Sinais de lentidão · 20/05/2022 - 08h30 | Última atualização em 20/05/2022 - 08h36

Mais da metade das crianças vacinadas contra Covid pode estar com 2ª dose atrasada


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ESTÊVÃO GAMBA E SABINE RIGHETTI
SÃO PAULO, SP
(FOLHAPRESS)

A vacinação infantil contra Covid no Brasil dá sinais de lentidão. De acordo com números oficiais do Ministério da Saúde, mais da metade das crianças que receberam a primeira dose de uma das vacinas contra Covid-19 nos primeiros meses do ano podem estar com a segunda dose atrasada.

Os dados mostram que 9,2 milhões de crianças iniciaram a vacinação nos primeiros meses da campanha, mas apenas 4,3 milhões completaram esse esquema de vacinação no prazo estipulado pelos fabricantes -de 28 dias entre doses para a Coronavac e de oito semanas para a Pfizer pediátrica.

Isso significa que 52,9% das segundas doses infantis contra Covid podem estar com aplicação atrasada -o que, de acordo com especialistas, pode comprometer a proteção da vacina.

As vacinas chegaram aos bracinhos infantis em janeiro -quase um mês depois da primeira autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Começou com a Pfizer, aplicada em crianças de 5 a 11 anos a partir de 14 de janeiro. Depois foi a vez da Coronavac, que passou a ser ministrada de 6 a 17 anos a partir do dia 20 daquele mês.

A Folha de S.Paulo tabulou informações do DataSUS para verificar quantas crianças de 5 a 11 anos, que tinham registro de primeira dose no início da campanha vacinal, também tinham segunda dose no intervalo vacinal adequado.

Em 23 de abril -data estipulada como recorte nesta análise-, um conjunto de 3,8 milhões de crianças vacinadas com a primeira dose de Pfizer já deveriam ter, também, a segunda dose. Elas foram imunizadas com a primeira aplicação até o dia 22 de fevereiro. Os registros apontam, no entanto, que 59,3% delas não tinham registro de segunda dose no intervalo adequado.

No caso da Coronavac, na mesma data do recorte desta análise, 23 de abril, outras 5,4 milhões de crianças que foram vacinadas com a primeira dose até 28 dias antes -26 de março- também já deveriam ter registro da segunda dose. Os dados, no entanto, mostram que 48,34% delas ainda não tinham completado a imunização.

A baixa adesão das crianças à vacinação contra Covid e o abandono vacinal têm preocupado especialistas. Estudo publicado em fevereiro mostrou que acelerar a vacinação poderia evitar, de maneira significativa, mortes e internações de crianças de 5 a 11 anos.

"Com a volta às aulas e às atividades sociais, e com a circulação de variantes mais contagiosas, vacinar as crianças é essencial para conter a circulação do vírus e proteger as crianças contra Covid grave", diz Natália Pasternak, microbiologista e pesquisadora da USP.

Pasternak tem sido um dos principais nomes à frente da defesa das vacinas para o enfrentamento da pandemia no Brasil. "É preciso também fazer campanhas e busca ativa para a segunda dose", completa.

Em nota à Folha, o Ministério da Saúde disse que já distribuiu para estados e Distrito Federal o total de 21,3 milhões de vacinas para imunizar a população de 5 a 11 anos com a primeira dose e mais 18,7 milhões para a segunda dose.

"Desde o início da campanha de vacinação infantil, o quantitativo de doses é distribuído de maneira proporcional e igualitária, e pactuado de forma conjunta entre o Ministério da Saúde e representantes dos estados, municípios e DF", diz a nota.

Questionado sobre campanhas de vacinação para atingir as metas das crianças, o ministério respondeu que "articulou ações de incentivo à vacinação, incluindo a veiculação de campanha publicitária na TV, rádio, mídia exterior e internet. Além disso, foram realizadas diversas matérias informativas no site da pasta, publicações nas redes sociais, além de entrevistas e coletivas de imprensa para esclarecimentos acerca do tema."

"Devido à natureza tripartite do SUS, a Pasta esclarece que o incentivo à vacinação infantil também é de responsabilidade de estados e municípios," conclui a nota.

As informações tabuladas pela Folha apontam, ainda, que a maioria dos registros de crianças que iniciaram a trajetória vacinal contra Covid nos primeiros meses da campanha, mas não voltaram para a segunda dose no prazo estipulado, estão no Norte do país.

Os dados de Rondônia, Roraima, Acre e Amapá apontam para mais de 70% de atrasos na segunda dose contra Covid no período analisado.
Distrito Federal, Rio Grande do Sul, São Paulo e Paraná são os únicos com menos de 50% de atrasos entre as doses, segundo os números oficiais.

Os dados do Datasus -sistema de informações do Ministério da Saúde- são alimentados pelos estados e municípios. Cabe ao Ministério da Saúde acompanhar e aferir os dados, bem como corrigir eventuais problemas no preenchimento. Essas informações balizam as políticas públicas de saúde no país.

De acordo com o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, os dados sobre vacinas devem ser atualizados no sistema federal até dois dias após a data de aplicação dos imunizantes. A Folha de S.Paulo considerou as informações que entraram no DataSUS até seis dias após a data de recorte desta análise (23 de abril). A extração das informações do DataSUS foi feita em 29 de abril.

O rastreamento dos vacinados no Brasil pode ser feito no DataSUS porque cada pessoa imunizada é registrada no sistema com um código de identificação, no qual há informações sobre data de nascimento, dose e lote da vacina recebida. Não há informações pessoais sobre cada vacinado que permitam identificá-lo.

No ano passado, a Folha de S.Paulo já tinha apontado atraso na segunda dose também dos adultos. Em abril de 2021, os registros mostravam que mais de meio milhão de pessoas que receberam a primeira dose da Coronavac no início da vacinação no Brasil não tinham registro da segunda dose do imunizante no prazo adequado entre doses.

