Cenario politico 2026 -

Nunes Marques destaca segurança das eleições e presença de observadores internacionais no Brasil

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, afirmou nesta sexta-feira (2/10) que países democráticos podem trocar experiências, mas não devem interferir nos processos eleitorais de outras nações. A declaração foi dada em entrevista ao SBT, às vésperas do primeiro turno das Eleições Gerais, marcado para este domingo (4/10).

Segundo o ministro, representantes de sete missões eleitorais internacionais já estão no Brasil para acompanhar o pleito. Os observadores estarão distribuídos em diferentes regiões do país e atuarão de forma independente, acompanhando a votação e a apuração, além de promoverem intercâmbio de experiências entre os sistemas eleitorais.

Entre as instituições presentes estão a Organização dos Estados Americanos (OEA), o Parlamento do Mercosul (Parlasul), a União Europeia, a Liga dos Estados Árabes, a Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral dos Países de Língua Portuguesa (Roaje-CPLP), a União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore), a Rede Mundial de Justiça Eleitoral (RMJE) e o The Carter Center.

Foto: Alejandro Zambrana/ Secom/ TSENunes Marques vai relatar ação de Bolsonaro para anular pena

Além das missões, representantes de instituições eleitorais de mais de 25 países foram convidados pelo TSE. De acordo com Nunes Marques, a programação permitirá que os visitantes conheçam o funcionamento da Justiça Eleitoral brasileira, com atenção à votação, à apuração e à segurança do processo.

O presidente do TSE também destacou medidas adotadas para ampliar a transparência das eleições. Entre elas está a possibilidade de os dois últimos eleitores de cada seção acompanharem o encerramento dos trabalhos, permitindo que testemunhem que nenhum voto será registrado após o fechamento da votação.

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