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    Créditos: Mariana Sá / CBF

Desde que assumiu a Seleção Feminina, a técnica Pia Sundhage já comandou a equipe em 12 jogos preparatórios. Em um ano e quatro meses de trabalho, um dos objetivos da comissão técnica, composta por três suecos, é conhecer as atletas brasileiras e dar efetivas oportunidades para as jogadoras nos períodos de convocação. 

Em oito convocações, sendo seis para jogos preparatórios e duas para períodos de treinos, Pia convocou 66 atletas. Em campo, deu oportunidade para 46 jogadoras, o que representa um aproveitamento de 70%. Este número pode aumentar tendo em vista que na próxima terça-feira (1º), a Seleção Brasileira entra em campo mais uma vez para enfrentar o Equador, no Estádio Morumbi, em São Paulo, às 21h30.

No grupo convocado, das nove estreantes, três entraram em campo na vitória do Brasil sobre o Equador por 6 a 0. As defensoras Camilinha e Camila S., as meias Júlia Bianchi e Ana Vitória, e as atacantes Giovana e Jaqueline ainda não estrearam sob o comando de Pia.

Um fato que comprova que Pia dá efetivas oportunidades para as atletas convocadas são os minutos atuados de cada atletas. Entre as jogadoras que mais tiveram oportunidades, estão a meia Luana, com 898 minutos, Tamires, com 780 minutos, Debinha, com 770 minutos, fechando com Formiga e Bia Zaneratto, com 693 minutos.

Outro ponto interessante de ser analisado são as distâncias percorridas por cada jogadora nos jogos da Seleção Feminina. Neste quesito, a meia Luana lidera as estatísticas com mais de 100 km percorridos, seguida de Debinha, com 83 km, Formiga e Tamires, com 82 km, e Bia Zaneratto, com 72 km. 

Mais do que as oportunidades dadas e os minutos representando a Amarelinha, a comissão técnica procura entender o momento de cada atleta no período de convocação. Há um cronograma estabelecido para que cada jogadora mantenha a condição física, como explica o fisiologista Luciano Capelli.

"No período que antecede a convocação, a comissão técnica faz um planejamento específico para cada atleta. A ideia da Pia é dar oportunidades para todas, porém sempre tendo em vista a dosagem de carga de cada uma. Por isso, os minutos e a distância percorrida em diferentes faixas de velocidade por elas são pontos importantes que são avaliados. Assim conseguimos equilibrar para que estejam bem tanto antes como depois das convocações", destaca Capelli.

Fora do período de convocação com a Seleção Feminina, a comissão técnica segue os trabalhos de observações mantendo contato constante com os clubes e as jogadoras. A ideia é sempre manter os dados das atletas atualizados e entender as necessidades de cada nos períodos com a equipe brasileira. 

"Estamos em contato constante com os times das atletas, para que tanto os dados obtidos nos períodos de convocação como nos clubes sejam compartilhados. Queremos trabalhar em conjunto para que tenhamos as jogadoras com a melhor condição possível", conclui. 

Jogadoras com maior número de jogos:

1º | Luana e Debinha - 12 jogos
2º | Tamires, Formiga e Bia Zaneratto - 10 jogos
3º | Aline Milene - 9 jogos
5º | Bárbara, Erika, Andressa Alves, Andressinha e Ludmila - 8 jogos
6º | Marta - 7 jogos
7º | Chú - 6 jogos
8º | Daiane, Tayla, Kathellen e Cristiane - 5 jogos
9º | Aline Reis, Letícia S., Bruna Benites, Thaisa, Millene e Raquel - 4 jogos
10º | Antonia, Jucinara, Victória Albuquerque e Geyse - 3 jogos 

Jogadoras com mais minutos jogados:

1º | Luana - 899 minutos
2º | Tamires - 780 minutos
3º | Debinha - 770 minutos
4º | Formiga e Bia Zaneratto - 693 minutos 
5º | Erika - 686 minutos
6º | Bárbara - 647 minutos
7º | Ludmila - 494 minutos
8º | Andressa Alves - 480 minutos
9º | Andressinha - 468 minutos
10º | Marta - 458 minutos


Fonte: CBF
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Paula Dapena, 24, jogadora do clube Viajes Interrías (terceira divisão feminina espanhola), fez um protesto durante uma homenagem a Diego Maradona, que morreu na quarta-feira (25), aos 60 anos. Segundo a atleta, após o gesto, ela recebeu ameaças de morte.

Antes do amistoso entre o time da jogadora e o Deportivo La Coruña (da primeira divisão), em Abegondo, cidade no noroeste da Espanha, as duas equipes se perfilaram para respeitar um minuto de silêncio em memória do ídolo argentino. Paula deu as costas para o centro do gramado, sentou-se e ficou olhando para as arquibancadas.

Paula Dapena protesta durante homenagem a Maradona
Paula Dapena protesta durante homenagem a Maradona     Reprodução

"Para as vítimas [da violência contra as mulheres] não houve um minuto de silêncio, por isso obviamente não estou disposta a guardar um minuto de silêncio por um agressor e não aceito que não se faça nada pelas vítimas", disse a jogadora de futebol ao site do jornal Pontevedra Viva, citando o Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher (25 de novembro).

Ela não explicou a que agressões se referia. Afirmou, ainda, que foi ameaçada após fazer o protesto. "No clube, estão todos comigo. Recebi muito apoio nas redes sociais, mas também recebi ameaças de morte tanto eu quanto minhas companheiras de time."

A jogadora contou que ficou sabendo do tributo a Maradona somente quando já estava em campo e que, apesar de reconhecer a trajetória do ex-jogador, não consegue separar o que ele fez dentro e fora dos gramados.

"Não se pode perdoá-lo por todas as atrocidades que cometeu fora de campo. Para ser jogadora, tenho que ser a primeira pessoa com valores além das habilidades que ele tinha, que sabemos serem qualidades e dons espetaculares no futebol", disse Paula.

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Roberto Cejas, 64, se encontrou com Diego Maradona duas vezes na vida. A última foi em 2014, durante a Copa do Mundo no Brasil. A primeira o tornou famoso na Argentina e fez com que seu telefone não parasse de tocar nos últimos dias.

Muita gente quer conversar com o homem que carregou o camisa 10 nos ombros, no estádio Azetca, no México, durante a festa de comemoração pelo título Mundial de 1986. Cejas afirma que, ao saber da morte de Maradona, na última quarta-feira (25), teve uma crise de choro incontrolável.

"Eu não podia acreditar. Não podia ser. Como Diego poderia estar morto? Estou destroçado", disse ele à reportagem.

A foto em que aparece, 34 anos mais jovem, com Maradona sobre seus ombros e segurando a taça da Copa do Mundo, está enquadrada na sala de sua casa.

"Em 2014, uma emissora de TV entrou em contato comigo para perguntar se eu queria me encontrar com Diego. Claro que queria. Me disseram que ele desejava me ver. Fui ao Brasil durante a Copa do Mundo e, quando nos vimos, demos um longo abraço. Foi um momento incrível. Eu me lembro que era Dia dos Pais [na Argentina]", recorda Cejas.

Abelardo Acceta relembra como foi carregar Pelé na Copa de 1970 A data era 15 de junho de 2014, quando a seleção estreou no Mundial do Brasil diante da Bósnia, no Maracanã. Maradona participava todas as noites do programa "De Zurda", transmitido pela multiestatal da América Latina TeleSur.

Hoje Cejas lamenta não ter tido uma nova oportunidade, nos seis anos que se seguiram, de ter sua terceira conversa com Diego. "Mas eu sabia que seria difícil.

Ele era uma pessoa muito ocupada."

O torcedor invadiu o gramado do estádio Azteca com outros argentinos assim que o árbitro brasileiro Romualdo Arppi Filho apitou o fim da partida contra a Alemanha e começou a saltar em frente a câmeras de TV e fotógrafos, com a esperança de registrar para a posteridade que estava ali naquele momento histórico.

Ele correu de um lado para o outro e se aproximou do local onde os jogadores receberiam o troféu. Quando a cerimônia terminou, teve início a volta olímpica. Um dos seus amigos colocou o atacante Pedro Pasculli nos ombros. Cejas diz ter se aproximado para ajudá-lo. Foi quando viu Maradona próximo, a observar a cena, como que esperando que alguém fizesse o mesmo por ele.

"Eu apenas me abaixei, ele apoiou as pernas em torno do meu pescoço e o levantei. Começamos a dar a volta no gramado e Diego ia me dizendo para qual direção ir. Foi algo lindo. Gosto de dizer que estava naquele local e naquele momento por causa da mão de Deus", afirma, usando a expressão criada por Maradona para definir seu primeiro gol contra a Inglaterra, nas quartas de final, marcado com a mão.

Cejas passou o trajeto inteiro pedindo coisas para Maradona. A camisa, depois os calções, as meias, as chuteiras. Não conseguiu nada.

"Ele já tinha prometido tudo para outras pessoas. Depois ganhei o calção de Oscar Garré [lateral esquerdo]. Coloquei em uma caixa quando cheguei em casa e nunca mais encontrei."

