação para um encontro com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-PI).

    Foto: Reprodução1
    PEC da Transição será entregue no Senado nesta quarta 

    Segundo o entorno do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o anteprojeto será entregue ao Congresso Nacional, no valor de R$ 175 bilhões, montante já previsto.

    A expectativa é de que a PEC a ser apresentada pela equipe do petista tenha, na redação, abertura no teto para conseguir abarcar o pagamento dos benefícios no próximo ano. O grupo do presidente eleito também espera conseguir aprovar o texto no Senado até 25 de novembro, e 9 de dezembro, na Câmara.

    A transição adiantou que quer tirar do teto de gastos as verbas necessárias para pagar o Bolsa Família, mas há divergência sobre a vigência dessa regra. Os petistas gostariam de quatro anos, o período completo do mandato conquistado por Lula e Geraldo Alckmin (PSB). Já Ciro Nogueira insiste em aplicar a medida apenas em 2023.

    A proposta busca garantir o cumprimento de alguns compromissos de campanha do presidente eleito, como a manutenção do Auxílio Brasil em R$ 600, com o complemento de R$ 150 para famílias nas quais há crianças de até 6 anos e o aumento real do salário mínimo.

    O teto orçamentário é o maior obstáculo. O impacto da manutenção do auxílio em R$ 600 pode chegar a R$ 70 bilhões, o que ultrapassaria a regra do teto de gastos. Logo, a equipe técnica do futuro governo busca alternativas legislativas para driblar o impasse orçamentário

  • Relatório preliminar do PL pede invalidação dos resultados de parte das urnas eletrônicas

    Valdemar Costa Neto, presidente do PL, partido de Bolsonaro, enviou uma mensagem nesta terça-feira (15/11) a deputados do partido afirmando que a fiscalização do sistema eleitoral encomendada pela legenda ainda não foi concluída e não há, portanto, documento conclusivo sobre o trabalho.

    Encomendado ao Instituto Voto Legal, o trabalho foi contratado pelo PL para atender a uma demanda de Bolsonaro sobre a necessidade de fiscalizar as urnas eletrônicas e a possibilidade de fraude.

    Na mensagem, Valdemar Costa Neto faz menção a uma reportagem do site Antagonista, publicada nesta terça-feira. Segundo o texto, o PL pedirá a anulação das eleições, e cita um documento produzido pelo Instituto Voto Legal que aponta mau funcionamento de urnas fabricadas em 2009, 2010, 2011, 2013 e 2015.

    Valdemar não desmente a informação do site sobre a anulação das eleições, mas diz que o documento publicado estaria “obsoleto” e “estudos” estariam em andamento.

    Escreveu Valdemar:

    “O trabalho de fiscalização do PL termina em dezembro, está em andamento. Ainda não foi divulgada qualquer versão final de relatório, temos estudos em andamento. A versão publicada pelo Antagonista é obsoleta e não está assinada por ninguém”.

    Foto: Vinícius Schmidt/MetrópolesRelatório preliminar do PL pede invalidação dos resultados de parte das urnas eletrônicas
    Relatório preliminar do PL pede invalidação dos resultados de parte das urnas eletrônicas

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