
Policial Edjane tem candidatura indeferida pelo TRE-SP e Agir não vai recorrer
A Policial Edjane, do partido Agir, teve sua candidatura ao governo de São Paulo indeferida pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) na última sexta-feira (18/09). A decisão foi unânime e seguiu o voto da juíza relatora Danyelle Galvão, que entendeu que a candidata não apresentou documentos suficientes para comprovar sua desincompatibilização do cargo de policial militar, conforme informações do portal Frances News.
Segundo o TRE-SP, os documentos apresentados não informam se o pedido de afastamento foi deferido pelo órgão nem a data a ser computada para fins do prazo legal. A Corte também destacou que, em 14 de setembro, foi homologado o pedido de renúncia da candidata a vice-governadora da chapa, Nair Alves Duarte, e que o prazo máximo para o partido apresentar substituição se esgotou no mesmo dia, tornando a chapa "insuperavelmente incompleta".
A decisão ainda cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas o partido Agir informou que não vai recorrer. Em suas redes sociais, Edjane afirmou que não vai se calar e pretende seguir em frente: "Tentaram me parar. Mas quem tem propósito, coragem e fé não desiste no primeiro obstáculo. Minha caminhada continua", declarou. O Agir SP informou que, em 5 de agosto, a direção partidária decidiu pelo não prosseguimento da campanha, com base no cenário político e financeiro, e ofereceu a Edjane a opção de concorrer como deputada federal, proposta que foi recusada por ela.