Logo após a reportagem, o Ministério da Saúde anunciou em entrevista coletiva que ao menos 1,5 milhão de pessoas que tomaram a primeira dose da vacina contra a Covid desde o início da vacinação no país não completaram o esquema vacinal com a segunda dose.

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Mesmo depois de se recuperar da infecção do coronavírus, alguns pacientes continuam a se queixar de sintomas da doença e relatam perdas na qualidade de vida. As informações são do Metrópoles.

Atividades simples, como caminhar e lavar a louça, por exemplo, passam a se tornar desgastantes. Também há os que reclamam por não sentirem gostos ou cheiros da mesma maneira e os que passam a ter dificuldades para recordar informações.

A Covid longa ou síndrome pós-Covid ocorre quando sintomas desenvolvidos durante a infecção perduram após o fim da doença e é mais comum do que se imagina.

Pessoas com Covid longa costumam sentir:

Fadiga;

Falta de ar;

Dores musculares;

Dores articulares;

Perda de olfato e paladar;

Confusão mental.

Outros sinais menos frequentes são queda da oxigenação do sangue, palpitações e alterações vasculares.

“Os pacientes devem ficar atentos à persistência ou aparecimento de sintomas no período de até três meses após a infecção”, alerta o fisioterapeuta e pesquisador Gerson Cipriano Júnior. Ele conduz um estudo sobre reabilitação cardiorrespiratória no laboratório de fisiologia do campus da Faculdade UnB Ceilândia (FCE), no Distrito Federal.

Mesmo que discretamente, os sintomas podem afetar a vida das pessoas, dificultando a realização de tarefas diárias simples. Por isso, especialistas recomendam que os pacientes tenham acompanhamento médico e façam um check-up anual.

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Um homem e duas mulheres · 18/05/2022 - 10h56

Covid-19: Piauí resgistra três mortes causadas pela doença


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Notícia da Manhã - O Piauí registrou nesta terça-feira (17/05), um caso de Covid-19 e três mortes causadas pela doença. Não eram registrados registradas mais de uma morte em 24 horas a quase dois meses, desde o dia 24 de março deste ano.

Todos os que morreram nesta terça-feria moravam em Teresina, foi um homem de 60 anos e duas mulheres, sendo uma de 73 anos e outra de 88 anos.

Atualmente o Estado possui 12 leitos clínicos, 16 UTIs e seis leitos de estabilização ocupados com os casos da doença. Desde o início da pandemia já foram registrados 368.067 casos e os óbitos chegam a 7.742 casos, segundo dados divulgados em boletim pela Secretaria de Estado e Saúde do Piauí.

Sobre os casos ocorridos de Covid-19 nos estado, Herlon Guimarães falou mais alguns detalhes.

    Reprodução

"Desde que a gente identifica essa alta a nível de mundo a nível de Brasil, com certeza nós nos mantemos vigilante 24 horas. Eu quero chamar atenção para um detalhe, se nós observarmos as faixas etárias ocorridas dos óbitos, nós observamos que é em idoso, e pelo critério de vulnerabilidade a indicação é realmente realizar sua terceira dose. Nós já estamos com a quarta dose também aberta, mas nós do Estado do Piauí estamos a pouco mais de 66% da terceira dose realizada.

Qurero pedir a sociedade, pedir a população que já fez muito bem o seu papel, que continue fazendo, colocando o seu esquema vacinal em dias, não cochilar,não vacilar, tomar sua terceira dose se necessário com prazo de 4 meses da última dose tomada,  porque aí que você vai se manter sempre com sua imunidade ativada e claro a gente reduz cada vez mais tanto o número de casos com a questão dos óbtos", disse.

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Taxa de positividade · 18/05/2022 - 08h37

Covid: testes aumentam 40% no Brasil; e positividade, 24,1%


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Dados da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) apontam tendência de aumento na quantidade de testes de Covid-19 feitos nas últimas semanas em laboratórios de medicina diagnóstica. As informações são do Metrópoles.

Entre 9 e 15 de maio, a estimativa da instituição é de que os exames registraram aumento acentuado de 40% em relação à última semana. Já a taxa de positividade, o número de testes positivos dentro da totalidade dos realizados, está em 24,1% no mesmo período.

Na semana anterior, de 2 a 8 de maio, foram 47.803 exames realizados. Destes, 17,1% tiveram resultado positivo – mais de oito mil.

Já na última semana de abril, que abrangeu do dia 25 a 1º de maio, foram 44.095 testes feitos, com positividade de 12,9%. O valor foi 26% superior à semana anterior.

OMS alerta sobre baixa testagem
A Organização Mundial da Saúde (OMS) está preocupada com a redução dos testes para detecção da Covid-19 e de sequenciamento genético do vírus à medida que os países declaram o fim do estado de emergência provocado pelo coronavírus.

Durante coletiva de imprensa, nesta terça-feira (17/05), o diretor-geral da agência internacional, Tedros Adhanom Ghebreyesus, informou que os casos da doença aumentaram na última semana em quatro das seis regiões monitoradas pela OMS.

“Devido à redução de testes e sequenciamento em muitos países, é cada vez mais difícil saber onde está o vírus e como ele está sofrendo mutações”, disse o líder da OMS.

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    Agência Brasil

Mais um caso de variante recombinante do vírus SARS-Cov-2, que causa a covid-19, foi identificada em São Paulo pelo Instituto Butantan. Dessa vez, a variante XG foi encontrada em amostras coletadas de uma mulher de 59 anos, moradora do bairro da Penha, na capital paulista. Não há informações sobre os sintomas, nem se a paciente estava vacinada ou se ela tem histórico de viagem.