Entrar no campo e carregar Maradona aconteceu de improviso, como toda a viagem do torcedor ao México. Antes da semifinal contra a Bélgica, ele havia decidido que, se a Argentina passasse, viajaria para ver a decisão. Pediu dinheiro emprestado para o pai, pegou alguns dias de folga no trabalho e embarcou, sem ingresso.

Ele se encontrou com seis amigos na Cidade do México. Haviam lhe dito ser possível comprar o bilhete por US$ 80, mas naquela altura nenhum cambista os tinha.

"Nós estávamos em sete e tínhamos quatro entradas. Fomos até a porta do Azteca e, na hora de passar pelo portão, as entregamos aos fiscais com pesos mexicanos enfiados entre elas. Deixaram todos nós entrarmos. Era tudo muito diferente naquela época. Imagine viajar para a final da Copa sem ingresso e conseguir entrar...", se espanta ainda hoje.

Ele é grato pelo suborno que o permitiu ver a Argentina campeã e ter contato com Maradona.

Em 2014, chegou a dizer ao ídolo que poderiam se encontrar em Corrientes (a 800 km de Buenos Aires), para uma pescaria. O camisa 10 disse que claro, iriam marcar. Mas Cejas sabia ser impossível.

"Se estou arrasado pela morte de Diego, sou grato por esses momentos com ele."

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Neto do bicampeão Emerson · 30/11/2020 - 12h18

Pietro Fittipaldi estreia na F1 no lugar de Grosjean no GP de Sakhir


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O piloto brasileiro Pietro Fittipaldi, de 24 anos - neto do bicampeão mundial Emerson Fittipaldi - terá sua primeira chance como piloto principal da Haas na Fórmula 1, no próximo domingo (6), quando substituirá  Romain Grosjean, lesionado ontem (29) após escapar de um grave acidente no Grande Prêmio do Bahrein. O piloto francês se recupera de ferimentos nas costas e em ambas as mãos.

A estreia do brasileiro será no GP de Sakhir, pela 16ª rodada do Campeonato Mundial de F1, no Circuito de Bahrein. Ele será o 32º brasileiro no Circuito Mundial de F1. Desde 2017, quando Felipe Massa se aposentou das pistas, o país não tinha representantes na categoria.  Nesta temporada, Pietro participou como piloto reserva e de testes da escuderia norte-americana, na maioria das corridas de F1.Em nota oficial da Haas, o brasileiro revelou que se sente preparado para o desafio.

“Mais importante do que eu estar feliz é Romain [Grosjean] está seguro e saudável”, comentou Pietro Fittipaldi. “Estamos todos muito felizes por seus ferimentos serem relativamente leves após um incidente tão grande. Obviamente, não é um conjunto de circunstâncias ideal para obter minha primeira oportunidade de competir na Fórmula 1, mas sou extremamente grato a Gene Haas e Guenther Steiner por sua fé em me colocar ao volante neste fim de semana”. 

Na próxima sexta (4), Pietro assume o volante da do modelo VF 20, como piloto principal da Haas, nos treinos de abertura. Guenther Steiner, chefe da escuderia, está confiante no desempenho de Fittipaldi Neto.

“Pietro vai pilotar o VF-20 e ele está familiarizado com o fato de ter estado com a equipe nas últimas duas temporadas como piloto de teste e reserva. É a coisa certa a fazer e é obviamente uma boa oportunidade para ele. Ele foi paciente e sempre estava preparado para esta oportunidade - e agora ela chegou. É por isso que o queremos no carro e tenho certeza que ele fará um bom trabalho. É muito exigente ser chamado no último minuto, mas como eu disse, acho que é a coisa certa a fazer pela Haas F1 Team".


Fonte: Agência Brasil
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O CSA diminuiu para três pontos a diferença para o G4 da Série B do Campeonato Brasileiro. Neste sábado (28), o Azulão enfrentou a Ponte Preta no estádio Rei Pelé, em Maceió, e venceu por 2 a 1, pela 24ª rodada da competição. Com três vitórias consecutivas, o time alagoano foi a 37 pontos. A Macaca tem um ponto a menos e viu chegar ao fim a série de cinco partidas de invencibilidade.

Aos dois minutos, o volante Dawhan - que defendeu o CSA por três temporadas - fez valer a "lei do ex" e colocou a Ponte na frente, de cabeça. Na etapa final, aos 12 minutos, o volante Yago recebeu do atacante Paulo Sérgio e deixou tudo igual. O Azulão seguiu em cima e conseguiu a virada aos 40, desta vez com Paulo Sérgio finalizando.

Os dois times voltam a jogar na próxima terça-feira (1º de dezembro), pela 25ª rodada da Série B. A Macaca recebe o Sampaio Corrêa no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP), às 21h30 (horário de Brasília). Mais cedo, às 19h15, o CSA disputa o clássico alagoano com o CRB no Rei Pelé.

O Alvirrubro de Maceió também foi a campo neste sábado, mas não teve a mesma sorte do rival. O CRB foi ao estádio Barradão, em Salvador, e acabou derrotado por 2 a 1 pelo Vitória. Os gols saíram na primeira etapa. O atacante Hyuri abriu o marcador para os alagoanos, mas o lateral Rafael Carioca e o atacante Rafael Ceará decretaram a virada do rubro-negro.

Com o tropeço, o CRB segue com 32 pontos, a oito pontos do G-4. Já o Vitória foi a 29 pontos, ultrapassou o Cruzeiro e assumiu o 15º lugar, distanciando-se da zona de rebaixamento à Série C. O Leão baiano também volta a jogar na terça. Às 21h30, a equipe de Salvador visita o Paraná no estádio Durival Britto, em Curitiba.

Na sexta-feira (27), o Cuiabá encerrou uma série de sete partidas sem vencer ao derrotar o Avaí por 2 a 1, na Arena Pantanal. O atacante Maxwell, que balançou as redes duas vezes, garantiu a vitória do Dourado nos acréscimos. O lateral Fagner Alemão, cobrando pênalti, marcou para o time catarinense.

A equipe mato-grossense foi a 40 pontos, igualando-se ao Sampaio Corrêa, que é o terceiro colocado. Na próxima terça, os cuiabanos visitam a líder Chapecoense na Arena Condá, em Chapecó (SC), às 21h30. O Leão, com 36 pontos, continua a quatro pontos do G-4. O clube de Florianópolis busca a recuperação na segunda-feira (30), às 20h, diante do lanterna Oeste, na Ressacada.

 


Fonte: Agência Brasil
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Atacante fez dois gols · 29/11/2020 - 11h06

São Paulo vence Bahia e encosta no Atlético-MG


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Depois de dois empates consecutivos, o São Paulo voltou a vencer no Campeonato Brasileiro e encostou de vez no líder Atlético-MG. A vitória de 3 a 1 sobre o Bahia, neste sábado (28), na Fonte Nova, deixou o Tricolor com 41 pontos, apenas um atrás do Galo, sendo que a equipe paulista tem dois jogos a menos.

O Bahia permanece com 28 pontos e não se afasta da zona do rebaixamento. Com dez desfalques para o confronto deste sábado (28), o time da casa entrou na partida esperando o São Paulo avançar para tentar o contra-ataque. No primeiro tempo até que deu certo.

Logo aos quatro minutos, Rossi recebeu lançamento, entrou na área pela direita e chutou para a boa defesa de Volpi. O São Paulo só conseguiu levar perigo aos 15 minutos, após tabela entre Brenner e Luciano. O camisa 30 ficou na cara do goleiro Douglas, mas perdeu a oportunidade.

Aos 25 minutos, veio o lance polêmico do jogo. Após lançamento na área do São Paulo, Leo tirou de cabeça para escanteio. Volpi saiu, não acertou a bola, e acabou dando um soco, involuntário, no rosto de Ernando, que precisou ser atendido devido ao sangramento. O árbitro Leandro Pedro Vuaden consultou o VAR, considerou a jogada casual, e não assinalou pênalti. A melhor chance do Bahia veio aos 46 minutos, quando Alesson avançou pela esquerda e tocou para Gregore chutar, obrigando Volpi a salvar o time paulista.

O São Paulo voltou para o segundo tempo com duas alterações. Juanfran e Léo saíram para as entradas de Vitor Bueno e Tchê Tchê. As mudanças deram resultado e o time de Fernando Diniz passou a controlar inteiramente a partida e a finalmente ter chances de marcar.

O primeiro gol saiu aos seis minutos. Reinaldo cobrou lateral na área, a zaga do Bahia bateu cabeça e Luciano, de bicicleta, abriu o placar. A bola ainda desviou em Juninho antes de entrar. O Bahia sentiu o gol e se desorganizou. Não demorou para o Tricolor Paulista chegar ao segundo. Aos 20 minutos, Reinaldo cobrou falta praticamente na marca do escanteio e Arboleda subiu sozinho para vencer o goleiro Douglas.

O São Paulo definiu a vitória aos 28 minutos. Reinaldo desceu pela esquerda e tocou para Luciano. O camisa 11 pegou bonito, de primeira, no canto direito de Douglas, para fazer um belo gol. Com a vantagem no placar, os visitantes diminuíram o ritmo e o Bahia conseguiu seu gol. Nino Paraíba recebeu lançamento de Élber e tocou na medida para Clayson finalizar.

