
"População está insatisfeita": Gracinha Mão Santa cobra medidas mais duras contra Equatorial no Piauí
A deputada Gracinha Mão Santa (MDB) usou o tempo do grande expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa do Piauí desta quinta-feira (23/04) para criticar o funcionamento da empresa Equatorial Energia no Piauí. Ela cobrou medidas mais duras contra a concessionária, afirmando que: “vou atrás de todos os direitos da população”.
Ela citou um caso que ganhou repercussão em Parnaíba. O empresário Louro, dono de um estabelecimento na cidade, demonstrou que passou mais de 24 horas sem ter energia na região central do município. “Ele foi só mais um caso, porém os estabelecimentos e a população geral estão insatisfeitos, não só em Parnaíba, mas por todo o Piauí”, afirmou Gracinha.
A parlamentar criticou, sobretudo, o fato de o protocolo gerado pela empresa ao cidadão quando há algum problema de energia não vir com uma previsão de solução da questão. “Temos que exigir, enquanto Alepi, que o consumidor tenha direito à previsão de solução e um retorno mais claro sobre isso. Com essa informação, podemos cobrar multa à empresa caso os problemas não sejam solucionados no tempo previsto”, propôs a deputada.
*Nota de Esclarecimento*
A Equatorial Piauí informa que o fornecimento de energia para o imóvel comercial localizado na rua Tamoios, bairro Boa Esperança, em Parnaíba, foi normalizado. A empresa esclarece, ainda, que no fim de semana alguns bairros do município registraram um número maior de ocorrências relacionadas ao fornecimento de energia em decorrência das fortes chuvas com alta incidência de descargas atmosféricas que atingiram a região.
Devido à complexidade dos casos e do cenário adverso, o tempo de atendimento em algumas ocorrências foi maior. Para garantir a otimização do trabalho, a distribuidora ampliou em 140% o número de profissionais em campo, inclusive com acionamento de equipes da capital, que atuaram continuamente para a normalização das demandas no menor tempo possível.
Os atendimentos, no caso de emergência climática, têm que seguir de maneira ainda mais rigorosa, as normas regulamentadoras na execução dos serviços durante as chuvas, buscando assegurar a segurança dos colaboradores e população. Além disso, vale ressaltar que as ocorrências coletivas e os serviços essenciais têm prioridade nesses cenários.