A XG é uma variante recombinante das linhagens BA.1 e BA.2 da cepa Ômicron. Ela tem a mesma combinação da variante XE, mas as mutações são diferentes. A maior parte dos casos de infecção pela XG foi registrada na Dinamarca e, por enquanto, não há motivos de preocupação sobre a sua disseminação.

“Todas as variantes recombinantes ainda necessitam de mais atenção nesta questão de disseminação. Há no mundo apenas 205 sequências da XG e isso é pouco em relação à população mundial e ao número de variantes que estão circulando”, disse Gabriela Ribeiro, que trabalha com bioinformática na Rede de Alerta de Variantes do Instituto Butantan, em nota divulgada pelo instituto.

Este foi o terceiro caso de uma variante recombinante identificada em São Paulo. O primeiro caso foi identificado em março, em um homem de 39 anos, também de São Paulo e que estava com o esquema vacinal completo contra a covid-19. As amostras identificaram que ele tinha a variante XE. Como ele não tinha histórico de viagem ao exterior e nem contato com pessoas que estiveram em outros países, isso indicou que a variante já circula de forma comunitária na cidade de São Paulo. Ele apresentou sintomas leves da doença.

Em abril foi registrado mais um caso, dessa vez da variante recombinante XQ, que surgiu a partir de uma mistura da sublinhagem BA.1.1 e linhagem BA.2. Ela foi identificada em um casal de São Paulo que ainda não tinha tomado a terceira dose da vacina. O casal relatou sintomas comuns da covid-19 como febre, dores de cabeça, no corpo e na garganta. Eles também não tinham histórico de viagem.

Recombinantes

O vírus original da covid-19 é o SARS-CoV-2, que foi identificado inicialmente na China. Dele surgiram diversas linhagens, sublinhagens e variantes recombinantes. Isso ocorre porque os vírus são partículas constituídas de material genético, que pode ser DNA ou RNA, envolvidas em uma cápsula de proteína. Quanto mais o vírus se espalha, mais ele tende a sofrer mutações, ou seja mudar sua estrutura inicial. Essa mutação é chamada de variante.

Quando a variante começa a se propagar, infectando pessoas em diferentes regiões ou países, ela se torna uma linhagem. Esse é o caso das variantes Alfa (B.1.1.7), Beta (B.1.351), Gama (P.1), Delta (B.1.617.2) e Ômicron (B.1.1.529). Mas quando a mutação não altera muito o material genético, surgem as sublinhagens, ou seja, variantes muito semelhantes às quais pertencem. Segundo o Instituto Butantan, uma forma fácil de detectar sublinhagens é perceber que a nomenclatura sofreu ramificações, como as da ômicron, das quais surgiram as sublinhagens BA.1, BA.1.1, BA.2 e BA.3.

Já uma variante recombinante é uma cepa que surge quando há uma mistura ou recombinação de material genético de duas ou mais linhagens ou sublinhagens do vírus. Para que isso ocorra, é preciso que uma pessoa contraia pelo menos duas linhagens do vírus ao mesmo tempo.

Até o momento, múltiplas variantes recombinantes foram detectadas em circulação no mundo, podendo ser reconhecidas pela letra X em seu nome. As linhagens recombinantes mais recentes vão de XD, mais popularmente conhecida como deltacron, seguindo em ordem alfabética até XW.

 

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Fonte: Agência Brasil
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SÃO PAULO, SP
(FOLHAPRESS)

O Brasil voltou a ter uma média móvel de casos de Covid superior a 18 mil por dia, nesta segunda-feira (16). É a maior média desde meados do mês passado, quando estava na casa dos 19 mil, momento em que o país vivia uma contínua queda nos casos da doença.

O país registrou, nesta segunda, 89 mortes por Covid e 14.873 casos da doença. Com isso, o país chegou a 665.056 vidas perdidas e a 30.698.711 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

A média móvel de casos agora é de 18.329 por dia, crescimento de 23% em relação ao dado de duas semanas atrás.

A média de mortes permanece acima de 100 e agora é de 115. A situação da média de óbitos, apesar do crescimento em relação aos últimos dias, é de estabilidade, o que significa que a variação em relação aos dados de duas semanas atrás não é superior a 15%.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Em relação à vacinação, o Brasil registrou 398.930 doses de vacinas contra Covid-19 nesta segunda. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram 27.176 primeiras doses e 82.995 segundas doses. Também foram registradas 7.218 doses únicas e 281.541 doses de reforço.

O Amazonas registrou -7 doses únicas. O Ceará teve registro de -5.172 segundas doses. O Maranhão teve registros de -12.588 primeiras doses e de -3.315 segundas doses. O Mato Grosso do Sul teve registro de -1 dose única.

Ao todo, 177.735.918 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil -160.424.860 delas já receberam a segunda dose do imunizante. Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 165.225.454 pessoas com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.

Assim, o país já tem 82,73% da população com a 1ª dose e 76,91% dos brasileiros com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.
Até o momento, 89.708.040 pessoas já tomaram dose de reforço, o que representa 41,76% da população brasileira. Outros 2.227.076 tomaram a quarta dose da vacina.

O consórcio reúne também o registro das doses de vacinas aplicadas em crianças. A população de 5 a 11 anos parcialmente imunizada (com somente a primeira dose de vacina recebida) é de 59,05%, totalizando 12.105.160. Na mesma faixa etária, 29,73% (6.095.000) recebeu a segunda dose ou a dose única.

Os dados da vacinação contra a Covid-19 foram afetados pelo ataque hacker ao sistema do Ministério da Saúde, ocorrido em dezembro, o que levou à falta de atualização em diversos estados por longos períodos de tempo.

O consórcio de veículos de imprensa recentemente atualizou os números de população brasileira usados para calcular o percentual de pessoas vacinadas no país. Agora, os dados usados são a projeção do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para 2022. Todos os números passam a ser calculados de acordo com esses valores, inclusive os do ano passado. Por isso, os percentuais de pessoas vacinadas podem apresentar alguma divergência em relação aos números publicados anteriormente.