Na próxima rodada, o São Paulo enfrenta o Goiás, na próxima quinta-feira (3 de dezembro), na Serrinha, às 19h (horário de Brasília), em partida atrasada da primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Já o Bahia encara o Ceará no próximo sábado (5 de dezembro), às 19h, na Fonte Nova.


Fonte: Agência Brasil
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Estreante garantiu 18 pontos · 29/11/2020 - 10h07

Basquete: Caio Pacheco brilha de novo e Brasil se garante na AmeriCup


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O Brasil chegou à quarta vitória em quatro jogos pelas eliminatórias da AmeriCup (Copa América de Basquete Masculino). Neste sábado (28), o time comandado pelo croata Aleksandar Petrovic bateu o Paraguai por 73 a 50, no ginásio Obras Sanitarias, em Buenos Aires (Argentina). O armador Caio Pacheco, com 18 pontos, foi o cestinha do duelo. O resultado garantiu a classificação brasileira à próxima edição do torneio continental.

A próxima AmeriCup seria disputada no ano que vem, mas foi adiada para 2022 devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19). A seleção brasileira é a líder entre as quatro que integram o Grupo B das eliminatórias, com oito pontos, não podendo mais ser ultrapassada pelo lanterna Paraguai, com quatro pontos. A vitória vale dois pontos e a derrota um ponto. A chave ainda tem Uruguai e Panamá. Os três primeiros vão à competição continental, que é classificatória para os Jogos Pan-Americanos de Santiago (Chile) em 2023.

Mesmo garantido na AmeriCup, o Brasil ainda tem dois jogos pela frente nas eliminatórias, ambos em fevereiro. No dia 19, a Seleção pega o Panamá - a quem venceu na última sexta-feira (27), também em Buenos Aires. Três dias depois, reencontra o Paraguai. Os locais e horários dessas partidas ainda não foram anunciados pela Federação Internacional de Basquete (FIBA).

Petrovic começou o jogo contra os paraguaios com três mudanças em relação à equipe que superou o Panamá. Os armadores Alexey e Caio Pacheco e o ala-armador Danilo Fuzaro entraram nas vagas de Gui Carvalho, Georginho e Yago, respectivamente. O ala-pivô Lucas Dias e o pivô Rafa Mineiro seguiram entre os titulares. No primeiro quarto, o Brasil passeou e fez 30 a 7 com facilidade. Destaque diante dos panamenhos, Caio Pacheco anotou 10 pontos e ainda deu duas assistências.

A Seleção, porém, acabou se acomodando com a vantagem, errando muitos lances livres - antes do intervalo, o aproveitamento beirou os 50%, apenas - e viu o adversário crescer na partida. As mexidas do técnico croata não funcionaram e o Paraguai foi melhor no segundo quarto, vencendo a parcial por 20 a 16 e reduzindo a diferença de 23 para 19 pontos.

Para o terceiro quarto, Petrovic retornou com o quinteto que iniciou o jogo. O Paraguai conseguiu diminuir a vantagem brasileira para 12 pontos, mas no minuto derradeiro da parcial, Gui Carvalho assinalou cinco pontos em sequência e evitou um prejuízo maior à Seleção - que foi para os últimos 10 minutos com 17 pontos de frente.

O Brasil retomou o controle da partida no quarto final e só administrou a vitória. A defesa voltou a funcionar bem, cedendo apenas oito pontos aos paraguaios. No ataque, os brasileiros anotaram mais 14 pontos e liquidaram o jogo em 73 a 50.


Fonte: Agência Brasil
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A camisa da seleção brasileira feminina parece não ter pesado quase nada para Valéria. Na primeira vez dela com a amarelinha, a meia de 22 anos substituiu a experiente Andressa Alves, aos 11 minutos do segundo tempo, e precisou de só 12 minutos em campo para balançar as redes na vitória por 6 a 0 sobre o Equador, na noite desta sexta-feira (27), na Neo Química Arena, em São Paulo.

Além dela, mais duas novatas lançadas pela técnica Pia Sundhage tiveram participação fundamental na goleada. A meia Duda e a atacante Nycole também estrearam na Seleção contra as equatorianas. A primeira, de 24 anos, definiu o marcador com um golaço, enquanto a segunda, de 20 anos, embora não tenha feito o dela, participou de três gols brasileiros - entre eles o de Valéria.

"Confiança. A palavra é essa. Ela [Pia] nos deu muita confiança, desde o começo. Isso nos trouxe leveza para mostrarmos nosso trabalho dentro do jogo, o que a gente sabe fazer", declarou Valéria, em entrevista transmitida pelo canal oficial da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) no YouTube neste sábado (28). "O nervosismo bate, mas a confiança vem em primeiro lugar. Não só da Pia, mas da Lilie [Person, auxiliar] e das outras atletas, que nos acolheram muito bem. Tive oportunidade de fazer o gol e pude aproveitar", emendou a meia.

Emocionada com o primeiro gol pela Seleção, Valéria fez questão de dividir a alegria com os familiares, mesmo à distância. "Quando se trata de família, mexe muito com o sentimento. Sou do interior do Piauí [cidade de União, a 64 quilômetros da capital Teresina], passei por muitas dificuldades. Minha irmã teve a carreira interrompida no futebol, queria muito que ela estivesse aqui comigo. Falei com eles por chamada de vídeo lá do vestiário mesmo, para que sentissem o que eu estava sentindo naquele momento. Isso é por eles e para eles", disse a jogadora.

Segundo Valéria, um dos fatores que auxiliou a rápida adaptação ao estilo de jogo de Pia é o fato de já atuar na Europa, onde a intensidade do futebol praticado é maior. Ex-jogadora do São Paulo, ela acertou com o Madrid CFF, da Espanha, no fim do ano passado. A meia é titular do clube da capital espanhola, com três gols em seis partidas na atual temporada.

"Quando cheguei na Europa, foi um pouco difícil, mas as meninas do time foram acolhedoras e logo me adaptei ao estilo de jogo. Quando fui convocada e a Pia passou os treinos, eu me identifiquei rápido porque o ritmo de jogo por lá é bem rápido. Então, isso facilitou muito para mim na chegada à Seleção", explicou a jogadora.

O Brasil se despede da temporada 2020 nesta terça-feira (1º), às 21h30 (horário de Brasília), em mais um amistoso contra o Equador em São Paulo - desta vez no estádio do Morumbi. Brigando por uma das 18 vagas no elenco que disputará a Olimpíada de Tóquio (Japão) em 2021, Valéria terá outra oportunidade para conquistar de vez o espaço dela entre as favoritas de Pia Sundhage.

"É sempre uma honra vestir a amarelinha e estar do lado de jogadoras como Andressa Alves e [a volante] Formiga. É de arrepiar. Elas nos deixam à vontade, então isso faz com que a gente se sinta bem aqui dentro. É continuar trabalhando, desfrutar bastante, pegar o melhor que elas podem passar e bola para frente. Queremos trazer a medalha de ouro [em Tóquio] e colocar a primeira estrela na camisa [da seleção feminina]", concluiu Valéria.


Fonte: Agência Brasil
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Itália retorna ao top 10 · 28/11/2020 - 08h59

Após vitórias, seleção mantém 3ª posição do ranking da Fifa


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A Fifa anunciou nesta sexta-feira (27) mais uma edição do seu ranking de equipes nacionais, e a seleção brasileira permanece na terceira posição após os jogos das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa de 2022 (Catar).

Após derrotar a Venezuela (por 1 a 0) e o Uruguai (por 2 a 0) nas duas últimas rodadas das Eliminatórias, a equipe comandada pelo técnico Tite diminuiu um pouco a sua diferença de pontos para a segunda colocada França. A liderança da classificação permanece com a Bélgica.

Uma seleção muito tradicional que retorna ao top 10 do ranking após quatro anos é a Itália, que em novembro venceu suas duas partidas pela Liga das Nações (competição entre seleções europeias).


Fonte: Agência Brasil
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“Eu te amo para sempre” · 28/11/2020 - 08h54 | Última atualização em 28/11/2020 - 09h01

Filha mais velha posta homenagem a Maradona


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Dalma Maradona, uma das filhas de Diego Armando Maradona, publicou nesta sexta-feira (27/11), em suas redes sociais, uma homenagem a seu pai, que morreu na última quarta (25/11).

“Sempre tive muito medo da morte, mas hoje não. Porque sei que esse vai ser o momento no qual vou te ver novamente”, escreveu a filha do craque argentino.

Na postagem, publicada no perfil de Dalma no Instagram, a jovem de 33 anos, que é a primogênita do ex-jogador, também expressou todo o seu amor pelo eterno camisa 10 da Argentina: “A vida é um sopro. Então nos vemos em breve! Estou trazendo margaridas para decorar suas meias de jogador. E, por favor, volte a olhar para mim com aquele amor com o qual me vê na foto! Eu te amo para sempre”.

Maradona morreu na última quarta-feira, na cidade de Tigre (Argentina), em decorrência de um ataque cardíaco aos 60 anos.


