Cotidiano do povo piauiense · 14/07/2019 - 13h54

Advogado lança livro com causos assustadores das 'almas' do Piauí


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Desde 2016 o advogado José Gil Barbosa Terceiro iniciou um trabalho de resgate de parte da cultura imaterial do Piauí, pesquisando lendas, mitos, causos, religiosidade popular, relatos de avistamento de “aparelhos”, entre outras histórias da tradição oral piauiense, de modo que grande parte desse material está no blog “Causos Assustadores do Piauí”, criado em 2017 e atualmente contando com mais de 300 posts e aproximadamente 200 mil acessos. São histórias relatos de várias cidades que vão do norte ao sul do Piauí.

    Imagem/Divulgação

As histórias no blog foram colhidas, em grande número, diretamente da história oral, e, por vezes, de livros, revistas, jornais, monografias, cordéis e sites da internet. Agora, depois de anos de extensa pesquisa, finalmente o escritor, que é membro da Academia de Letras e Línguas Nativas Altoense (ALLNA), lança o primeiro livro resultante de sua pesquisa: “ALMAS – Martírio, Devoção e Milagre no Piauí”, que conta a história de quase cinquenta almas benditas (ou almas milagrosas) piauienses.

Do livro se verifica que ao longo de sua história o povo piauiense em momentos de aflição tem recorrido às almas de pessoas martirizadas (que morreram em situação sofrida) para que intercedam junto a Deus por elas para que lhes auxilie na resolução dos mais diversos problemas, prometendo ex-votos (rezas, orações, velas, foguetes, cartas, peças de madeira representando a parte do corpo afetado por doenças, etc), e, quando agraciadas, em verdadeiro ritual de fé, cumprem com o prometido. Alguns chegam a acreditar que as próprias almas teriam poderes milagrosos.

Os locais de devoção são, normalmente, lugares associados à alma, seja o ponto de sua morte, seja o túmulo em que se encontra sepultada. Ali os fiéis erguem cruzeiros, santuários e/ou capelinhas em homenagem aos seus protetores. O culto às almas existe em todo o Brasil, bem como no mundo, sendo muito forte no Piauí, onde está associado ao catolicismo e a religiões politeístas como a umbanda e o Paganismo Piaga.

    Imagem/Divulgação

O livro de José Gil traz um extenso rol de almas milagrosas que conseguiu identificar Piauí afora, apresentando um pouco da história dessas pessoas quando vivas, bem com detalhes do culto dedicado a elas após sua morte. São histórias de sofrimento de pessoas tidas como santas que em muito se identificam com o povo piauiense, bem como relatos de milagres que os fiéis informam ter alcançado.

Entre as almas apresentadas na obra podemos encontrar as seguintes: Motorista Gregório (Teresina), Auta Rosa (Amarante), Noiva Alda (Barras), Luzia Cortada (Luzilândia), Maria Alves (Pedro II), Consolação (Piripiri), Lucinha (Campo Maior), Maria das Graças (Piripiri), Maria dos Prazeres (Cocal de Telha), Mariana e Conceição (Ilha Grande), Martiliana (Novo Santo Antônio), Otília (Caraúbas), Maria Luísa (Altos), Alvina (Altos / Teresina), Sabina (Aroazes), Alice (Uruçuí), Lulú (Pau D’Arco do Piauí), Felicidade (Campo Maior), Balaios de Cruz das Almas (Cristino Castro), Revoltosos da Coluna Prestes (Valença do Piauí), Almas do Desastre (Altos), Almas do Batalhão (Campo Maior), Benedito, o nêgo do Tapuio (Pau D’Arco do Piauí), Cangaceiro Canastra (Batalha), Ciganinho Roldão (Esperantina), Calixto (Piripiri), Catirina e Martinho (Piracuruca / Piripiri), Cruz do Moleque (Campo Maior), Curandeiro Rafael (Altos), Fernandes (Altos), Frei Pedro (Alto Longá), Furtuoso (Passagem Franca / Monsenhor Gil), Homem Carcará (Oeiras), João Bernardo (Lagoa do Piauí), João Cartomante (Cocal / Parnaíba), Manoel (Altos), Mariano (Coivaras), Menino de Ouro da Pedra do Letreiro (Batalha), Pedrão (Altos), Quirino (Altos), Samuel (Cocal de Telha), Simãozinho do Cruzeiro (Coivaras / Alto Longá), Sitônio (Altos), Tertuliano (Valença do Piauí), Vaqueiro enterrado vivo (Altos), Vaqueiro do Pescoço Quebrado (Picos), Vaqueiro da Cruz da Frei Serafim (Teresina), Irmãos Romeiros (São Miguel da Baixa Grande), Irmãos Surdos (Parnaíba), Três Irmãos (Jaicós).        

O livro, com 278 páginas, revela um pouco do cotidiano do sofrido povo do Piauí, apresentando contexto histórico que situa o leitor no palco das histórias. A obra estará disponível ainda em julho em pré-venda pela internet no site Clube dos Autores e em outras livrarias virtuais.

SOBRE O AUTOR
José Gil Barbosa Terceiro nasceu em Campo Maior no dia 31 de Julho de 1979, sendo filho de José Gil Barbosa Junior e Lucia Maria Alves Mourão Barbosa. Desde os 3 anos reside em Altos, onde estudou os primeiros anos, tendo concluído o ensino fundamental e o médio em Teresina. Formou-se bacharel em Direito pela NOVAFAPI, atuando como advogado desde 2008 nas cidades de Altos, Teresina, Campo Maior, Timon (MA), Alto Longá, Beneditinos, Castelo do Piauí, dentre outras. Já foi apresentador de programa de rock na extinta Rádio Nativa FM em Altos, Agente Censitário Supervisor a serviço do IBGE durante o CENSO 2000, colunista de portais na internet, e atuou como ator em algumas produções audiovisuais piauienses. É autor de textos jurídicos e de opinião no Portal Altos e no Jus Navigandi. Escreveu ainda o blog Causos Assustadores do Piauí e é membro da Academia de Letras e Línguas Nativas Altoense (ALLNA).

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Irá ceder espaço · 02/02/2019 - 12h22

Balada Litherária fecha parceria com UESPI


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Na manhã desta sexta-feira o curador da Balada Litherária, Wellington Soares, esteve reunido com o vice-reitor da Universidade Estadual do Piauí –UESPI, Evandro Alberto, firmando parceria com a instituição para realização do evento. A universidade irá ceder espaço para palestras e shows, além de envolver direção, professores e alunos nas atividades.

O evento, que há mais de dez anos é realizado em São Paulo, foi idealizado por Marcelino Freire e está previsto para agosto desse ano em Teresina em sua terceira edição. Além da capital, a Balada Litherária será realizada em três municípios, Oeiras, Floriano e Parnaíba nos campi da UESPI. Este ano a Balada homenageia dois intelectuais brasileiros, Paulo Freire, considerado um dos pensadores mais notáveis da história da pedagogia mundial e Élio Ferreira, poeta e professor da UESPI, autor do livro “Identidade e Solidariedade na Literatura do Negro Brasileiro”. 

Em 2018, a Balada Litherária homenageou os artistas Itamar Assumpção, Alice Ruiz e Graça Vilhena, com programação gratuita voltada para música e literatura.


