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Ministro da Fazenda sinaliza foco em “melhorar as contas públicas e o resultado primário” no Lula 4

A consolidação de um ajuste fiscal focado no ganho de eficiência das despesas do Estado e na sustentabilidade das contas públicas orienta as discussões do Ministério da Fazenda para os próximos anos. A prioridade da agenda econômica visa assegurar o fortalecimento do resultado primário sem sacrificar garantias sociais ou investimentos essenciais. Com informações do Brasil 247.

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

A formulação das diretrizes orçamentárias ocorre em alinhamento direto com o Palácio do Planalto. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, revelou nesta terça-feira (3) que as equipes ministeriais e a Presidência da República debatem cenários detalhados para estruturar as propostas que darão suporte ao plano de governo.

“O presidente só teve reunião conosco, com o governo, para que a gente maturasse, avaliasse todo o cenário em termos econômicos do país. E passasse a projetar tanto propostas quanto cenários à frente. O que envolve uma série de coisas”, afirmou Durigan ao detalhar o andamento das conversas.

A estratégia desenhada ao lado do ministro do Planejamento, Bruno Moretti, prevê o pente-fino nas políticas públicas em vigor para otimizar a aplicação do dinheiro público. O objetivo central é dar sequência ao trabalho de recuperação fiscal iniciado em 2023, mantendo o olhar sobre a governança e o direcionamento de recursos estratégicos para o desenvolvimento nacional.

“Então assim, os processos não estão concluídos, nós estamos no meio desse debate. Mas o que eu posso assegurar é que nós vamos seguir uma trajetória de melhorar as contas públicas do país, melhorar o resultado primário, como nós fizemos de 2023 para cá. Fazendo com rigor a avaliação das políticas públicas já existentes Não para tirar direitos, mas para garantir que o dinheiro público seja bem aplicado. E olhar para os investimentos estratégicos do país”, enfatizou o ministro.

O detalhamento final e o calendário de lançamento do pacote fiscal dependem de aval do chefe do Executivo. De acordo com a Fazenda, a maturação das ideias segue um rito técnico e político que ainda não possui cronograma fixado para anúncio público.

“Em linhas gerais é isso que a gente tem tratado com o presidente. Mas claro que tem ainda um processo a ser maturado e decidido pela equipe dele, com o próprio presidente, que ainda não tem data prevista para isso”, pontuou o ministro.

Fonte: Brasil 247

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