Fonte: Agência Brasil
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A seleção feminina levou a melhor no primeiro dos dois amistosos contra o Equador, que encerram a temporada 2020 das respectivas seleções femininas. Nesta sexta-feira (27/11), a equipe de Pia Sundhage goleou La Tri, como é conhecido o time equatoriano, por 6 a 0 na Neo Química Arena, em São Paulo. As equipes se reencontram na terça-feira (1º), às 21h30 (horário de Brasília), novamente na capital paulista, mas no estádio do Morumbi.

Com três gols, a atacante Debinha foi a protagonista de uma noite que ainda teve a zagueira Rafaelle, a meia Duda e a atacante Valéria deixando as respectivas marcas. As duas últimas atuaram pela primeira vez vestindo a amarelinha.

Foi o primeiro jogo da Seleção após oito meses. O time não ia a campo desde o torneio amistoso disputado na França, em março, quando enfrentou Holanda, Canadá e as anfitriãs. O duelo marcou também a estreia oficial da brasileira Emily Lima no comando do Equador. Ex-técnica de São José e Santos, ela dirigiu o Brasil por dez meses, entre 2016 e 2017, substituindo Vadão após a Olimpíada do Rio de Janeiro.

“No popcorn time!”

Na tradução literal, a expressão acima significa “sem tempo para comer pipoca”. Quando pede isso nos treinos, Pia quer as jogadoras não se desliguem do jogo e busquem sempre o gol. Desde o apito inicial, as brasileiras mostraram que entenderam o recado. Os primeiros 45 minutos foram quase todos disputados em uma única metade do campo. Com as linhas recuadas, o Equador tentava reduzir o espaço de ação das brasileiras, que chegaram várias vezes com perigo, ainda que quase sempre pelo alto.

Aos 13, a atacante Debinha ficou com a sobra de uma cobrança de escanteio da meia Andressa Alves, mas parou na goleira Andrea Morán. Sete minutos depois, a camisa 9 recebeu um cruzamento da atacante Adriana e cabeceou, obrigando Morán a uma grande defesa. Aos 33, Debinha, enfim, levou a melhor. Na sequência de outro escanteio batido por Andressa Alves, a atacante dominou perto da marca do pênalti e finalizou no alto, sem chances para a equatoriana.

Na segunda etapa, Pia fez as seis mudanças que podia. Entre elas, promoveu as estreias das jovens Duda (meia), Valéria e Nycole (ambas atacantes). As três foram determinantes para o jogo se transformar em goleada. Aos 32 minutos, Nicole recebeu na área e fez o pivô para Debinha marcar o segundo dela. No lance seguinte, Nycole tocou de calcanhar para Duda cruzar e Valéria finalizar para as redes. Aos 37, a meia Andressinha cobrou escanteio e a zagueira Rafaelle, na primeira trave, ampliou de cabeça.

O Brasil continuou sem “comer pipoca” e sem dar trégua ao Equador. Aos 38, Nycole foi derrubada pela zagueira Ariana Lomas dentro da área. Debinha cobrou e marcou o terceiro dela na noite (o nono na era Pia), disparando na artilharia da seleção sob o comando da técnica sueca. Quatro minutos depois, Duda fechou a vitória com um golaço da entrada da área.


Fonte: Agência Brasil
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Por 2 a 1 em pleno Mineirão · 28/11/2020 - 08h35 | Última atualização em 28/11/2020 - 08h48

Série B: Confiança impõe primeira derrota ao Cruzeiro de Felipão


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O técnico Felipão sofreu, nesta sexta-feira (27), sua primeira derrota no comando do Cruzeiro na atual edição da Série B do Campeonato Brasileiro. Em partida realizada no estádio do Mineirão pela 24ª rodada da competição, a Raposa foi superada por 2 a 1 pelo Confiança.

Até o jogo desta noite, sob o comando do experiente técnico, o time mineiro somava quatro vitórias e cinco empates.

Gol cedo

Mesmo jogando no território do adversário, a equipe de Sergipe começou melhor o confronto e conseguiu abrir o placar cedo. Aos 4 minutos o volante Guilherme Castilho cobra escanteio muito fechado e marca gol olímpico.

Aos 22 minutos o árbitro marca pênalti após a bola tocar na mão de Cáceres. Após muita reclamação, Renan Gorne cobra bem para vencer o goleiro Fábio e ampliar a vantagem do Confiança.

Diante de uma atuação tão fraca no primeiro tempo, o técnico Felipão opta por trazer o Cruzeiro para a etapa final com três mudanças. E as substituições dão resultado, pois aos 8 minutos Raúl Cáceres faz de cabeça após receber lançamento de William Pottker.

A partir daí a Raposa martelou a defesa da equipe sergipana, mas não conseguiu o segundo gol.


Fonte: Agência Brasil
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Pela 23ª rodada · 27/11/2020 - 09h43

Jogando no Castelão, Fortaleza fica no 1 a 1 com Goiás


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O Fortaleza empatou em 1 a 1 nesta quinta-feira (26) com o lanterna Goiás em partida disputada no Castelão e válida pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Com a igualdade, o Tricolor fica na 9ª posição com 29 pontos, já a equipe goiana permanece amargando a última posição da classificação com 16 pontos.

O jogo

A partida começou em ritmo lento, com as equipes apresentando muito pouco, até que aos 23 minutos o centroavante Fernandão recebe a bola, se livra da marcação e bate muito bem para vencer o goleiro Felipe Alves.

Jogando em casa diante do lanterna do Brasileiro, e em desvantagem, o Fortaleza começa a martelar o Goiás. Mas a equipe comandada pelo técnico Marcelo Chamusca encontra dificuldades de transformar a maior posse de bola (chegou a ter mais de 60% na etapa inicial) em gols.

Assim, a igualdade só foi alcançada na etapa final, quando Bruno Melo acha Wellington Paulista, que escora para marcar o seu gol de número 100 em jogos do Campeonato Brasileiro.

Com a igualdade o Tricolor se lança ao ataque, mas para na falta de pontaria e na boa atuação do goleiro Tadeu. Final de jogo 1 a 1.


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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O Grêmio foi nesta quinta-feira (26) ao estádio Defensores del Chaco, no Paraguai, para enfrentar o Guaraní no jogo de ida das oitavas de final da Copa Libertadores. E a equipe comandada pelo técnico Renato Gaúcho conseguiu um grande resultado ao vencer fora de casa por 2 a 0.

Agora, as equipes voltam a se encontrar na próxima quinta (3), em Porto Alegre às 21h30 (horário de Brasília), para saber quem fica com a vaga das quartas de final.

Estratégia tricolor

Jogando em casa, a equipe paraguaia tentou pressionar o time gaúcho desde o início, mas suas investidas foram infrutíferas. Já o Tricolor manteve ao máximo a posse de bola para controlar as ações nos primeiros minutos. A estratégia deu certo em parte, pois o time de Renato Gaúcho não correu riscos, mas também não criou boas chances.

Gols na etapa final

Assim, o gol da vitória saiu apenas no segundo tempo. Mas antes o goleiro Vanderlei brilhou aos 10 minutos, quando defendeu finalização de Báez.

Um minuto depois Pepê recebe lançamento do zagueiro David Braz. O jovem atacante parte em velocidade e, já na área, toca para Jean Pyerre bater rasteiro para vencer o goleiro Servio. Um belo e importante gol.

Com a vantagem no marcador, o Grêmio retorna à estratégia da etapa inicial, de valorizar mais a posse de bola e correr menos riscos.

Mas mesmo com esta postura mais conservadora o time gaúcho chega ao 2 a 0 no final da partida. Aos 40 miuntos o goleiro Vanderlei lança para Churín, que toca de cabeça para Pepê, que bate na saída de Servio.

A partir daí foi voltar a valorizar a posse de bola até o apito final.


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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Placar foi de 1 a 1 · 27/11/2020 - 09h36

Cano marca, mas Vasco deixa escapar vitória na Sul-Americana


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O atacante argentino Cano brilhou com um golaço de voleio, mas o Vasco deixou escapar a vitória diante do Defensa y Justicia (Argentina) na noite desta quinta-feira (26). O jogo de ida das oitavas de final da Copa Sul-Americana terminou empatado em 1 a 1.

Após o resultado obtido no estádio Norberto Tomaghello, o Cruzmaltino recebe os argentinos na próxima quinta (3) em São Januário a partir das 21h30 (horário de Brasília).

Gol do artilheiro

Após um primeiro tempo muito fraco, no qual só conseguiu levar perigo em boa jogada de velocidade do colombiano Gustavo Torres um pouco antes do intervalo, o Vasco só conseguiu marcar na etapa final.

Aos 16 minutos Léo Matos cruza para o argentino Cano, que, em sua primeira chance clara, marca com um belo voleio. Aos 29 Cano tem chance de ampliar a vantagem, mas a bola acaba saindo ao lado do gol de Unsain por pouco.

Quando tudo parecia caminhar para uma importante vitória do Vasco, Miranda vacila na marcação e Braian Romero domina e não perdoa. 1 a 1 no marcador. A partir daí aconteceu muito pouco, e a igualdade perdurou até o final.


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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Por conta da pandemia · 27/11/2020 - 09h33

LNF adia primeiro jogo da semifinal entre Tubarão e Magnus


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A Liga Nacional de Futsal (LNF) anunciou nesta quinta-feira (26) que a partida entre Tubarão e Magnus, válida pelas semifinais da competição, foi adiada em razão do aumento do número de casos do novo coronavírus (covid-19) em Santa Catarina.

