Vídeo que circula nas redes sociais -

Veja como era voz de mulher de 37 anos que fingia ter 12. Vídeo

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a forma como uma mulher de 37 anos, presa em Santa Catarina por se passar por uma adolescente de 12 anos, se comunicava com pessoas próximas. Nas imagens, ela aparece falando com voz infantilizada ao enviar uma mensagem para a mãe de uma mulher identificada como Renata. As informações são do Metrópoles

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a forma como uma mulher de 37 anos, presa em Santa Catarina por se passar por uma adolescente de 12 anos, se comunicava com pessoas próximas. Nas imagens, ela aparece falando com voz infantilizada ao enviar uma mensagem para a mãe de uma mulher identificada como Renata.

A gravação foi publicada em julho de 2023 por uma nutricionista nas redes sociais. No vídeo, a suspeita faz elogios e afirma ter carinho pela destinatária da mensagem, utilizando um tom de voz compatível com a personagem que dizia ser.

Identificada como Amanda Maria Souza de Oliveira, a mulher foi presa em flagrante e deverá responder pelos crimes de estelionato e falsa identidade.

Veja:

Segundo a Polícia Civil de Santa Catarina, Amanda utilizava o nome fictício de “Gabriele” e vivia há cerca de 14 meses com uma família que acreditava estar acolhendo uma menina de 12 anos. A fraude só foi descoberta após denúncias e investigações realizadas pelas autoridades.

De acordo com os investigadores, a suspeita criou uma série de justificativas para explicar a aparência incompatível com a idade alegada. Entre elas, afirmava possuir transtorno do espectro autista e outros problemas de saúde.

Após a repercussão do caso, fotos da mulher passaram a circular nas redes sociais. Em algumas imagens, ela aparece utilizando mamadeira, chupeta e segurando bonecas, comportamentos que, segundo a polícia, faziam parte da estratégia para convencer as vítimas de que era uma criança.

As investigações apontam ainda que Amanda afinava a voz, simulava crises de ansiedade durante a madrugada e demonstrava constante necessidade de proteção e cuidados. Ela também alegava que supostos traumas vividos na infância teriam afetado seu desenvolvimento físico.

A fraude começou a ser desvendada após um familiar da própria família acolhedora levantar suspeitas sobre a verdadeira identidade da suposta adolescente. A partir das denúncias, a Polícia Civil confirmou que se tratava, na realidade, de uma mulher de 37 anos.

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