
PSol aciona Ministério Público contra Ricardo Nunes por suspeita de assédio eleitoral
A deputada federal Luciene Cavalcanti (PSol-SP) protocolou representações no Ministério Público Eleitoral e no Ministério Público do Trabalho (MPT) contra o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), e o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), por suspeitas de abuso de poder político e assédio eleitoral. As medidas foram apresentadas após notícias de que o prefeito teria mobilizado servidores municipais para participar do ato “Bloquinho do 22”, realizado neste domingo (18/10), na Avenida Paulista. As Informações são do Metrópoles.

Segundo reportagens citadas pela parlamentar, servidores comissionados e subprefeitos gravaram vídeos convocando a população para a manifestação e teriam sido orientados a participar da mobilização. A representação eleitoral argumenta que o uso do cargo público e da estrutura administrativa para direcionar a atuação de servidores pode violar a legislação e comprometer a igualdade entre candidaturas. As alegações ainda dependem de apuração pelos órgãos competentes.
No pedido encaminhado ao MPT, Luciene Cavalcanti solicita a investigação de possível assédio eleitoral e eventual dano moral coletivo. A deputada também defende que servidores sejam ouvidos com proteção de identidade, para evitar possíveis retaliações funcionais. A deputada federal Tabata Amaral (PSB) também anunciou que acionaria o Ministério Público Eleitoral. Procurada sobre as representações, a Prefeitura de São Paulo não havia se manifestado até a publicação da reportagem.











