Meta e Google são citados em ações -

Novo pede cassação de Lula e Alckmin; TSE determina abertura de investigação

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acumula 21 ações contra as chapas presidenciais que disputaram as eleições de 2026, com alegações de abuso de poder político e econômico, além de pedidos de cassação e inelegibilidade. Na mais recente, o Tribunal acolheu um pedido do Partido Novo e determinou a abertura de uma investigação judicial eleitoral contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), conforme informações do portal Metrópoles (08/11). A legenda questiona a edição de medidas provisórias e decretos que ampliaram benefícios sociais ao longo do ano eleitoral e pede a cassação da chapa, com inelegibilidade por oito anos.

A decisão de admissibilidade foi assinada pelo corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva. Segundo o Novo, Lula editou 35 medidas provisórias e decretos entre 1º de janeiro e 16 de outubro deste ano, criando ou ampliando benefícios à população. A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) também ajuizou onze ações contra a chapa vencedora, acusando a Meta de ignorar a atuação coordenada do canal "Exército do Lula" e questionando suposta manipulação de buscas no Google e no X.

Foto: Reprodução/Rede sociais

Na outra ponta, a campanha de Lula acionou a Justiça Eleitoral contra Flávio Bolsonaro por abuso de poder econômico na 71ª Festa do Peão de Barretos, que teria sido custeada por empresas privadas, e pelo desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente. O PL também é alvo de representações por suposta propaganda irregular e divulgação de conteúdos falsos, envolvendo os deputados Nikolas Ferreira (PL-MG) e Lucas Pavanato (PL-SP), entre outros. Após o segundo turno, Flávio questionou o resultado das urnas e chegou a afirmar que pediria a anulação do pleito, mas foi aconselhado por aliados a moderar o discurso.

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