• MPPI promove audiência sobre a Expoapi para garantir cumprimento de normas ambientais

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    MPPI promove audiência sobre a Expoapi para garantir cumprimento de normas ambientais

    O Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI), por intermédio da 24ª Promotoria de Justiça de Teresina, que tem como titular a Promotora de Justiça Carmelina Moura, e que atuou com o auxílio do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente (CAOMA), representado pelo analista ministerial Jorge Magalhães, realizou, nessa quarta-feira (30/11), nova audiência para tratar da realização da 71ª edição da Exposição Agropecuária do Piauí (Expoapi).

    Esse evento deve ser realizado do dia 04 ao dia 11 de dezembro, no Parque de Exposições Dirceu Arcoverde, localizado na BR-343, em Teresina.

    A 24ª Promotoria de Justiça de  Teresina, especializada na defesa do meio ambiente e do patrimônio histórico e cultural,  constatou a necessidade de atuação, de ofício, tendo em vista o acidente ocorrido com cavalos na última edição do evento. O órgão ministerial instaurou a Notícia de Fato nº 000161.172.2022, para acompanhar a organização do evento.

    A audiência contou com a participação de: Jonas Moura, Secretário de Estado do Agronegócio e Empreendedorismo Rural (SEAGRO); Ácassio Gil e Yuri Noronha, do jurídico da SEAGRO; Talita Veloso, do Jurídico da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semam); Anísio Lima, Presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV); João Fernando e Idílio Moura, representantes da Agência de Defesa Sanitária Animal (ADAPI); André Nogueira, presidente da Associação Piauiense dos Criadores de Zebu (APCZ); Leal Júnior e Paulo Zabulon, representantes da Associação dos Vaqueiros Amadores do Piauí (AVAPI);  e Sérgio Henrique Reis e Antônio Floriano de Sousa, representantes do Corpo de Bombeiros.

    A audiência teve como objetivo construir soluções para garantir cumprimento das normas ambientais e aprimorar as condições de bem estar dos animais e sua proteção durante a realização da exposição, com a parceria e colaboração do Conselho Regional de Medicina Veterinária, que já vem acompanhando outras edições do evento por meio dos seus profissionais. Outro ponto abordado foram as licenças legais para realização do evento.

    A  SEMAM está acompanhando o procedimento de licenciamento, além das medidas de proteção ambiental e da garantia de prévia ciência e compromisso de todos os envolvidos acerca da proibição legal da utilização de fogos de artifício.

    A partir de diálogo com os presentes, foi definida a assinatura de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre o MPPI/24ª PJ, a APCZ e a AVAPI, visando garantir o bem estar dos animais durante o evento; e o acompanhamento das licenças ambientais e do Corpo de Bombeiros a cargo da Secretaria de Agronegócio junto à SEMAM, para a realização da Exposição Agropecuária. A Promotora Carmelina Moura ressalta que a Expoapi é um importante evento que contribui para o desenvolvimento e geração de renda no Estado.

  • Expoapi vai reunir produtores de 18 estados e deve movimentar mais de R$ 30 milhões em negócios

    Foto:Expoapi vai reunir produtores de 18 estados e deve movimentar mais de R$ 30 milhões em negócios
    Expoapi vai reunir produtores de 18 estados e deve movimentar mais de R$ 30 milhões em negócios

    A tradicional Exposição Agropecuária do Piauí, a Expoapi, chega em 2022 à sua 71ª edição.  O evento deste ano será realizado de 4 a 11 de dezembro, no Parque de Exposições Dirceu Arcoverde, localizado na BR-343, em Teresina.

    A feira que se consolida como a maior exposição do Norte/Nordeste deve reunir expositores de 18 estados brasileiros, dentre criadores de bovinos, equinos, caprinos e ovinos. O evento terá, além das exposições, cavalgada e competições de hipismo, vaquejada, julgamento de animais, uma etapa nacional da exposição de caprinos da raça Boer, leilões, shoppings de animais e shows com atrações locais e nacionais.

    O secretário de Estado do Agronegócio e Empreendedorismo Rural, Jonas Moura, ressalta a expectativa da organização para mais esta edição da Expoapi. “Estamos esperando mais de 300 mil pessoas durante os oito dias de exposição. O evento que deve movimentar mais de R$ 30 milhões, com mais de 450 expositores de animais e 200 empresas que irão participar com stands de vendas. Estamos organizando mais uma linda edição e esperamos que a população piauiense e também os turistas aproveitem bastante”, comenta o gestor.

    A Expoapi é promovida pelo Governo do Piauí, em parceria com a Associação Piauiense de Criadores de Zebu (APCZ).

