
Virginia Fonseca afirma que 12 de 19 palpites se confirmaram durante a Copa
Virginia Fonseca apresentou à Justiça novos argumentos em sua defesa na Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), na qual figura como ré ao lado da empresa responsável pela operação da Blaze no Brasil. Em documento juntado aos autos, a influenciadora negou ter induzido seguidores ao erro em um palpite sobre a partida entre Cabo Verde e Argentina, durante a Copa do Mundo de 2026, conforme informações do portal Frances News.
Segundo a defesa, Virginia realizou 19 manifestações sobre palpites de diferentes partidas ao longo do campeonato: 12 teriam se confirmado e sete teriam resultado em erro. Esse histórico, segundo a influenciadora, enfraqueceria a acusação de que um palpite específico teria sido feito com o objetivo de induzir seguidores a apostar e perder dinheiro. A defesa também sustenta que o palpite representava uma crença pessoal e que uma previsão esportiva não pode ser interpretada como garantia de retorno financeiro.
Virginia afirmou ainda que não participou da operação da Blaze nem tinha envolvimento com a administração dos jogos, definição de resultados, depósitos ou saques. Segundo a defesa, sua remuneração era fixa e não estava vinculada às perdas dos apostadores. A influenciadora também informou que o contrato com a Blaze foi encerrado em 14 de agosto deste ano, e que as tratativas para o fim da parceria já haviam começado antes da apresentação da ação. O MPDFT pede condenação solidária de R$ 120 milhões por danos morais coletivos. A ação ainda depende da análise da Justiça.












