Felipe Prior vai recorrer de condenação a oito anos no processo por suposto estupro
A defesa de Felipe Prior comunicou que pretende apresentar recurso contra a condenação de oito anos de prisão, no caso de um suposto estupro relacionado a um fato ocorrido em 2014 em São Paulo. A decisão que manteve a pena foi assinada pelo ministro Reynaldo Soares da Fonseca e publicada em 23 de janeiro de 2026, mas não incluiu ordens para prisão imediata, permitindo que Prior aguarde os recursos em liberdade.

Em setembro de 2024, desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo haviam aumentado a pena de seis para oito anos em regime semiaberto, considerando a gravidade do crime e os impactos sofridos pela vítima, incluindo efeitos psicológicos e físicos — tentativas da defesa de reverter esse aumento foram negadas.
O caso remonta a agosto de 2014, quando Prior e a vítima, que eram estudantes da Universidade Presbiteriana Mackenzie, voltavam de uma festa universitária. Segundo a sentença de primeira instância, depois que ele deixou uma amiga em casa, teria continuado com a vítima, e em uma rua próxima à residência dela teria ocorrido o estupro enquanto ela estava alcoolizada.
Este processo não é o único envolvendo acusação de estupro contra Felipe Prior, hoje com 33 anos. Ao todo, ele responde a quatro ações dessa natureza: duas resultaram em absolvição, uma teve a condenação confirmada e outra ainda aguarda decisão judicial, e a defesa informou que, por enquanto, não irá comentar além do recurso anunciado.
Fonte: Metrópoles









