Coluna Especial -

Delegado Barêtta completa 46 anos de Polícia Civil e celebra vida dedicada à segurança do Piauí

“Sou policial civil por vocação e profissão.” A frase resume uma trajetória que atravessa mais de quatro décadas da segurança pública piauiense. Nesta terça-feira (25/08), o delegado Francisco das Chagas Santos Costa, conhecido como Delegado Barêtta, completa 46 anos de efetivo serviço na Polícia Civil do Piauí.

Barêtta ingressou na instituição em 25 de agosto de 1980, justamente no Dia do Soldado. Desde então, construiu uma carreira marcada pela investigação criminal, pelo enfrentamento ao crime organizado e, principalmente, pela atuação na apuração de crimes contra a vida.

Ingressei na minha querida Polícia Civil do Piauí, no dia 25 de agosto de 1980 (Dia do Soldado). Hoje estou completando 46 anos de efetivo serviço policial. Sou policial civil por vocação e profissão
Foto: Lucas Dias

Uma vida dentro da Polícia Civil

Ao longo dos 46 anos de serviço, Barêtta acompanhou diferentes momentos da história da Polícia Civil do Piauí. Foram mudanças de governos, transformações na legislação, modernização das técnicas de investigação e uma verdadeira revolução tecnológica na atividade policial.

Sua trajetória foi construída tanto em Teresina quanto no interior do estado. O delegado acumulou experiências em diferentes unidades policiais e teve passagens por municípios como Cajueiro da Praia e Cristalândia, além de ter comandado delegacias na capital.

A experiência adquirida em diferentes funções permitiu que Barêtta conhecesse de perto diversas áreas da atividade policial. Com o passar dos anos, seu nome passou a ser associado principalmente às investigações de homicídios e ao enfrentamento de crimes de maior complexidade.

Combate ao crime organizado marca trajetória

Entre os capítulos de destaque de sua carreira está a atuação na Comissão Investigadora do Crime Organizado (CICO), estrutura que teve papel importante no enfrentamento a organizações criminosas no Piauí.

Barêtta integrou uma geração de policiais que participou de investigações complexas e operações contra grupos criminosos que atuavam no estado. O período marcou não apenas sua trajetória profissional, mas também uma fase importante da história da segurança pública piauiense.

Foto: Reprodução

Ao longo das décadas, o delegado participou de investigações de grande repercussão, acumulando experiência no trabalho de campo e na condução de inquéritos policiais.

Referência na investigação de homicídios

Foi na investigação dos crimes contra a vida que Barêtta se tornou amplamente conhecido pela população piauiense.

O delegado esteve à frente da antiga Delegacia de Homicídios de Teresina e acompanhou a evolução da estrutura especializada até a consolidação do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Durante essa trajetória, participou da apuração de inúmeros homicídios registrados na capital, incluindo casos de grande repercussão. Sua presença frequente em locais de crime, operações e entrevistas relacionadas às investigações fez com que Barêtta se tornasse um dos rostos mais conhecidos da Polícia Civil no estado.

A atuação, porém, vai além da exposição pública. Durante décadas, sua rotina foi marcada pelo acompanhamento de inquéritos, análise de provas, oitivas, diligências e pelo trabalho das equipes responsáveis por identificar autoria e motivação dos crimes.

Luccy Keiko destaca legado de Barêtta

O delegado-geral da Polícia Civil do Piauí, Luccy Keiko, parabenizou Barêtta pelos 46 anos de serviços prestados à instituição e ressaltou sua contribuição para a segurança pública e para diferentes gerações de policiais civis.

Celebrar os 46 anos de trajetória do delegado Barêtta é reconhecer uma vida dedicada à Polícia Civil e à segurança da população piauiense. É um profissional que construiu sua história com compromisso, experiência e dedicação à investigação, tornando-se referência para várias gerações de policiais. Em nome da Polícia Civil do Piauí, deixo nossos parabéns e o reconhecimento por todos esses anos de relevantes serviços prestados à instituição e ao nosso estado
Foto: Reprodução

Da máquina de escrever à investigação digital

Os 46 anos de carreira de Barêtta também ajudam a dimensionar as profundas transformações vivenciadas pela Polícia Civil.

Quando ingressou na instituição, em 1980, a realidade era completamente diferente. Procedimentos policiais eram produzidos em máquinas de escrever, bancos de dados digitais não faziam parte da rotina e diversas ferramentas atualmente consideradas fundamentais para uma investigação sequer existiam.

Barêtta acompanhou a chegada dos computadores, da telefonia móvel, das câmeras de videomonitoramento, dos sistemas integrados de informações, das perícias digitais e de novas tecnologias que modificaram a forma de investigar crimes.

A tecnologia mudou, as estruturas policiais foram modernizadas e novas gerações chegaram à instituição. A investigação, entretanto, continuou sendo o principal elemento de sua vida profissional.

Uma trajetória que atravessa gerações

Com 46 anos de efetivo serviço, Barêtta faz parte de uma geração que ajudou a escrever capítulos importantes da história recente da Polícia Civil do Piauí.

Ao longo desse caminho, viu gerações de delegados, agentes, escrivães e outros profissionais ingressarem na instituição. Muitos passaram a dividir com ele investigações, operações e o cotidiano da atividade policial.

São mais de quatro décadas convivendo diariamente com investigações, ocorrências e alguns dos casos mais complexos da segurança pública piauiense. Uma trajetória iniciada em 25 de agosto de 1980 e que chega, nesta terça-feira, a uma marca histórica.

Ao celebrar os 46 anos de efetivo serviço policial, Barêtta resume sua relação com a instituição de maneira simples:

Sou policial civil por vocação e profissão

Uma frase que sintetiza uma vida dedicada à Polícia Civil e à segurança pública do Piauí.

Instagram

Comentários

Canal Zap