
Lula lamenta morte de Zuenir Ventura e destaca atuação do jornalista contra a censura
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lamentou a morte do jornalista e escritor Zuenir Ventura, aos 95 anos, e destacou a trajetória do imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL) na defesa da democracia e da liberdade de expressão. O jornalista morreu de pneumonia nesta terça-feira (22/9), segundo a ABL, deixando uma carreira de cerca de sete décadas dedicada ao jornalismo e à literatura. As Informações são do Metrópoles.

Em mensagem publicada nas redes sociais, Lula afirmou que Zuenir “não se calou frente à censura” durante o regime autoritário e citou o livro 1968: O Ano que Não Terminou, uma de suas obras mais conhecidas. O presidente também lembrou reportagens do jornalista sobre a morte de Chico Mendes e a chacina de Vigário Geral, destacando o trabalho de Ventura na abordagem de conflitos sociais, violência e direitos humanos.
Nascido em Além Paraíba (MG), em 1931, Zuenir Ventura trabalhou em veículos como Tribuna da Imprensa, Correio da Manhã, O Cruzeiro, Visão, Veja, IstoÉ, Jornal do Brasil e O Globo. Ele foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em 2014, como sétimo ocupante da Cadeira nº 32, na sucessão de Ariano Suassuna. O corpo será velado nesta quarta-feira (23/9), na sede da ABL, no Centro do Rio de Janeiro, e enterrado no mausoléu da instituição, no Cemitério São João Batista.











