
Fabrício Loiola se emociona ao relembrar infância e aprovação na PRF
Em entrevista ao 180 Graus na tarde desta quarta-feira (15/07), o ex-superintendente da PRF no Piauí e pré-candidato a deputado federal Fabrício Loiola (Republicanos) se emocionou ao relembrar sua trajetória de vida, desde a infância humilde na Macaúba até os desafios para ingressar na Polícia Rodoviária Federal.
Ele falou sobre as dificuldades financeiras que enfrentou. "Antes da PRF, eu sou um menino criado ali da Macaúba para a Vila da Paz. Jogava bola, andava pela Gil Martins a pé, ia atrás de futebol nas quadras dos campos. A Praça das Missões ali na Vila da Paz era um terreno que a gente limpava e catava pedra para poder jogar futebol", relembrou.

Ele contou que a aprovação no concurso da PRF foi um momento de superação. "Quando eu fui fazer o concurso, foi um momento de muita dificuldade financeira na minha família. A PRF me escolheu. Na época, eu sequer escolhia a PRF, eu queria ajudar minha família", disse, emocionado.
Loiola destacou que estudou com o pouco dinheiro que tinha, sem celular, tablet ou aula presencial. "Eu ficava no centro de Teresina estudando com anotações. Uma vez, Joel da banca me viu juntando dinheiro para comprar apostila e me deu uma", contou.
Após a aprovação, trabalhou em Roraima, na fronteira com a Venezuela e Guiana, em reservas indígenas e em operações especiais. "Estive envolvido tanto com operações como em ações mais humanizadas, como a campanha que doamos 700 bolsas de sangue em Picos", afirmou.
Ele também falou sobre sua visão do serviço público: "Sou a favor de duas coisas: o trabalho sério, que no caso da polícia é o combate ao crime, e a humanização, abertura institucional para que o cidadão se sinta confortável com a polícia".
O ex-superintendente disse que já comandou a PRF em Teresina e Piripiri, além de atuar em assessorias técnicas na Presidência da República e na Coordenação Geral de Comunicação da PRF. "Tudo que vocês imaginarem dentro da PRF eu já vi", afirmou.
Sobre o que mais gosta de fazer no trabalho, ele brincou: "Eu gosto de fazer um churrasco em casa. As pessoas se assustam, mas eu entendo que no trabalho não tenho que fazer o que eu gosto, tenho que fazer o que tem que ser feito. Saio de casa para trabalhar e dar o meu melhor para o povo", concluiu.