Inicialmente, a partida estava programada para acontecer no próximo domingo (29) na Arena Multiuso Prefeito Estêner Soratto da Silva, em Tubarão (SC).

“De acordo com último levantamento divulgado pela secretaria de saúde de Santa Catarina, 13 das 16 regiões do estado estão classificadas como gravíssimas e em alto risco de contaminação. Por isso, a direção da Liga Nacional de Futsal optou pelo adiamento da partida”, diz a nota da LNF.

Há pouco tempo, a partida entre Carlos Barbosa e Corinthians, válida pelas quartas de final da competição, foi adiada após o time gaúcho ter 15 casos positivos da doença no elenco. O confronto foi remarcado para a próxima quarta (2).


Fonte: Com informações da Agência Brasil
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Homenagem ao craque argentino · 26/11/2020 - 18h16

Jogadores do Napoli entram em campo com a 10 de Maradona


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Após o Boca Juniors não jogar partida contra o Internacional na quarta-feira (25), pela Libertadores, em luto pela morte de Diego Maradona, o Napoli, outro clube no qual o argentino foi ídolo, prestou homenagem a ele nesta quinta (26).

Enquanto Maradona era velado na Casa Rosada, todos os atletas do clube italiano entraram com uma camisa 10 com seu nome às costas.

    Divulgação / Società Sportiva Calcio Napoli

Válida pela Liga Europa, a partida em Nápoles contra o Rijeka, da Croácia, não pôde ter presença de torcedores em razão da pandemia de coronavírus.

Nas redes sociais, o clube fez uma série de outras homenagem ao ídolo e houve um minuto de silêncio antes de a bola rolar.

O prefeito da cidade de Nápoles já havia anunciado, na última quarta-feira (25), que mudaria o nome do estádio da equipe de San Paolo para Diego Armando Maradona.

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Registro viralizou na internet · 26/11/2020 - 16h00 | Última atualização em 26/11/2020 - 16h04

Funcionário de funerária é demitido após posar ao lado de corpo de Maradona


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Um funcionário da funerária que preparou o corpo de Diego Maradona foi demitido após posar para uma foto com o argentino dentro do caixão. O conteúdo viralizou em grupos no WhatsApp durante o velório do astro. As informações são do UOL.

O registro mostra que o homem identificado como Diego Molina faz um sinal positivo com uma mão enquanto a outra toca na testa de Maradona, na Casa Rosada, segundo o site da TV Todo Notícias.

    Reprodução / Twitter

Ao tomarem conhecimento do vazamento, os donos da funerária pediram desculpas aos familiares e fãs de Maradona, informando que o homem havia sido despedido "imediatamente".

Matías Morla, advohado de Diego Maradona, usou o Twitter para expressar sua revolta e afirmou que o ato não vai ficar impune.

 

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Abriu vantagem para o Flamengo · 26/11/2020 - 14h33

Atlético-MG vence, abre vantagem na ponta e afunda o Botafogo no Brasileiro


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O Atlético-MG bateu o Botafogo por 2 a 1, na noite desta quarta (25), e abriu vantagem na liderança do Campeonato Brasileiro. Com o triunfo, o Galo chegou a 42 pontos e tem três de vantagem para o Flamengo, que teve a partida desta rodada, contra o Grêmio, adiada.

Já o Alvinegro, com 20 pontos, permanece na penúltima colocação e vê a situação na competição ficar ainda mais complicada. O resultado positivo foi construído com gols de Savarino e Sasha. Marcelo Benevenuto foi quem diminuiu para a equipe carioca. Diego Cavalieri ainda defendeu uma cobrança de pênalti de Keno na reta final do confronto.

    Divulgação / Atlético

Na próxima rodada, a equipe de Jorge Sampaoli encara o Internacional, enquanto o Glorioso terá o Flamengo pela frente.

MELHOR x PIOR
Líder do Campeonato Brasileiro, o Atlético-MG, com a vitória em cima do Botafogo, se tornou também o melhor time do returno da competição com dez pontos somados em quatro jogos. O Galo ultrapassou o Athletico-PR, que tem nove pontos, mas três jogos apenas na segunda metade do Brasileirão.

O Furacão joga neste sábado (28) contra o Palmeiras, no Allianz Parque. Já o Botafogo vive um martírio e uma crise sem tamanho. Penúltimo colocado na classificação geral, o Fogão é o pior time do returno do Brasileiro. Em quatro jogos o Alvinegro do Rio perdeu todos e não somou nenhum ponto.

PROPOSTAS DIFERENTES
O jogo no Mineirão começou agitado e com os times mostrando propostas diferentes. Enquanto o Atlético-MG tentava aplicar pressão, marcando em cima, o Botafogo se apresentava de forma mais fechada e tentando as saídas em velocidade.

DESCOMPLICOU
Depois de minutos iniciais de um duelo em que cada time buscava impor a forma de jogo, o Galo conseguiu abrir o placar e descomplicar um pouco a partida. O gol foi marcado por Savarino, após bonito cruzamento de Keno. Jogadores do Botafogo reclamaram de falta em Victor Luis no lance, mas, após ouvir a arbitragem de vídeo, Savio Pereira Sampaio confirmou o gol.

CANTANDO DE GALO
Depois do gol, o Atlético-MG demonstrou estar mais à vontade e passou a ditar o ritmo, trocando passes no campo ofensivo. O Glorioso, por sua vez, encontrava muita dificuldade, principalmente na saída de bola.

QUASE OLÍMPICO
Por pouco, Hyoran não marcou um gol olímpico. Ele bateu escanteio fechado e Cavalieri saltou para salvar.

ERROS NA RETA FINAL
O Botafogo ainda tentou escapar, principalmente pelo lado esquerdo, explorando Warley, mas os erros de passe impediam que os comandados de Emiliano Díaz levassem perigo ao adversário. A equipe da casa, por sua vez, levava a partida quase que em "banho-maria", controlando as ações.

ATENDIMENTO EM CAMPO
Depois de um choque com Victor Luis, Bueno caiu em campo com um ferimento acima do olho esquerdo e teve de sair atendido em campo. Foi colocado um curativo e, pouco depois, ele pôde voltar ao jogo.

MUDANÇA NO BOTAFOGO
Depois de um choque com Victor Luis, Bueno caiu em campo com um ferimento acima do olho esquerdo e teve de sair atendido em campo. Foi colocado um curativo e, pouco depois, ele pôde voltar ao jogo.

SASHA AMPLIA
O Botafogo tentou ir para frente, mas quem balançou a rede foi o Galo. Em novo cruzamento, desta vez pela direita, Sasha aproveitou falha da defesa e, sem marcação, ampliou a vantagem.

RESPOSTA RÁPIDA
Pouco depois do segundo gol do Atlético-MG, o Glorioso respondeu e tentou "voltar para o jogo". Após cobrança de escanteio, Marcelo Benevenuto subiu e, de cabeça, colocou a bola no fundo do gol.

PARTIDA GANHA EM ANIMAÇÃO
Com a entrada de Honda, os cariocas melhoraram na partida e passaram a conseguir brigar no meio de campo, criando mais. Ao mesmo tempo, o Atlético-MG passou a ter mais espaço para atacar e deu trabalho a Cavalieri.

QUEM BATE?
Honda e Macinho tiveram uma conversa um pouco mais áspera antes de uma cobrança de falta para decidir quem teria a chance de finalização. Marcinho acabou batendo e Rafael fez a defesa.

CAVALIERI PEGA PÊNALTI
O Atlético-MG teve a chance de fazer o terceiro em pênalti de Marcinho feito em Keno. Na cobrança, o próprio Keno foi para bola, mas não bateu bem e Diego Cavalieri fez a defesa.

TUDO OU NADA
Nos minutos finais, o panorama da partida mudou. O Botafogo ia para cima no tudo ou nada em busca do empate e marcava no campo ofensivo, enquanto o Galo tentava as escapas no contra-ataque.

HOMENAGENS A MARADONA
Além do um minuto de silêncio antes de a bola rolar -também em lembrança às vítimas da covid-19-, o craque Diego Armando Maradona, que morreu na tarde de hoje, foi lembrado de outras formas no duelo desta noite.

O jovem meia argentino Matías Zaracho usou a camisa número 10 com o nome de "Don Diego" às costas.
Além disso, os jogadores do Galo usaram calções com uma imagem de Maradona na altura da coxa esquerda. A torcida atleticana também colocou uma bandeira da Argentina no guarda-corpo entre o gramado e a arquibancada inferior do Mineirão.