  • Rafael Fonteles anuncia Fábio Xavier para assumir a secretaria do Agronegócio

    Deputado estadual reeleito, Fábio Xavier (PT) foi anunciado como o novo secretário de Estado do Agronegócio e Empreendedorismo Rural do Estado do Piauí (Seagro), pelo governador eleito, Rafael Fonteles que assumirá em janeiro de 2023. 

    "Agradeço ao deputado Fábio Xavier por aceitar a missão de ser o novo secretário de Estado do Agronegócio e Empreendedorismo Rural do Estado do Piauí", disse Rafael Fonteles.

  • Viviane Moura anuncia a retomada das obras da Transcerrados em Uruçuí

    A superintendente da Parcerias e Concessões (PPP-PI), Viviane Moura visitou, nesta sexta-feira (04/11) o andamento das obras da rodovia Transcerrado, no município de Uruçuí, Sul do Piauí.

    Transcerrado é uma das mais importantes vias de acesso para os produtores rurais realizarem o escoamento das safras. 

    "Nessa semana, voltei à Uruçuí para acompanhar o andamento das obras da Transcerrados, a rota que vai impulsionar o escoamento de grãos produzidos no sul do estado. Orgulho de ver um projeto inovador que conduzi com muita dedicação, trazendo impactos positivos para a população. O Piauí segue avançando na rota do desenvolvimento!", disse Viviane.

     A Rodovia é uma peça importante para o processo de escoamento da produção nos cerrados piauienses para os outros estados da MATOPIBA que compreende a PI-397 e a PI-262 (estrada da Palestina) que é administrada através de uma parceria público privada (PPP).

    A concessionária Grãos do Piauí, vencedora da licitação da PPP na Bolsa de Valores do Brasil, é responsável pelos serviços públicos de construção, manutenção, implantação de melhorias e operação de 276,8 km de estrada, que abrange 25 municípios no Piauí.

    Assista ao vídeo aqui:

  • Exportações do Piauí atingem 1 bilhão de dólares pela primeira vez na história

    Nos primeiros oito meses do ano, o Piauí atingiu uma marca histórica em suas exportações. O estado vendeu para o exterior produtos que atingiram o valor de 1,06 bilhão de dólares, de acordo com dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

    Faltando ainda quatro meses para terminar 2022, as negociações piauienses já superam em cerca de 150 milhões de dólares a quantia vendida em todo o ano passado, quando chegou a US$ 854 milhões.

    O principal destaque da pauta de exportações é a soja. 84% das vendas foram do produto in natura e inclui-se na balança derivados da oleaginosa como o farelo e o óleo. A variação positiva entre os 8 meses de 2021 e os mesmo período de 2022 chega a 399 milhões de dólares. O crescimento se deve ao aumento da produção, mas também à valorização da soja no mercado e a recuperação da moeda brasileira.

    A expectativa do superintendente da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), Tiago Patrício, é que o Piauí mantenha esse crescimento substantivo para os próximos anos. “Nosso principal mercado é a China. E a China nem vai parar de comprar soja, que é nosso principal produto, e o Brasil não vai diminuir a produção. Muito pelo contrário, aumentou-se a produção, a soja está muito valorizada e, mesmo que haja uma baixa, o Brasil vai continuar aumentando a produção”, explicou o superintendente.

    Outro produto que merece destaque na pauta de exportações piauiense é o mel. O estado tornou-se o produtor brasileiro mais relevante do alimento e responsável por um terço das vendas feitas ao exterior. Isso aconteceu em um cenário em que o Piauí precisou superar dificuldades na apicultura, mas mostrou mais resiliência do que estados como Paraná e Santa Catarina.

    Os números também apontam para um resultado positivo significativo da balança comercial piauiense. Além do crescimento das exportações, houve uma queda nas importações. Em 2021, a balança teve um superávit de 336 milhões dólares, já nos primeiros 8 meses de 2022, o resultado positivo atingiu 936 milhões de dólares.

  • Câmara realiza sessão solene em homenagem aos engenheiros agrônomos de município do Piauí

    A Câmara Municipal de Picos realizou, na noite desta quinta-feira (13/10) uma sessão solene em homenagem ao Dia do Engenheiro Agrônomo, onde diversos profissionais tiveram seus relevantes serviços prestados à sociedade reconhecidos e prestigiados. Com informações doCidades na Net.

    O presidente da Câmara Municipal de Picos, Francisco das Chagas de Sousa, conhecido como Chaguinha, destacou a agronomia e dos profissionais da área como muito importante para o desenvolvimento do país.

