
Operação IL CAPO -
EXCLUSIVO: esquema no Ministério Público serviu para comprar fazendas
A ação penal de autoria do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) contra o ex-procurador-geral de Justiça Emir Martins informa que ele teria recebido só do Ministério Público no período investigado a cifra de R$ 1.589.132,96. Ocorre que deste montante, R$ 979.911,29 seriam “ilegais”. Esse período diz respeito aos dois mandatos de PGJ exercidos por ele entre os anos de 2005 a 2008.
“Apurou-se, entretanto, diferença de valores entre o que Emir Martins recebia efetivamente pelo MPPI (depósito em banco, realizado com supedâneo no arquivo TXT) e o que constava como devido (lícito) na folha de pagamento apresentada ao CNMP (Conselho Nacional de Justiça)”, diz a denúncia. Havia folhas paralelas.









