Entenda o caso -

Ex-marido teria agredido filha de Ana Maria Braga, diz advogada

O colombiano Badarik González, ex-marido de Mariana Maffeis, filha de Ana Maria Braga, se defendeu das acusações de agressão, furto e importunação e disse que todas as alegações são falsas. Uma nova informação, porém, aponta que o professor de ioga teria agredido a ex-esposa e que esse seria um dos motivos para o pedido de medida protetiva. Com informações do Metrópoles.

Detalhes

Em entrevista à jornalista Janaína Nunes, do Melhor da Tarde, da Band, o ex-genro de Ana Maria Braga abriu o coração e negou a acusação de furto. Ele também afirmou que as acusações de importunação e agressão são falsas, mas que ainda não tem um advogado para se defender.

Questionado sobre o que motivou a medida protetiva solicitada por Mariana, o colombiano confirmou que a polêmica ocorrida no mês passado em uma rave em Cachoeira Alta, em Minas Gerais, foi o estopim para o pedido.

Na conversa, Badarik González disse ainda que ligou para a ex-mulher no momento da sua prisão e que ela enviou uma advogada para a cidade mineira. O professor de ioga foi preso no dia 8 de junho acusado de furtar um anel e deixou a cadeia no dia 10 de junho.

Suposta agressão à esposa

Mesmo após ser solto, ele decidiu permanecer mais alguns dias na cidade. Ao tentar retornar para Botucatu, no interior de São Paulo, ele foi informado, via WhatsApp, da medida protetiva. Sem poder voltar para casa, o colombiano afirmou que chegou a dormir dentro do carro, um Fiat Uno 2001, presente da própria Ana Maria Braga.

Ainda na entrevista, o professor de ioga afirmou que a advogada contratada por Mariana disse que a filha da apresentadora teria sido agredida por ele, fortalecendo o pedido de afastamento. O colombiano negou qualquer agressão.

Badarik González também lamentou a exposição do caso e disse que, por conta das acusações, não tem conseguido arrumar emprego. Ele também confirmou que Mariana quer o divórcio, mas que ele não irá assinar a separação enquanto a ex-esposa não retirar a medida protetiva.

Fonte: Metrópoles

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