Mesmo quem recebeu as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (PL), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (PL), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​

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O Brasil registrou 46 mortes provocadas pela Covid-19 nas últimas 24 horas. A média móvel de óbitos está em 111, o que representa queda de 11% em relação ao verificado há 14 dias, dentro da zona de estabilização. Nesse sábado (14/05), o indicador registrava 106. As informações são do Metrópoles.

O país teve 6.296 casos positivos da doença neste domingo (15/5), totalizando 30.688.390 acumulados desde o início da pandemia. No total, o Brasil já perdeu 664.918 vidas para o coronavírus.

Os dados são do mais recente balanço divulgado pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

Devido ao tempo de incubação do novo coronavírus, adotou-se a recomendação de especialistas para que a média móvel do dia seja comparada à de duas semanas atrás.

Variações na quantidade de mortes ou de casos de até 15%, para mais ou para menos, não são significativas em relação à evolução da pandemia. Já percentuais acima ou abaixo devem ser encarados como tendência de crescimento ou de queda.

Veja o histórico da pandemia no país:

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95 mil locais de votação · 16/05/2022 - 08h01

A cinco meses da eleição, TSE ainda não definiu protocolo anti-Covid


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    Hugo Barreto/Metrópoles

A pouco menos de cinco meses do primeiro turno da eleição, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda não definiu o protocolo contra a Covid-19, doença causada pelo coronavírus, na votação de outubro. Será a segunda eleição desde o início da pandemia – a primeira para Presidência da República, governos estaduais, assembleias e Congresso Nacional. As informações são do Metrópoles.

A Corte ainda não definiu, por exemplo, se serão exigidos comprovação de vacinação, uso de máscaras nas zonas eleitorais e distanciamento entre os eleitores.

Ao todo, são cerca de 95 mil locais de votação em todo o país, com 400 mil seções eleitorais.

O TSE confirmou ao Metrópoles que as regras ainda estão sendo discutidas, mas não adiantou nenhum ponto ou detalhou como o assunto tem sido tratado.

“Essas questões ainda não foram definidas pela Corte Eleitoral e serão amplamente divulgadas quando houver alguma decisão”, resumiu o tribunal, em nota.

As eleições gerais no Brasil em 2022 estão agendadas para os dias 2 de outubro (primeiro turno) e 30 de outubro (segundo turno, onde for necessário).

Em 2020, quando os casos de Covid-19 estavam em disparada, a Justiça Eleitoral adiou de outubro para novembro as eleições municipais. À época, o TSE estabeleceu o Plano de Segurança Sanitária.

Entre as regras, estavam o uso obrigatório de máscara e a disponibilização de álcool em gel nas seções. Além disso, era recomendado que o eleitor levasse a própria caneta para assinar o caderno de votação.

Além disso, orientou os eleitores a manterem distanciamento mínimo de um metro dos demais e dos mesários.

Como se planejar

A infectologista Joana D’arc Gonçalves, mestre em medicina tropical pela Universidade de Brasília (UnB), explica que as medidas deverão ser rigorosas de acordo com a situação epidemiológica do período, como taxa de transmissão e ocupação de leito de unidade de terapia intensiva (UTI).

“Sempre é bom evitar aglomerações e, dependendo do local, usar máscara. Quem apresentar sintomas deve evitar o deslocamento”, ressalta.

Joana D’arc salienta que o protocolo poderá ser diferente em diversas partes do país. “Dependendo do risco e do local onde o eleitor está, da taxa de transmissão, que varia de um município para outro, as regras poderão ser diferentes”, frisa.

A médica é categórica ao afirmar que, durante a campanha, quando ocorrem mais movimentações de multidões, é de se esperar o aumento de doenças respiratórias.

A infectologista Ana Helena Germoglio, professora assistente de medicina no Centro Universitário de Brasília (UniCeub) e especialista em prevenção de infecções hospitalares, acredita que, neste ano, a situação será mais fácil de ser tratada.

“Agora, já conhecemos mais do que antes a dinâmica do vírus. A transmissão é basicamente respiratória”, assinala.

E faz um alerta: “Quem estiver com sintomas não deve ir à seção eleitoral. Os mesários e fiscais classificados como grupos de risco não devem se expor”.

 

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O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, chamou atenção, nesta terça-feira (10/05), para um novo aumento de casos de Covid-19 em pelo menos 50 países. A subvariante BA.2 da Ômicron continua sendo a dominante em todo o mundo. No entanto, as linhagens BA.4 e BA.5 impulsionaram a transmissão do vírus, especialmente na África do Sul. As informações são do Metrópoles.

“O número crescente de casos destaca a volatilidade desse vírus. As subvariantes estão gerando um grande aumento nos casos. Mas, pelo menos no momento, as hospitalizações e as mortes não estão aumentando tão rapidamente quanto nas ondas anteriores”, disse Tedros durante coletiva de imprensa nesta terça (10/5).

O líder da OMS atribuiu a redução da mortalidade aos efeitos de proteção gerados pelas vacinas e pelas ondas anteriores da pandemia, mas alertou que este não é um privilégio global. Países de baixa renda ainda enfrentam dificuldades para atingir a cobertura vacinal primária de 70% da população.

O surgimento de uma variante capaz de escapar da imunidade adquirida, que seja mais transmissível ou que cause maior mortalidade é apontado por Tedros como o pior cenário na atual fase da pandemia.

“Esta pandemia não acabou e precisamos que todos os líderes intensifiquem os esforços para aumentar a imunidade da população e trabalhem coletivamente para obter testes, tratamentos e vacinas para as populações”, disse.

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Nesta terça-feira (10/05), foram confirmados oito casos de Covid-19 e um óbito, nas últimas 24 horas, segundo dados divulgados pela Secretaria Estado da Saúde (Sesapi).

