
Após tragédia de rope jump em Limeira, proposta amplia fiscalização de atividades radicais no Piauí
A morte de uma jovem de 21 anos durante um salto de rope jump em Limeira, no interior de São Paulo, reacendeu o debate sobre a segurança em esportes radicais e atividades de aventura. No Piauí, um projeto em tramitação na Assembleia Legislativa (Alepi) prevê punições para empresas que descumprirem normas de segurança durante a prestação desses serviços.

A proposta estabelece regras para atividades como bungee jump, rope jump, rapel, escalada, rafting e tirolesa. Entre as exigências estão inspeções periódicas dos equipamentos, registros de manutenção, protocolos de gerenciamento de riscos e atuação de profissionais capacitados. O texto também determina que os participantes sejam informados sobre os riscos antes da realização das atividades.
Um dos pontos mais rigorosos do projeto prevê sanções para empresas irregulares, incluindo advertência, multa, suspensão temporária das atividades e até interdição do estabelecimento em casos de grave risco à segurança. O autor da proposta, deputado Gessivaldo Isaías (MDB), cita a morte da jovem em São Paulo como exemplo da necessidade de ampliar a fiscalização e garantir mais proteção aos praticantes no estado.








