Reforma e novas regras -

Cury defende taxação de big techs e quer reduzir número de ministros do STF

O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) defendeu, nesta sexta-feira (28/8), a taxação das grandes empresas de tecnologia e das plataformas de apostas on-line, as chamadas bets, como forma de combater o que considera níveis elevados de dependência digital. Em entrevista aos veículos O Globo, CBN e Valor Econômico, o presidenciável afirmou ser contrário à regulação das redes sociais, mas defendeu uma tributação elevada sobre plataformas como TikTok e Meta, sem atingir diretamente os influenciadores. As Informações são do Metrópoles.

Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.fotoAugusto Cury

Cury também apresentou propostas para um eventual governo, entre elas a redução da Esplanada dos Ministérios para nove pastas. Ao falar sobre possíveis integrantes da administração, citou o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), e o atual ministro da Defesa, José Múcio, como nomes que admira e que poderiam fazer parte de sua equipe. O candidato também sugeriu que influenciadores sejam utilizados em embaixadas estratégicas para divulgar a imagem do Brasil no exterior.

Na área institucional, Cury voltou a defender mudanças no Supremo Tribunal Federal (STF), com redução do número de ministros para nove e estabelecimento de mandatos de até oito anos. O presidenciável também afirmou que pretende criar uma comissão de juristas brasileiros e estrangeiros para revisar condenações relacionadas aos atos de 8 de janeiro, que, segundo ele, poderiam ter penas desproporcionais. Cury declarou ainda que as duas próximas vagas no STF, em caso de eleição, seriam destinadas a mulheres.

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