Dos casos confirmados sete são mulheres e um homem, com idades entre 25 e 77 anos. O óbito é de um homem de Teresina (68 anos). 

No estado, os casos confirmados somam 368.054 em todos os municípios piauienses. Já os óbitos pelo novo coronavírus chegam 7.739 casos e foram registrados em 224 municípios.

Dos leitos existentes na rede de saúde do Piauí para atendimento à Covid-19, 49 estão ocupados, sendo 24 leitos clínicos, 19 UTI’s e 06 leitos de estabilização. As altas acumuladas somam 26.218 até o dia dez de maio de 2022.

A Sesapi estima que 360.266 pessoas  já estão recuperadas ou seguem em acompanhamento (casos registradas nos últimos 14 dias) que não necessitaram de internação ou evoluíram para morte.

 

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Com a oitava alta consecutiva, a taxa de transmissão da Covid-19 chegou a 1,16 no Distrito Federal. Isso significa que um grupo de 100 pessoas é capaz de infectar outras 116 pessoas. Os dados foram divulgados no boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do DF (SES/DF) desta terça-feira (10/5).

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), quando o índice está acima de 1 significa que a pandemia está avançando. Nessa segunda-feira (9/5), o índice estava em 1,12.

Outros indicadores da pandemia permanecem sem grandes variações. De acordo com o boletim, o DF registrou 188 casos e duas mortes nas últimas 24h. Desde o início da crise sanitária, a capital federal notificou 698.009 infecções e 11.664 óbitos pela doença.

Segundo a secretaria, a média de idade entre casos confirmados é de 39 anos, variando entre 0 e 119 anos, e a de óbitos é de 68 anos variando de 0 a 104 anos. Do total de infecções, os maiores números absolutos estão nas faixas etária de 30 a 39 anos e de 40 a 49 anos.

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ANA BOTTALLO
SÃO PAULO, SP
(FOLHAPRESS)

A China voltou a restringir e confinar milhões de pessoas em seu território para tentar conter os novos surtos de Covid no país. Com uma média móvel de casos de aproximadamente 22 mil, o governo asiático tenta limitar ao máximo a circulação das pessoas, a fim de atingir o seu objetivo de "Covid zero".

Com isso, megalópoles como a capital, Pequim, com 21,5 milhões de pessoas, e Xangai, a maior cidade do país, com 25 milhões, impuseram lockdown e rastreamento de contatos para tentar reduzir novos casos e mortes.

Os números, no entanto, podem não ser muito elevados, comparados com a realidade do país: são, em média, 50 novos casos por dia em ambas as cidades. A média móvel de mortes nos últimos sete dias registrada foi de 38.

Porém, a política de controle rígido e testagem em massa acendem um alerta mesmo quando esses números, em uma imensidão de dezenas de milhões de moradores, não parecem tão preocupantes.

Por outro lado, o Brasil possui uma média móvel de casos de 14 mil nos últimos sete dias, e em torno de cem mortes (93 na última quinta, dia 5). Por aqui, as medidas de proteção da pandemia foram quase todas flexibilizadas, à exceção da exigência do passaporte de vacinação para frequentar alguns espaços.

Segundo especialistas, porém, os dois países não podem ser comparados diretamente. Primeiro, pelas divergências políticas -a China é uma ditadura comunista, o Brasil um país democrático presidencialista-, segundo, pelas diferenças culturais entre as duas sociedades.

Terceiro, e mais importante, é a forma de condução durante a pandemia. Desde o início, o governo chinês restringiu a circulação de pessoas e controlou quem entrava e saía do país. Além disso, pessoas com o vírus são monitoradas diariamente, assim como os seus contatos.

Isso fez com que a China reduzisse em poucos meses o número de casos, ganhando tempo até que a primeira vacina contra o vírus estivesse pronta para ser usada na população.

Já no Brasil, as diferentes estratégias adotadas nos estados e municípios culminaram em várias ondas da pandemia, aceleradas em parte pela introdução de novas variantes.

"Desde o início não houve dúvida que a China adotou uma política de eliminar a transmissão, enquanto o Brasil não fez nenhuma medida de controle para isso", afirma o médico sanitarista e ex-diretor da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) Cláudio Maierovitch.

Ele lembra que, embora ainda se buscassem nos primeiros meses da pandemia informações sobre a disseminação do vírus, a estratégia de isolar os casos e tentar retardar o processo de infecção já era conhecida como algo que funciona. "Aqui não tivemos plano, não tem projeção, não tem expectativa", ressalta.

O mesmo problema é apontado pela epidemiologista e vice-presidente do Instituto Sabin, Denise Garrett. "Houve uma diferença muito grande na maneira que os países abordaram a pandemia. E, por mais que não seja comparável a China com o Brasil, podemos comparar o Brasil com outros países que foram bem, como a

Nova Zelândia, e tiveram um controle quase total dos casos, e outros que foram mal, como os Estados Unidos", disse.

Um ponto crítico aqui, diz ela, é que por muito tempo se buscou, de forma até defendida pelo próprio governo, a chamada imunidade de rebanho. "E qual a consequência disso? Tivemos, em um dado momento, mais de mil, 2.000 mortes por dia e agora, com uma média diária de cem, é um patamar que, digamos, torna-se tolerável, embora eu não ache que seja", afirma.

Porém, Garrett reforça que as políticas de lockdown da China neste momento põem também em risco a vida das pessoas, que, confinadas, não conseguem trabalhar. "É preciso um meio-termo. O lockdown no início da pandemia foi necessário para achatar a curva, ganhar tempo no combate ao vírus. Se houvesse mais empenho dos países, teríamos com certeza reduzido a transmissão do vírus. Mas é uma medida temporária também", diz.

