
Nunes Marques destaca segurança das eleições e presença de observadores internacionais no Brasil
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, afirmou nesta sexta-feira (2/10) que países democráticos podem trocar experiências, mas não devem interferir nos processos eleitorais de outras nações. A declaração foi dada em entrevista ao SBT, às vésperas do primeiro turno das Eleições Gerais, marcado para este domingo (4/10).
Segundo o ministro, representantes de sete missões eleitorais internacionais já estão no Brasil para acompanhar o pleito. Os observadores estarão distribuídos em diferentes regiões do país e atuarão de forma independente, acompanhando a votação e a apuração, além de promoverem intercâmbio de experiências entre os sistemas eleitorais.
Entre as instituições presentes estão a Organização dos Estados Americanos (OEA), o Parlamento do Mercosul (Parlasul), a União Europeia, a Liga dos Estados Árabes, a Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral dos Países de Língua Portuguesa (Roaje-CPLP), a União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore), a Rede Mundial de Justiça Eleitoral (RMJE) e o The Carter Center.

Além das missões, representantes de instituições eleitorais de mais de 25 países foram convidados pelo TSE. De acordo com Nunes Marques, a programação permitirá que os visitantes conheçam o funcionamento da Justiça Eleitoral brasileira, com atenção à votação, à apuração e à segurança do processo.
O presidente do TSE também destacou medidas adotadas para ampliar a transparência das eleições. Entre elas está a possibilidade de os dois últimos eleitores de cada seção acompanharem o encerramento dos trabalhos, permitindo que testemunhem que nenhum voto será registrado após o fechamento da votação.