    “No dia 12 de outubro celebramos o Dia do Engenheiro Agrônomo, e a agronomia é a bola propulsora do desenvolvimento do Brasil, tendo em vista que é uma profissão importantíssima e que merece ser reconhecida anualmente pelo seu trabalho. Em uma parceria que a Câmara Municipal de Picos fez com a Associação dos Engenheiros Agrônomos da Região de Picos, fizemos essa homenagem, sendo que todos os profissionais foram indicados pela entidade”, frisou Chaguinha.

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  • Piauí, Maranhão e Tocantins perdem investimentos no Agronegócio por instabilidade política

    Recentemente um dos grandes investidores do Agronegócio no Piauí, o Grupo Soberano Agronegócios, anunciou por meio de nota a paralisação das operações na região piauiense e em mais dois Estados do Brasil, Maranhão e Tocantins. Os recursos investidos gerariam mais de 20 empregos diretos e investimentos acima de R$ 10 milhões. O agronegócio é um setor de grande potencial no país, especificamente quando se fala da região Nordeste, que possui muita capacidade de exploração.


    Tanto o Piauí quanto o Maranhão e Tocantins fazem parte da região que mais cresce, em área plantada, em todo o País, a chamada Matopiba, considerada a grande fronteira agrícola nacional. Ela compreende o bioma Cerrado desses três Estados e da Bahia, respondendo por aproximadamente 10% da produção brasileira de grãos e fibras, principalmente soja, milho e algodão. Inclusive, segundo pesquisas realizadas pelo Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), o Maranhão e Piauí encabeçam o ranking de produção do milho na Região, figurando também entre os 10 maiores produtores do grão no País.

    O Grupo Soberano Agronegócios lamentou a suspensão das atividades agrícolas e pecuárias, entendendo os impactos negativos que a paralisação causa nas comunidades com a saída da empresa. De acordo com o sócio-diretor do Grupo, Rafael Toldo, a motivação decorreu da instabilidade política e possíveis mudanças de diretrizes econômicas no Brasil. No Piauí, o Grupo investiria na abertura de 1000há no município de Bom Jesus.

    "Fizemos um comunicado, por respeito aos parceiros que trabalham conosco e às próprias comunidades envolvidas explicando que, caso a política se mantenha da mesma forma que o primeiro turno, nós infelizmente vamos suspender novos investimentos e reduzir as atividades que já viemos executando nos últimos anos, pois acaba sendo uma bola de neve. A agricultura envolve muita coisa, por exemplo, a loja que vende peças, posto que vende combustível, tem-se uma geração de emprego muito grande, frete rodando, adubos, defensivos agrícolas, comércio, enfim. É uma cadeia muito grande que a agricultura faz, pois ela é o carro chefe do país", destaca Rafael.

    Diante desta realidade, empresários piauienses se preocupam com os cortes nos investimentos do setor e ressaltam a urgência em encontrar soluções para otimizar a produção agrícola, promover o desenvolvimento e também preservar o meio ambiente, como explica o estudioso e empresário Arthur Feitosa.

    “Esses cortes são muito preocupantes, porque estamos falando de uma área de grande potencial agrícola. O Piauí pode se desenvolver bastante com a aplicação de recursos dos investidores em nossas terras. Sabemos que essas suspensões começaram a acontecer depois dos resultados das nossas eleições, que são preocupantes, por isso ressalto a importância de escolhermos bem nossos representantes e colaborarmos com o crescimento da nossa região”, ressalta o empresário.

  • PI: área agrícola cresce 282% e vegetação nativa reduz para 5,9% em 20 anos

    A área agrícola do Piauí avançou 282,9% no período de 2000 a 2020. O acréscimo, de 9.475 km2, é o 9º maior do país. A constatação é do estudo “Contas Econômicas Ambientais da Terra: Contabilidade Física”, feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No intervalo analisado, a área agrícola do estado passou de 3.349 km² para 12.824 km².

     A expansão de área agrícola piauiense ocorre, principalmente, pela conversão de terras ocupadas anteriormente por vegetação campestre e por mosaicos de ocupações em área campestre – misto de área agrícola, pastagem e/ou silvicultura, associada ou não a remanescentes campestres, sendo impossível a individualização dos componentes. A maior parte do crescimento de área agrícola ocorreu na região sudoeste do estado.

    O aumento de área agrícola na Bahia, no Piauí e no Maranhão correspondem a 92,0% do crescimento na Região Nordeste entre 2000 e 2020. Nesses estados, o acréscimo incide, principalmente, sobre áreas de vegetação campestre na região do MATOPIBA.

    Apesar do aumento, a área agrícola cobre apenas 5,1% do território piauiense. Mais de três quartos da área do estado (78,6%) mantém a vegetação nativa – que é a soma da vegetação campestre (58,8%) e da vegetação florestal (19,8%).