ATLÉTICO-MG
Rafael, Bueno, Igor Rabello e Júnior Alonso; Zaracho (Talison), Calebe (Wesley), Hyoran, Nathan (Marrony) e Savarino; Eduardo Sasha e Keno. Técnico: Leandro Zago (técnico do time Sub-23)

BOTAFOGO
Diego Cavalieri, Kevin (Honda), Marcelo Benevenuto, Kanu e Victor Luis; Rafael Forster (Éber Bessa), Rentería (Kalou), Caio Alexandre e Marcinho; Warley (Rhuan) e Pedro Raul (Matheus Nascimento). Técnico: Emiliano Díaz (auxiliar)

Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Árbitro: Sávio Pereira Sampaio (DF)
Assistentes: Daniel Henrique da Silva Andrade (DF) e José Reinaldo Nascimento Junior (DF)
VAR: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro (RN)
Cartões amarelos: Savarino, Júnior Alonso (ATM); Kevin, Marcinho, Kanu (BOT)
Cartão vermelho: não houve
Gols: Savarino. do Atlético-MG, aos 16'/2ºT; Sasha, do Atlético-MG, aos 4'/2ºT; Marcelo Benevenuto, do Botafogo, aos 7'/2ºT

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Foram várias trocas de farpas · 26/11/2020 - 14h26

Pelé e Maradona trocaram rivalidade por elogios antes de argentino morrer


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Pelé e Maradona nutriram uma das mais notáveis rivalidades da história do futebol. Ao longo dos anos foram inúmeras trocas de críticas pesadas, declarações atravessadas e comparações. O alento é que perto do fim da vida do argentino, que morreu nesta quarta (25) após uma parada cardiorrespiratória, a relação pendeu mais para o amor do que para o ódio e foi inundada por reverências e cortesias entre as lendas.

    Divulgação / Twitter

A última interação entre os dois ex-jogadores foi pela internet, no dia 30 de outubro, quando Maradona completou 60 anos. Pelé escreveu em suas redes sociais que sempre aplaudiria e torceria pelo argentino: "Que a sua jornada seja longa e que você continue sempre sorrindo e me fazendo sorrir também", disse o brasileiro.

Maradona respondeu meio que profético -ele estava em recuperação de uma cirurgia para drenar um coágulo no cérebro na ocasião: "Minha equipe está a ponto de sair do campo de jogo, mas não quero adiar meus agradecimentos por suas palavras e bons desejos."

Pelé tinha feito aniversário de 80 anos uma semana antes e também recebeu cumprimentos de Maradona nas redes sociais.

O PRIMEIRO ENCONTRO
Pelé já era Pelé quando conheceu Maradona, em 1979. Tinha se aposentado após passagem pelo Cosmos, dos Estados Unidos, e atendeu a um pedido do jornal uruguaio El Grafico para encontrar-se com a promessa que se destacava na Argentina. É deste encontro que provêm as icônicas imagens em que Maradona olha admirado para o brasileiro tocando violão.

O próprio argentino havia revelado ao jornalista responsável pela reportagem seu sonho de conhecer Pelé e o encontro aconteceu no Rio de Janeiro.

DE HERDEIRO RIVAL
Maradona teve trajetória fulminante no futebol a partir do fim dos anos 70. Atuou na Copa do Mundo de 1982 com 22 anos, logo depois trocou o Boca Juniors pelo Barcelona e começou a ser apontado como possível sucessor de Pelé, que estava aposentado. O argentino rejeitava as comparações: "Cada um tem o seu jeito, sua individualidade. O Pelé foi o maior jogador que já vi atuar. É insuperável."

Porém, a relação começou a esfriar por críticas de Pelé ao desempenho de Maradona na Copa do Mundo de 1982, quando ele foi expulso contra o Brasil. Em 1986, quando venceu o Mundial pela seleção argentina, Maradona passou a se sentir mais confortável com o status. Daí, Pelé pesou nas críticas ao dizer que as comparações não faziam sentido porque o argentino só fazia gol de esquerda, não de direita ou de cabeça, e que o gol mais importante da carreira do rival foi com a mão, nas quartas de final da Copa de 86.

A proximidade de Pelé com João Havelange e os bastidores da Fifa e também seu trabalho como ministro dos Esportes do Brasil entre 1995 e 1998 foram pratos cheios para manifestações duras de Maradona. O argentino disse que o brasileiro gostava "mais de dinheiro do que de dormir" e que "vendeu o coração à Fifa e à cartolagem". Pelé reagia com críticas ao "mau exemplo" de Maradona pela dependência química. E assim foi durante anos, enquanto torcedores e mídia tentavam medir quem foi melhor em campo.

Em 2000, a Fifa promoveu um evento para escolher o melhor jogador do mundo no século 20. Pelé venceu no voto dos especialistas e Maradona no voto popular.

O brasileiro queria subir ao palco junto com o argentino, que se retirou da premiação para não cruzar com ele. No fim, Pelé ganhou o "prêmio da família" e Maradona o "prêmio da juventude", uma forma de manter a ambos no mesmo patamar, mas o argentino disse que não dividiria um prêmio com Pelé: "As pessoas votaram em mim", revoltou-se.

Apenas cinco anos depois, Maradona ganhou um programa na TV argentina e convidou justamente Pelé para a estreia. O público esperava uma lavagem de roupa suja no ar no Canal 13, mas o que aconteceu foi uma troca de 27 passes de cabeça sem deixar a bola cair diante de uma plateia de pé e fervorosa e um papo leve em que o argentino chamou o brasileiro de "Rei" em diversas ocasiões.

"O Rei na noite de Deus" foi o modo como a entrevista foi anunciada. Pelé chamou Maradona de "vencedor" por causa da luta contra as drogas e respondeu de coração aberto a uma pergunta sobre seu filho, Edinho, também dependente químico. Ambos combinaram de levantar essa bandeira no futuro e ainda falaram sobre perigos da fama, política do futebol e um plano nunca realizado de Pelé de ter Maradona no Santos.

Anos depois, a relação que parecia ótima sofreu novos abalos. Pelé disse que Neymar era melhor que Messi e Maradona se ofendeu, dizendo que o brasileiro havia tomado a pílula errada e devia ser desconsiderado. O argentino também disse que na verdade o melhor da história era Di Stéfano, não algum deles, e provocou mais uma vez ao afirmar num evento que custava 300 euros que o preço só era esse porque Pelé cobrava 200 em seus e, assim, tinha que ser sempre o segundo.

Pelé respondeu: "O Maradona me ama". Também disse que os argentinos tinham que decidir primeiro se Maradona ou Messi era melhor para depois comparar com ele. O argentino deu o troco, dizendo que Pelé tinha que ser visitado no museu.

RECONCILIAÇÃO
Foi há quatro anos que ambos selaram definitivamente a paz e não protagonizaram mais momentos de embate -no máximo brincadeiras provocativas.

Na França, em um evento de patrocinadores, eles deram as mãos e disseram "chega de brigas". Nesse dia, Maradona ajudou Pelé a andar em outra fotografia que se tornou icônica.

Em 2017, num evento da Fifa, Pelé posou ao lado de autoridades sentado em uma cadeira de rodas. Maradona baixou para beijar sua cabeça. Foi a imagem de reconciliação ideal para uma relação cercada de polêmicas e, acima de tudo, história.

Nesta quarta, Pelé disse que "perdeu um grande amigo": "Um dia vamos bater uma bola juntos lá no céu."

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Teve novidade na escalação · 26/11/2020 - 14h20

Corinthians vence o Coritiba e 'respira' na luta contra o rebaixamento


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O Corinthians venceu o Coritiba por 1 a 0, nesta quinta (25), no Couto Pereira, válido pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Timão, que contou com Jô, Roni e Lucas Piton como as principais novidades na escalação inicial, dominou os "donos da casa" em grande parte do jogo. O gol do time paulista, aliás, foi marcado pelo lateral esquerdo Fábio Santos em cobrança de pênalti aos 20 minutos do primeiro tempo.

    Rodrigo Coca / Agência Corinthians

Com a vitória, o Corinthians "respira" na luta contra o rebaixamento. O time de Vagner Mancini pulou para a nona colocação, com 29 pontos. O Coritiba, por sua vez, continua na zona de degola, na 18ª colocação, com 20 pontos.

O Corinthians volta a campo na próxima quarta-feira (2), às 21h30 (de Brasília), no Castelão, pela 24ª rodada da competição. Já o Coxa encara o Red Bull Bragantino no dia 5, às 21h (de Brasilia), no Couto Pereira.

QUEM FOI BEM: FAGNER E LUAN
Fagner e Luan, jogadores vitoriosos em suas carreiras e criticados nesta temporada, se destacaram no jogo. O lateral foi bastante ofensivo e causou perigo a defesa do Coritiba, enquanto Luan mostrou habilidade e se movimentou bastante entre o meio-campo e o ataque. O camisa 7, inclusive, colaborou na marcação do meio-campo.

QUEM FOI MAL: ROBSON
O atacante do Coritiba, Robson, praticamente não causou perigo para a defesa do Corinthians. O jogador foi inofensivo no jogo e só "apareceu" após bater cabeça com cabeça com Bruno Méndez em disputa de bola pelo alto.

PITON APROVADO NO MEIO
Vagner Mancini escalou o jovem lateral no meio-campo, atuando na frente de Fábio Santos, na "segunda linha" do lado esquerdo. Revelado no futsal do Corinthians e com passagens pela seleção brasileira da modalidade, Piton se destaca pela qualidade técnica. Nesta noite, ele ajudou bastante Luan na armação de jogadas, além de fazer a cobertura e conceder mais liberdade para Fábio Santos "subir" ao ataque.