Fonte: Com informações da assessoria
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Após punição drástica · 01/02/2019 - 16h21

Biografia de padre excomungado revela bastidores da Igreja Católica


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Apesar disso, o sacerdote de Bauru (SP) sente diariamente as conseqüências da punição drástica que sofreu por causa de seus posicionamentos libertários e questionadores. O excomungado briga na Justiça para tentar reverter à medida e lida com decepção por ter sido excluído de uma comunidade religiosa que frequentava desde a infância, ao lado dos pais, católicos dedicados.

Os bastidores da excomunhão e a trajetória do padre rebelde são contados no livro de memórias "Padre Beto - A História do Excomungado no Século 21", escrito pela jornalista Cristina Camargo e lançado pela Coleção Bíos da Chiado Books.

Nessa trajetória estão incluídos episódios em que o padre testemunhou intrigas e disputas, superou melindres causados pelo destaque que conquistou na igreja e acompanhou o caso de um ex-seminarista que abandonou a vida religiosa após um caso de assédio sexual não punido.

"Ele revela alguns episódios espinhosos do catolicismo", diz a autora do livro de memórias. "Conta também como foi complicado encontrar no Brasil uma igreja conservadora e rancorosa, após os dez anos de estudos na Alemanha".

A igreja que inspirou Padre Beto na juventude era progressista e voltada para a atuação social. Após os anos de especialização na Universidade Estadual da Baviera Ludwig-Maximilian, em Munique, ele voltou com a intenção de contribuir para a modernização do catolicismo, mas enfrentou inúmeras barreiras até ser expulso sem direito a defesa.

O caso ganhou repercussão internacional e levou Padre Beto a transformar-se em uma personalidade midiática. Ele virou manchete em jornais e portais, deu entrevistas a vários programas de TV e foi convidado por partidos políticos a disputar eleições.

Cristina Camargo cobriu o caso para o jornal Folha de S.Paulo na época e, depois, continuou acompanhando a vida do padre. Antes da punição, ela já havia feito outras matérias sobre o religioso para os jornais em que trabalhou em Bauru.

Conta que Padre Beto sempre chamou a atenção por sua postura questionadora e estilo diferente dos religiosos tradicionais. Chegou a Bauru, vindo da Alemanha, usando piercing, anéis, camisetas com a estampa de Che Guevara e dono de um discurso ácido contra o tradicionalismo. Além disso, nunca escondeu o prazer de sentar em um bar e beber ao lado de amigos ou sozinho, o que espantava os mais conservadores.

"Com a excomunhão, essa personalidade que já chamava a atenção em Bauru ganhou repercussão em todo o país e também fora do Brasil. De um dia para o outro, ele ficou famoso, conquistou fãs, mas também virou alvo de muitos ataques", ela recorda.

"Muita gente não sabe, por exemplo, sobre o investimento que a Igreja Católica fez na formação européia de Padre Beto quando ele era um jovem e promissor líder religioso", ela afirma.

Para Padre Beto, é importante contar em detalhes sua história para que as pessoas entendam que não importam os obstáculos encontrados na vida.

"Somos capazes sempre de ir além de nossos limites. É importante entender que a liberdade é fundamental para o ser humano", ele diz.

O livro está disponível para compra no site da editora, no seguinte link: https://www.chiadobooks.com/livraria/padre-beto-a-historia-do-excomungado-no-seculo-21.

Também será vendido na sede da Humanidade Livre - Rua Henrique Savi, 2- 61 - Vila Nova Cidade Universitária, Bauru, e pode ser encomendado nas principais livrarias.


Fonte: Com informações da assessoria
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A psicóloga e pós-doutora pelo Instituto de Psicologia da USP, Karina Okajima Fukumitsu (CRP 06/43624-6) lançará, juntamente com uma das auroras Patrícia Carvalho Moreira, ( Psicóloga CRP 21 00006), o livro que o organizou  'Vida, Morte e Luto - Atualidades Brasileiras'  no próximo dia 23 de novembro 2018 no Auditório do Conselho Regional de Enfermagem do Piauí (COREN-PI), em Teresina.

O evento terá início às 19h com a Conferência 'Suicídio, luto e Posvenção' e a partir das 20h30 acontecerá o lançamento da obra que visa apresentar os principais cuidados e o manejo em situações-limite de adoecimento, suicídio e processo de luto, bem como reiterar a visão de que, toda vez que falamos sobre a morte, precisamos também falar sobre a vida.

O livro é multidisciplinar, sendo destinado aos psicólogos, musicoterapeutas, médicos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, fisioterapeutas, profissionais da área da educação, dentre outros profissionais interessados no tema.

O lançamento no Piauí é idealizado pela Comissão de Tanatologia e o Conselho Regional de Psicologia da 21ª região.  O evento terá certificado emitido pela entidade.

Karina Okajima é referência nacional em prevenção e posvenção do suicídio, com trabalhos valorosos na área; em recente artigo no Jornal da USP, a psicóloga destacou que a "prevenção aos suicídios é prática que deve acontecer todos os dias e não somente em um mês, sobretudo por ressaltar a importância de manter a esperança de que é possível acolher o sofrimento humano. É, portanto, prática a ser inserida no dia a dia, ofertando esperança, amor e acompanhamento tête-à-tête na oferta de espaços de hospitalidade que favorecerão novas moradas existenciais".

As inscrições podem ser realizadas no link a seguir, sendo necessária a entrega de 1 kg de alimento não perecível na entrada do evento:

https://goo.gl/forms/10n5u0U49cyrf5Ql1


Fonte: Com informações da assessoria
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Com três cadeiras em aberto, a Academia Piauiense de Letras elegerá os novos imortais no dia 1º/12, em eleição direta. Ao todo, 13 escritores fizeram a inscrição para concorrer no pleito. "Nos últimos meses, a Academia sofreu com as perdas do desembargador Paulo Freitas, do nosso querido Herculano Moraes e do estimado professor Raimundo Santana. Então, resolvemos unificar as eleições, promovendo todas em uma mesma data", explica o presidente da instituição Nelson Nery Costa.

Os eleitos ocuparão as cadeiras 18, 24 e 32 que pertenciam a Paulo de Tarso Mello e Freitas, Herculano Moraes da Silva Filho e Raimundo Nonato Monteiro de Santana. Cada um dos candidatos, no ato da inscrição, teve a oportunidade de escolher para qual cadeira concorrerá. Entre os pré-requisitos para a participação, segundo o regimento da APL, estão: ser piauiense ou morar no Estado há mais de 10 anos e ter ao menos um livro publicado.

Os 37 imortais estão aptos a votar. Cada um deve escolher três nomes, um para cada cadeira. Pelo regimento, a votação poderá ser feita presencialmente (para aqueles que residem no Piauí) ou o voto pode ser enviado em envelope lacrado pelos Correios (para os imortais que moram em outros estados).

A comissão eleitoral é presidida pelo professor Fonseca Neto, tendo como membros Magno  Pires, Reginaldo Miranda, Elmar Carvalho e Dilson Lages. É essa comissão que comandará todo o processo. Os votos, tanto os presenciais como os enviados, serão depositados numa urna. Ao final do horário estabelecido, a comissão abrirá a urna e fará a contagem dos votos referentes a cada uma das cadeiras. O resultado é proclamado ao final da apuração.

