"Pele de bebê" · 10/08/2020 - 15h43 | Última atualização em 10/08/2020 - 16h10

Influencer causa grande repercussão ao usar sangue da menstruação como máscara facial


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A jornalista e influenciadora digital Luisa Moraleida, de 25 anos, causou grande repercussão ao compartilhar um de seus hábitos de autocuidado nas redes sociais: utilizar o sangue do fluxo menstrual como máscara facial. A mineira o considera uma “fonte riquíssima de minerais e nutrientes”, segundo publicou no Instagram. As informações são do Metrópoles. 

Luisa começou o hábito no ano passado, quando percebeu que, embora tivesse uma relação positiva com a menstruação, ainda possuía preconceitos e tabus. A maior problemática, garante a jornalista, é que criou-se em torno do sangue menstrual a sensação de algo “sujo, nojento, trabalhoso, doloroso, pecaminoso”. Ela defende que o estigma é errado, tendo em vista que é algo natural e permanente na vida de muitas mulheres.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

você quer pele de bebê? sangue menstrual é regenerador, rejuvenescedor and fonte riquissima de minerais e nutrientes. mas será que vcs estão pront@s pra essa conversa? puxa uma cadeira e passa um café. bora sem preconceito, bota um pouco de fé! mulher, antigamente nós nos juntávamos em tendas vermelhas para reverenciar o momento sagrado da menstruação. as anciãs passavam seus conhecimentos para as mais novas e todas compartilhavam segredos, rituais e ensinamentos antigos. essa tradição foi sendo abandonada ao longo do tempo devido à formação de uma sociedade desequilibrada e ansiosa e por consequência, uma desconexão com o próprio corpo - e com a própria vida. hoje estamos em um processo de resgate dessa ancestralidade por honra ao trajeto de onde viemos e em esperança de trilhar um outro caminho - de volta para nós mesmas. receber a lua é um processo maravilhoso de morrer e renascer a cada 4 semanas. tudo na simples e natural potência de transmutação de células e tecidos poderosíssimos, tão fortes que seriam capazes de carregar uma outra vida! ao devolvermos nosso sangue para a terra, nos reconectamos com nossas raízes e principalmente com todo o sagrado que habita dentro de nós - o tal “plantar a lua”. é como se encerrássemos um ciclo, reverenciando todas as evoluções, conquistas e aprendizados para nos abrirmos ao próximo com mais sabedoria. plantar a lua é fertilizar o solo com gratidão e respeito. a lua astro é dividida em 4 fortes fases de 28 dias, assim no mesmo tempo é também com nossa lua interna (A Donzela Fase pré-ovulatória – Lua crescente/ A Mãe Fase ovulatória  – Lua cheia/ A Feiticeira Fase pré-menstrual – Lua minguante/ A Bruxa ou Anciã  Fase menstrual – Lua nova). perceba em seu corpo e mente como essa identificação com os arquétipos se repete no período cíclico. se conectar com seu sangue e ressignificar o que nos foi ensinado sobre ele (sujo, nojento, trabalhoso, doloroso, pecaminoso) é uma forma linda de se reconhecer. conhece-te a ti mesma. torna-te quem tu és. comece de dentro pra fora. seu sangue é só seu, seu sangue é você. aprender a vê-lo com amor é uma resistência amorosa e uma revolução pacífica. (continua nos comentários!)

Uma publicação compartilhada por lu 👽🐚🔮 (@luisamoraleida) em

“Você quer pele de bebê? Sangue menstrual é regenerador, rejuvenescedor e fonte riquíssima de minerais e nutrientes. Mas será que vocês estão ‘prontes‘ para essa conversa?”, indagou Luisa na publicação.

De acordo com a influenciadora, há uma relação de ancestralidade com o ciclo menstrual, deixada de lado ao longo dos anos. “Antigamente, nós nos juntávamos em tendas vermelhas para reverenciar o momento sagrado da menstruação. As anciãs passavam seus conhecimentos para as mais novas e todas compartilhavam segredos, rituais e ensinamentos antigos”, escreveu.

A influenciadora utiliza a máscara de sangue de uma a três vezes durante o ciclo, diluído em água filtrada e soro fisiológico ou misturada com argila. A aplicação é feita com a pontas dos dedos ou com ajuda de uma espátula de madeira.

“Seu sangue é só seu, seu sangue é você. Aprender a vê-lo com amor é uma resistência amorosa e uma revolução pacífica”, salientou.


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