
Nikolas Ferreira prevê vitória de Flávio Bolsonaro e critica restrições do TSE
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou neste domingo (25/10) que espera uma vitória de Flávio Bolsonaro (PL) sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais. Ao votar em Belo Horizonte, o parlamentar disse não trabalhar com a hipótese de derrota do aliado e estimou uma diferença de oito pontos percentuais entre os candidatos.
Nikolas compareceu à Escola Estadual Deputado Álvaro Sales, no bairro Trevo, região da Pampulha, usando uma camisa da Seleção Brasileira autografada pelo jogador Neymar. Os dois estiveram juntos durante a semana.
Durante conversa com jornalistas, o deputado relatou ter visitado 80 municípios ao longo de 69 dias de campanha. Na ocasião, também fez críticas a Lula, a quem acusou de divulgar informações falsas durante a disputa eleitoral.
Nikolas voltou a contestar decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que, segundo ele, limitaram sua atuação nas redes sociais. O parlamentar citou restrições relacionadas a publicações sobre a eleição e ao uso de símbolos associados à campanha.
“O TSE fez com que eu não pudesse postar algumas coisas a respeito de eleição, restringindo, na verdade, o meu alcance. Eu não posso usar bóton do 22. Eu não posso fazer o 22 na hora da foto”, afirmou.
Nikolas diz que pretende continuar na Câmara
O deputado também foi questionado sobre a possibilidade de integrar um eventual governo de Flávio Bolsonaro como ministro. Ele descartou essa alternativa e afirmou que pretende permanecer na Câmara dos Deputados, onde busca assumir a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
“Quanto a eu em ministério, eu acho que sirvo melhor o Brasil ali como deputado federal. E não tenho dúvidas de que vou continuar sendo a voz ali de Minas, continuar sendo a voz ali do Congresso”, disse.
Ao falar sobre possíveis nomes para uma futura gestão do PL, Nikolas elogiou Flávio Roscoe, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). O parlamentar também defendeu a redução da maioridade penal. Com informações Metrópoles.