Candidatos

Cadeira 18

- José Itamar Abreu Costa

- José Gregório da Silva Júnior

Cadeira 24

- Enéas do Rego Barros

- Eduardo Lins Cavalcante

- Gregório de Moraes

- José Maria de Carvalho

- Kernard Kruel Fagundes dos Santos

- Maria Gomes Figueiredo dos Reis

- Moisés Angelo de Moura Reis

- Plínio da Silva Macêdo

Cadeira 32

- Edgar Pereira

- Felipe Mendes de Oliveira

- Francisco Teotônio da Luz Neto


Fonte: Com informações da assessoria
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'Chão da Minha nfância' · 07/11/2018 - 08h10 | Última atualização em 07/11/2018 - 08h11

Escritor lança seu segundo livro de poesias em cidade do Piauí


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O escritor de Elesbão Veloso, Xavier Silva, lançará seu mais novo livro de poesia 'Chão da Minha Infância'. O lançamento acontecerá no próximo dia 25 de novembro, no Bar O Gela, a partir das 19h.

“Esse é meu segundo livro, algo novo, surpreendente e fascinante. Com as palavras que sintetizam os momentos de alegria, amor, ternura, tristeza e dor” disse.  

Essa é a segunda obra do poeta. O primeiro foi lançado em 1999 com o titulo de 'Enquanto a Cidade Dorme Eu Expresso Meus Sentimentos'.   


Fonte: Portal V1
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O Ator e Escritor Júnior Marks lançará na próxima sexta-feira (24), o livro “Quando o amor é assim e não assado”. Júnior Marks, além de escritor é ator e diretor de teatro, natural de Fortaleza-CE, timonense radicado e honorário e atua na militância da Cultura do estado do Maranhão e do Piauí. Formado em Letras pela Universidade Estadual do Piauí – UESPI, atua como Coordenador Técnico de Artes do SENAC – PI. Coleciona em sua carreira de 20 anos dedicados aos tablados piauienses e maranhenses grandes personagens que modificaram o cenário cultural da região.

O livro “Quando o amor é assim e não assado”, dá o pontapé inicial para que todos nós possamos pensar sobre o que é ser amado e o que é amar.  O Livro, que já teve uma primeira edição, será agora publicado pela Editora Giostri, sediada em São Paulo e com um alcance Nacional. A Editora Giostri, há 13 anos no mercado editorial, já publicou livros de grandes nomes como Caco Milano (Os Sonhos de um sonhador), Hugo Possolo (Eu, cão, eu/ Excêntrico/Nóis, Otário), Vínicius de Oliveira (Somos tão jovens), dentre outros.

O livro é voltado para o público jovem e já foi adaptado para o Teatro por Luciano Brandão e é dividido esteticamente por capítulos quer transbordam amor entre si e se complementam. Um texto leve, bem-humorado, descontraído, cheio de energia. Júnior demonstra a beleza da diversidade humana e a profunda superação que temos que produzir em nossa sociedade para erradicar toda sorte de preconceito e discriminação. “Quando o amor é assim e não assado” conta a história de Neto e Hiago. Eles vivem suas descobertas e experiências juvenis, encontrando um no outro um amor assim, desses que faz o coração pular pela boca, o frio na barriga correr e as pernas tremerem. Eles se descobrem e acima de tudo, eles se gostam.

O livro é um convite, ao reafirmar a crença no amor e nas verdadeiras maneiras de ser feliz. Valerá mais que a pena, valerá o testemunho de que a real amizade é muito mais que simplesmente estar perto: é o privilégio de amar e ser amado. Quem quiser descobrir Quando o amor é assim e não assado, que siga as páginas, os capítulos e as palavras que seguem. O amor é para poucos, mas também é para todos. A noite de autógrafos será às 19h00 do dia 24 de agosto na Livraria Leitura – Shopping Rio Poty e é aberta ao público.


Fonte: Com informações da assessoria
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Mais de 3 mil crianças · 17/04/2018 - 19h05 | Última atualização em 17/04/2018 - 19h08

No dia do livro, crianças são incentivas com 'kit leiturinha'


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Mais criatividade, enriquecimento do vocabulário, ampliação das formas de se expressar e melhora na memória e na atenção, esses são alguns dos benefícios que a leitura pode proporcionar ao indivíduo. Nos últimos dados divulgados pela pesquisa ‘Retratos da Leitura no Brasil’ revelam que mais da metade da população brasileira se considera leitora, mas não chega a ler cinco livros por ano. Deste total, 2,43 foram terminados e 2,53 lidos em partes. Para se ter um parâmetro, uma pesquisa online do instituto alemão de pesquisas de marketing GfK apontou a China como um dos países que mais lê no mundo. Por lá, 70% disseram ler livros todos os dias ou pelo menos uma vez por semana.

O hábito da leitura geralmente se adquire cedo. Quando há uma apresentação do universo literário desde criança, mesmo que ainda não alfabetizada, a probabilidade da leitura se tornar frequente e prazerosa no futuro é muito maior. Com esse intuito, no dia 18 de abril, o Instituto MRV, organização sem fins lucrativos fundada pela MRV Engenharia, entregará a 3.500 filhos de colaboradores da construtora, incluindo os de Teresina, entre 0 e 5 anos, um kit com livros e brindes apropriados para cada idade por meio do projeto “Seu filho, nosso futuro”. A data da entrega foi escolhida a dedo por ser o Dia Nacional do Livro Infantil e do nascimento do escritor Monteiro Lobato, um dos maiores nomes da literatura infantil do país.

“O Instituto MRV tem como missão promover a transformação social do nosso país por meio da educação. Acreditamos no poder da leitura para formar cidadãos mais preparados e conscientes. Esse hábito possibilita a expansão da visão de mundo, além de outros tantos benefícios. Por isso, investimos nesse projeto para contribuir com a formação dos filhos de nossos colaboradores e com o futuro de nosso país”, fala Raphael Lafetá, diretor do Instituto. O kit é composto por um livro, um jogo educativo e brindes de acordo com a idade da criança.

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Breve será lançado em Teresina · 25/02/2018 - 21h18 | Última atualização em 25/02/2018 - 21h38

Cláudio Said lança livro em São Paulo e Brasília


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O piauiense Cláudio Said, lançou na última sexta-feira (23/02) em Brasília, o livro Delmiro Gouveia, romance-reportagem inspirado na vida (e morte) do nordestino que se tornou um dos pioneiros da industrialização do Brasil. 

O evento aconteceu na Livraria Saraiva no Brasília Shopping. O livro já foi lançado em São Paulo e em breve o lançamento será realizado em Teresina. 

Cláudio Said publicou em 2012 o romance Vaidade.

    Foto: Reprodução

 

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Acessibilidade é uma obrigação · 18/02/2018 - 10h41

Portal viabiliza aquisição de livros para pessoas com deficiência visual


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Aos 12 anos, Leonardo Moraes perdeu a visão. Para seguir com os estudos, contou com o próprio esforço e a colaboração de estudantes e professores. Os mais sensíveis utilizavam barbantes, cola e o que mais estivesse à mão para tornar perceptíveis os elementos de tabelas e símbolos, inapreensíveis pelo braile, através do contraste tátil. Colegas o ajudavam a escanear livros e corrigir os textos digitalizados para que pudessem ser lidos por softwares e ouvidos por Moraes.

