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Joana Limaverde se inspira em musas para viver a Stela

Quando Joana Limaverde nasceu, em meados dos anos 70, o regime militar no Brasil passava pelo período da abertura "lenta, gradual e segura", comandada pelo general-presidente Ernesto Geisel. O que a atriz sabe sobre a ditadura brasileira, ela aprendeu na escola e em suas pesquisas pessoais.

Hoje no ar como a artista e militante Stela, de "Amor e Revolução", do SBT, Joana buscou histórias das figuras femininas mais libertárias da época para compor sua personagem. "As atrizes Leila Diniz, Odete Lara, Norma Bengell e Anecy Rocha tinham uma urgência de se colocarem como cabeças pensantes e não só como belas. Diferentemente das moças 'bem comportadas' da sociedade", justifica.

Stela iniciou no folhetim de Tiago Santiago, que se passa no período mais "linha dura" do regime, nos anos 60, como uma atriz sem nenhum envolvimento político. Nos capítulos atuais, a artista já aprendeu táticas de guerrilha e fez um aborto, por não crer que pode criar um filho e militar. "Ela representa a revolução feminista. É importante saber que não é só na ficção que essas mulheres existem", ressalta.

Fonte: Com Informações Do Uol

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