
OAB-PI emite nota após prisão de advogado por suspeita de tráfico no Piauí
A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Piauí (OAB-PI), informou que está acompanhando as investigações que resultaram na prisão do advogado Francisco Batista. Ele e mais sete pessoas foram detidos na manhã desta sexta-feira (06/11) durante uma operação do Departamento de Repressão ao Narcotráfico (DENARC), suspeitos de integrar um esquema de tráfico interestadual de drogas no Piauí.

Segundo o DENARC, as apurações apontam que a rede era operada por uma facção criminosa e trazia entorpecentes de São Paulo para abastecer pontos de venda no estado. O delegado Samuel Silveira explicou que o advogado atuaria como elo entre Teresina, Valença e o estado paulista. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em escritórios ligados ao investigado nas duas cidades piauienses.
Por meio de nota oficial, a OAB-PI comunicou que a Procuradoria de Prerrogativas, sob a condução do procurador Dr. Roberto Pereira, acompanha a ocorrência em Valença e Teresina para assegurar o respeito às garantias legais da categoria, inclusive quanto ao eventual direito à custódia em sala de Estado-Maior. A instituição destacou que sua atuação se limita estritamente à defesa das prerrogativas profissionais, sem emitir juízo de valor sobre o mérito da investigação ou os fatos apurados.
Confira a nota na íntegra:
NOTA DA OAB-PI
A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Piauí (OAB-PI), informa que, por meio de sua Procuradoria de Prerrogativas, está acompanhando a situação envolvendo a prisão de um advogado durante operação policial realizada no estado.
A atuação institucional, conduzida pelo procurador de Prerrogativas, Dr. Roberto Pereira, ocorreu em Valença e Teresina, com o objetivo de assegurar o respeito às prerrogativas profissionais, especialmente quanto à observância das garantias legais relativas à custódia em sala de Estado-Maior, quando cabíveis.
A OAB Piauí ressalta que sua atuação se limita à defesa das prerrogativas profissionais e ao cumprimento das garantias previstas em lei, não se pronunciando sobre o mérito da investigação ou sobre os fatos que motivaram a prisão.