Com a digitalização, Leonardo acreditou que parte desse esforço poderia ser reduzido. Ao cursar a segunda graduação, em direito, passou a procurar e adquirir livros em formato acessível, isto é, que viabilizasse a leitura por meio de softwares voltados a esse fim. E, novamente, outras dificuldades vieram à tona. Desta vez, a posição de editoras, que negavam disponibilização do material ou vendiam livros com as folhas em formato de imagem, que não são legíveis, argumentando a defesa dos direitos autorais.

“Eu sempre questionava que direito era esse que se sobrepunha ao meu direito fundamental de ter acesso à leitura, ao conteúdo, à informação. A priori, havia um aparente conflito de direitos: o meu direito de ter acesso e o das editoras de resguardarem a propriedade intelectual. Mas era só aparente, porque as editoras poderiam criar mecanismos de segurança que garantissem a impossibilidade de cópias não legais e, ao mesmo tempo, me concedesse a possibilidade de um leitor de telas para que eu pudesse estudar normalmente”, explicou Leonardo Moraes.

Partindo da compreensão de que acessibilidade é uma obrigação, o que está ancorado na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, ratificada pelo Brasil, ele ingressou na Justiça contra uma livraria e editora, em 2011. A ação resultou vitoriosa e inspirou a proposição de outras semelhantes pelo país. Simultaneamente, foi aprovada, em 2015, a Lei Brasileira de Inclusão (nº 13.146/2015), que passou a valer em 2016, fixando que todos os livros publicados pelas editoras em formato físico também devem estar disponíveis em formato acessível.

Para viabilizar esse direito, foi criado, nesta semana, o Portal do Livro Acessível . A partir dele, a pessoa com deficiência pode requerer a disponibilização de obras que não estão disponíveis em formato acessível no mercado para 41 editoras detentoras de direitos de publicação. Cerca de 6 milhões de brasileiros devem ser beneficiados com a medida, que resultou de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado, em 2017, pelo Ministério Público Federal (MPF) e mais de 30 editoras de livros em todo o Brasil.

Para fazer a solicitação, é necessário preencher um cadastro simples e, depois, informar os dados da obra solicitada. A administração ficará a cargo do Sindicato Nacional de Editoras de Livros (Snel), que receberá os pedidos e os encaminhará às editoras. Por determinação do TAC, o atendimento das solicitações deve ocorrer em um prazo de cinco a 60 dias, a depender da quantidade de ilustrações da obra. O valor da obra acessível não poderá ser superior ao preço do volume impresso. Se o livro já estiver disponível em formato acessível, o portal informará o ISBN do título e as principais lojas virtuais que comercializam a obra.

Apenas obras que estejam fora do catálogo cujos direitos de exploração já não pertençam à editora ou as obras estrangeiras traduzidas para o português cujos contratos tenham sido firmados antes da vigência da Lei Brasileira de Inclusão, que possuam em tais contratos expressa vedação acerca da publicação ou transformação em formato acessível e também que o contrato preveja a aplicação de legislação estrangeira sobre o tema, conforme os termos do TAC.

Para Leonardo, a medida significa não apenas maior facilidade de acessar livros, mas um passo rumo à passagem de uma abordagem médica para as deficiências para um olhar social sobre a deficiência. “Toda essa demanda é de décadas atrás. O movimento de pessoas com deficiência vem lutando, no Brasil, pelo menos desde a década de 1970, brigando para que a acessibilidade fosse realmente um padrão, para que a deficiência seja um mero atributo da pessoa, como é ser alto e ser baixo, e pelo qual a sociedade também deve se responsabilizar. Não é que eu tenha que me virar com a minha deficiência. A sociedade, sim, tem que se adequar, criar os meios para que eu tenha acesso aos meios de comunicação, ao conhecimento e à cultura”, disse.


Fonte: Agência Brasil
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O desembargador e imortal Nildomar da Silveira Soares se debruçou sobre os 100 anos da Academia Piauiense de Letras para contar essa história. O Livro do Centenário será lançado em solenidade especial no próximo dia 24, com a presença de intelectuais, autoridades e dos membros da APL, no Cine Teatro da Assembleia Legislativa, às 19h. Durante a solenidade também será entregue a Medalha do Centenário, homenageando nomes diretamente ligados à cultura piauiense.

 

A data é emblemática. Além de ter sido no dia 24 de janeiro de 1918 a sessão que instalou a Academia Piauiense de Letras, também o dia do Piauí era comemorado nessa data, já que foi em 24 de janeiro de 1823 que o clã Sousa Martins proclamou a independência de Oeiras, ocasionando a reação das tropas de Fidié, culminando com a sangrenta Batalha do Jenipapo. Assim, a história da Academia Piauiense de Letras se confunde com a própria história do Piauí. Diversos intelectuais, políticos e magistrados foram imortais, pessoas decisivas para o desenvolvimento do Estado e sua cultura.

 

O Livro do Centenário representa a essência dessa história de bravura na luta pelo desenvolvimento e incentivo à produção literária. “A Academia está em festa desde o mês de dezembro nas comemorações do seu centenário e, durante todo este ano de 2018, estará em curso uma programação para lembrar como foi o seu início e debatermos como será o seu futuro. Essa obra, o Livro do Centenário, é o resgate dessa história que não pode ser esquecida. Nele estão os fundadores, suas motivações, seu trabalho e o de todos que os sucederam. Este ano temos muito que celebrar”, ressalta Nelson Nery Costa, presidente da APL.

 

Neste primeiro semestre, continua-se a lançar obras da Coleção Centenário e da Coleção Século XXI.  Deve ocorrer o lançamento também de série especial chamada Coleção 100 Anos, e outras reedições, como Antologia da Academia Piauiense de Letras, de Wilson Gonçalves, Os Fundadores, e outros inéditos, como História da APL, de Celso Barros, e História Piauiense: aventura, sonho e cultura, da autoria de Nelson Nery Costa, com quase mil páginas.

 

Ainda este ano, sob a coordenação da imortal Fides Angélica Ommati, acontecerá o seminário Piauí 2.100, que tem a intenção de refletir sobre o Piauí e de como estará o mesmo no final do século XXI, em termos de desenvolvimento econômico e social, de sustentabilidade, de temperatura, e de cultura, que deve contar com palestra de encerramento do Min. João Paulo dos Reis Veloso.  A APL também promoverá um concurso literário destinado a estudantes do ensino médio e também para o ensino universitário, em poesia, conto e crônica, com premiação até setembro do próximo ano. Acontecerá ainda em 2018 o Centenário da Revista da Academia Piauiense de Letras

 

 

História
A Academia Piauiense de Letras foi criada, efetivamente, por um grupo de intelectuais, no dia 30 de dezembro de 1917, no salão do Conselho Municipal. Inicialmente, a ideia era organizar, como já acontecia em outros centros do país, um grêmio literário, com a finalidade de desenvolver a literatura piauiense.

 

No grupo, nomes expressivos da intelectualidade na época. A primeira sessão do novo grupo, em que foi escolhida a primeira diretoria, foi liderada por Lucídio Freitas. A diretoria foi formada por Clodoaldo Freitas, presidente; João Pinheiro, secretário geral; Fenelon Castelo Branco, primeiro secretário; Jônathas Baptista, segundo secretário; Antonio Chaves, tesoureiro; Édison Cunha era o bibliotecário. Além destes, estiveram presentes ainda a essa sessão histórica Benedito Aurélio de Freitas, Celso Pinheiro e Higino Cunha.  

