Diversificação comercial -

Nova rodada de tarifas é ruído de curto prazo, avalia economista do Daycoval

A nova tarifa de 12,5% aplicada pelos Estados Unidos sobre parte das importações brasileiras deve ter impacto limitado, de cerca de 0,03% do PIB, inferior à primeira rodada (0,3%), e é considerada "ruído de curto prazo" pelo economista-chefe do Banco Daycoval, Rafael Cardoso, que avalia que o Brasil enfrenta desafios mais relevantes, como o choque do petróleo e expectativas de inflação desancoradas. Conforme informações do portal Monitor do Mercado.

O Daycoval projeta um corte de 0,25 ponto percentual na Selic na próxima reunião do Copom, levando a taxa para 14% ao ano até o final de 2026. A Amcham Brasil alertou que cerca de 3 mil produtos (US$ 12,5 bilhões anuais) passam a ser atingidos, com 85,3% acumulando a nova tarifa de 12,5% com a sobretaxa de 25% (total de 37,5%), reduzindo a competitividade das exportações brasileiras.

Cardoso afirmou que tanto Brasil quanto EUA tendem a ampliar a diversificação de suas relações comerciais nos próximos anos.

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