
Eduardo diz que ministro cairia se poupasse demissão na PF
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou que a recomendação da Polícia Federal para sua demissão do cargo de escrivão tem motivação política. Em entrevista ao Metrópoles, nesta terça-feira (21/7), ele declarou que a decisão final caberá ao ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, e avaliou que o titular da pasta seria demitido pelo governo caso optasse por manter seu vínculo com a corporação. As Informações são do Metrópoles.

A Polícia Federal concluiu o Processo Administrativo Disciplinar (PAD) instaurado contra Eduardo por abandono de cargo e encaminhou ao Ministério da Justiça a recomendação de demissão. Segundo o ex-parlamentar, a medida está relacionada ao cenário político. Ele afirmou ainda esperar que uma eventual anistia permita seu retorno ao Brasil no futuro.
Morando nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025, Eduardo também declarou que não pretende voltar ao Brasil por acreditar que seria preso de forma injusta. O ex-deputado informou que obteve residência permanente no país, o chamado green card, mas disse que não pretende solicitar cidadania norte-americana neste momento, reafirmando o desejo de retornar ao Brasil quando considerar que haverá condições para isso.