 

 

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A Secretaria de Justiça do Estado, em parceria com a Secretaria de Educação, iniciou, nesta segunda-feira (15), na Penitenciária Luiz Gonzaga Rebelo, em Esperantina, o 3º ciclo o projeto Leitura Livre, que busca incentivar a educação no sistema prisional por meio da leitura.

No Leitura Livre, os reeducandos leem e elaboram resumos de obras da literatura nacional e estrangeira que são avaliados por uma comissão técnica. Com isso, o detento, além do aprendizado, tem direito à remição de pena – de acordo com a Lei de Execução Penal (7.210/84).

Em todo o Estado, o projeto já acontece em sete presídios e beneficiou 155 detentos. A meta da Diretoria de Humanização e Reintegração Social da Secretaria de Justiça é executar o Leitura Livre em 15 estabelecimentos penais.

De acordo com a Secretaria de Justiça, a oferta em educação no sistema prisional do Estado aumentou cerca de 300%, de 2015 a 2017. Além disso, até o fim do ano passado, 32% dos detentos participavam de programas educacionais no Piauí.

 


Fonte: Com informações da assessoria
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Diversos livros didáticos voltados para o Ensino Médio foram encontrados pela equipe de fiscalização do Programa Lixo Zero no Ponto de Recebimento de Resíduos (PRR) localizado entre a Rua Doutor Otto Tito e a Avenida Gil Martins, no bairro Redenção, zona Sul de Teresina. O material foi recuperado após ter sido descartado irregularmente e está disponível para doação. Os interessados devem entrar em contato com a coordenação do Lixo Zero, por meio do número (86) 3226-2028.

“Estamos na época de volta às aulas e sabemos que esse material pode ajudar outros alunos, por isso decidimos colocar os livros para doação. A medida, além de ajudar o meio ambiente evitando o descarte irregular, ainda vai promover o acesso e o incentivo à educação”, avalia o coordenador do Programa Lixo Zero, Felipe Gomes.

Os 35 Pontos de Recebimento de Resíduos (PRRs) que estão espalhados por Teresina devem receber apenas o chamado lixo seco, que são resultados de capina, objetos velhos e demais utensílios que necessitem ser descartados em pequenas quantidades. É proibida a colocação de lixo orgânico, animais mortos, penas e vísceras, resíduo industrial, entulhos, resíduo hospitalar, pilhas, baterias e aparelhos eletrônicos.

Para o descarte correto de livros e similares os munícipes devem levá-los para um dos 14 Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) que estão espalhados pela cidade e colocá-los nos contentores que são identificados pela cor e tipo de material (vermelho – plástico, verde – vidro, azul – papel, amarelo – metais).

“O papel leva de três a seis meses para se decompor na natureza. É preciso que tenhamos conhecimento dos males causados ao meio ambiente por conta desse tipo de descarte incorreto e mudar alguns hábitos. Teresina 14 PEVs que fazem parte da coleta seletiva e recolhem resíduos que ainda podem ser reciclados ou reutilizados, então orientamos a população a procurar o Ponto mais próximo de sua residência e fazer o correto descarte de material”, finaliza Felipe Gomes.


Fonte: Prefeitura de Teresina
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Reconduzido à presidência · 11/01/2018 - 08h40

Reempossado na APL, Nelson Nery Costa quer uma Academia interativa


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A posse administrativa da nova diretoria da Academia Piauiense de Letras (APL) ocorreu nesta quarta-feira (10/01). Pela terceira vez, o advogado e escritor Nelson Nery Costa assumiu a presidência da instituição centenária. Na ocasião, ele destacou as conquistas obtidas pela APL nos últimos anos e o papel dela na preservação histórica do Piauí. Diante dos desafios para o próximo biênio, o líder sinalizou para o desejo de tornar a Academia mais interativa, aproximando-a de todos os públicos.

 

 

"É uma instituição que conseguiu sobreviver por tanto tempo em um Piauí tão carente de instituições. Então, a Academia ao mesmo tempo não chega só viva, mas em pleno vigor, oferecendo para a sociedade o Museu da História da Literatura Piauiense, a preocupação e a inserção no social. Estivemos nessa semana com o governador para discutir o processo de revitalização do Centro de Teresina e discutir outros objetos culturais", afirmou.

 

Nelson Nery Costa detalhou que a Academia está se renovando, sem esquecer de valorizar a sua história e tradição, reiterando o projeto da APL em dialogar com a sociedade também através da mídia digital, ampliando sua participação nas diversas plataformas. "Então, a Academia está em plena efervescência, ou seja, não só está cumprindo sua missão, está viva, está se renovando. Esse ano mesmo nós estamos querendo realizar o seminário Piauí 2.100, que é exatamente um olhar de como seria o Piauí no final do século XXI e também como seria essa academia, para que possamos transcender", disse.

 

Em meio a esse desejo, o presidente da instituição indicou que promoverá melhorias no site da Academia Piauiense de Letras. "Acima de tudo aquilo que ainda falta a Academia, que é um diálogo maior com a sociedade, acreditamos que podemos fazer uma revolução no nosso site, inclusive possamos ser mais interativos, estar em outras mídias, no Facebook, no Instagram, para que a academia se olhe para a modernidade, que possa se comunicar não apenas com os intelectuais, e acreditamos que o site possa ser um instrumento para isso", complementou.

 

A eleição que definiu a permanência do advogado contou com os votos de 28 membros. A nova diretoria é composta por Nelson Nery Costa, presidente; Zózimo Tavares, vice-presidente; Herculano Moraes, secretário geral; José Elmar Carvalho, primeiro secretário; Wilson Nunes Brandão, segundo secretário; e Humberto Guimarães, tesoureiro. "Em primeiro lugar é um privilégio ser presidente da Academia, mais do que isso ser um presidente pela terceira vez é mais privilégio ainda, houve um consenso da academia em possibilitar uma mudança do Regimento para que pudesse ter um terceiro mandato, e acredito que o privilégio ainda maior ser presidente na época do seu centenário", complementou Nelson Nery.


Fonte: Com informações da assessoria
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Esta sexta-feira (07/12) foi um dia especial para a escritora mirim Edelanni Araújo, aluna do 4º ano da Escola Municipal Ambiental 15 de Outubro. A menina, de apenas 10 anos de idade, lançou seu primeiro livro chamado “A bolinha mágica”, no Centro de Formação Professor Odilon Nunes.

A obra infantil que fala de magia e amizade é fruto da paixão de Edelanni pelos livros. Ela já contabiliza quase 400 lidos desde que aprendeu a ler, e tem a biblioteca como o espaço preferido na escola. “Eu acho fantástico ler, cada obra é uma viagem diferente. Gostaria que todas as crianças lessem muitos livros, porque trazem muito aprendizado e diversão”, declarou.

O que a pequena escritora tem de talentosa com as palavras, também esbanja em carisma. Edelanni contou com um auditório lotado de estudantes, professores, familiares e entusiastas da literatura. Técnicos da Secretaria Municipal de Educação (Semec), que também ajudaram na edição e publicação do livro, fizeram questão de parabenizar pessoalmente a autora.

Para Kléber Montezuma, secretário municipal de Educação, a menina escritora é um exemplo para outras crianças. “Estamos orgulhosos do talento e da dedicação da Edelanni, que mostra como nossas escolas públicas estão repletas de estrelas. Ela já é uma boa influência para os colegas da escola e com a divulgação do livro deve estimular muitas outras crianças que sonham em escrever”, afirmou.

