Anunciou mudança -
Deputado Jesus Rodrigues muda de partido; vai pro PSOL de Maklandel
O deputado federal Jesus Rodrigues, que andou às turras com seu partido, o PT, anunciou que vai mudar de sigla, tendo como destino o PSOL. Desde os impasses envolvendo posicionamentos da sigla que tem com o chefe-mor Wellington Dias, nas últimas eleições, se especulava para qual o ainda petista migraria.
No Piauí, o expoente do partido é professor Maklandel Aquinos Matos, que fez uma campanha para o governo do estado e chamou atenção pela coerência que mostrou ter durante os debates televisivos. Ele ficou em quarto lugar e obteve 24.480 votos. A ida de Jesus Rodrigues vai ajudar a dar visibilidade à sigla no Piauí e será, naturalmente, uma importância liderança a compor a agremiação política.
Ao 180, mês passado, nos corredores do Congresso Nacional, Jesus Rodrigues disse que a decisão de sair do PT já havia sido tomada, mas que ela só se efetivaria depois do término do seu mandato parlamentar, que ocorrerá próximo de 31 de janeiro. Um respeito que ainda nutre pelo partido ao qual ainda é filiado.
A chateação do petista iniciou em junho, quando o governador Wellington Dias anunciou que a sua mulher Rejane Dias iria disputar uma cadeira de deputado federal na Câmara dos Deputados. Jesus Rodrigues passou a avaliar então, que a disputa seria inviável e muito dispendiosa para ele, que preferiu não concorrer no pleito e anunciar que se dedicaria às empresas da família.
A um parlamentar, Rodrigues confessou que o futuro governador o convidou para integrar a equipe do governo petista, mas ele não aceitou. O pivô do afastamento, Rejane Dias, no entanto, foi alocada numa das mais importantes pastas do Governo, a Secretaria de Educação, naco precioso para o próximo chefe do Palácio de Karnak rumo à manutenção do seu poder político no estado.
REPRESENTATIVIDADE NA CÂMARA E NO SENADO
Na Câmara dos Deputados, o partido ao qual passará a abrigar o piauiense possui parlamentares com reconhecida atuação. São eles Chico Alencar, do Rio de Janeiro; Ivan Valente, de São Paulo; e o conhecidíssimo Jean Wyllys, também do estado fluminense.
No Senado, o único representante é Randolfe Rodrigues, do Amapá.
Fonte: None







