
MPPI investiga supostas irregularidades na fisioterapia da UPA do Promorar
O Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI) decidiu aprofundar as apurações sobre o atendimento de fisioterapia na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Promorar, na zona sul de Teresina. O inquérito civil foi instaurado nesta última segunda-feira (29/06) pelo promotor Marcelo de Jesus Monteiro Araújo, a partir de denúncia formal apresentada pelo Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 14ª Região (CREFITO-14).
A abertura do inquérito representa um desdobramento de um procedimento preparatório anterior. A portaria do MPPI não detalha as supostas irregularidades apontadas pelo conselho, mas a conversão para inquérito civil indica a necessidade de uma investigação mais ampla sobre a qualidade do serviço prestado pela unidade, que é administrada pela Fundação Municipal de Saúde (FMS).
Não é a primeira vez que a FMS e a rede municipal de saúde de Teresina são alvo de investigações do Ministério Público. No dia 16 de junho, o órgão abriu procedimento para apurar possível falta de fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais na estrutura da Prefeitura de Teresina. No mês anterior, outra apuração foi iniciada para verificar denúncias sobre a estrutura física e o quadro de profissionais da Maternidade Professor Wall Ferraz (CIAMCA).