Em sua trajetória até o dia de estrelato do lançamento a estudante encontrou pelo caminho uma série de pessoas que acreditaram em seu potencial e contribuíram para a concretização do livro. A professora Rosângela descobriu ainda na escola a paixão da menina pelas histórias infantis. Os pais Deusenir e Francisca não mediram esforços para estimular o hábito da leitura em casa. O diretor Nilton apostou na aluna como exemplo em sala de aula. E o secretário municipal de Comunicação, Fernando Said, viu na menina uma autora de sucesso, contribuindo para que a Prefeitura de Teresina financiasse a publicação com direito a 1.000 exemplares para distribuição.

“Ela é incrível, em todos os sentidos. Sua obra é uma contribuição importante para Teresina, e sua história de persistência e amor pelos livros nos inspira. Tínhamos que apostar nisso”, declarou Fernando Said, que parabenizou o apoio dos pais e da escola. Para o pai Deusenir Silva, o talento da menina é motivo de orgulho. “Não sabemos expressar em palavras a felicidade dessa conquista para ela. Esperamos que ainda surjam várias jovens escritoras como minha filha”, falou.


Fonte: Prefeitura de Teresina
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A Comissão da Verdade da Escravidão Negra no Brasil da OAB-PI, presidida pela advogada Maria Sueli Rodrigues, lançará no dia 27 de novembro, às 18h, o livro “Dossiê Esperança Garcia – Símbolo de Resistência na Luta pelo Direito”. O lançamento acontecerá durante a XXIII Conferência Nacional da Advocacia Brasil, promovida pelo Conselho Federal da OAB, que acontecerá no Pavilhão de Exposições Anhembi, em São Paulo-SP, de 27 a 30 deste mês.

 

Esperança Garcia foi uma mulher escravizada que viveu na região de Oeiras, na fazenda de Algodões, cerca de 300 km de Teresina. Sua história se destaca por sua coragem em ter denunciado os maus tratos sofridos por ela, suas companheiras e filhos, por meio de uma carta ao governador da Capitania de São José do Piauí, Gonçalo Lourenço Botelho de Castro. A petição é datada de 06 de setembro de 1770. Ela recebeu o título simbólico de primeira mulher advogada do Piauí em julho deste ano, concedido pelo Conselho Seccional da OAB-PI.

 

De acordo com Sueli Rodrigues, o Dossiê é o registro do estudo feito para fundamentar a solicitação de reconhecimento de Esperança Garcia como advogada ao Conselho da OAB-PI. Ele apresenta duas abordagens, jurídica e historiográfica. O primeiro apresenta os fundamentos jurídicos do pedido, com o levantamento da legislação da época para compreender a carta de Esperança Garcia como uma petição e a atuação dela como advogada. O segundo é uma abordagem historiográfica, na qual os historiadores apresentam uma narrativa sobre o contexto vivido por Esperança Garcia a partir de documentos e bibliografias de 1770, quando a carta foi escrita.

 

“As duas informações são importantes, porque vão além da funcionalidade de fundamentação do pedido. Essas informações colaboram com o processo educativo do povo piauiense, inclusive para reler sua própria história, identificando nas pessoas negras que foram escravizadas não apenas o sofrimento da escravidão, mas a força da luta, para animar a luta do presente no enfrentamento ao racismo”, afirmou Maria Sueli Rodrigues.

 

A obra é prefaciada pelo presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia, que afirmou que o livro servirá para transformar a sub-representantividade dos negros em nossa sociedade, o que requer, segundo ele, “o engajamento decidido de todos aqueles que buscam a construção de uma democracia não apenas formal, mas também material no território brasileiro”.

 

“Ao resgatar a memória de Esperança Garcia, o livro rende merecida homenagem à luta dessa valorosa defensora da liberdade e da igualdade. Sua trajetória ensina que, por maior que seja a opressão, não se deve admitir que esta subjugue a força daqueles que acreditam na justiça”, declarou o presidente nacional da OAB em seu prefácio, ao definir a obra como um “valioso instrumento para a reavaliação do passado e a transformação do presente e do futuro, visando à conformação de um país mais humano e igualitário”.


Fonte: Com informações da assessoria
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Para estimular a leitura · 12/04/2017 - 09h28 | Última atualização em 12/04/2017 - 09h44

Projeto incentiva leitura entre detentos em presídios do Piauí


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Com o intuito de estimular a leitura e fortalecer a educação junto às pessoas privadas de liberdade nas penitenciárias, o projeto Leitura Livre é desenvolvido, atualmente, nas penitenciárias Irmão Guido, Feminina de Teresina, Parnaíba, Esperantina e Casa de Detenção de Altos.

O projeto é realizado pela Secretaria de Justiça do Estado, em parceria com a Secretaria de Educação, Tribunal de Justiça e a Corregedoria Geral de Justiça do Piauí. Em cada presídio, 30 detentos participarão do Leitura Livre, a cada etapa.

Através do projeto, o detento lê obras da literatura nacional e estrangeira e prepara resumos que serão analisadas por uma comissão avaliadora das secretarias de Justiça e de Educação – que também disponibilizam a estrutura de acesso aos livros.

De acordo a Secretaria de Justiça, a meta é implantar o projeto em todas as penitenciárias do Estado. Além dos benefícios educacionais, voltados à ressocialização, o detento também é beneficiado com a remição de pena, prevista na Lei de Execução Penal (7.210/84).

“O projeto Leitura Livre é de fundamental importância para consolidar o processo de reeducação da pessoa em situação de privação de liberdade. A educação, a leitura são portas abertas para que o detento possa se transformar”, pontua o secretário e Justiça, Daniel Oliveira.

Na visão de Dihna Miranda, coordenadora do projeto Leitura Livre, é fundamental que o sistema prisional, “para que possa cumprir com sua função ressocializadora, garanta ao reeducando meios efetivos para que possa mudar de vida e a educação é essencial para isso”.

Acabou de lançar dois livros · 17/03/2017 - 11h22

Escritora brasileira Isa Colli eleva o nome do Brasil no exterior


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A escritora Isa Colli, radicada em Bruxelas, acabou de lançar mais dois livros: a Fazendinha, um livro infanto-juvenil, e O Recomeço, um romance com uma história arrepiante de luta pela sobrevivência.

Desde cedo que Isa Colli se interessou pela escrita, porque ainda antes se deixou encantar pela leitura. Como a própria autora recorda, foi muito importante a influência das histórias que lhe contava a sua mãe, de poucos estudos, mas grande sabedoria, na abertura aos caminhos da imaginação, por onde se tem deixado levar.

A escritora acredita que com a leitura vem o incentivo à prática da cidadania plena, que envolve o respeito e a valorização do outro. Mas, a escrita se apresentou para Isa, como uma missão, tornando-se o maior projeto da sua vida, quando, diagnosticada com um câncer, tomou consciência da brevidade da vida. O resto foi acontecendo, sem nunca planear com exatidão.

"Quando visualizamos a morte, passamos a valorizar não apenas a nossa vida, mas a dos outros. O ângulo de visão do mundo muda. A existência passa a ter uma motivação: deixar um legado. Escolhi escrever por acreditar e defender que as mudanças tão necessárias à nossa formação passam pela leitura e pela Educação de qualidade. Escrever é um processo de libertação da criatividade e dos sentidos”, partilha Isa Colli.