Outro aspecto considerado é a cobertura vacinal -e, nesse sentido, o Brasil se saiu melhor. Enquanto no país mais de 90% dos idosos possuem esquema primário vacinal completo (duas doses) e, muitos, já receberam as doses de reforço, na China há locais em que menos de 40% dos idosos receberam as duas doses, e a política de reforço lá sofre.

Garrett reforça que, nos casos em que a vacina não impede a infecção -e, assim, em pessoas com comorbidades, imunossuprimidas ou maior risco, podem evoluir para casos graves e mortes- é essencial manter o uso de máscaras. "Não há mais nenhum questionamento sobre máscaras, elas são eficazes contra o vírus, sem nenhum efeito adverso a não ser o incômodo de quem está usando. E são formas de reduzir a carga viral para, mesmo vacinado, não ser um quadro de Covid grave", diz.

Garrett reforça que, nos casos em que a vacina não impede a infecção -e, assim, em pessoas com comorbidades, imunossuprimidas ou maior risco, podem evoluir para casos graves e mortes- é essencial manter o uso de máscaras. "Não há mais nenhum questionamento sobre máscaras, elas são eficazes contra o vírus, sem nenhum efeito adverso a não ser o incômodo de quem está usando. E são formas de reduzir a carga viral mesmo nos vacinados", diz.

"Na China eles tiveram muitas falhas em manter altas taxas de vacinação, com dificuldade de manter uma boa cobertura para alguns grupos e isso é um problema por lá, embora eles tenham medidas de controle de circulação do vírus mais eficazes do que nós", pondera Maierovitch.

Outro problema foi o uso na China, em sua maioria, de vacinas de vírus inativado, que possuem uma proteção menor especialmente nos mais idosos, pondo essa população em risco, lembra a epidemiologista.

Para Maierovitch, falta no Brasil, uma campanha mais a favor da vacinação. "Em todas as epidemias que tivemos a comunicação do governo era muito clara a favor de vacinação, na epidemia de sarampo, na de meningite, ainda nos anos 1970, e nesse aspecto tínhamos diretrizes muito claras. É claro que [para o governo] podemos conviver com cem mortes por dia de Covid, mas é um número ainda muito ruim; em uma semana morre por Covid o mesmo por dengue em um ano. Precisamos melhorar os indicadores", diz.

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O Brasil registrou os dois primeiros casos de Covid-19 provocados pela linhagem XQ do coronavírus, que combina as variantes BA.1.1 e BA.2 da Ômicron. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (05/05). As informações são do Metrópoles.

Os pacientes são moradores da cidade de São Paulo e tiveram as variantes sequenciadas pelo Instituto Butantan, de acordo com o portal g1.

O Metrópoles procurou a organização, o Ministério da Saúde e a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo para prestar esclarecimentos, mas ainda não obteve retorno. O espaço segue aberto.

Ainda não informações sobre o estado de saúde dos pacientes, mas a Ômicron XQ está sob monitoramento da secretaria estadual de Saúde.

No início de abril, o Ministério da Saúde confirmou o primeiro caso da linhagem XE da cepa Ômicron, que combina as variantes BA.1 e BA.2 da mutação. Desde então, outras três pessoas foram infectadas pela combinação.

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Nesta quarta-feira (04/05), foram confirmados 03 casos e nenhum óbito pela Covid-19 no estado, nas últimas 24 horas, segundo dados divulgados pela Secretaria de Saúde.

Os casos confirmados no estado somam 368.034 em todos os municípios piauienses. Já os óbitos pelo novo coronavírus chegam 7.736 casos e foram registrados em 224 municípios.

Dos leitos existentes na rede de saúde do Piauí para atendimento à Covid-19, 41 estão ocupados, sendo 16 leitos clínicos, 17 UTI’s e 08 leitos de estabilização. As altas acumuladas somam 26.191 até o dia quatro de maio de 2022.

A Sesapi estima que 360.257 pessoas  já estão recuperadas ou seguem em acompanhamento (casos registradas nos últimos 14 dias) que não necessitaram de internação ou evoluíram para morte.

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A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (03/05) a medida provisória que autoriza o governo federal a doar vacinas contra a Covid-19 para outros países. O texto segue para análise do Senado Federal. As informações são do Metrópoles.

A MP vigora desde dezembro do ano passado, quando foi assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). Para se tornar lei, no entanto, a medida precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional.

A medida provisória vai de encontro com um pedido da Organização Mundial da Saúde (OMS), que, no ano passado, pediu para que países doassem vacinas contra a doença a nações pobres.

Durante a sessão, deputados da oposição tentaram incluir uma emenda que obrigaria o governo a divulgar dados voltados à transparência das doações, como a lista dos países beneficiados e o número de doses enviadas. A maioria dos deputados, no entanto, votou contra a emenda.

Segundo a proposta do governo, as doações serão feitas por intermédio do Ministério da Saúde e só ocorrerá após o país beneficiado se manifestar.

As despesas decorrentes do transporte de imunizantes serão bancadas pelo país que receberá as doses ou, então, pelo governo brasileiro quando houver espaço no orçamento voltado para a doação.

De acordo com o governo, as doações “não acarretarão prejuízo à vacinação da população brasileira, nos termos estabelecidos pelo Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 do Ministério da Saúde”.

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No Piauí, entre esta sexta-feira (29/04) e domingo (01/05), não houve nehum registro de novos casos da Covid-19 no Estado. Foi a primeira vez desde março de 2020, que o Piauí passou três dias sem confirmar casos da doença, e isso é um dado importante nesta etapa da pandemia.

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Já nesta segunda-feira (02/05), o Estado voltou a registrar um caso da doença, mas sem mortes, e infelizmente uma pessoa perdeu a vida na última sexta-feira (29/04), em consequência da covid-19, mas vai lembrar também que foi o único caso de óbito dos últimos 20 dias.O Piauí na semana passada, chegou a passar 15 dias consecutivos sem registro de mortes.