    A segunda maior expansão do Piauí foi dos mosaicos de ocupações em área campestre, com acréscimo de 1.767 km² entre 2000 e 2020, o que representa um avanço de 8,1%. O estoque passou de 21.904 km² para 23.671 km² no período. A expansão ocorreu, principalmente, pela conversão de espaços anteriormente ocupados por vegetação campestre.

    Vegetação nativa do Piauí reduz 5,9% em 20 anos

    A vegetação nativa do Piauí – composta pela soma da vegetação campestre e da vegetação florestal – teve redução de 5,9% entre 2000 e 2020, com perda de 12.320 km2. Ainda assim, a maior parte (78,6%) do território piauiense é coberto pela vegetação nativa. A informação é do estudo “Contas Econômicas Ambientais da Terra: Contabilidade Física”, feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    A vegetação campestre sofreu a maior redução entre as classes de território do Piauí. Com 11.191 km2 a menos, a perda foi de 7% entre 2000 e 2020, sendo a 8ª maior diminuição de vegetação campestre entre os estados do país. No período, a cobertura total caiu de 159.205 km² para 148.014 km². A maior parte da área perdida foi convertida em área agrícola ou em mosaicos de ocupações em área campestre - misto de área agrícola, pastagem e/ou silvicultura, associada ou não a remanescentes campestres, sendo impossível a individualização dos componentes.

  • Municípios piauienses aparecem entre os 100 maiores produtores de soja do Brasil

    De acordo com uma pesquisa da Produção Agrícola Municipal (PAM), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), três municípios piauienses aparecem entre os 100 maiores produtores de soja do Brasil. Os destaques são Baixa Grande do Ribeiro, Uruçuí e Ribeiro Gonçalves.

    Hoje o agronegócio é responsável pela elevação acima da média nacional do PIB do Piauí, portanto o setor deve apresentar um documento ao governador eleito, Rafael Fonteles, para angariar melhorias neste segmento.

    Baixa Grande do Ribeiro ocupa a 25ª posição, totalizando 726.583 toneladas de grãos. A arrecadação anual foi de R$ 1,89 bilhão. Em 48ª colocação aparece Uruçuí, com 488.947 toneladas, com R$ 1,29 bilhão. O terceiro destaque foi para Ribeiro Gonçalves, na 88ª posição, com 308.916 toneladas, e resultado de R$ 803 milhões de reais. As somas dos três municípios representam 56,15% de toda a produção de soja do Estado.

    O presidente da Associação dos Produtores de Soja do Estado do Piauí (Aprosoja-PI), Alzir Neto, destaca que a produção de soja cresceu muito nos últimos anos, com isso a contribuição para o PIB estadual foi bonificada, mas o setor encara problemas. Dessa forma, apresentará um diagnóstico atualizado com as necessidades estruturais para o governador eleito, a fim de buscar melhorias para o agronegócio para contribuir com o desenvolvimento do Estado.

    “Somos apartidários, sempre tivemos pautas bem definidas para apresentar a qualquer candidato eleito, pois nosso compromisso é com o desenvolvimento do Piauí. Estamos ocupando posições de destaque nacional, mas precisamos do apoio do Estado para continuar despontando, assim, em um momento oportuno devemos apresentar um diagnóstico a Rafael Fonteles”, frisa Alzir.

  • Bolsonaro recebe apoio da frente parlamentar do agronegócio

    O presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, ganhou o apoio da frente parlamentar do agronegócio para o segundo turno das eleições presidenciais. O anúncio aconteceu nesta quarta-feira (05/10) após uma reunião do chefe do Executivo com deputados e senadores no Palácio da Alvorada. As informações são do R7.

    “O agro é orgulho nacional. Conversamos mais sobre as questões do campo e de nossa responsabilidade para a segurança alimentar do Brasil e do mundo, o quanto crescemos ao longo desses quatro anos e o quanto ainda poderemos crescer, trazendo divisas e alimentos mais baratos para o Brasil. Muito obrigado à bancada do agro. Se Deus quiser, conseguirei a reeleição para continuarmos no caminho da prosperidade”, disse Bolsonaro.

    A senadora eleita Tereza Cristina (PP), ex-ministra da Agricultura, disse que o governo Bolsonaro foi importante para o agronegócio e que o setor só tende a ganhar caso ele seja reeleito ao Palácio do Planalto.

    “Não temos nenhuma dúvida de que o presidente Bolsonaro foi um dos presidentes que mais deram apoio ao agro brasileiro, através de crédito e ações de infraestrutura. É por isso que o agro está integralmente fechado com a candidatura à reeleição do presidente Bolsonaro”, destacou Cristina.

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