CRONOLOGIA DO JOGO
O Corinthians entrou em campo no esquema 4-4-2, com duas linhas de quatro. Luan atuou adiantado com Jô no ataque, mas voltava para compor o meio. Assim, o time de Vagner Mancini variava o esquema para o 4-4-1-1. Na segunda linha, Roni (direita) e Lucas Piton (esquerda) atuaram abertos, com Xavier e Gabriel por dentro.

O Corinthians foi intenso e jogou bem desde o início. O time se mostrou mais leve com a escalação de Vagner Mancini, que optou por Lucas Piton e Roni como novidades no meio-campo. Como Roni atuou aberto do lado direito, Fagner ganhou mais liberdade e se tornou uma das armas mais perigosas do Timão. Logo no início da partida, o camisa 23 cruzou para Jô, que quase abriu o marcador.

Placar que não demorou muito para ser inaugurado, aliás. Aos 20 minutos, após Lucas Piton finalizar dentro da área, a bola bateu no braço de Maílton. Com revisão do VAR, o árbitro Leandro Vuaden marcou pênalti. Na cobrança, Fábio Santos fez 1 a 0.

No segundo tempo, o Corinthians não conseguiu manter a intensidade, apesar de continuar consistente na partida. O Coritiba se mostrou inofensivo e dominado durante quase os 90 minutos. O time paranaense não conseguiu infiltrar na defesa corintiana e só assustou em poucos chutes de fora e área.

Cássio ficou no banco de reservas contra o Coritiba. O goleiro sentiu o músculo posterior da coxa esquerda durante o aquecimento. Como Walter se destaca tecnicamente e sempre pressiona a vaga de titular de Cássio, o técnico Vagner Mancini optou por escalar Walter e deixar o camisa 12 no banco de reservas. Vale ressaltar que o ídolo corintiano foi o único goleiro reserva no banco, já que a comissão técnica não levou o terceiro goleiro para Curitiba.

CORITIBA
Wilson; Maílton, Rhodolfo, Sabino e William Matheus; Matheus Bueno (Osman) e Matheus Sales (Matheus Galdezani); Rafinha, Mattheus Oliveira (Pablo Thomaz) e Giovanni Augusto (Sarrafiore); Robson (Brayan). Técnico: Rodrigo Santana

CORINTHIANS
Walter; Fagner, Bruno Méndez, Gil e Fábio Santos; Gabriel (Éderson) e Xavier (Camacho); Roni (Gabriel Pereira), Luan (Cazares) e Lucas Piton (Everaldo); Jô. Técnico: Vagner Mancini

Local: Couto Pereira, em Curitiba (PR)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
Auxiliares: Jorge Eduardo Bernardi e José Eduardo Calza (ambos do RS)
VAR: Daniel Nobre Bins (RS)
Cartões amarelos: Maílton, Giovanni Augusto (COXA); Luan, Fagner (COR)
Gol: Corinthians: Fábio Santos, aos 20 minutos do 1º tempo

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A última foto pública de Diego Armando Maradona foi postada em uma rede social no dia 11. Na controversa imagem feita em um quarto de hospital, o ídolo argentino aparece de avental, com um grande curativo na cabeça e ao lado de seu médico, Leopoldo Luque.

O ex-jogador, morto na quarta-feira (25), aos 60 anos, havia acabado de receber alta após ter sido operado para tratar de um hematoma na região do crânio.

De acordo com a imprensa argentina, o clique, que correu o mundo, incomodou parte dos familiares do craque, que não queriam imagens da recuperação divulgadas.

    Reprodução / Instagram

"Jamais tive intenção de gerar algum conflito. Peço desculpas aos que se sentiram ofendidos. Pensei que seria uma imagem para apagar a última de Diego", disse o médico, referindo-se às aparições dias antes de sua internação, no último dia 2 de novembro, quando o ex-atleta apareceu abatido e com dificuldades para se locomover.

Segundo o profissional, Maradona havia permitido que o clique viesse a público. "A foto foi acertada com o Diego. Quero esclarecer que não foi minha decisão. Não foi algo que decidi sozinho. Obviamente, nunca medi a magnitude da foto, a dimensão que ela teria", afirmou.

Na ocasião, o ídolo argentino foi liberado para se recuperar em sua casa, em Tigre, região de Buenos Aires.

Nesta quarta, Maradona morreu após uma parada cardiorrespiratória. O óbito foi confirmado por seu advogado, após o jornal Clarín divulgar a informação.
Maior nome esportivo da Argentina, ele nasceu no dia 30 de outubro de 1960 e cresceu no humilde bairro de Villa Fiorito, no subúrbio de Buenos Aires.
O velório do ídolo começou na manhã desta quinta-feira (26), na Casa Rosada, sede da presidência, em Buenos Aires. Em meio à pandemia da Covid-19, são esperadas mais de 1 milhão de pessoas, de acordo com a imprensa do país.

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Partida de ida das oitavas · 25/11/2020 - 10h31

Athletico-PR resiste com 10 em campo, mas cede empate ao River no fim


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O Athletico-PR foi valente até os minutos finais, mas cedeu o empate por 1 a 1 ao River Plate, nesta terça-feira (24), na Arena da Baixada, pela partida de ida das oitavas de final da Copa Libertadores da América. O gol do clube paranaense foi marcado por Bissoli, enquanto o empate dos milionários foi anotado por Paulo Díaz, nos acréscimos.

Agora o Athletico viaja a Avellaneda para jogar a partida da volta, já na próxima terça-feira (1º), em condições de igualdade para lutar por uma vaga na próxima fase da principal competição de clubes da América do Sul.

O próximo compromisso do time paranaense será contra o Palmeiras, sábado (27), às 17h (de Brasília), no Allianz Parque, pelo Campeonato Brasileiro. O time rubro-negro ocupa a nona colocação do campeonato nacional, com 28 pontos.

Thiago Heleno foi o destaque da partida desta terça. Assim como já havia feito uma excelente atuação contra o Santos, o zagueiro foi o pilar de um sistema defensivo que resistiu com competência a um dos melhores times do século na América do Sul.

Em um de seus melhores momentos na temporada, o Athletico levou apenas quatro minutos para criar uma oportunidade clara de gol. O ímpeto inicial, porém, se arrefeceu rapidamente e a equipe de Autuori passou a apresentar uma certa lentidão na troca de passes.

Tal postura resultou num domínio de posse do Furacão, mas isso não se refletiu em um controle da partida, ao menos na primeira parte, já que o River se mostrou muito incisivo mesmo ficando pouco com a bola.

No intervalo, o técnico Paulo Autuori resolveu trocar duas peças de seu ataque: o experiente Walter substituiu Carlos Eduardo, e Kayzer deu lugar a Guilherme Bissoli. A princípio, as mudanças não se refletiram em uma mudança de postura, mas aos 12 minutos da segunda etapa, Erick achou Bissoli próximo à entrada da área. Cheio de liberdade, o atacante dominou de peito e bateu cruzado para dentro das redes do River.

Depois disso, o Furacão foi muito competente ao resistir à pressão do River, ainda que o gol de empate sofrido nos minutos finais tenha sido um enorme balde de água fria.

Já o River Plate praticamente não se sentiu fora de casa em Curitiba. Apesar de atuar como visitante, e com menos de um terço da posse de bola na primeira etapa, os argentinos finalizaram cinco vezes, contra apenas uma do Athletico, que sequer acertou o gol de Armani.

Tanta segurança, porém, não foi suficiente para evitar que Bissoli dominasse a bola cheio de espaço para abrir o placar. Após isso, a postura do River se tornou ainda mais ofensiva, também por conta da superioridade numérica conquistada antes da metade do segundo tempo. Quase não foi o suficiente para furar a boa zaga liderada por Thiago Heleno, que esteve em uma noite muito inspirada.

O JOGO
Tentando se aproveitar do fator casa, o Athletico começou o jogo tomando iniciativa. Logo aos quatro minutos, Richard isolou uma oportunidade na altura da marca do pênalti.

Apesar de dominante, o River Plate criou sua melhor chance na primeira etapa em um escanteio. Aos 33 minutos, Paulo Díaz cabeceou e Bento deu um tapa para não correr o risco de espalmar a bola para dentro da área.

Aos cinco minutos da segunda etapa, Rafael Borré fez boa jogada pela direita e passou para Nacho Fernández, que bateu cruzado uma bola que por muito pouco não foi desviada para o gol do CAP por Suárez.

Sete minutos depois, Bissoli recebeu um bom passe cruzado de Erick, com ajuda de um corta-luz de Walter, e finalizou rasteiro e cruzado para abrir o placar.

Aos 21 da etapa final, Reinaldo ergue o pé demais em divida com Enzo Pérez e é expulso após receber o segundo amarelo.

A segundos do fim, aos 46 do segundo tempo, Paulo Díaz cabeceou para marcar o gol de empate do River e dar números finais ao placar.

