
Flávio Bolsonaro sobe tom contra milícia e facções criminosas: "Terrorista vai ser tratado como terrorista"
O pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro voltou a defender que as milícias sejam classificadas como osganizações terroristas. A fala do senador ocorreu nesta quinta-feira (18) durante o lançamento de plano de segurança, no Teatro B3, na Avenida Faria Lima, em São Paulo. Com informações do BNews.
“O terrorista vai ser tratado como terrorista. Vamos declarar PCC, Comando Vermelho, milícias e todas as outras facções como organizações narcoterroristas. Eles serão perseguidos com força e inteligência para que os seus líderes sejam presos e os seus negócios ilícitos sejam asfixiados. Bandido armado com fuzil vai ser abatido pelas nossas forças de segurança”, disse o senador.
“As milícias e quaisquer outras organizações que tenham esse modo de operação, de dominar territórios, de impor o medo coletivo, de usar barricadas para impedir acesso a serviços públicos, às comunidades, polícia, ambulância, entregas em domicílio; que tocam fogo em ônibus, que atiram inocentes no meio que estão passando no meio da rua; pessoas dentro do ônibus, indo trabalhar, sendo alvejadas, como já aconteceu no Rio de Janeiro; por esse tipo de gente. Não dá para ter mais tolerância com esse tipo de marginal”, destacou o filho “01” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
As milícias são formadas por grupos armados que desenvolvem um poder paralelo às forças de segurança. Elas podem ser compostas por agentes ou ex-integrantes do próprio Estado, como policiais, mas também há grupos criados por civis. A legislação brasileira tipifica a formação de milícias como crime.
Histórico
Em 2008, período em que atuava como deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Flávio Bolsonaro (PL) votou contra a abertura da CPI das Milícias. Na casa legislativa, Flávio convenceu a mais alta honraria da Alerj, a Medalha Tiradentes , a Adriano Magalhães da Nóbrega, conhecido como Capitão Adriano, suspeito de liderar uma milícia na zona oeste do Rio e apontado como integrante do Escritório do Crime.
Fonte: BNews








