Voltou a chamar atenção -

Investigado pela PF, MC Ryan SP afirma que "justiça divina não falha"

O cantor MC Ryan SP voltou a chamar atenção nas redes sociais nesta quarta-feira (24/06) ao publicar um desabafo enigmático sobre o momento que vive. Alvo da Operação Narco Fluxo, deflagrada pela Polícia Federal (PF), o funkeiro afirmou estar enfrentando uma “tempestade”, mas demonstrou confiança de que a situação será superada. As informações são do Metrópoles.

Por meio dos stories do Instagram, o artista compartilhou uma foto acompanhada de uma mensagem em que fala sobre dificuldades, lealdade e justiça. “Faço meu trampo de boa, sem mimimi. Vários ficam felizes com a nossa tristeza, porém a justiça do divino nunca falha. Logo, logo o tempo ruim vai passar e a tempestade vai parar”, escreveu.

Na mesma publicação, MC Ryan SP também refletiu sobre as relações pessoais durante períodos difíceis. “O barco balança para você ver quem é quem. Nem todo mundo que está no barco rema contigo”, afirmou. Ao final da mensagem, garantiu que continuará seguindo a carreira musical. “Só paro de fazer música quando Deus me levar embora”, completou.

Foto: Reprodução/instagram

O cantor é um dos investigados na Operação Narco Fluxo, conduzida pela Polícia Federal para apurar um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao crime organizado. A investigação aponta movimentações financeiras bilionárias e teve como alvos influenciadores digitais, empresários e artistas.

Deflagrada em abril, a operação mobilizou mais de 200 policiais federais para o cumprimento de mandados de prisão temporária e busca e apreensão em diversos estados do país. Entre os alvos estiveram MC Ryan SP, MC Poze do Rodo e Raphael Sousa, proprietário da página Choquei.

Durante a ação, a Justiça determinou o bloqueio de bens e valores atribuídos aos investigados. No caso de MC Ryan SP, foi autorizado o bloqueio de até R$ 2,2 bilhões em patrimônio, medida adotada para preservar ativos que possam estar relacionados aos fatos investigados.

A Polícia Federal segue apurando possíveis crimes como associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Até o momento, os investigados têm direito à ampla defesa e ao contraditório no decorrer do processo.

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