ATHLETICO-PR
Bento; Erick, Pedro Henrique, Thiago Heleno, João Victor (Aguilar); Wellington, Léo Cittadini, Richard (Lucho González); Reinaldo, Carlos Eduardo (Walter), Renato Kayzer (Bissoli). T.: Paulo Autuori

RIVER PLATE
Armani; Montiel, Paulo Díaz, Pinola, Casco (Lucas Pratto); Ignacio Fernández, Sosa, Enzo Pérez, De La Cruz (Carrascal); Matías Suárez, Rafael Borré (Julián Álvarez). T.: Marcelo Gallardo

Estádio: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Juiz: Andres Rojas (COL)
Cartões amarelos: Léo Cittadini, Reinaldo e Carlos Eduardo (Athletico-PR)
Cartões vermelho: Reinaldo (segundo amarelo) (Athletico-PR)
Gols: Bissoli, aos 12min do segundo tempo (Athletico-PR); Paulo Díaz, aos 46min do segundo tempo (River Plate)

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O Cruzeiro foi como o azarão para Santa Catarina e volta do Sul do Brasil com excelente resultado. Na noite desta terça-feira (24), a equipe mineira desbancou a Chapecoense, venceu por 1 a 0 e de quebra encerrou a sequência de 17 partidas de invencibilidade do time catarinense, líder absoluto da Série B do Campeonato Brasileiro.

    Igor Sales / Cruzeiro

O gol celeste foi marcado por Rafael Sobis no segundo tempo. O triunfo faz os mineiros atingirem nove jogos sem perder na competição. O time Condá foi derrotado apenas pela segunda vez na Segunda Divisão (antes havia perdido para o Cuiabá na sexta rodada).

Com a vitória, a primeira em cima de um integrante do atual G4 do torneio, o time estrelado chega aos 28 pontos, mas se mantém no 15º lugar, já que o Brasil de Pelotas venceu o CRB, tem um ponto a mais e está no 14º lugar.

Já a Chapecoense, mesmo com a derrota, se mantém na liderança, mas vê a diferença na pontuação cair para quatro pontos em relação ao segundo colocado, o América-MG (47 a 43).

O próximo compromisso do Cruzeiro é nesta sexta-feira (27) contra o Confiança, no Mineirão, às 21h30. A Chapecoense visita o Guarani, no Brinco de Ouro, no sábado, às 21h.

O JOGO
O jogo colocava frente a frente o líder disparado, a Chapecoense, contra um Cruzeiro que tenta se reconstruir -a palavra de momento no clube- dentro e fora de campo. Mas a disparidade na tabela de classificação não ficou tão evidente em campo. O time celeste mostrou um bom volume, controlou a partida e anulou potencialidades importantes do adversário durante todo o confronto.

A Raposa foi melhor no primeiro tempo, criou oportunidades mais claras de gol com sete finalizações, sendo três no gol de João Ricardo, que trabalhou bem. Já a Chape chutou apenas duas vezes, nenhuma com tanto perigo para Fábio.

Na segunda etapa o time celeste seguiu com sua estratégia e não caia nas armadilhas da Chapecoense, um time reativo e que gosta de entregar a bola para o adversário. Quando a Raposa tinha a posse, tentava uma transição ofensiva rápida, mas parava no erro de finalização ou na forte marcação dos catarinenses, time de melhor defesa na competição.

Foi em lance de bola parada que o time de Felipão chegou à vitória, com Rafael Sóbis, o que garantiu três pontos e um série invicta de nove jogos sem derrota do Cruzeiro.

O destaque do confronto foi Rafael Sóbis. O goleiro João Ricardo, da Chapecoense, até tentou ser o melhor, mas o atacante desbancou o arqueiro do time Condá. Jogador tático, usou toda sua experiência para organizar o time em campo e marcou o gol da vitória em bela cobrança de falta.

CRONOLOGIA
Aos 13 minutos do primeiro tempo, Régis cobrou falta pelo lado direito, Manoel tocou de cabeça e a bola sobrou para Adriano. O volante celeste se abaixou para cabecear meio sem jeito e a bola passou perto.

Aos 17 minutos mais uma vez o Cruzeiro chegou. Rafael Sobis dominou, girou e chutou de fora da área. A bola foi no canto esquerdo, mas João Ricardo fez excelente defesa.

Um minuto depois, aos 18, Cáceres cruzou e Ramon, na segunda trave, cabeceou no meio do gol, facilitando para João Ricardo.

Aos 32 minutos, Airton recebeu cruzamento na área e cabeceou. A bola passou por Rafael Sobis, mas sobrou para Régis, que mandou uma bomba. João Ricardo salvou.

Aos 12 do segundo tempo, Anselmo Ramon acertou um belo chute, mas Fábio fez a defesa.

Aos 27 minutos, Rafael Sóbis acertou um "balaço" no travessão
Aos 32 minutos do segundo tempo, Rafael Sobis cobrou falta com perfeição, no canto esquerdo de João Ricardo, e abriu o placar: 0 a 1.

CHAPECOENSE
João Ricardo; Ezequiel (Perotti), Felipe Santana, Luiz Otávio, Busanello (Felipe Garcia); Willian Oliveira, Alan Santos (Vini Locatelli), Alan Ruschel; Matheus Ribeiro (Denner), Paulinho Moccelin (Mike), Anselmo Ramon. T.: Umberto Louzer

CRUZEIRO
Fábio; Cáceres, Manoel, Ramon, Patrick Brey; Adriano, Jadsom, Régis (Filipe Machado); Airton (Arthur Caíke), Rafael Sóbis (Marcelo Moreno), Willian Pottker (Weliton). T.: Felipão

Estádio: Arena Condá, em Chapecó (SC)
Juiz: Zandick Gondim Alves Júnior (RN)
Cartão amarelo: Anselmo Ramon, Willian Oliveira, Alan Santos e Alan Ruschel (Chapecoense); Willian Pottker e Régis (Cruzeiro)
Gol: Rafael Sobis, aos 32min do segundo tempo

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O Santos venceu a LDU, do Equador, nesta terça (24), por 2 a 1, fora de casa, e ficou perto das quartas de final da Libertadores.

Agora, a equipe santista terá a vantagem de jogar por um empate no duelo de volta, na próxima terça (1º), às 19h15, na Vila Belmiro, para seguir em frente na competição continental.

Foi a primeira derrota dos equatorianos na altitude de 2.850 metros de Quito nesta edição do torneio. Em casa, a LDU havia ganhado do São Paulo, do River Plate (ARG) e do Binacional (PER) na fase de grupos.

    Divulgação / Santos FC

Fora de casa, o time equatoriano venceu somente a equipe peruana e perdeu de 3 a 0 do São Paulo e do River, retrospecto que anima os santistas.

Mesmo na altitude, a equipe brasileira foi mais presente no campo de ataque durante todo o duelo, no qual novamente não pôde contar com o retorno de Cuca.

O técnico segue em recuperação de Covid-19.

Ainda no primeiro tempo, abriu o placar logo aos 6 minutos. Após assistência do lateral Pará, pela direita, o venezuelano Soteldo marcou o primeiro gol dele nesta edição da Libertadores.

Além de inaugurar o marcador, os visitantes conseguiram conter a pressão esboçada pela LDU na busca pelo empate. Quando a bola passava pela defesa, o goleiro John Victor, 24, demonstrava segurança e fez uma série de defesas.

Para proteger mais a zaga, o auxiliar Marcelo Fernandes sacou Jean Mota e colocou outro defensor em campo, o zagueiro Wagner.

Três minutos após a troca, porém, os equatorianos chegaram ao empate em um contra-ataque. Billy Arce carregou a bola até o ataque e finalizou forte. John fez outra boa defesa, mas Jhojan Julio ficou com o rebote e marcou de cabeça, aos 46.

Na volta do intervalo, mais descansado, o Santos conseguiu voltar a frequentar o ataque e levar perigo ao gol defendido por Gabbarini. O goleiro quase foi surpreendido com um gol olímpico, quando Soteldo tentou um chute direto na cobrança de escanteio, aos 9 minutos.

Aos 13, Marinho sofreu pênalti após ser derrubado na área e ele mesmo converteu a cobrança, dando a vantagem final para o time brasileiro.

Também nesta terça, o Athletico-PR empatou em 1 a 1 com o River Plate, em Curitiba. Com oito desfalques por causa da Covid-19, o time paranaense saiu na frente com Bissoli, mas levou o empate em cabeçada de Díaz, nos acréscimos.

LDU
Gabbarini; Perlaza (Zunino), Kunty Caicedo, Ordoñez, Cruz (Ayala); Vega (Caicedo), Alcivar, Quinteros (Aguirre); Billy Arce, Johan Julio, Cristian Martinez Borja. T.: Pablo Repetto

SANTOS
John; Pará, Lucas Veríssimo, Luiz Felipe, Felipe Jonatan (Lucas Braga); Alison, Diego Pituca, Jean Mota (Wagner Leonardo); Marinho (Lucas Lourenço), Soteldo (Vinicius Balieiro), Kaio Jorge. T.: Marcelo Fernandes

Estádio: Casablanca, em Quito, no Equador
Juiz: Fernando Rapallini (ARG)
Cartões amarelos: Luiz Felipe, Wagner Leonardo, Soteldo e Felipe Jonatan (Santos); Vega, Aguirre, Ordoñez e Alcivar (LDU)
Gols: Soteldo, aos 7min do primeiro tempo, e Marinho, aos 13min do segundo tempo (Santos); Julio, aos 47 min do primeiro tempo (LDU)

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