Quando abordada sobre inspiração, ela apenas completa: “não existe mistério. Ideias mágicas não caem do céu entrando no cérebro, informando, escreva isso ou aquilo. O escritor escreve o que pensa, o que lhe apetece, o que os seus personagens sentem: morte, amor, ódio, angústia, ansiedade, desejo, medo, frio, calor, felicidade, paz, guerra, etc. Tudo é literatura. A vida é literatura”.

Isa Colli, escreve com as vísceras. Sem medo. Sem rótulos. Sem preconceitos. Sem barreiras. Sem pensar se vai agradar ou desagradar.

A autora não para. Em 12 de março de 2017 participou da Feira do Livro em Bruxelas a convite dos amigos escritores belgas (Daniel Soil (delegado Wallonie), Gerard Adam, Armand Garret e Claude Donnay). Em seguida, parte para Feira de Bologna na Itália, que acontecerá entre os dias 3 e 6 de abril 2017.

O legado da autora vai em 7 livros infantis - e um romance. A Fazendinha conta a história de Felícia, uma menina muito astuta, que ama as plantas e os animais e que, numa emocionante viagem à fazenda do Senhor Zicão, caminha entre a diversão e a aprendizagem, experimentando as maravilhas da vida no campo. Tudo é novidade para estas crianças da cidade grande…

«O meu objetivo com a escrita é influenciar positivamente esta nova geração através de belas histórias que incentivem o trabalho em equipe, o respeito pelas diferenças, o empreendedorismo, bem como a noção de que não há limites para quem sonha e se empenha para viabilizar esses sonhos», defende.

O Recomeço conta a história de João Carlos, um surfista que, juntamente com Maria Paula, protagoniza uma luta inglória contra um inimigo poderoso e invisível. O despertar da força de uma menina mimada, da cidade grande, e do jovem angrense na busca pela sobrevivência, emocionam do início ao fim.

Mais informações sobre a autora, acesse o site.


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O escritor piauiense Eneas Rego Bastos vai lançar um livro sobre a vida e a trágica morte da jovem Fernanda Lages. aos 19 anos, ela foi encontrada morta em agosto de 2011 na construção do que hoje é o Ministério Público Federal. As investigações concluíram que ela havia se jogado do prédio.

"Depois de 11 meses de pesquisa intensa e redação cuidadosa, acabo de concluir meu mais novo livro, dessa vez sobre o Caso Fernanda Lages. É um livro-reportagem, que se fundamenta em três vertentes: as investigações policiais, a cobertura da mídia e as entrevistas que fiz com alguns protagonistas. O livro está em fase de diagramação e em breve será marcada a data do lançamento. Mais um desafio para o fascinante mundo da literatura. Trará novidades sobre a carta do vidente em que a jovem diz que não tinha nenhum motivo para morrer agora", relatou o economista e escritor Eneas Barros.

Saiba mais sobre o caso Fernanda Lages

- Economista e escritor Eneas Barros


Fonte: Com informações do Tribuna de Barras
Evento de fomento à cultura · 26/10/2016 - 07h30 | Última atualização em 26/10/2016 - 07h32

Jornalista Caco Barcellos participa de Salão do Livro em Picos; confira


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A quarta edição do Salão de Livros do Vale do Guaribas (SaliVaG) é um evento de fomento à cultura e à educação, realizado por parceiros que acreditam ser possível a transformação de todos através da leitura. O SaliVaG é uma idealização da Prefeitura de Picos, através da Secretaria de Educação.

Na programação deste ano estão palestrantes de renome nacional, estadual e da cidade de Picos. E ainda todos os dias apresentações culturais, lançamentos de livros e muito mais.

Já estão confirmados os seguintes nomes: o jornalista, escritor e apresentador do Programa Profissão Repórter da Rede Globo, Caco Barcellos; o jornalista, publicitário e humorista, Diego Curvêlo e o escritor, ator, diretor de cinema e teatro, Márcio Trigo.

O SaliVaG será realizado de 16 a 20 de novembro no estádio Helvídio Nunes.

Fonte: CCom


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O 2º Salão de Livros de Altos (SALIALTOS) faz uma homenagem para a escritora Ignês Sousa Pereira, que tem um acervo valioso de poesias e crônicas. Na ocasião, a promotora de Justiça e coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Educação e Cidadania (CAODEC), Flávia Gomes Cordeiro, realizou, nesta sexta-feira (21), a palestra “Por uma Cultura de Paz nas Escolas”. O evento também conta com exposições, lançamentos de livros e show cultural e encerra neste sábado (22).

O SALIALTOS é um momento exaltação de grandes personalidades da terra que se destacam pela contribuição literária. Além disso, é uma oportunidade de contribuir para a democratização do livro e da leitura com a população. A promotora Flávia Gomes Cordeiro, que atua com projetos na área da educação, acredita que o evento agrega muito para o incentivo ao conhecimento.

“Fiquei muito feliz de participar do 2º SALIALTOS, um excelente evento, onde trabalhamos ideias pertinentes sobre a cultura da paz nas escolas. Um local com clima positivo para estudar é algo muito importante e que deve ser trabalhado em sala de aula. Com isto, vamos reduzir os índices de violência, estimulando a juventude para o caminho do bem”, destaca a promotora.

A promotora Flávia Cordeiro também destacou os principais desafios para a inserção da Cultura da Paz nas escolas e a importância da atuação da família neste processo. "Em todos os lugares podemos oferecer a nossa contribuição, valorizando a justiça, o respeito e o exercício da cidadania. Propomos um ensino que abandone estas noções de competição e individualismo", conclui.

Fonte: MP-PI

Conheça a temática do livro · 18/12/2015 - 19h36

Professora Vanessa Soares lança livro em Teresina e é bem prestigiada


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A professora especialista Vanessa Soares, juntamente com um grupo de pesquisadores lançou na noite de ontem (17/12) em Teresina o livro 'Discurso, memória e inclusão social' . O evento aconteceu na Livraria Anchieta, onde foi oferecido coquetel em noite de autógrafos. Além de Teresina, o livro será lançado em outros estados.

A primeira edição já está esgotada. O evento foi prestigiado por professores da UFPI, UESPI, estudantes e simpatizantes pela área.

CONHEÇA A TEMÁTICA DO LIVRO
Ao falar sobre o livro ao 180, Vanessa Soares, que ministra aulas de redação para os funcionários do Grupo Eugênio, explicou um pouco sobre as temáticas do livro.

O livro 'Discurso, memória e inclusão social' foi organizado pelos professores João Benvindo de Moura, José Ribamar Lopes Batista Júnior e Maraisa Lopes, em uma produção do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Análise do Discurso (NEPAD). "A publicação reúne pesquisadores das Universidsade Federal do Piauí e Universidade Estadual do Piauí, além de outros pesquisadores vinculados ao curso de Letras. Foi financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí(FAPEPI), instituição que estimula o desenvolvimento científico e tecnológico do Estado", disse.

