
Governo nega motivação eleitoral em reajuste do Bolsa Família para R$ 691
O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, negou que o reajuste do Bolsa Família tenha motivação eleitoral. Em declaração nesta quinta-feira (17/9), após o anúncio da mudança, o ministro afirmou que a atualização foi definida com base em estudos, no cumprimento da legislação e na responsabilidade fiscal. O valor mínimo do benefício passará de R$ 600 para R$ 691 a partir de outubro. As Informações são do Metrópoles.

Segundo Wellington Dias, a legislação permite ao presidente da República promover a recomposição do benefício pela inflação. O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, explicou que o reajuste considera uma inflação acumulada de 15,04% desde o início do programa até agosto de 2026. De acordo com ele, parte dos recursos será remanejada de despesas previdenciárias para o Bolsa Família.
O anúncio foi criticado pelo líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante, que questionou o valor do aumento e o momento escolhido pelo governo. O deputado afirmou que os R$ 91 adicionais não seriam suficientes diante do aumento dos preços e classificou a medida como um possível sinal de desespero do presidente Lula. Sóstenes também criticou a manutenção do valor mínimo durante o mandato e o reajuste próximo às eleições.