Veja abaixo como está a ocupação dos leitos em relação ao tratamento da Covid-19 no Estado do Piauí.

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No total, no pico da pandemia, o Estado do Piauí chegou a registrar mais de 2.000 mil casos da doença em um único dia, então teve aí uma diminuição muito drástica nesse pico, e chegou  também a registrar 800 pessoas internadas em leitos clínicos e 440 em leitos de UTI.

Desde o início da pandemia o número de pessoas atingidas pela doença no Estado do Piauí, chegou a 368.03, e 7736 infelizmente morreram em decorrência da doença, e por outro lado mais de 360 mil foram recuperadas, segundo estimativa da Secretaria Estadual da Saúde.

PostMídia: (86) 9 8803-2794

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O Brasil registrou 89 mortes provocadas pela Covid-19 nas últimas 24 horas. A média diária de óbitos está em 125. O número representa alta de 33% em relação ao verificado há 14 dias. As informações são do Metrópoles.

Os números, no entanto, podem ser ainda maiores, uma vez que os estados do Acre e do Piauí tiveram dificuldades para divulgar os registros de casos e óbitos.

O país contabilizou 6.498 casos positivos da doença nesta segunda-feira (2/5), totalizando 30.460.997 acumulados desde o início da pandemia. No total, o Brasil já perdeu 663.602 vidas para o coronavírus.

Os dados são do mais recente balanço divulgado pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

Devido ao tempo de incubação do novo coronavírus, adotou-se a recomendação de especialistas para que a média móvel do dia seja comparada à de duas semanas atrás.

Variações na quantidade de mortes ou de casos de até 15%, para mais ou para menos, não são significativas em relação à evolução da pandemia. Já percentuais acima ou abaixo devem ser encarados como tendência de crescimento ou de queda.

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17 pessoas estão na UTI · 02/05/2022 - 18h46

Piauí registra novo caso de Covid-19 nas últimas 24 horas


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Nesta segunda-feira (02/05), foi confirmado um caso e nenhum óbito pela Covid-19 no estado, nas últimas 24 horas, segundo dados divulgados pela Secretaria de Saúde.

Os casos confirmados no estado somam 368.031 em todos os municípios piauienses. Já os óbitos pelo novo coronavírus chegam 7.736 casos e foram registrados em 224 municípios.

Dos leitos existentes na rede de saúde do Piauí para atendimento à Covid-19, 42 estão ocupados, sendo 23 leitos clínicos, 17 UTI’s e 02 leitos de estabilização. As altas acumuladas somam 26.185 até o dia dois de maio de 2022.

A Sesapi estima que 360.253 pessoas  já estão recuperadas ou seguem em acompanhamento (casos registradas nos últimos 14 dias) que não necessitaram de internação ou evoluíram para morte.

 

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SÃO PAULO, SP
(FOLHAPRESS)

O Brasil registrou 16 mortes por Covid e 6.143 casos da doença, neste domingo (1º). Com isso, o país chega a 663.567 mortes e 30.449.740 casos registrados de Covid-19 desde o início da pandemia.
Os dados de casos e mortes foram atualizados para 19 estados; 12 não registraram nenhuma morte nas últimas 24 horas.

A média móvel de mortes é de 124. O número representa um aumento em 26%, em comparação à média móvel das últimas duas semanas, o que indica uma alta no indicador pelo terceiro dia seguido.

Vale destacar que, na última quarta (27), o Rio de Janeiro registrou 85 mortes referentes ao ano de 2020, o que afeta a média desta semana. Além disso, feriados, como o que ocorreu no fim da semana passada, costumam causar atrasos de notificação e consequentemente represamentos de dados e algum grau de flutuação nas médias.

De toda forma, a média móvel de casos também interrompeu as quedas mais acentuadas que vinha apresentando desde fevereiro. Ela agora é de 14.906, ou seja, 5% maior do que a média registrada há duas semanas.

O recurso estatístico que busca amenizar variações nos dados, como os que costumam acontecer aos finais de semana e feriados, é calculado pela soma das mortes dos últimos sete dias e pela divisão do resultado por sete.
Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL,

O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus.

As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

O consórcio de veículos de imprensa deixou de atualizar os números de vacinados contra a Covid-19 nos fins de semana e feriados. Nos dias úteis, os dados serão atualizados normalmente. A medida visa evitar imprecisões nos números informados ao leitor.

A mudança, que estreou no último dia 15 de abril, deve-se a problemas na consolidação dos dados de vacinação pelas secretarias estaduais. Sete estados já não atualizam o total de vacinados aos fins de semana e feriados, e mesmo os que o fazem por vezes informam números desatualizados, que não correspondem à realidade e costumam ser corrigidos nos dias seguintes.

Não há alteração no balanço de casos e mortes pelo coronavírus, que continuará sendo publicado pelos veículos todos os dias, às 20h.

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Neste domingo (01/05), não foram confirmados casos e nem óbitos pela Covid-19 no estado, nas últimas 24 horas, segundo dados divulgados pela Secretaria de Saúde.

Os casos confirmados no estado somam 368.030 em todos os municípios piauienses. Já os óbitos pelo novo coronavírus chegam 7.736 casos e foram registrados em 224 municípios.

Dos leitos existentes na rede de saúde do Piauí para atendimento à Covid-19, 47 estão ocupados, sendo 24 leitos clínicos, 18 UTI’s e 05 leitos de estabilização. As altas acumuladas somam 26.179 até o dia primeiro de maio de 2022.

A Sesapi estima que 360.255 pessoas  já estão recuperadas ou seguem em acompanhamento (casos registradas nos últimos 14 dias) que não necessitaram de internação ou evoluíram para morte.

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Atualização do MS · 01/05/2022 - 11h36

Covid-19: Brasil tem 15.194 novos casos e 87 óbitos


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Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde divulgado no início da noite de sábado (30/04) mostra que o Brasil registrou, em 24 horas, 15.194 novos casos de covid-19.