A obra conta com uma coletânia de 14 artigos escritos por pesquisadores vinculados ao NEPAD e convidados de outras universidades brasileiras. "Os textos analisam discursos diversos agrupados em dois eixos: memória, aqui considerada como interdiscurso, como saber discursivo que torna posível o dizer; e a inclusão social, entendida como conjunto de meios e ações que combatem a exclusão aos benefícios da vida em sociedade. Nesse contexto, foram analisadas revistas como Veja, Vip, Men's Health Brasil, além de sites de relacionamentos; alguns textos publicitários da Calvin Klein Jeans, por exemplo; outdoors sobre profissionais do sexo em Teresina; textos religiosos; textos literários nacionais e internacionais; musicais e discursos provenientes do ambiente escolar que sucintam discussões em relação à homofobia, educação inclusica, etc", acrescentou Vanessa.

Em seu artigo, a Prof. Especialista Vanessa Soares discorre sobre a temática das profissionais do sexo. Ela relembra um acontecimento que causou muita polêmica em Teresina, quando outdoors que continham conteúdos inadequados foram espalhados por vários pontos estratégicos na Capital. Nos cartazes foram feitos divulgações de shows em casas noturna e neles apareciam modelos em poses sensuais, o que chamou muita atenção, causando um estranhamento das famílias e pessoas que não concordaram com aquilo.

Em seu texto, ela faz uma releitura desses outdoors observando-os a partir da análise do discurso francês. "A partir da teoria, a gente pode analisar, ter um gesto de leitura, não só sobre a questão do que está imposto no cartaz, mas também como essa produção imagética teve um impacto muito grande na sociedade", concluiu.

Uma produção do NEPAD · 04/12/2015 - 16h14 | Última atualização em 04/12/2015 - 16h32

Professora Vanessa Soares, lança livro 'Discurso, memória e inclusão social' em Teresina


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A professora especialista Vanessa Soares, juntamente com um grupo de pesquisadores lançará em Teresina o livro 'Discurso, memória e inclusão social' . O evento acontecerá na Livraria Anchieta, dia 17/12 onde será oferecido coquetel em noite de autógrafos. Além de Teresina, o livro será lançado em outros estados.

Em conversa com o 180, Vanessa Soares, que ministra aulas de redação para os funcionários do Grupo Eugênio, explicou um pouco sobre as temáticas do livro.

O livro 'Discurso, memória e inclusão social' foi organizado pelos professores João Benvindo de Moura, José Ribamar Lopes Batista Júnior e Maraisa Lopes, em uma produção do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Análise do Discurso (NEPAD). "A publicação reúne pesquisadores das Universidsade Federal do Piauí e Universidade Estadual do Piauí, além de outros pesquisadores vinculados ao curso de Letras. Foi financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí(FAPEPI), instituição que estimula o desenvolvimento científico e tecnológico do Estado", disse.

A obra conta com uma coletânia de 14 artigos escritos por pesquisadores vinculados ao NEPAD e convidados de outras universidades brasileiras. "Os textos analisam discursos diversos agrupados em dois eixos: memória, aqui considerada como interdiscurso, como saber discursivo que torna posível o dizer; e a inclusão social, entendida como conjunto de meios e ações que combatem a exclusão aos benefícios da vida em sociedade. Nesse contexto, foram analisadas revistas como Veja, Vip, Men's Health Brasil, além de sites de relacionamentos; alguns textos publicitários da Calvin Klein Jeans, por exemplo; outdoors sobre profissionais do sexo em Teresina; textos religiosos; textos literários nacionais e internacionais; musicais e discursos provenientes do ambiente escolar que sucintam discussões em relação à homofobia, educação inclusica, etc", acrescentou Vanessa.

Em seu artigo, a Prof. Especialista Vanessa Soares discorre sobre a temática das profissionais do sexo. Ela relembra um acontecimento que causou muita polêmica em Teresina, quando outdoors que continham conteúdos inadequados foram espalhados por vários pontos estratégicos na Capital. Nos cartazes foram feitos divulgações de shows em casas noturna e neles apareciam modelos em poses sensuais, o que chamou muita atenção, causando um estranhamento das famílias e pessoas que não concordaram com aquilo.

Em seu texto, ela faz uma releitura desses outdoors observando-os a partir da análise do discurso francês. "A partir da teoria, a gente pode analisar, ter um gesto de leitura, não só sobre a questão do que está imposto no cartaz, mas também como essa produção imagética teve um impacto muito grande na sociedade", concluiu.

Poemas dos poetas preferidos · 21/10/2015 - 09h25 | Última atualização em 21/10/2015 - 09h50

Os 10 livros de poesia que todo mundo deve ler


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Ontem, dia 20, foi comemorado o dia do poeta. E para celebrar o dia de quem vê a vida de uma forma mais bonita do que é... Então listei aqui os 10 melhores livros de poesia que já li e recomendo aos meus leitores do Blog Literário.


1. Cem Sonetos de Amor (Pablo Neruda)
2. Reunião – 10 livros de poesia (Carlos Drummond de Andrade)
3. Tu, não te moves de ti (Hilda Hilst)
4. Toda Poesia (Paulo Leminski)
5.Eu (Augusto dos Anjos)
6. Bagagem (Adélia Prado)
7. O amor é um cão dos diabos ( Charles Bukowski)
8. Obra poética - João Cabral de Melo Neto
9. As flores do mal ( Charles Baudelaire)
10. As Pessoas Parecem Flores Finalmente (Charles Bukowski)

 

 

Novo romance de Chico Buarque · 31/07/2015 - 12h17

Chico Buarque e seus sucessos como escritor; Confira


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Chico Buarque é um exímio compositor e poeta, isso ninguém pode contestar. Há controvérsias sobre a sua excelência também na literatura. Eu estou fora da lista dos que não gostam dos seus livros. Gostei de todos, particularmente o último lançado “O irmão alemão”. E essa é a dica de livro de hoje.

O irmão alemão mistura a realidade com a ficção deixando o leitor mais curioso ainda. Por acaso, Chico descobre uma carta do mãe do seu irmão alemão endereçada a seu pai, Sérgio Buarque de Holanda, que morou em Berlim entre 1929 e 1930, como correspondente de O Jornal e que começa a fazer sentido já que há algum tempo Manuel Bandeira, numa conversa com outros poetas, deixa escapar sobre "o seu irmão alemão". Após o contato com esta carta Chico dá início à busca desenfreada de informações deste irmão alemão.

O romance mais novo de Chico recebeu duras críticas, como a Alcir Pécora (“Folha de S. Paulo”, sábado, 15) — “Armadilhas na trama tornam livro de Chico Buarque uma autoficção insossa”. “A novela poderia guardar o encanto secreto das narrativas de busca, articuladas à tópica do duplo, não caísse em armadilhas fatais, que a tornam basicamente insossa”.


E também recebeu elogios de José Castello, na crítica “No limite de uma busca alucinante” (“O Globo”, sábado, 15), escreve: “Como uma dobradiça, o romance se desdobra em duas chapas de tamanho e forma semelhante — ora encaixado em fatos, nomes e documentos que prometem o real, ora erguido sobre as sombras não menos verdadeiras da imaginação. (…) Fantasmas — visões — se espalham pelas páginas. O que confere à literatura o caráter vital, ainda que assombrado, de máquina propagadora da realidade”.

 

“A narrativa de Chico se faz mais daquilo que escorre entre as palavras, do que com as verdades que elas costuram. [...] Ele está entre os grandes narradores brasileiros contemporâneos.” — José Castello, O Globo

O livro está à venda nas principais livrarias do país e nos sites. Depois me conta o que achou, tá?


Fonte: Com informações de O Globo