
Camisa 10 do Haiti nasceu com mãe em coma e enfrenta o Brasil na Copa
O meia Jean-Ricner Bellegarde, principal camisa 10 do Haiti, chega para o duelo contra o Brasil, nesta sexta-feira (19/06), pela Copa do Mundo de 2026, carregando uma história marcada pela superação. Nascido prematuro, com apenas seis meses de gestação, ele veio ao mundo enquanto a mãe entrava em coma, e acabou recebendo o nome escolhido pelos profissionais do hospital em Colombes, na França. As Informações são do Ge.

Sem familiares presentes e diante do risco de morte da mãe e do bebê, os médicos decidiram batizá-lo como Jean-Ricner. Quando se recuperou, a mãe optou por manter o nome. Anos depois, Bellegarde se tornou jogador profissional, atuou por Lens e Strasbourg antes de chegar ao Wolverhampton, da Inglaterra. Embora tenha defendido as categorias de base da França, escolheu representar o Haiti, país de origem do pai.
Bellegarde ajudou os haitianos a conquistarem uma vaga histórica no Mundial e agora terá pela frente justamente a seleção que admirava na infância. Fã declarado de Ronaldinho Gaúcho, o meia afirma que Brasil e Argentina sempre foram as seleções mais populares entre os haitianos. O confronto entre Brasil e Haiti será disputado na Filadélfia, pela segunda rodada do Grupo C.








