Versão apresentada -

"Não tinha poder de decisão", diz CEO de grupo de rope jump em carta

Evelyne dos Santos, investigada pela Polícia Civil pela morte da estudante Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um salto de rope jump no interior de São Paulo, divulgou uma carta na qual afirma que não era responsável pela organização dos eventos. No documento, ela sustenta que atuava como freelancer e que exercia apenas funções ligadas à divulgação e ao atendimento dos participantes.

Foto: Reprodução/instagram


 

Na carta, Evelyne declara que não participava de decisões sobre segurança, contratação de equipes, manutenção dos equipamentos ou administração financeira. Segundo a investigada, todas essas atribuições eram de responsabilidade de Luís Felipe Feliciano Egoroff, que, conforme seu relato, coordenava a estrutura dos eventos e recebia os pagamentos feitos pelos participantes.

A versão apresentada, no entanto, diverge das conclusões do inquérito da Polícia Civil. Conforme a investigação, há indícios de que Evelyne integrava o núcleo responsável pela organização das atividades, participando da logística, da divulgação e da administração dos eventos. Ela foi indiciada por homicídio qualificado e fraude processual, e o caso segue sob análise do Ministério Público e da Justiça. As informações são do Metrópoles.

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