No total, o país contabiliza 30.448.236 registros da doença. Destes, 265.535 (0,6%) seguem em acompanhamento, ou seja, são casos ativos da doença.

As secretarias estaduais de saúde registraram 87 mortes por covid-19. No total, a pandemia resultou em 663.497 óbitos no país.

O número de recuperados é de 96,9% do total - 29,5 milhões de brasileiros são considerados curados.

O informativo mostra que houve 48 óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) nos últimos 3 dias. Há também 3.202 óbitos por SRAG em investigação, e que ainda necessitam de exames laboratoriais confirmatórios.

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (168.223), Rio de Janeiro (73.437), Minas Gerais (61.296), Paraná (43.101) e Rio Grande do Sul (39.294).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (2.002), Amapá (2.130), Roraima (2.148), Tocantins (4.153) e Sergipe (6.343).

Vacinação

Até esta quarta-feira (05/05), foram aplicadas 414,3 milhões de doses, sendo 174,8 milhões com a 1ª dose e 154,750 milhões com a 2ª dose. Outros 75,1 milhões já receberam a dose de reforço.


Fonte: Agência Brasil
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18 pessoas estão na UTI · 30/04/2022 - 20h09 | Última atualização em 30/04/2022 - 21h10

Piauí não registra casos e nem morte por Covid-19 nas últimas 24 horas


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Neste sábado (30/04), não foram confirmados casos e nenhum óbito pela Covid-19 no estado, nas últimas 24 horas, segundo dados divulgados pela Secretaria de Saúde.

Os casos confirmados no estado somam 368.030 em todos os municípios piauienses. Já os óbitos pelo novo coronavírus chegam 7.736 casos e foram registrados em 224 municípios.

Dos leitos existentes na rede de saúde do Piauí para atendimento à Covid-19, 47 estão ocupados, sendo 24 leitos clínicos, 18 UTI’s e 05 leitos de estabilização. As altas acumuladas somam 26.179 até o dia 30 de abril de 2022.

A Sesapi estima que 360.247 pessoas já estão recuperadas ou seguem em acompanhamento (casos registradas nos últimos 14 dias) que não necessitaram de internação ou evoluíram para morte.

 

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Atualização do MS · 30/04/2022 - 12h51 | Última atualização em 30/04/2022 - 12h59

Covid-19: Brasil registra 14,1 mil casos e 185 mortes em 24 horas


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O Ministério da Saúde divulgou nesta sexta-feira (29/04) novos números sobre a pandemia de covid-19 no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil tem 30,4 milhões de casos confirmados da doença e 663,4 mil mortes registradas. Os casos de recuperados somam 29,5 milhões (97 % dos casos). Em 24 horas, o ministério registrou 14,1 mil novos casos e 185 mortes.

O estado de São Paulo tem o maior número de casos acumulados desde o início da pandemia, com 5,3 milhões de casos e 168 mil óbitos. Em seguida estão Minas Gerais (3,3 milhões de casos e 61,2 mil óbitos); Paraná (2,4 milhões de casos e 43 mil óbitos) e Rio Grande do Sul (2,3 milhões de casos e 39,2 mil óbitos). 

Conforme o vacinômetro do Ministério da Saúde, 413,5 milhões de doses de vacinas contra contra a covid-19 já foram aplicadas, sendo 174,7 milhões (primeira dose); 154,4 milhões (segunda dose); além de 74,7 milhões (dose de reforço) e 1,4 milhão (segunda dose de reforço). 

PostMídia: (86) 9 9800-9535


Fonte: Agência Brasil
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primeiro aumento em 65 dias · 29/04/2022 - 19h50

Covid: com 185 óbitos em 24h, média móvel no Brasil tem alta de 18%


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O Brasil registrou 185 mortes provocadas pela Covid-19 nas últimas 24 horas. A média de óbitos diários está em 121. O número representa alta de 18% em relação ao verificado há 14 dias. As informações são do Metrópoles.

Este é o primeiro aumento em 65 dias. O índice estava em queda desde 22 de fevereiro.

O país registrou 19.4.122 casos positivos da doença nesta sexta-feira (29/4), totalizando 30.433.042 acumulados desde o início da pandemia. No total, o Brasil já perdeu 663.410 vidas para o coronavírus.

Os dados são do mais recente balanço divulgado pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

Devido ao tempo de incubação do novo coronavírus, adotou-se a recomendação de especialistas para que a média móvel do dia seja comparada à de duas semanas atrás.

Variações na quantidade de mortes ou de casos de até 15%, para mais ou para menos, não são significativas em relação à evolução da pandemia. Já percentuais acima ou abaixo devem ser encarados como tendência de crescimento ou de queda.

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17 pessoas estão na UTI · 29/04/2022 - 18h44

Covid-19 mata idoso de 88 anos em 24 horas no Norte do Piauí


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Nesta sexta-feira (29/04), foi confirmado um óbito de um homem, de 88 anos, natural de Sigefredo Pacheco, e nenhum caso pela Covid-19 no estado, nas últimas 24 horas, segundo dados divulgados pela Secretaria de Saúde.

Os casos confirmados no estado somam 368.030 em todos os municípios piauienses. Já os óbitos pelo novo coronavírus chegam 7.736 casos e foram registrados em 224 municípios.

Dos leitos existentes na rede de saúde do Piauí para atendimento à Covid-19, 39 estão ocupados, sendo 18 leitos clínicos, 17 UTI’s e 04 leitos de estabilização. As altas acumuladas somam 26.178 até o dia 29 de abril de 2022.

A Sesapi estima que 360.255 pessoas  já estão recuperadas ou seguem em acompanhamento (casos registradas nos últimos 14 dias) que não necessitaram de internação ou evoluíram para morte.

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