
Aderson Nogueira destaca trajetória de Maria Luiza em posse no TJ-PI
O presidente do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI), desembargador Aderson Nogueira, destacou a trajetória de quase quatro décadas da desembargadora Maria Luiza durante a solenidade de posse da magistrada, realizada em Teresina nesta última quinta-feira (30/07).

Em discurso, Nogueira afirmou que a promoção da magistrada representa "o reconhecimento institucional de uma vida consagrada ao serviço público". Segundo ele, a nova desembargadora ingressou na magistratura em 1987 e construiu carreira marcada por "descrição, equilíbrio, firmeza e absoluto compromisso" com os valores do poder judiciário.
O presidente do TJ-PI relembrou a atuação de Maria Luiza em diferentes comarcas do Piauí e destacou sua passagem pela jurisdição eleitoral, quando integrou o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PI) primeiro como juíza substituta e depois como juíza titular. Ele mencionou ainda a experiência da magistrada na vara da infância e da juventude, que, segundo Nogueira, exige "compreensão da natureza humana, capacidade de ouvir, prudência para decidir e coragem para proteger" crianças e adolescentes.
Durante a cerimônia, Nogueira afirmou que "o tempo por si só não credencia ninguém, mas o tempo vivido com dignidade, independência e fidelidade aos princípios transforma a autoridade moral". Para o presidente do TJ-PI, é essa autoridade que a corte reconhece agora com a posse da magistrada.
O dirigente também registrou que, com a chegada da desembargadora Maria Luiza e da desembargadora Maria Célia, o TJ-PI passa a contar, pela primeira vez em sua história, com quatro mulheres exercendo a judicatura no segundo grau, ao lado das desembargadoras Maria Fátima e Lúcia Kling. Nogueira disse que a presença feminina na magistratura "constitui uma das grandes forças responsáveis pelo aperfeiçoamento do judiciário nacional".
Ao encerrar o discurso, o presidente do TJ-PI desejou à nova desembargadora que sua trajetória continue "inspirando cada uma de suas decisões" e afirmou ter "absoluta convicção" de que a experiência da magistrada contribuirá para o trabalho da corte.








